O Branquinho Vendado

Um conto erótico de voyeur
Categoria: Sadomasoquismo
Contém 832 palavras
Data: 28/02/2025 10:09:13
Assuntos: Sadomasoquismo

Eu sou o Lucas, de Manaus, um cara magrelo, muito discreto, cabelo castanho que eu nunca sei arrumar, e um pau pequeno — uns 12 centímetros, nada que encha os olhos. Não sou de virar cabeças, mas meu tesão é intenso, e ele vive em assistir, especialmente quando um macho goza no meu namorado. Meu namorado é o Felipe — 28 anos, branquinho de pele clara que reluz no calor úmido daqui, cabelo loiro bagunçado, e uma bunda branca, redonda, gostosinha, que engole tudo. Ele me ama, eu vejo isso nos momentos em que rimos juntos ou quando ele descansa no meu peito, mas no sexo ele quer ser preenchido fundo, e meu pauzinho não chega lá. Meu prazer tá em ver ele se entregar, e se alguém casado com mulher quiser participar aqui em Manaus, é só chegar — eu amo ver vocês gozarem enquanto ele sente, sem saber quem é.

Depois daquela sexta-feira com o negão tatuado, eu não consegui tirar o tesão da cabeça — o jeito que o pauzão de 25 centímetros dele gozou no cu branquinho do Felipe, escorrendo pelas coxas claras, me deixou louco pra mais. Era domingo à noite agora, o calor de Manaus ainda sufocante, o abajur vermelho jogando sombras no quarto. Eu tava na minha cadeira, pelado, o pau pequeno duro na mão, pronto pro próximo round. Felipe entrou, vendado de novo com a faixa preta que eu amarrei, a pele clarinha suada, a bundinha branca empinada enquanto subia na cama de quatro. “Outra surpresa, amor?” ele perguntou, sorrindo, e eu disse, “Sim, tu vai sentir tudo, mas não vai ver.” Ele não sabia quem vinha, e meu tesão era exatamente isso — o gozo do macho que eu ia assistir.

Dois caras entraram dessa vez — eu chamei eles de um grupo de casados que conheci online, caras comuns de Manaus, mas com vontade de foder. O primeiro era o João — uns 40 anos, moreno claro, corpo meio parrudo de quem já foi forte mas tá relaxado, cabelo curto, e um pau de 20 centímetros, grosso, com pentelhos castanhos ralos. O segundo era o Carlos — uns 35 anos, branquelo como o Felipe, magro mas definido, barba cheia, e um pau de 23 centímetros, mais fino mas comprido, os pentelhos loiros e fartos. Eles me olharam, acenei pra começarem, e sussurrei, “Sem falar, metam fundo, eu quero ver vocês gozarem.”

João foi primeiro, pegando o lubrificante e melando o pau até pingar, se posicionando atrás do Felipe. Eu esfregava meu pau devagar, vendo o pau grosso dele alinhar no cu branquinho. Felipe gemeu quando a cabeça entrou, o rabo clarinho se abrindo, engolindo os 20 centímetros enquanto o moreno empurrava devagar, até os pentelhos roçarem a bunda branca. “Porra, que tesão,” Felipe murmurou, a voz tremendo, sem saber quem era, só sentindo o preenchimento. João metia lento, o pau entrando e saindo, o cu do Felipe pulsando ao redor, e eu acelerava a mão, o tesão subindo enquanto via a bundinha branca acolher tudo.

Carlos ficou de lado, esperando, o pau comprido duro na mão, e eu fiz sinal pra ele ir junto. Ele se ajoelhou na frente do Felipe, alinhando o pau na boca dele. Felipe abriu os lábios sem ver, chupando o pau de 23 centímetros enquanto João fodia o cu, os dois machos enchendo ele dos dois lados. “Grande pra caralho,” Felipe gemia entre chupadas, a venda preta firme, o corpo branco tremendo no calor úmido. Meu tesão tava nos dois — eu queria ver eles gozarem, o momento em que perdiam o controle no meu namorado.

João acelerou, socando fundo, o pau grosso batendo no fundo do reto, esfregando forte até os pentelhos roçarem a bunda clarinha, e Felipe gritava abafado, “Me preenche!” Carlos metia na boca, o pau comprido deslizando até a garganta, e eu via tudo — o suor nas costas clarinhas do Felipe, as coxas brancas tremendo, o cu e a boca engolindo os paus. Felipe gozou primeiro, o corpo convulsionando, jatos brancos melando a cama, sem tocar no pau, só pelo preenchimento duplo.

João gozou logo depois — meu tesão explodiu vendo o pau grosso pulsar, os pentelhos colados na bunda branca, o leite quente enchendo o cu do Felipe, escorrendo pelas coxas clarinhas. Carlos veio em seguida, o pau comprido tremendo na boca do meu namorado, gozando fundo, o Felipe engolindo o que podia enquanto o resto escorria pelo queixo branquinho. Eu gozei na mesma hora, meu pau pequeno explodindo na mão, o prazer me atravessando enquanto via os dois machos gozarem, melando meu namorado dos dois lados, ele ainda vendado, sem saber quem eram.

Eles saíram quietos, como eu pedi, e eu tirei a venda do Felipe depois. Ele me olhou, ofegante, o rosto e o cu melados, sorrindo cansado, “Quem foram dessa vez, Lucas?” Eu ri, “Não importa, amor, eles gozaram gostoso, e tu sentiu tudo.”

Se algum casado com mulher quiser entrar nessa aqui em Manaus, é só chegar — meu tesão é ver vocês gozarem no Felipe enquanto eu assisto

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