Os meses depois daquela loucura no apartamento com Roberto tinham me quebrado em pedaços que eu nem sabia mais como juntar. Os vídeos da Michelle — agora “Mika Sexy” nos sites pornôs — explodiram na internet, milhares de visualizações acumuladas em poucas semanas, os comentários cheios de caras babando por ela, chamando ela de “deusa”, “rainha do sexo”, “puta perfeita”. Ela tava radiante, o rosto iluminado por um orgulho que eu não conseguia entender direito, planejando o próximo passo como se fosse uma estrategista de guerra: ser contratada por uma produtora de verdade, virar uma estrela pornô reconhecida, sair da vida de programas clandestinos pra brilhar sob luzes profissionais. Mas eu? Eu tava caindo aos pedaços, afundando num buraco que eu mesmo cavava. O ciúmes me comia vivo, a pressão de ser o cafetão dela me sufocava, e o medo de perdê-la — pra fama, pros outros caras, pra esse mundo que ela amava e eu odiava — me jogava num vazio que eu não sabia nomear. Comecei a beber pra escapar disso tudo. Primeiro era uma cerveja gelada pra relaxar, depois um copo de whisky pra apagar os pensamentos, e logo tava bebendo todas as noites, o álcool queimando a garganta e anestesiando a merda que minha vida tinha virado.
Numa tarde abafada, Michelle me chamou pro apartamento, a voz cheia de animação enquanto eu atendia o celular com a mão trêmula, já sentindo o peso de mais uma garrafa na noite anterior. Ela tava deitada no sofá quando cheguei, nua, as pernas abertas, os dedos deslizando devagar na buceta enquanto me olhava com aquele sorriso provocador que me puxava pro fundo do poço.
— Wagner, um produtor do Rio de Janeiro viu meus vídeos! — disse ela, os olhos brilhando, a mão ainda se movendo entre as coxas, o som molhado dos dedos ecoando no ar quente. — É uma produtora pequena, mas quer me testar pra um filme. Precisamos gravar algo mais pesado, com dois caras, pra ele avaliar.
Eu tava sentado na cadeira do canto, um copo de whisky puro na mão, o líquido dourado refletindo a luz fraca da lâmpada. Minha voz saiu rouca, arranhada pelo álcool e pela ressaca.
— Rio? Que produtora? — perguntei, tentando focar, mas o peso no peito só aumentava.
— Não sei o nome exato, mas é underground, sério — respondeu ela, se levantando do sofá, o corpo nu brilhando com um leve suor, os peitos balançando enquanto caminhava até mim. — Eles querem algo bruto, bem sujo, com dois homens. Chamei o Fernando e um cliente novo, o Lucas, um garoto de 23 anos, bem dotado. Você filma e dirige, corninho.
Ela riu, sabendo que eu não ia dizer não, e se inclinou pra me beijar, o gosto da buceta dela ainda nos dedos que roçaram meu rosto. Fernando era o namorado babaca da irmã dela, Juliana, um cara que eu odiava desde o começo, mas que ela insistia em trazer pras nossas merdas. Lucas eu não conhecia, mas se ela dizia que era bem dotado, eu acreditava — Michelle tinha olho clínico pra essas coisas.
Marcamos a gravação pra dois dias depois, numa quinta à noite. Cheguei ao apartamento com uma garrafa de whisky pela metade, o líquido balançando no vidro enquanto eu subia as escadas, o corpo pesado, os olhos vermelhos de noites mal dormidas e álcool demais. Michelle tava pronta, esperando na sala, de calcinha preta de renda e sutiã vermelho que mal segurava os peitos grandes, o cabelo solto caindo nos ombros, maquiada pra câmera — batom escuro, sombra pesada, cílios postiços que faziam os olhos dela parecerem ainda mais famintos. Fernando chegou logo depois, com aquele sorriso debochado que eu queria apagar com um soco, o corpo musculoso esticando a camiseta, o pau já marcando na calça jeans surrada. Lucas veio em seguida — um cara alto, magro, uns 23 anos, cabelo bagunçado e um olhar nervoso, mas quando tirou a calça, vi o que ela quis dizer: o pau dele era gigante, uns 22 centímetros, grosso como meu pulso, a cabeça brilhando sob a luz das LEDs que eu tinha montado.
Coloquei o celular no tripé, ajustei as luzes pra iluminar o tapete no chão da sala, e comecei a filmar, bebendo direto da garrafa enquanto tentava manter a voz firme.
— Michelle, começa chupando os dois — ordenei, o álcool embargando as palavras, mas com autoridade suficiente pra ela obedecer.
Ela se ajoelhou no tapete, os joelhos afundando no tecido puído, e puxou os paus dos dois pra fora com uma fome que eu conhecia bem. Começou pelo Fernando, engolindo o pau dele — uns 18 centímetros, veias saltadas pulsando na pele morena — com vontade, a boca deslizando até a base, a língua lambendo a cabeça antes de engolir de novo, babando no pau enquanto olhava pra câmera com aqueles olhos que pareciam me atravessar. O som molhado da garganta dela enchia o ar, a saliva pingando no tapete enquanto ela trabalhava, as mãos segurando as coxas dele pra se equilibrar. Depois, virou pro Lucas, o pau dele tão grande que ela engasgou na primeira tentativa, a cabeça batendo na garganta dela, o som gutural ecoando enquanto ela forçava mais, a baba escorrendo pelo queixo, os olhos lacrimejando, mas cheios de tesão. Ele segurou o cabelo dela, os dedos finos puxando com força, gemendo baixo enquanto ela chupava, a boca esticada ao limite.
— Isso, puta, chupa gostoso — disse Fernando, rindo com aquele tom arrogante, enquanto ela alternava entre os dois, babando nos paus, as mãos trabalhando rápido, uma no saco do Fernando, a outra na base do Lucas, os gemidos dela misturados com os grunhidos deles.
Depois de uns minutos, ela se levantou, o rosto vermelho, a boca brilhando com saliva, e deitou no sofá, as pernas abertas, a calcinha jogada no canto, o sutiã arrancado com pressa.
— Fernando, fode minha buceta, e Lucas, vem pra boca — mandou ela, a voz rouca de tesão, o corpo já suado brilhando sob as luzes.
Fernando se posicionou entre as coxas dela, o pau duro deslizando na buceta molhada com uma estocada forte, o melado facilitando enquanto ele socava rápido, o rabo dela quicando no sofá, o som da carne batendo ecoando no apartamento. Lucas subiu no sofá, enfiando o pau gigante na boca dela, socando com agressividade, a cabeça batendo na garganta até ela engasgar, cuspir, e continuar, os olhos lacrimejando, o batom borrando no pau dele enquanto ele gemia alto, as mãos segurando a cabeça dela como se fosse uma boneca.
— Troca, agora! — gritei, bebendo mais whisky, a garrafa escorregando na mão suada, a câmera tremendo um pouco enquanto eu ajustava o ângulo. — Lucas, na buceta, Fernando, no cu.
Eles trocaram de posição num movimento rápido, quase ensaiado. Lucas entrou na buceta dela, o pau gigante esticando ela ao máximo, os lábios inchados se abrindo pra engolir ele inteiro, as coxas dela tremendo com a força das estocadas, o melado escorrendo no sofá em fios grossos. Fernando meteu no cu, o cuzinho apertado resistindo por um segundo antes de ceder, o pau dele deslizando no buraco melado, o som sujo e molhado enchendo o ar enquanto ele socava com força, as mãos agarrando a bunda dela com unhas cravadas na pele. Michelle gemia alto, pedindo mais, o corpo suado se contorcendo entre os dois, os peitos balançando com cada estocada dupla.
— Isso, arrombem sua putinha! — gritou ela, gozando forte, o corpo convulsionando, a buceta pingando no pau de Lucas, o líquido escorrendo pelas coxas enquanto o cu pulsava em volta do Fernando.
Eu continuava filmando, o whisky queimando a garganta, o pau duro esticando a calça, mas a cabeça girando com uma mistura de raiva, tesão e um vazio que o álcool não conseguia preencher. Depois de mais alguns minutos, ela levantou a voz, o tom cortante entre os gemidos:
— Dupla penetração, mas na buceta, os dois juntos!
Eles obedeceram na hora. Fernando deitou no chão, o tapete áspero sob as costas dele, e ela montou no pau dele, a buceta esticada ao máximo enquanto descia devagar, o melado escorrendo pelas coxas dele. Lucas se posicionou por trás, o pau gigante forçando contra a buceta já ocupada, os dois paus se esfregando enquanto entravam juntos, esticando ela além do limite. Ela gritou, o corpo tremendo inteiro, os gemidos altos e desesperados enquanto eles socavam juntos, o som de carne contra carne ecoando no apartamento, o tapete se encharcando com o líquido que escorria dela. Os dois paus preenchiam a buceta dela, o espaço apertado pulsando em volta deles, e ela gozava sem parar, o corpo convulsionando, os olhos revirando, a boca aberta num grito rouco que parecia rasgar o ar.
— Me fodem, seus filhos da puta, me arrombem toda! — gritava ela, as mãos cravadas no peito do Fernando, as unhas deixando marcas vermelhas enquanto Lucas socava por trás, os quadris dele batendo contra a bunda dela com força bruta.
Depois de mais alguns minutos, os dois chegaram ao limite. Fernando grunhiu alto, tirando o pau da buceta dela, e Lucas fez o mesmo, os dois se levantando rápido. Gozaram ao mesmo tempo, os jatos quentes acertando a cara dela — Fernando no olho direito, o líquido escorrendo pela bochecha, Lucas no nariz e na boca, a porra pingando no cabelo, no peito, no chão, em poças brancas que brilhavam sob as luzes LED. Ela riu, o rosto sujo, lambendo os lábios enquanto esfregava a porra na pele, o corpo suado e melado tremendo de exaustão e prazer.
— Perfeito, puta — disse Fernando, se levantando, ajustando a calça com aquele sorriso arrogante enquanto Lucas ria baixo, o rosto vermelho, pegando a camisa jogada no canto.
Eles foram embora sem dizer mais nada, deixando Michelle ali, nua no chão, o rosto coberto de porra, o corpo suado e marcado, o tapete encharcado ao redor dela. Eu tava meio bêbado, a garrafa quase vazia na mão, a câmera ainda gravando enquanto eu cambaleava até ela. Desliguei o celular, joguei ele no sofá, e me aproximei, o coração disparado, o peito apertado com um peso que eu não sabia explicar. Me ajoelhei ao lado dela, o cheiro de sexo e porra subindo pelo nariz, e a beijei, o gosto salgado dos dois ainda na boca dela, misturado com o álcool que queimava minha língua.
— Eu te amo, Michelle — murmurei, a voz trêmula, o whisky me deixando vulnerável, as palavras escapando sem que eu pudesse segurar.
Ela riu baixo, os olhos brilhando com malícia, e me puxou pra cama, ainda toda suja, o corpo melado roçando no meu enquanto caíamos no colchão.
— Eu sei, corninho. Agora me fode loucamente, quero gozar de novo — disse ela, abrindo as pernas, a buceta inchada e melada à mostra, o cu piscando com o resto do sexo que ela tinha acabado de ter.
Eu arranquei a calça, o pau duro saltando livre, e meti na buceta dela com força, o melado quente engolindo ele inteiro enquanto socava com raiva, com tesão, com um desespero que eu não conseguia controlar. O quadril batia contra as coxas dela, o som molhado ecoando no quarto, os gemidos dela altos e selvagens enquanto ela agarrava as minhas costas, as unhas rasgando a pele. Tirei o pau da buceta, mirei o cu, e entrei de uma vez, o buraco apertado pulsando em volta de mim enquanto metia com ainda mais força, o corpo dela tremendo embaixo de mim, os peitos balançando, a porra seca no rosto dela brilhando na luz fraca.
— Isso, Wagner, me fode, me arromba, seu corno safado! — gritava ela, esfregando a buceta com os dedos, os movimentos frenéticos enquanto eu socava o cu, o pau pulsando com cada estocada.
Gozamos juntos, eu enchendo o cu dela com jatos quentes, ela jorrando na cama num orgasmo que fez o corpo dela convulsionar, os gritos dela misturados com os meus, o apartamento cheio do cheiro de sexo, whisky e desespero. Caímos no colchão, suados, ofegantes, o vazio ainda lá, me engolindo enquanto ela ria, o corpo melado colado ao meu, me puxando mais fundo naquele barro que eu não sabia mais como escapar.