A amante Danielle: Entre o desejo e o perigo - Capítulo 9

Um conto erótico de Thiago
Categoria: Heterossexual
Contém 1405 palavras
Data: 25/03/2025 15:49:00

Os dias seguintes foram de apreensão. Sempre olhando pro meu celular para ver se o Dr. Felipe havia me ligado ou mandado mensagem falando sobre a Dani.

Eu também queria saber se o marido já havia saído do hospital, ou até mesmo se havia morrido. Eu não tinha nenhum tipo de notícia.

Ainda assim, mesmo apaixonado pela Danielle, estava saindo com Juliana, com quem havia combinado de sair naquela quinta-feira à noite para um jantar e depois dormir em minha casa.

E assim fizemos. Marcamos de ir em um sushi, e a noite estava boa, mas claro, minha cabeça só estava na Dani. Só estava de corpo presente ali.

Após um tempo no restaurante, o meu telefone toca, e era um número privado.

Normalmente eu não atendo essas ligações, mas ali algo me dizia que poderia ser a Dani. Então, resolvo atender. Dito e feito: era ela mesmo me ligando.

Peço licença para Juliana e aviso que era ligação do trabalho, e vou lá fora atender:

- Oi, Dani.

- Oi..está ocupado? - Dani pergunta

- é...então...um pouco.

Eu não queria falar que estava com a Juliana.

- Ah, você está com aquela menina, né? Pode falar, não vou ficar brava.

- Sim, Dani, estou com ela.

- então vem embora agora. Estou com meu carro na rua lateral do seu apartamento. Você tem dez minutos para chegar aqui.

- Como assim, Dani? Do nada? E teu marido?

- Thiago, eu estou mandando. Você tem dez minutos pra dispensar essa vadiazinha que você está saindo. Hoje eu quero dar a noite toda pra você.

E desliga na minha cara. Fico ali, parado, por uns vinte segundos. Óbvio que iria vê-la.

Gosto da Juliana, mas quando o assunto é a Dani, tenho que dispensar tudo.

Volto para a mesa e falo para Juliana que houve um problema no trabalho.

- sério, mas agora? À noite? - perguntou Juliana.

- Sim. Meu chefe é maluco. Vou ter que ir lá resolver. Desculpa, Ju.

- Ah, tudo bem. Isso acontece - Respondeu com certa chateação.

Peço a conta rapidamente e me despeço de Juliana.

Pego um uber até o meu apartamento. Chegando em frente, vou para rua lateral, uma rua um pouco escura, com vários outros apartamentos. Vejo o carro de Danielle mais a frente. Ela me vê e dá jogo de luz. Entro em seu carro.

- Você é doida, Dani...ninguém te seguiu?

- Nada. Fui bem cuidadosa. Chego no tempo certo hein? Gosto de homem assim, obediente.

- É, né..engraçadinha. E como está o seu marido?

- está em coma.

- Sério? Caramba.

- Sim, e se sobreviver, provavelmente ficará em estado vegetativo.

- Eita! ... e quem vai tomar conta dos negócios dele?

- No contrato está que, na ausência dele, eu tomaria conta. Então já tomei as primeiras atitudes, dispensando todos os seguranças particulares.

- boa ideia, hein...foi esperta.

- Tá, mas chega de falar dele e vamos ao que interessa.

- E pra onde vamos?

- Pra minha casa.

- Meu deus, Dani.

Ela dá risada, e pra la rumamos.

Quando estávamos nos aproximando, vi que era em um condomínio de luxo no Morumbi, e ela pede para eu me abaixar para ninguém ver.

Quando finalmente entramos em sua garagem, ela pede para eu levantar. Era uma casa incrível, gigante, muito luxuosa, com limpeza impecável.

Danielle pega em minhas mãos e me leva até seu quarto. Chegando lá, ela me pede para ir ao banheiro e já ir entrando na banheira, que ela iria pegar um vinho na cozinha. E assim o faço.

Tiro a minha roupa e entro na banheira, já de pau duro.

Minutos depois, chega Danielle já toda pelada, segurando o vinho importado e as duas taças.

Ela entra na banheira e senta no meu colo, de frente pra mim, e começa a me beijar de forma lenta, mas quente, e fala em meu ouvido:

- Hoje eu quero ser mais puta ainda. E hoje meu cuzinho vai ser teu. Senta aqui na beirada que vou te chupar bem gostoso.

Assim o faço. Sento na beirada, ela tira as espumas com água, e começa um boquete fenomenal, lento, passando pelo saco e pelo perínio. De repente ela olha e me fala:

- Posso chupar teu cuzinho? Amo fazer isso.

Confesso que na hora estranhei, pq nunca haviam feito algo parecido em mim, mas eu estava com tanto tesão que só abri as minhas pernas e levantei.

E Dani, com a maior calma do mundo, começou um beijo grego indescritível. Acho que nunca havia sentido tanto prazer igual aquele momento.

Ali pensei: essa mulher de mim não escapa mais.

Ela continua com beijo grego ao mesmo tempo em que bate uma punheta para mim, de forma bem suave, passando a mão na cabeça do meu pau, que já estava pra explodir de tanta vontade de gozar.

Ela para, me olha, e me chama para a cama.

Enxuga o seu corpo, e enxuga o meu, e vamos para sua cama.

Assim que chegamos nela, Dani já fica de quatro, bem empinada.

Ali caio de boca, chupando ela inteira, com ela rebolando na minha cara. De repente ela me fala:

- Thiago.

- Oi, Dani.

- Hoje você não vai comer a minha boceta. Vai por direto no meu cuzinho, porque tô doida pra dar ele pra vc.

Imediatamente me levanto e coloco meu pau bem na entrada. Ela pede para esperar. Pega um gel lubrificante, passa na região e pede para eu continuar. Vou colocando devagar, com ela gemendo bem baixinho, assim que entra tudo, ela dá um gemido mais alto.

- está doendo? Perguntei.

- Um pouco, mas tá bom pra caralho. Só continua.

E ali começo a aumentar o movimento pouco a pouco, com o ritmo se intensificando cada vez mais

Ela pede para mudar a posição, e vai para um frango assado.

Ali começo a aumentar o ritmo ainda mais. Dani só falava de olho fechado:

- Vai, meu macho. Come tua puta. Eu sou a tua puta, tá me ouvindo?

- Você não vale nada, sua vadia. Dando o cu para outro na cama do teu marido.

- Ele merece. Merece tomar chifre do meu macho gostoso, da pica gostosa.

Ali eu não aguento, e gozo igual um louco no cuzinho de Danielle.

Assim que finalizo, tiro o meu pau com cuidado de lá de dentro, quando a porra começa a escorrer. Dani, sem nojo nenhum, começa a por o dedo e tirar a porra lá de dentro e colocar na boca, gemendo, se deliciando como se estivesse colocando um doce de leite na boca.

Eu fico ali de joelhos na cama, só a encarando. Ela vem e coloca meu pau na boca e começa um outro boquete, com mais pressão e mais velocidade. Gozo novamente, dessa vez em sua boca.

E de novo, ela faz algo que nunca ninguém havia feito. Ela segura toda a porra na boca, sem engolir, e vem beijar, passando ela pra minha, e lambendo toda a minha boca.

Aquilo me deu um tesão gigante. O meu pau continuava duro feito pedra, mesmo sem ter tomado nada. Ela pega a minha mão e fala:

- Vamos. Me acompanhe.

E vai me puxando pelo corredor da casa. Entramos em uma sala chique, cheia de livros.

- Aqui é o escritório do meu marido. Você vai me comer em cima da mesa de trabalho dele.

Dani tira as coisas de cima, sobe na mesa e fica de quatro.

Subo na mesa também, e coloco meu pau de novo no cuzinho dela. Dessa vez entrou bem fãcil, e ali começo a comê-la novamente.

- Vai, amor. Come tua puta. Que delicia esse pau.

Como vinha percebendo que Danielle gosta de ser tratada igual uma puta, assim que vou gozar, tiro meu pau de dentro dela e gozo na mesa.

Pego ela pelo cabelo e faço ela limpar tudo com a língua. Dani só obedece, não reclama de nada, e limpa a mesa toda com a língua, sem deixar nenhum rastro.

Assim que a gente finaliza tudo, o interfone toca.

Danielle toma um susto, e vai correndo atender. E volta aindam mais desesperada.

- Thiago, sobe no quarto e se esconde. É o irmão do Yuri que está pedindo para entrar. Eu não imaginava que ele viria ao Brasil, ele mora em Nova York, e não fala com o Yuri há anos. Mas ele é tão louco ou mais do que o irmão.

- Caramba Dani...mas ele nem fala com o cara. Será que vai dedurar mesmo?

- Thiago, o irmão dele é apaixonado por mim. Então só me escuta e vai pro quarto....

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