Meu nome é Mariana, tenho 28 anos e nunca imaginei que uma simples visita à casa da minha melhor amiga mudaria minha vida para sempre. Sou morena, com cabelos ondulados que caem suavemente sobre meus ombros. Meu corpo, esculpido por anos de handebol e academia, é uma mistura de curvas suaves e músculos definidos. Meus seios, com silicone, são firmes e redondos, coroados por mamilos rosados e sensíveis. Minhas pernas são torneadas, uma bundinha redonda e empinadinha que me orgulho muito. Sou completamente depilada, minha pele bem macia.
Naquela tarde de verão, decidi fazer uma visita surpresa à Luana, minha amiga de infância e vizinha. Entrei silenciosamente em sua casa como de charnue. O ar estava carregado de uma energia diferente, e sons baixos e rítmicos ecoavam pelos corredores. Intrigada, segui os sons até o quarto dela.
A porta estava entreaberta, e o que vi fez meu coração acelerar. Luana estava deitada na cama, usando apenas um sutiã de renda preta contrastando com sua pele clara (apesar de ter uma leve marquinha de bikini) que mal continha seus belos seios naturais, médios e perfeitamente empinados. Suas pernas torneadas estavam dobradas e abertas, e entre elas, um homem moreno e musculoso estava ajoelhado, seu rosto enterrado entre suas coxas.
Fiquei paralisada, incapaz de desviar o olhar. Meus olhos percorreram o corpo de Luana, detendo-se nas tatuagens que eu conhecia tão bem - o “carpe diem” na costela, as estrelas no pé, a runa viking no antebraço. Eu sabia que, escondida na virilha dela, estava aquela frase provocativa que ela me mostrou aos 20 anos quando fez : “ajoelhou, tem que rezar”.
Senti um calor intenso se espalhar pelo meu corpo. Sem perceber, minha mão deslizou para dentro da minha calça jeans justa. Observei, hipnotizada, enquanto o homem trabalhava com sua língua, arrancando gemidos cada vez mais altos de Luana.
Meu próprio corpo começou a responder. Meus seios ficaram pesados e sensíveis, meus mamilos enrijecendo sob a blusa fina. Comecei a me tocar, escorreguei minha mão por dentro do shorts e da calcinha , meu clítoris já estava inchado, primeiro devagar, depois com mais urgência. O ar ao meu redor parecia eletrizado.l, já estava encharcada só de ver a cena.
Luana arqueou as costas, suas unhas se cravando nos ombros largos do homem. “Isso, assim…”, ela sussurrou, sua voz rouca de prazer. Senti uma onda de excitação percorrer meu corpo ao ver minha amiga tão entregue ao prazer.
Perdida na cena à minha frente e nas sensações que percorriam meu corpo, não percebi que me apoiei demais na porta. Com um rangido, a porta se abriu mais, e perdi o equilíbrio, fazendo um barulho que quebrou o encanto do momento.
Luana sentou-se abruptamente, seus olhos arregalados encontrando os meus. Por um momento, o tempo pareceu congelar. Então, para minha surpresa, um sorriso malicioso se espalhou pelo rosto dela.
“Mari? Eu não sabia que você gostava de assistir”, Luana disse, sua voz uma mistura de diversão e desejo.
Senti meu rosto queimar, mas não consegui desviar o olhar. “Eu… eu não queria interromper”, gaguejei.
Luana se levantou da cama, seu corpo esguio e atlético movendo-se com graça felina. Ela se aproximou de mim, seus olhos brilhando com uma luz que eu nunca tinha visto antes.
“Você não está interrompendo”, Luana sussurrou, chegando tão perto que eu podia sentir o calor de seu corpo. “Na verdade, acho que você chegou bem na hora.”
Meu coração batia tão forte que eu tinha certeza que Luana podia ouvi-lo. “O que você quer dizer?”, perguntei, minha voz quase um sussurro.
Luana sorriu, seus dedos traçando suavemente meu braço. “Sempre quis saber como seria… com você”, ela confessou. “E parece que você também está curiosa.”
Engoli em seco, meu corpo tremendo de antecipação. Eu nunca tinha considerado Luana dessa forma antes, mas agora, com o ar carregado de desejo, parecia a coisa mais natural do mundo.
“E quanto a…?”, comecei, olhando para o homem que ainda estava na cama, observando a cena com interesse evidente.
“Ah, Rodrigo?”, Luana riu suavemente. “Ele não se importa de compartilhar. Na verdade, acho que ele vai adorar.”
Com um movimento suave, Luana pegou minha mão e me guiou para o quarto. “Vamos, Mari”, ela sussurrou. “Vamos explorar isso juntas.”
Senti uma onda de excitação percorrer meu corpo. Eu sabia que, depois desta noite, nada seria como antes. E, surpreendentemente, eu mal podia esperar para descobrir o que viria a seguir.
Quando entramos no quarto, Rodrigo nos recebeu com um sorriso caloroso. Seus olhos me comeram, me deixando vermelha.
“Bem-vinda à festa”, ele disse, sua voz profunda enviando arrepios pela minha espinha.
Luana começou a me acariciar lentamente, seus dedos roçando minha pele exposta,e nessa altura já dentro de minha calcinha quando um de seus dedos sem a menor dificuldade me penetrou por eu já estar encharcada. “Relaxe”, ela sussurrou no meu ouvido. “Vamos fazer você se sentir incrível.” , nesta hora só consegui soltar um gemido.
As mãos de Luana eram suaves, mas confiantes, enquanto me despia. Cada toque era como uma faísca elétrica na minha pele. Quando fiquei apenas de sutiã , senti uma mistura de vulnerabilidade e excitação.
Rodrigo se aproximou, seus músculos definidos ondulando sob a pele bronzeada. Ele se ajoelhou diante de mim, suas mãos grandes e quentes deslizando por minhas coxas. “Posso?”, ele perguntou, olhando para cima com olhos cheios de desejo.
Assenti, incapaz de formar palavras. Quando a boca de Rodrigo encontrou meu clítoris, deixei escapar outro gemido de prazer. Luana estava atrás de mim, com uma das mãos acariciando meus seios por cima do sutiã e a outra me enforcando levemente.
“Você é linda, Mari”, Luana sussurrou, seus lábios roçando meu pescoço. “Sempre quis te tocar assim.”
O prazer era quase demais para suportar. A língua de Rodrigo me levava cada vez mais perto do limite, enquanto as mãos e os lábios de Luana exploravam meu corpo.
Quando atingi o clímax, foi com um grito de êxtase que ecoou pelo quarto. Minhas pernas tremiam, e se não fosse pelo apoio de Luana, eu teria caído.
Mas a noite estava longe de terminar. Luana me guiou para a cama, deitando-me com cuidado. “Agora é minha vez de te provar”, ela disse com um sorriso malicioso.
Luana começou a beijar meu corpo, descendo lentamente. Seus lábios traçaram um caminho de fogo pela minha pele sensível, parando para dar atenção especial aos meus seios, sugando e mordiscando suavemente meus mamilos enrijecidos.
Enquanto isso, Rodrigo observava a cena, seu pau pulsando de desejo. Ele se aproximou, posicionando-se entre minhas pernas. Com um olhar de permissão, ele começou a me penetrar lentamente.
Me contorci ao sentir Rodrigo me preenchendo. Seu membro, de tamanho mediano mas surpreendentemente grosso, me esticava de uma maneira deliciosa.
Luana, excitada pela visão, posicionou-se de joelhos sobre meu rosto. “Você quer me provar, Mari?”, ela perguntou, sua voz rouca de desejo.
Respondi puxando Luana para mais perto, minha língua encontrando seu centro clítoris pequenino, era a primeira vez que eu chupava outra mulher. O gosto dela era intoxicante, e me perdi na tarefa de dar prazer à minha amiga enquanto Rodrigo continuava a me penetrar com estocadas firmes e profundas.
Os gemidos de Luana ficavam cada vez mais altos à medida que eu a levava mais perto do limite. “Ah, Mari… assim… não para…”, ela ofegava, seus quadris se movendo contra meu rosto.
O quarto estava cheio de sons de prazer, pele contra pele e respirações ofegantes. Eu sentia que poderia explodir a qualquer momento, o prazer construindo-se cada vez mais intenso.
Luana foi a primeira a gozar, seu corpo tremendo violentamente enquanto gritava meu nome. A visão e os sons de Luana gozando me levaram ao limite, e não consegui segurar meu próprio orgasmo com força total.
Rodrigo, sentindo minhas contrações, aumentou o ritmo das estocadas, prolongando meu prazer. Quando finalmente se retirou, estava claro que ele ainda não tinha terminado.
Sem perder tempo, Luana se posicionou de quatro na cama, olhando por cima do ombro com um sorriso provocante. “Minha vez, Rodrigo”, ela ronronou.
Rodrigo não precisou de outro convite. Ele se alinhou atrás de Luana e a penetrou com um movimento só . Luana gemeu alto, suas mãos agarrando os lençóis.
Eu, ainda recuperando o fôlego, fui para debaixo de Luana. Minha língua encontrou seu clitóris inchado, enquanto eu podia sentir o membro de Rodrigo deslizando para dentro e para fora dela.
A combinação de sensações era demais para Luana. Ela gritava de prazer, seu corpo tremendo entre Rodrigo e eu. “Mais… por favor, mais!”, ela implorava.
Rodrigo aumentou o ritmo, suas estocadas ficando mais fortes e mais rápidas. Eu podia sentir a tensão crescendo no corpo de Luana, sabendo que ela estava perto de outro orgasmo.
Com um grito, Luana gozou de novo, seu corpo tendo espasmos de prazer. Rodrigo a seguiu logo depois, socando profundamente nela enquanto gozava.
Mas a noite ainda não tinha acabado. Depois de um breve descanso, foi minha vez de cavalgar Rodrigo. Me posicionei sobre ele, descendo lentamente em seu membro ainda duro. A sensação era demais, parecia encaixar perfeitamente, e comecei a me mover, encontrando um ritmo que me levava cada vez mais alto.
Luana, não querendo ficar de fora, se ajoelhou sobre o rosto de Rodrigo. Ele a recebeu com entusiasmo, sua língua trabalhando habilmente enquanto eu continuava a cavalgar.
Os três nos movíamos em sincronia perfeita, nossos corpos entrelaçados em uma dança de prazer. O ar estava carregado de eletricidade, e era claro que todos estávamos nos aproximando do clímax final.
Fui a primeira a sentir a onda de prazer se construindo. Aumentei o ritmo, meus quadris se movendo freneticamente enquanto buscava a libertação. Luana, vendo meu rosto contorcido de prazer, sentiu seu próprio orgasmo se aproximando.
Rodrigo, enterrado profundamente em mim e com o gosto de Luana em sua língua, não conseguiu se segurar por muito mais tempo. Com um gemido abafado, ele começou a gozar, suas mãos agarrando meus quadris com força.
A sensação de Rodrigo pulsando dentro de mim foi o suficiente para me empurrar sobre o limite. Joguei minha cabeça para trás, um grito de êxtase escapando de meus lábios enquanto o orgasmo me atravessava em ondas intensas.
Luana, estimulada pela visão de seus amantes atingindo o clímax, seguiu logo depois, seu corpo tremendo violentamente enquanto o prazer a consumia.
Por vários momentos, o quarto ficou em silêncio, exceto pelos sons de nossas respirações ofegantes. Lentamente, nos separamos, caindo exaustos na cama.
Olhei para Luana e Rodrigo, um sorriso satisfeito em meus lábios. “Isso foi…”, comecei, sem palavras para descrever a experiência.
Luana sorriu de volta, me puxando para um beijo suave. “Incrível”, ela completou. “E isso é apenas o começo.”
Rodrigo riu suavemente, puxando nós duas para perto. “Vocês duas são incríveis”, ele murmurou, sua voz cheia de admiração.
Enquanto nos aconchegávamos juntos, eu sabia que minha vida tinha mudado para sempre. Aquela visita surpresa tinha se transformado na aventura mais emocionante e erótica da minha vida. E eu mal podia esperar para explorar mais esse novo mundo de prazer com Luana e Rodrigo.
O sono começou a nos dominar, mas eu podia sentir a promessa de mais aventuras por vir pairando no ar. Com um sorriso satisfeito, me entreguei ao sono, meu corpo ainda vibrando com as lembranças do prazer compartilhado.
mas essa fica para uma próxima!