A secretária me dominou I

Um conto erótico de Patrão submisso
Categoria: Heterossexual
Contém 2455 palavras
Data: 26/03/2025 00:11:35
Última revisão: 26/03/2025 01:13:39

Eu nunca imaginei que um segredo tão íntimo pudesse se tornar minha maior fraqueza. Mas ali estava eu, sentado com Amanda a minha frente, sentindo meu coração martelar enquanto ela cruzava as pernas com calma, deixando à mostra os sapatos de salto preto que me faziam perder o controle.

(1 hora antes)…

Sai do escritório passando pela minha secretária amanda, sempre bem vestida, deslumbrante, com seus saltos pretos ao qual nunca resistia a passar sem observar e os desejar secretamente.

- Amanda volto em uma hora. Até já.

- Sem problemas chefe, eu cuido de tudo.

Sou gerente da empresa e amanda minha secretária, ela foi contrata a coisa menos de um ano. Simpática e muito eficiente, sempre atenta aos detalhes dos contratos e sempre deu conta de fazer o trabalho quando tenho que sair para algum reunião fora do escritório.

De volta a empresa, entro no meu departamento e não vejo amanda em seu escritório que fica imediatamente antes do meu. Terá saido? Me pergunto. Entro em minha sala e ela está sentada em cima da minha mesa com as perna cruzadas e com o celular na mão.

-Entre, senta aqui. Diz amanda com a voz doce

— Você tem um problema, não é? — A voz dela era suave, quase divertida. Seu salto deslizava lentamente pelo seu pé, ameaçando se soltar. Eu engoli em seco.

— Eu… não sei do que você está falando.

— Não sabe? — Ela sorriu, inclinando-se para frente. — Então não teria problema se eu fizesse isso… — Amanda deslizou o pé para fora do sapato deixando-o cair no chão, revelando uma meia fina que realçava a curva do seu arco. Meu rosto ardeu.

Ela percebeu.

— Amanda, eu…

— Shhh… — Ela usou o pé para pressionar minha perna e depois por o pé no meu no joelho. Um toque leve, quase casual, mas cheio de intenções. — Você vai fazer o que eu mandar.

— O quê?

— Se não quiser que eu conte para todo mundo no escritório sobre esse seu… gostinho especial, vai fazer exatamente o que eu disser.

Amanda se levanta e sai como se nada tivesse acontecido.

Trabalhar como gerente naquele escritório sempre foi tranquilo para mim. Eu tinha experiência, respeito e um time eficiente sob meu comando. Mas, algo mudou. Ou melhor, alguém mudou tudo.

Esperei todos saírem do escritório. Chamei amanda com a desculpa de revisar um relatório antes do fim de semana. Amanda apareceu na porta, segurando uma pasta contra o peito. Perguntei:

- Já foi todo mundo embora?

- Sim chefe. Responde amanda

Enquanto revisamos o trabalho procurei coragem para a confrontar sobre o que havia se passado, mas tive receio de ao fazer isso acabar confirmando algo que talvez ela apenas suspeitasse.

Terminamos:

— Precisa de mais alguma coisa antes de eu ir?

— Não, Amanda. Pode ir.

Ela hesitou. Foi até a porta e voltou. Fechou a porta atrás de si.

— Na verdade, eu queria conversar sobre algo.

Meu estômago revirou. Eu sabia. De alguma forma, ela ia dizer.

— Diga.

Ela caminhou devagar até minha mesa. Usava um vestido justo, formal, mas o que me prendeu a atenção foi o som do salto batendo no chão a cada passo, o caminho pareceu eterno. Quando chegou perto, sorriu de canto e jogou a pasta sobre minha mesa e tira do fundo um documento.

— Preciso que assine isso. Mas, antes… — Ela puxou a cadeira à minha frente e cruzou as pernas com calma, deixando um dos saltos pendurado na ponta do pé. — Quero falar sobre algo que descobri.

Eu me mantive imóvel.

— Descobriu o quê?

Amanda riu, balançando o pé de leve, fazendo o salto ameaçar cair.

— Você acha que eu nunca percebi? Como seus olhos desviam quando entro na sala? Como você fica tenso quando me vê de salto?

Eu não conseguia responder. Meu rosto esquentou.

— Imagino o que aconteceria se os outros soubessem que seu jeitão de chefe durão esconde um lado… peculiar.

— Amanda…

Ela deixou o sapato cair no chão com um som seco. Todo meu corpo treme. Então, ergueu o pé coberto pela sua meia fina e encostou levemente no meu joelho, a segunda vez no mesmo dia.

Ela deslizou o pé devagar pela minha perna.

Eu deveria recuar. Impor minha autoridade. Mas tudo em mim gritava o contrário.

E Amanda sabia.

- Você sempre engole em seco quando fico perto demais. E eu testei, sabe? Usei um par de sandálias na semana passada, sem salto. Você mal olhou para mim, só para os meus…. pés.

Amanda fez uma breve pausa na voz e subiu seu pé até o meu peito.

— Eu sempre fui sua secretária. Mas parece que, no fundo, você sempre quis ser meu subordinado.

— Amanda… — Minha voz saiu fraca enquanto olho para o pé dela.

— O que será que os outros diriam se soubessem que seu jeitão de chefe durão esconde um lado tão… submisso?

Minha respiração pesou. Parte de mim queria mandá-la parar. Mas parte de mim queria mais.

Ela retira o pé e o coloca no chão. Aproxima o seu rosto do meu.

— Você tem duas opções — sussurrou ela. — Podemos fingir que nada aconteceu… e torcer para eu nunca contar nada.

— Ou você aceita que, a partir de agora, sou eu quem mando em você.

Amanda inclinou-se, pegou seu salto no chão e o calçou com calma, sem desviar o olhar do meu. Depois se levantou e pegou a pasta da mesa, como se nada tivesse acontecido.

— Assine isso e me entregue na segunda-feira. Bom fim de semana, chefe.

Assim que ela sai me dei conta do que tinha acontecido e do quão rígido estava o meu membro, não resisti e me masturbei ali mesmo. Gozei muito desejando os pés dela.

Li o documento que ela me entregou e era uma revisão contratual para aumentar seu salário. Na altura não pensei, tinha todo o fim de semana para pensar.

O fim de semana foi um inferno.

Tentei tirar Amanda da cabeça, me convencer de que tudo aquilo não passava de um blefe, um jogo perigoso que eu poderia simplesmente ignorar. Mas era impossível. A cena se repetia na minha mente como um filme: a forma como ela cruzou as pernas, o salto balançando no pé, a voz firme me dando duas opções—mas no fundo, eu sabia que só havia uma.

Na segunda-feira, entrei no escritório mais cedo do que o normal. Eu precisava manter o controle. Eu era o chefe, afinal. Era eu quem ditava as regras.

Mas quando Amanda chegou, percebi o quanto estava enganado.

Ela usava um vestido justo, profissional, mas com um toque de ousadia que eu nunca tinha notado antes. O cabelo preso de um jeito elegante, e claro, os saltos—pretos, finos, altos. Meu peito apertou quando vi a forma como ela andava, como se soubesse que eu estava observando.

Ela parou na minha porta sem bater, segurando a pasta que eu deveria ter assinado.

— Bom dia, chefe.

Meu coração martelou.

— Bom dia, Amanda.

Ela entrou sem ser convidada e sentou-se à minha frente, cruzando as pernas de forma calculada. O salto balançou de novo, daquela forma que fazia meu autocontrole desmoronar.

— Trouxe o que te pedi?

Engoli em seco e empurrei a pasta para ela.

Amanda pegou, folheou rapidamente e viu que não assinei. Perguntou

- É essa sua escolha, quer todo mundo sabendo então?

- Não…. Não é isso. Acabei me esquecendo.

Tomei o documento e assinei, meio contrariado meio querendo dar ainda mais a ela.

— Ótimo. Mas sabe, eu estava pensando… você deve estar se perguntando se eu realmente falaria sobre isso com alguém.

Fiquei em silêncio.

— Bom, vou te dar um motivo para não arriscar.

Antes que eu pudesse reagir, ela pegou o celular e girou a tela para mim.

Meus olhos se arregalaram. Era um video meu. Não qualquer video. Era de quando ela estava sentada na minha mesa, eu olhando diretamente para os pés dela quando ela pos o pé no meu joelho. E o meu olhar era de quem babava. O ângulo era perfeito, não havia desculpas.

Um arrepio subiu pela minha espinha.

— O que você quer? Perguntei.

Amanda descruzou as pernas e se inclinou um pouco para frente.

— Quero que você seja um bom chefe… e um funcionário ainda melhor.

— Funcionário?

— Sim. Você continua sendo o gerente desse escritório para os outros. Mas para mim… — Ela deslizou o pé até encostar de leve na minha perna sob a mesa. — Você responde a mim.

Eu deveria recuar, lutar contra aquilo. Mas, ao invés disso, apenas fiquei ali, sentindo o toque dela, meu corpo inteiro queimando em expectativa.

Amanda sorriu.

— Ótimo. Hoje à noite, depois do expediente, quero que venha até minha mesa. Vamos começar seu treinamento.

E então ela se levantou, pegou a pasta e saiu, deixando-me ali, perdido entre o medo e o desejo, sabendo que minha vida nunca mais seria a mesma.

O dia passou arrastado. Cada vez que Amanda passava pelo meu escritório, cada vez que ouvia o som de seus saltos ecoando pelo corredor, meu estômago revirava. Eu tentei trabalhar, tentei me concentrar, mas minha mente estava presa no que aconteceria depois do expediente.

E então, quando o relógio marcou seis horas, os funcionários começaram a sair. Um a um, eles deixaram o prédio, até que só restamos nós dois.

O escritório estava silencioso quando levantei da minha cadeira e caminhei pelo corredor vazio. A luz suave da mesa de Amanda iluminava o ambiente, e lá estava ela, sentada com a postura impecável, como se já soubesse que eu viria.

— Pontual. Gosto disso.

Ela fechou o notebook e cruzou as pernas lentamente, deixando o salto deslizar do pé até ficar pendurado na ponta dos dedos. Um arrepio percorreu minha pele.

— Feche a porta.

Minha respiração pesou. Eu poderia simplesmente ignorar aquilo, virar as costas e ir embora. Mas não fui. Com um gesto hesitante, fechei a porta e me virei para ela.

Amanda sorriu.

— Bom garoto.

Aquelas palavras me atingiram de uma forma que eu não esperava. Meu corpo reagiu antes da minha mente, e percebi o quanto estava vulnerável ali, diante dela.

— Quero deixar algo bem claro. — Ela descruzou as pernas e inclinou-se para frente, apoiando os cotovelos na mesa. — Eu sei o que você quer. E sei que você nunca teria coragem de admitir.

Engoli em seco.

— Mas agora… — Ela pegou o celular e deslizou o dedo na tela, mostrando novamente o video. — Você não tem escolha.

Minha respiração estava pesada. Eu odiava admitir, mas aquilo me deixava ainda mais envolvido.

Amanda se levantou devagar e contornou a mesa, ficando de frente para mim.

— Ajoelhe-se.

Meu corpo congelou.

— O quê?

Ela ergueu uma sobrancelha.

— Você me ouviu. Quero ver até onde vai sua submissão, chefe.

Aquela palavra soou como um desafio. O bom senso gritava para eu sair dali. Mas algo dentro de mim me impedia.

Lentamente, como se estivesse sendo puxado por uma força invisível, eu me ajoelhei.

Amanda sorriu, satisfeita.

— Melhor. Agora… beije meu pé.

Olhei para os sapatos pretos impecáveis, brilhando sob a luz do escritório. O salto fino, a curvatura delicada… minha respiração ficou presa na garganta.

— Está hesitante?

Ela ergueu o pé e encostou de leve a ponta do sapato no meu peito.

— Talvez você precise de mais motivação.

Ela pegou o celular novamente e deslizou o dedo na tela. Um clique.

— Agora tenho outra foto sua. De joelhos. Na minha frente.

Meu coração disparou. Eu estava completamente preso naquele jogo. E o pior? Eu queria mais.

Amanda sorriu e ergueu levemente o pé.

— Vá em frente, funcionário. Mostre sua lealdade.

Fechei os olhos por um segundo, sentindo minha sanidade se esvair. Então, lentamente, abaixei a cabeça… e pressionei os lábios contra a ponta do seu sapato.

Ela suspirou satisfeita.

— Isso. Agora, temos muito trabalho a fazer.

E naquele momento, eu soube: minha vida nunca mais seria a mesma.

O gosto frio do couro ainda estava nos meus lábios quando Amanda afastou o pé, olhando para mim com um sorriso vitorioso. Meu coração martelava no peito, minhas mãos tremiam levemente.

Eu ainda estava de joelhos. Ainda estava ali, completamente submisso a ela.

— Isso é exatamente o que eu esperava de você — murmurou Amanda, girando levemente o pé no chão. — Mas ainda estamos só começando.

Ela voltou para sua cadeira e cruzou as pernas, deixando um dos saltos pendurado na ponta do pé novamente. Meu olhar caiu ali instintivamente, e Amanda percebeu.

— Já vejo que você está bem treinado. Mas quero mais do que isso.

Meu olhar subiu até o dela, e vi algo além da simples satisfação pelo controle que tinha sobre mim. Ela se divertia com aquilo. O poder a excitava.

— Você vai me servir, e vai fazer isso sem hesitar. — Sua voz era calma, porém firme. — E, para que não tenha dúvidas, vou estabelecer algumas regras.

Eu engoli em seco.

— Regras?

Amanda sorriu, inclinando-se ligeiramente para frente.

— Sim. Primeira regra: quando estivermos sozinhos, você não é mais meu chefe. Eu sou sua superior. Você vai me chamar de senhora ou senhorita Amanda. Nada mais.

Um arrepio percorreu minha espinha.

— Segunda regra: sempre que eu quiser algo, você vai obedecer sem questionar.

Eu devia parar aquilo. Devia levantar e sair, encerrar esse jogo antes que fosse tarde demais. Mas, em vez disso, permaneci imóvel, completamente absorvido pelas palavras dela.

— Terceira regra… — Amanda descruzou as pernas lentamente e estendeu um dos pés na minha direção. — Você vai demonstrar sua lealdade da maneira que eu quiser.

Ela deslizou o pé pelo chão até encostar de leve no meu joelho.

— E, agora que temos isso claro… quero ver se você aprendeu direitinho.

O salto de Amanda caiu no chão com um som seco. Ela ergueu o pé coberto por meia fina e o deslizou até o meu rosto, roçando de leve minha bochecha. Meu corpo inteiro se retesou.

— Beije.

A palavra soou como um comando absoluto. Um teste.

Eu deveria me recusar. Mas, em vez disso, minhas mãos tocaram o tornozelo dela com hesitação, e meus lábios se aproximaram do arco do seu pé, pressionando um beijo lento e reverente contra o tecido fino da meia.

Amanda suspirou, satisfeita.

— Muito bom. Acho que vamos nos divertir bastante juntos.

Ela puxou o pé de volta e recolocou o salto, então pegou seu celular e digitou algo. Um segundo depois, ouvi meu próprio telefone vibrar no bolso.

— O que é isso? — perguntei. Vi as regras escritas em mensagem.

— Seu primeiro teste. — Amanda sorriu, levantando-se e pegando sua bolsa. — Amanhã de manhã, antes do expediente, quero você na minha sala. Sem atrasos.

Ela caminhou até a porta, o som de seus saltos ecoando pelo escritório silencioso. Antes de sair, olhou para trás uma última vez.

— Boa noite, funcionário.

E então ela se foi, me deixando ali, de joelhos no chão, sabendo que havia ultrapassado um limite do qual não poderia mais voltar.

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Comentários

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Sinceramente ficou ridículo esse "segredo" pois não é algo que alguém vai fazer alguém importante em uma empresa perder seu cargo ,ser processado, demitido ou algo grave . A história até boa mas o motivo da chantagem,fala sério!

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Obrigado pela crítica. Na verdade ele sempre desejou isso, mas nunca teve a coragem de pedir ou tentar com alguém. Surgiu a oportunidade e deixou-se levar, intimamente não se importa com a tal “chantagem”. Leia agora a parte dois, já está publicado e ficou ainda mais evidente.

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Obrigado mas não me agrada continuar. Sucesso!

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Maravilhoso, excitante, aguardo ansioso a continuação.

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Obrigado pelo comentário. Já está publicado a parte 2.

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