Segunda-feira / Oitavo Dia
Lívia está ajoelhada diante de mim, com um olhar sedutor que me faz estremecer. Suas mãos delicadas seguram o pequeno tubo de plástico que aprisiona meu desejo há dias. Ela começa a puxá-lo lentamente, cada movimento me enchendo de expectativa e desejo, meu membro se ansiando para sentir a liberdade, e finalmente se erguer incontido.
Meu coração acelera. Sinto cada milímetro do tubo deslizar, a expectativa crescendo dentro de mim como uma onda prestes a quebrar.
“Por favor, amor…” minha voz sai em um sussurro, implorando. “Puxe mais... só mais um pouco...”
Lívia sorri, provocante, e continua a puxar, mas de maneira tão lenta que parece que o tempo está congelado. A liberdade está tão próxima, quase palpável, e meu corpo inteiro se tensiona. Cada instante é uma mistura de frustração e desejo crescente.
“Bom dia, amorzinho!” Ouço uma voz animada. Meus olhos se abrem com um sobressalto, e vejo Lívia sorrindo para mim.
Ela se inclina sobre mim, seu tom animado. “Levanta, hoje é o dia da liberação da sua gaiola!”
O lembrete faz minha ereção matinal, parecer ainda mais dolorosa. Mas, dessa vez, consigo sorrir, finalmente há um fim para minha agonia.
“É verdade!” exclamo, a animação dominando a frustração por um momento. “Vou me trocar!”
Já na faculdade, sentado na minha carteira, minha mente vagueia completamente. Se eu normalmente tenho dificuldade em me concentrar, hoje não seria diferente. Tudo o que consigo pensar é no meu pênis — duro, livre e, o mais importante. Gozando. Muito.
A imagem da Srta. Marília surge vívida em minha mente. Ela está de lingerie, um conjunto preto, rendado e sofisticado. Seu cabelo bem arrumado, e maquiagem bem feita. Toda produzida só para mim.
Seus dedos habilidosos deslizam sobre meu membro recém-libertado, expelindo até a ultima gota dos meus fluidos acumulados.
"Nossa, Sr. Samuel... Quanto leitinho... Você deve estar sem gozar há um bom tempo..." Srta. Marília comenta calmamente, com um tom sério e profissional.
De repente, o som da campainha me tira do devaneio. A aula acabou, e eu me dou conta de que não consegui me concentrar em absolutamente nada.
Por que a Srta. Marília continua nas minhas fantasias??? Me questiono, indignado.
Isso não importa! Finalmente chegou a hora da minha liberação! Só de pensar nisso, sinto meu coração bater mais rápido.
Cheio de expectativa, levanto e saio da sala, caminhando apressado até a sala de educação sexual.
Ao entrar na sala, encontro as meninas reunidas em torno de uma mesa pequena, fofocando animadamente. Isabela é a primeira a notar minha chegada, seus olhos brilhando enquanto se dirige a mim com uma voz brincalhona.
“Olha quem chegou, meninas, é o Samy mãos mágicas,” ela comenta, arrancando risadas das amigas.
Gabriela, ainda com um sorriso travesso, comenta: “Pois é, Samy. O Caio também fez uma massagem em mim neste fim de semana, mas parece que a sua foi bem melhor...”
Lívia, se aproxima de mim com um sorriso sarcástico, e me dá um beijo nos lábios. Ela deve ter contado tudo para as meninas.
Dou uma risadinha tímida, meio sem jeito, e aceno com a cabeça. “Eh... Oi, meninas...” digo, tentando manter a compostura.
Rapidamente me afasto e às deixo conversando. E vou falar com os garotos. Assim como eu, eles parecem bem animados.
Bruno, com um sorriso largo, declara: "Finalmente vamos sair dessa maldita gaiola!"
Caio concorda imediatamente, balançando a cabeça com uma expressão exasperada. "Cara... eu estou tendo sonhos eróticos todas as noites!"
"Oh! Eu também! Achei que era só comigo!" Comento, me juntando à conversa.
Compartilhamos nossas frustrações e a expectativa por finalmente sermos liberados. Mesmo depois de pouco tempo uma amizade começa a surgir. Pelo menos nesse ponto esse curso não foi de todo ruim.
Antes que possamos continuar, a porta se abre e a Srta. Marília entra com sua postura elegante e um sorriso enigmático. "Bom dia, turma!" ela diz, colocando a bolsa sobre a mesa. Seus olhos passam por cada um de nós, como se lesse nossas mentes. "Humm... os meninos parecem animados para a aula de hoje..."
Caio balança a cabeça, e comenta agitado, "Nunca pensei que ficaria tão animado para a chegada de uma segunda-feira!"
A Srta. Marília ri, cruzando os braços com elegância. "Certo... Certo. Afinal, essa semana será focada no prazer masculino."
Deixo os rapazes e vou me sentar ao lado de Lívia. Ela me dá um sorriso cúmplice e segura minha mão.
Srta. Marília continua com serenidade, "Muito bem, turma. Antes de avançarmos, quero saber: vocês preferem que eu explique a teoria da aula de hoje primeiro... ou que os destranque antes?"
Sem pensar duas vezes, eu, Caio e Bruno respondemos em uníssono, quase gritando: "Destrancar primeiro!"
Srta. Marília dá um pequeno salto com nosso entusiasmo repentino e depois ri suavemente. "Tudo bem, então... tirem as calças e deitem nas mesas. E vocês, meninas, podem ficar como se sentirem mais confortáveis, só preciso que deixem livre acesso às suas bucetinhas. Então, tirem pelo menos a calcinha."
Meu coração dispara ao ouvir essas palavras Acesso livre à bucetinha de Lívia! É disso que preciso!
Pela primeira vez, obedeço a uma ordem da Srta. Marília com alegria. Sem hesitar, começo a tirar minhas roupas.
Deitado na mesa, apenas com minha camisa, espero Lívia se juntar a mim. Mesmo estando de saia, Livia decide tirar a roupa e ficar só de lingerie, que dessa vez também inclui uma linda meia-calça preta com ligas, ela também tira a calcinha, como instruído pela Srta. Marília.
Lívia sobe na mesa comigo e começa a acariciar minhas pernas. Meu membro, ainda confinado, se move inquieto na gaiola. A tensão é quase insuportável.
Srta. Marília caminha calmamente até a mesa de Bruno e Isabela. Ela destranca o cadeado da gaiola de Bruno, e ele sorri de orelha a orelha, aliviado por finalmente estar livre. Assim que termina, ela se dirige à minha mesa, minha ansiedade só aumenta.
Com um gesto firme e preciso, ela destranca meu cadeado. “Pronto, querida.” ela diz, enquanto Lívia assume o controle, removendo o restante do mecanismo.
Finalmente… A sensação de liberdade é avassaladora. Meu membro, liberado depois de tantos dias, fica imediatamente rígido, quase como se tivesse vida própria.
Lívia olha para mim surpresa. "Nossa, Samy... Nunca vi você ficar duro tão rápido. Foi difícil até te tirar da gaiola..."
Srta. Marília, ao ouvir o comentário de Lívia, dá um leve sorriso e responde com seu tom característico. "Bem, querida, eu não estava brincando quando expliquei sobre os milagres da castidade masculina."
Ela caminha com tranquilidade até a última mesa, onde Caio aguarda ansioso. Ela libera o cadeado dele, e Gabriela cuida do restante.
Depois de destrancar Caio, Srta. Marília volta ao centro da sala e começa a explicar:
"Meninas, como devem ter notado, o pênis de seus namorados estão muito mais suscetíveis a estímulos do que antes da castidade. Por isso, a aula de hoje será um exercício de provocação para controlar toda essa luxúria."
Confuso, Caio pergunta. "Exercício de provocação? O que isso quer dizer?"
Srta. Marília sorri, e explica de maneira calma "Bem, já tivemos mais de um relato sobre ejaculação precoce aqui nesta sala. Um desses relatos foi da senhorita Gabriela, inclusive."
E o outro foi da Lívia... Assim como Caio, fico vermelho com o comentário.
Ela continua, "Vocês não ficaram em castidade para gozar segundos depois e ir embora. Desde o início, eu disse que nosso objetivo aqui era fortalecer as relações de vocês e prolongar os momentos íntimos."
As palavras dela ressoam profundamente em mim. Eu não sabia que estava gozando rápido. Mas nos últimos dias percebi que Lívia estava incomodada com isso. Apesar de estar ansioso para finalmente gozar logo, talvez esta seja uma aula importante para mim.
Srta. Marília continua, "O exercício é simples, mas é preciso que vocês trabalhem juntos para que tudo corra bem. Meninos, a parte de vocês é a mais fácil: Vocês não podem Gozar. Podem tocar em suas parceiras, sentir o cheiro da pele delas, o calor de suas bucetinhas... Mas precisam controlar seus corpos o tempo todo para não gozar."
"Sentir o calor de suas bucetinhas?" Pergunto imediatamente, confuso. "Quer dizer... com meu pênis? E como vou fazer isso sem gozar?" Se Lívia achava que eu gozava rápido, tudo deve estar mais difícil depois de uma semana em castidade.
Algumas risadinhas ecoam pela sala, e Srta. Marília apenas sorri pacientemente. "Essa é a parte da Srta. Lívia, querido. Meninas, usem suas bucetinhas para provocar o pênis de seus namorados. Façam o que quiserem, explorem as formas que acharem mais prazerosas, só há uma única regra: nada de inserir."
“Você quer dizer só esfregar?” Isabela pergunta incerta.
Srta. Marília sorri e confirma com um aceno de cabeça. “Isso mesmo. Brinquem com o pênis, provoquem bastante, deixem a cabeça bem perto de penetrar, mas nunca completamente dentro. E quando seus namorados estiverem no limite, desacelerem. Repetiremos isso até eu avisar que chegou a hora.”
Lívia olha para mim com um pouco de dúvida, franzindo o cenho antes de perguntar, “Como eu vou saber quando o Samy está no limite?”
Srta. Marília responde suavemente, “Trabalhemos juntos, querida. Você pode prestar atenção nos movimentos e na respiração dele para ajudar. Mas quando o Senhor Samuel estiver realmente perto, ele dirá para você ir mais devagar.”
Lívia parece entender e acena com a cabeça.
Srta. Marília volta a atenção a todos. “Ok! Se vocês não tiverem mais dúvidas, podemos começar. Comecem com uma masturbação leve para aquecer, temos lubrificante na lateral das mesas.”
Lívia lubrifica as mãos e inicia os primeiros toques com leveza, mas mesmo isso já é o suficiente para me excitar. Meu corpo responde imediatamente, e não posso evitar o gemido baixo que escapa de meus lábios. A sensação é avassaladora, mas consigo manter o controle. Esse exercício definitivamente não será fácil.
Então, Lívia diz suavemente, “Amor, eu vou começar. Prepara-se.” Sua voz é doce, mas assertiva. “Me avise quando estiver perto de gozar.”
Com pouca confiança, respondo, “Ok, Estou pronto...”
Lívia sobe em cima de mim e esfrega sua bucetinha levemente sobre meu pênis. O contato é delicioso, meus gemidos saem mais audíveis desta vez.
Finalmente, posso sentir a bucetinha quentinha de Lívia novamente. Nunca tinha pensado nisso antes, mas de agora em diante vou aproveitar cada segundo quando isso acontecer.
Conforme Lívia avança seus movimentos, eu instintivamente seguro em sua cintura para me apoiar, bem no ponto em que posso sentir a renda da sua lingerie. Tento manter um mínimo de controle enquanto o prazer intenso ameaça me dominar. O calor de sua intimidade contra meu pênis é arrebatador, meus gemidos se intensificam.
Ela sorri suavemente enquanto olha para mim. Seu corpo oscilando entre movimentos lentos e um pouco mais rápidos. Meus dedos deslizam para sua cintura em busca de mais estabilidade, segurando-a enquanto ela desliza meu membro bem no meio de seus lábios.
Até que Lívia acelera, me levando perigosamente perto do limite.
"Calma! Calma! Calma!" Suplico desesperado, e imediatamente ela levanta seu corpo interrompendo meu prazer.
Um pouco mais, apenas mais um segundo daquele movimento, e eu teria gozado. Após um breve descanso, Lívia provoca novamente, seus movimentos novamente lentos e cuidadosos.
Lívia decide mudar a posição, se virando e me presenteando com a visão maravilhosa de sua traseira.
Levantando meu pênis com a mão, Lívia volta à esfregar a sua bucetinha. A visão das suas nádegas firmes se movendo ritmicamente é simplesmente hipnotizante, e não consigo resistir à tentação de apalpá-las. Meus dedos exploram sua pele macia, apertando suavemente, mesmo sabendo que isso só tornará minha tarefa de resistir ainda mais desafiadora.
“Calma... Calma...” peço, em voz baixa, tentando manter o controle. E ela desacelera por um momento, movendo-se mais lentamente.
“Está indo bem, amor!” Lívia elogia, mas sem me dar muito tempo para respirar.
Lívia continua a movimentar sua traseira de forma deliciosamente provocativa, aumentando a intensidade das fricções enquanto minha excitação cresce em um ritmo quase incontrolável.
“Calma! Calma! Calma!” imploro desesperado, sentindo que estou à beira de perder o controle. Minhas mãos apertam com força as nádegas de Lívia, na tentativa de me ancorar.
Lívia solta uma risadinha provocante e olha por cima do ombro. “Uau... Você nunca teve uma pegada gostosa assim...”
Respiro fundo, tentando me recompor, mas logo ela volta a intensificar os movimentos. Minha respiração fica mais pesada, e meu corpo começa a reagir de uma maneira que não consigo controlar totalmente.
"Para! Para! Para!" imploro novamente, minha voz carregada de urgência. Mas, mesmo enquanto peço para parar, meu corpo me trai: minha cintura começa a se mover para cima, instintivamente buscando mais contato com a bucetinha de Lívia.
Ela percebe no mesmo instante e, em um movimento rápido, levanta sua traseira, deixando-me suspenso e chacoalhando frustrado.
A pressão dentro de mim só aumenta, e começo a sentir uma dor familiar nas minhas bolas, uma dorzinha latejante que já havia experimentado antes, mas que agora parece muito mais intensa.
Tento me concentrar, mas cada vez que Lívia retoma seus movimentos, o calor e a tensão me envolvem novamente, me deixando completamente rendido ao jogo que ela domina com maestria.
Lívia, decidida a me levar ao limite, posiciona a ponta do meu pênis bem na entrada de sua bucetinha. O calor e a umidade são tão intensos que, por um momento, acho que ela realmente vai permitir que ele entre. Se ela escorregasse um pouco, eu estaria dentro dela, e ela, cheia com meus fluidos.
Mesmo sabendo que não deveria, rezo para que isso aconteça. Meu desejo fala mais alto e, sem pensar, seguro firme suas nádegas com ambas as mãos, tentando puxá-la para baixo.
Mas Lívia não cede. Ela mantém o controle, segurando sua posição com perfeição, apenas a milímetros de onde eu gostaria que ela estivesse. Seu domínio sobre a situação me deixa ainda mais frustrado.
De novo controlado, Lívia volta a me montar. A cada leve movimento, meu controle é testado ao máximo. É uma luta interna para não não ultrapassar o limite, onde o prazer é profundo e agonizantemente tentador.
"Paaraa... Paraaa..." Peço mais uma vez, novamente à iminência de uma explosão.
E com isso, Lívia também para, ainda mantendo meu pênis tocando sua entrada. Ela olha para a Srta. Marília com uma expressão pensativa e um pouco de dúvida.
"Srta. Marília, eu... acho que o Samy gozou..." ela diz, olhando para mim e depois para professora.
Srta. Marília se aproxima com sua postura calma e profissional, observando a situação por alguns instantes. "Ah, não, querida. Isso apenas pré-gozo. Não se preocupe, vou explicar mais sobre isso em outra aula. Você está fazendo um ótimo trabalho." Ela responde, com um sorriso compreensivo.
Lívia solta um suspiro de alívio. Eu realmente não gozei, mas foi por muito pouco. Meu corpo ainda está em chamas, aproveito o momento em que Lívia decide virar de frente novamente para tentar me acalmar um pouco, respirar fundo e recuperar o controle sobre mim mesmo.
Assim que se posiciona, Lívia olha para mim com um sorriso sapeca e começa a deslizar os polegares pelo meu frênulo com movimentos leves e provocativos. A sensação é tão intensa que não consigo evitar um gemido suave, o som saindo involuntariamente.
"Aww... gemidinha gostosa," ela diz, rindo suavemente e me olhando nos olhos. "Pronto pra um pouco mais de bucetinha?"
Arfante, respondo com a voz trêmula: "Sim... mas... vai com calma..."
Com um sorriso travesso, Lívia novamente começa a esfregar sua entrada no meu pênis. Seguro firme em sua cintura, tentando acompanhar seu ritmo, e manter algum controle. Mas quanto mais esse exercício continua, mais difícil ele vai ficando.
"Para! Para! Paraaa..." Peço novamente com um grito sufocado enquanto meu corpo treme, fazendo-a se afastar abruptamente.
Enquanto recupero minhas forças, tentando me acalmar, Lívia, curiosa, passa o polegar delicadamente pela minha glande, sentindo o líquido que Srta. Marília mencionou. Mesmo esse pequeno toque mexe comigo de maneira intensa.
"Uhfff... Cuidado..." Suplico, mordendo os lábios.
Lívia dá uma risadinha divertida, e volta a se esfregar.
Os movimentos dela são habilidosos, a umidade se sua bucetinha, fazendo meu pênis deslizar de maneira tentadora. Tentadora demais.
"Calma! Calma! Calmaaaaa!" clamo desesperado , a insanidade quase me dominando.
Lívia se afasta imediatamente, rindo de maneira doce enquanto observa eu me debater. Meu corpo está encharcado de suor, e minhas bolas estão doendo mais a cada vez que sou trazido a esse ponto. A dor é familiar, mas agora está mais intensa, como se meu corpo estivesse implorando por alívio.
"Essa foi por pouco, hein, amor?" Lívia comenta com uma risada divertida.
"Sim," respondo, arfando. "Muito pouco... toma cuidado, amor..."
Ela ri baixinho, acariciando minha perna com uma mão enquanto olha para mim com carinho. "Tá bom, amorzinho. Vamos tentar de outra forma agora."
Livia se levanta sobre mim, colocando os pés sobre a mesa ao lado da minha cintura, Expondo totalmente sua intimidade para mim.
Ela se aproxima novamente, e eu seguro firme em suas coxas, ajudando-a a sustenta-la.
O calor de sua pele, a visão de sua bucetinha tão exposta, e principalmente, seus movimentos luxuriosos, são quase insuportáveis de tão tentadores.
Com um sorriso travesso, Lívia pressiona cuidadosamente meu pênis em direção à sua entrada. Minha cabecinha chega a deslizar até metade em sua entrada. O calor e a textura de sua bucetinha me envolvem, e um arrepio eletrizante percorre meu corpo, deixando-me à beira do delírio. Novamente tento puxa-la para dentro, dessa vez pelas coxas, mas ela não cede.
Ao sentir meus movimentos, Lívia retira o pouco que havia entrado em sua bucetinha e volta a se esfregar como antes. Não que tenha ficado muito mais fácil; ela continua deslizando com mais intensidade. A sensação é uma mistura de prazer e frustração, e eu começo a sentir meu controle escapando por entre os dedos.
"Ah... Para! Para! Para!" imploro desesperado, prestes a sucumbir ao inevitável.
Atenta, Lívia para novamente, afastando-se e me observando com um sorriso malicioso.
Essa foi a que mais chegou perto, mais um pequeno toque e eu teria gozado.
Enquanto ainda tento me recompor, ouço a voz calma da Srta. Marília. "Ok, meninas, podem parar agora."
"Nossa, eu nunca vi o Caio tão agitado assim." Gabriela dá um sorrisinho olhando para o namorado, que parece tão exausto quanto eu. "Agora a gente já pode inserir?"
Srta. Marília balança a cabeça com calma. "Ah, não, querida. Vocês não vai inseri-los, hoje os meninos vão ter o orgasmo negado, nós já vamos trancá-los novamente."
Minha mente entra em pane. Ao mesmo tempo, eu, Caio e Bruno falamos em uníssono, "O QUÊ???"
O tom calmo e natural da Srta. Marília retorna. "Agora, meninas, desta vez será um pouco mais difícil para trancá-los na gaiola do que da primeira vez, mas eu vou ensinar uma técnica que..."
"Mas eu ainda não gozei!" Interrompo, indignado.
Srta. Marília me olha com serenidade, seus olhos profundos fixos nos meus. "Isso mesmo, querido. E é exatamente isso que significa orgasmo negado." Ela espera um momento, como se estivesse absorvendo minha reação, antes de continuar suavemente. "Como eu estava dizendo..."
Novamente, não consigo evitar e a interrompo. "Mas você disse que nos avisaria quando chegasse a hora!"
Ela olha para mim, seu sorriso tranquilo permanecendo. "A hora chegou, Senhor Samuel. É hora de trancá-los novamente."
"Não! Eu estava quase gozando! Isso não é justo!" Minhas palavras saem ainda mais indignadas, quase gritando.
"Se acalme, Senhor Samuel!" O tom de Srta. Marília se eleva um pouco, mas ainda mantém sua voz serena. "Você realmente quer fazer uma cena na frente de todos? Acha que Srta. Lívia iria gostar?"
Olho em volta rapidamente e todos estão me observando. Lívia parece até um pouco assustada.
"Mas... Mas..." começo a argumentar, tentando manter a calma. "Você disse que a gente ia ser liberado..."
"E vocês foram, não?" Srta. Marília responde com firmeza.
"Não! Quer dizer..." Minhas palavras ficam presas na garganta, ainda atordoado. "Sim... Mas nos trancar de novo?! E ainda sem gozar?!"
Srta. Marília responde calmamente, suas mãos colocadas na cintura. "Ah, então esse é o problema. Você só quer gozar, não é? E não se importa se a Srta. Lívia está satisfeita ou não, é isso?"
Fico pensativo, tentando processar seu comentário, então murmuro, "C-claro que me importo..."
Srta. Marília mantém seu olhar fixo em mim, inclinando levemente a cabeça. "Você disse que estava prestes a gozar. Então, me diga, se eu permitisse que você enfiasse essa sua piroquinha na Srta. Lívia agora e, em segundos, enchesse a bucetinha dela com a sua porra... você acha que ela ficaria satisfeita?"
"Eu... eu..." As palavras dela me atingem como um soco. Gaguejo, sem saber o que dizer
Srta. Marília então se vira para Lívia, e pergunta diretamente, "Você ficaria, Srta. Lívia?"
Lívia olha para mim, hesitante. Ela parece lutar internamente com a resposta antes de finalmente responder, "Eu... hum... Desculpe, amor. Mas acho que não."
"Amor..." Olho para ela, surpreso e magoado.
Ela coloca a mão sobre a minha perna, seu toque é carinhoso, mas sua voz é sincera. "Não entenda errado, amor. Eu amei sentir você por tanto tempo hoje. Foi incrível. É só que... você sempre gozava rápido e dormia... Mas dessa vez, nós finalmente jogamos juntos! E... não queria que acabasse do mesmo jeito de sempre..."
"Eu... eh..." Murmuro novamente. Suas palavras são gentis, mas ainda assim me atingem como uma verdade difícil de aceitar.
Minha cabeça está girando. Não consigo acreditar no que está acontecendo, mas, ao mesmo tempo, não quero decepcionar Lívia. Talvez eu realmente tenha sido um pouco egoísta nos nossos relacionamentos sexuais.
"Ah..." Suspirando profundamente e ainda com dificuldade de aceitar, digo hesitante: "Ok... Eu... Eu acho que entendi..."
Srta. Marília sorri levemente, com aprovação. "Bom, Sr. Samuel. Fico feliz que tenha decidido pensar com clareza."
Um pouco sem jeito, Caio também se manifesta, "Mas... Você também não precisa trancar a gente de novo..."
Srta. Marília o encara com a mesma paciência, "Claro que preciso, Sr. Caio. Vocês ainda não estão prontos para ter um orgasmo. Isso acabaria com todo o progresso que fizemos até agora. E a única maneira de garantir isso é com a gaiola de castidade."
"Mas... Como vamos fazer isso, Srta. Marília? O pinto do Bruno ainda está duro como pedra." Isabela pergunta intrigada.
Olho para baixo, percebendo que, mesmo com toda essa discussão, o meu também continua inabalável.
"Claro, Srta. Isabela." Srta. Marília volta sua atenção para a aluna "Como eu estava dizendo, desta vez vai ser um pouco mais difícil trancá-los do que da primeira vez. Mas vou ensinar uma técnica para isso. Primeiro, precisamos baixar um pouco a temperatura."
Senhorita Marília vai até seu closet misterioso, e volta de lá segurando um cooler prateado em suas mãos. Ela caminha até as mesas e começa a distribuir pequenas bolsas de gelo para cada uma das garotas.
"Meninas, essas bolsas vão ajudar a esfriar um pouco todo esse tesão. Passem o gelo pelo pênis e nas bolas dos meninos. Isso deve reduzir a ereção e torná-los mais fáceis de trancar novamente."
Lívia pega duas das bolsas, olhando para mim com um misto de curiosidade e empatia, e coloca uma em cima e outra em baixo do meu pênis, o esfriando nos dois sentidos.
Eu estremeço imediatamente com o choque térmico. Mas apesar do desconforto inicial, a sensação gelada começa a ter o efeito desejado, e minha ereção, que antes parecia inabalável, finalmente começa a enfraquecer.
Lívia continua passando a bolsa com movimentos leves e cuidadosos. O frio é desconfortável, mas também noto que a dor latejante nos meus testículos alivia um pouco.
Após alguns minutos, minha ereção finalmente cede, e meu pênis fica flácido novamente.
Srta. Marília observa o progresso, sorrindo de forma aprobatória. "Ótimo. Agora eles parecem um pouco mais moles. Mas não se enganem, meninas. Assim que vocês começarem a tocá-los novamente, a ereção vai começar a voltar aos poucos. Então para facilitar o processo, eu deixei uma meia fina ao lado de cada mesa."
Lívia olha para o lado, e encontra a tal meia; ainda confusa com sua função. Srta. Marília prossegue com a explicação, "Vocês vão inserir a meia pelo tubo da gaiola até que ela saia pela abertura na pontinha. Isso deve ajudar a escorregar o pênis para dentro da gaiola com menos dificuldade. Uma vez posicionado, vocês puxam a meia e ajustam a gaiola no lugar."
Seguindo a explicação, Lívia insere o tubo da gaiola pelo tecido fino, guiando-o pelo comprimento do dispositivo até que a ponta saia pelo outro lado.
Antes mesmo de ela começar a me tocar, sinto minha ereção tentar retornar, ainda que de forma leve, como se meu corpo estivesse ciente do que estava por vir e tentasse resistir.
Lívia não hesita. Ela posiciona o tubo sobre meu pênis, ajustando-o enquanto a meia de nylon roça contra minha pele.
Diferentemente da primeira vez, ela decide posicionar o tubo antes de colocar o anel ao redor das minhas bolas. A estratégia funciona. Se ela não tivesse feito isso, é provável que eu tivesse ficado duro novamente antes que ela pudesse tentar — como aconteceu com Caio e Bruno.
Srta. Marília percebe a eficiência de Lívia e a elogia com um sorriso satisfeito. "Muito bem, Srta. Lívia, é assim mesmo." Lívia cora com o comentário.
Com meu pênis dentro do tubo, já forçando contra as suas paredes, Lívia consegue instalar o resto do dispositivo com mais facilidade, passando o anel por volta das minhas bolas.
Lívia olha para mim com um sorriso doce, "Você pode me ajudar segurando aqui, amorzinho?"
"Claro..." digo baixinho, pressionando as peças juntas com dois dedos. Com precisão e paciência, ela termina de montar o dispositivo, ajustando-o cuidadosamente.
Finalmente, ela pega o pequeno cadeado e o tranca com um clique audível. Eliminando a minha última esperança de que tudo isso fosse uma grande brincadeira da Srta. Marília.
Já trancado, eu e Lívia começamos a nos trocar. Isabela e Gabriela parecem ter um pouco mais de dificuldade para prender os meninos. Precisando, inclusive, colocá-los de volta no gelo para controlar as ereções insistentes. Mas com a ajuda da Srta. Marília, às auxiliando com o método da meia; nós três terminamos novamente trancados. Só que, dessa vez, ainda mais frustrados do que quando começamos a aula.
"Muito bem, turma. Excelente trabalho hoje." Srta. Marília finaliza a aula, satisfeita.
"E quando você vai nos destrancar de novo?" Bruno pergunta ansioso.
"Bem, essa é a semana focada no prazer masculino. Então muito provavelmente em breve." Srta. Marília lhe dá uma piscadela e caminha em direção à porta para sair, mas então parece lembrar-se de algo importante. “Hmm! Meninas, quase me esqueci. Se puderem, venham amanhã com uma meia-calça.”
O que será que ela está planejando? Fico pensativo. Bem, não importa...
Após Srta. Marília sair da sala, Lívia se aproxima de mim com um olhar doce e uma expressão empática. “Desculpa, amor... Eu sei que você achava que ia ter orgasmo hoje... "Ela diz de forma suave. “Mas, pelo menos, vai ser ainda melhor quando o dia finalmente chegar, né?”
Dou um suspiro e, mesmo com os sentimentos mistos ainda borbulhando, forço um sorriso e respondo, “Tudo bem, amor. Sim... Eu acho que sim.”
“Mesmo assim, o carinho foi gostoso, né, amor?" Lívia pergunta, um pouco mais animada, "Eu nunca tinha feito algo assim antes!” Ela dá uma risadinha.
“Foi muito." Concordo, tentando relaxar um pouco. "Minhas bolas começaram a doer um pouco, mas ainda assim foi muito bom.”
“Suas bolas começaram a doer?" O sorriso de Lívia desaparece instantaneamente, dando lugar a uma expressão de preocupação. "Tadinho... Como assim?"
Dou de ombros, tentando não parecer muito afetado. “Parecia uma dor de inchaço, sabe? Senti isso algumas vezes esses dias, mas acho que foi mais forte hoje, bem... com seus toques...”
Lívia franze a testa, os olhos fixos nos meus. “Agora já passou?”
“Mais ou menos...” digo, ainda tentando fazer parecer tranquilo. “Deu uma aliviada quando você colocou gelo.”
Ela solta um suspiro de alívio. “Pelo menos isso, né, amor? Bom, qualquer coisa você me avisa, tá? Se continuar, a gente vai em um médico.”
Lívia se inclina para me dar um beijinho rápido, e seu perfume suave me envolve por um instante. “Preciso ir agora, amor. Te amo.”
Ela sai da sala, e eu fico observando-a por alguns segundos, perdido em pensamentos. Imagina só chegar em um médico usando uma gaiola de castidade...
A imagem da Srta. Marília surge, vestida com uma blusa vermelha bem decotada, e um jaleco branco sobre os ombros. O zíper de sua saia preta aberto quase que por completo, revelando suas belas pernas, cobertas por uma meia arrastão.
“Parece bem inchadinho, Sr. Samuel. Quer um beijinho para sarar?” Ela comenta, com um sorriso e um tom sedutor.
Sinto meu rosto queimar. "Porra! Eu tenho que tirar essa mulher da minha cabeça!"
Com um suspiro, pego minhas coisas e sigo para casa, tentando me concentrar em qualquer outra coisa... mas a imagem provocadora de Srta. Marília sempre parece retornar.
Chego em casa desanimado, o calor do dia me deixando sem energia para fazer qualquer coisa produtiva. Minha mente, porém, está longe de descansar.
Pensamentos eróticos continuam aparecendo, envolvendo Lívia, Srta. Marília, e até as outras duas garotas do curso de educação sexual. Minha dor incômoda nas bolas volta fraca mas persistente, como uma punição para meus pensamentos impuros que não consigo afastar.
Para tentar me distrair, decido cozinhar alguma coisa para quando Lívia chegar.
Quando estou quase terminando, ouço a porta se abrir. Lívia entra, parecendo animada.
“Meu Deus, que dia quente!” Ela reclama, abanando-se com as mãos. “ Humm... Oi, amor! Que cheiro bom é esse?” Ela diz, me cumprimentando com um beijo rápido.
Sorrio, tentando parecer normal. “Tô fazendo uma lasanha. Tá quase pronta, pode sentar pra comer.”
“Ai, que delícia! Deixa eu tirar essa roupa primeiro, tô derretendo!”
Antes que eu possa responder, Lívia começa a tirar o vestido. Ela o joga no canto, ficando apenas de calcinha. Isso não era algo incomum entre nós; já tínhamos esse tipo de intimidade como namorados. Mas agora... tudo parece mais difícil.
Sentamos para jantar. E eu me esforço ao máximo para manter uma conversa normal. Entretanto, meus olhos insistem em deslizar pelo seu corpo. Seus pequenos seios me chamando à atenção. O tesão cresce rapidamente, e com ele, a dor nas minhas bolas se intensifica.
Ela percebe meus olhares e ri de leve. “O que você tá tanto olhando, hein?”
“Nada, não.” Rio de volta, tentando disfarçar.
Após o jantar, vamos para o sofá assistir TV. Lívia decide tirar a calcinha também, se espalhando de maneira relaxada e sensual ao meu lado. Agora completamente nua, sua intimidade fica exposta bem ao meu lado. É um verdadeiro deleite para meus olhos.
Eu não consigo prestar atenção na novela. Eu só consigo olhar para o corpo nu de Lívia, e imaginar sua bucetinha gostosa deslizando contra meu pênis livre, como aconteceu esta manhã.
Minha dor aumenta gradualmente, até que solto uma gemidinha baixa sem perceber. Lívia não parece notar de imediato, mas, minutos depois, outra gemidinha escapa, desta vez mais intensa.
Ela vira o rosto para mim, desconfiada. “Tá tudo bem, amor?”
Eu tento disfarçar, mas uma terceira gemidinha me trai antes que eu consiga responder.
"Não é nada", respondo rapidamente, tentando minimizar. "Minhas bolas só estão um pouco doloridas."
Lívia me olha com preocupação. "Você reclamou disso hoje de manhã também, amor. Não melhorou?"
Desconverso, tentando mudar o foco. "Ah, não é nada, sério."
Ela franze o cenho, insistente. "Claro que é! eu fico preocupada! Deixa eu dar uma olhada."
Ela se aproxima, já levando as mãos para minha cintura, para abaixar o short do meu pijama. Tento segurar suas mãos, pedindo: "Amor, deixa isso pra lá..."
"Deixa eu ver...", ela insiste, com um tom mais firme.
Resignado, solto um suspiro e relaxo os braços. Lívia puxa gentilmente o tecido do meu pijama para baixo, e começa a examinar minhas bolas, tocando-as levemente com as pontas dos dedos.
"Tadinho...", ela diz, inclinando a cabeça para observar melhor. "Estão um pouco inchadinhas mesmo..."
"Ai! Amor..." reclamo, me contorcendo. "Isso não está ajudando..."
Lívia não estava apertando com muita força, mas é que elas realmente estavam bem sensíveis.
Lívia se afasta um pouco, percebendo minha reação, mas seu rosto demonstra preocupação genuína. "Desculpa, amor... Porque você não tenta tomar um banho frio. Você disse que colocar gelo ajudou, não disse?"
Eu suspiro, acenando com a cabeça. "Ok... vou tentar."
Ela sorri levemente e me dá um beijo no rosto. "Eu vou te esperar na cama."
Vou até o banheiro, ligo o chuveiro e deixo a água fria correr pelo meu corpo. A temperatura ajuda a aliviar um pouco a tensão e a dor latejante. Depois de alguns minutos, saio do banho sentindo uma melhora sutil.
Volto ao quarto, onde Lívia está deitada já com sua camisola, mas acordada, como prometido. "Melhorou, amor?", ela pergunta, virando-se para mim.
"Um pouco, eu acho", respondo, deitando-me ao seu lado.
Ela sorri e se acomoda para dormir, virando-se de costas para mim. Sua traseira pressionando diretamente contra o meu pênis enjaulado. Meu tesão, novamente aumenta; junto com a dor, que começa a retornar lenta e implacável.
*
*
*
*
Espero que tenham gostado. Se quiser ler esse e mais contos com gifs e imagens, é só acessar o meu Blog: https://contosdefeminizacao.blogspot.com/