A VIDA DUPLA DE ANGELA PARTE 5

Um conto erótico de Stefany C
Categoria: Heterossexual
Contém 7023 palavras
Data: 27/03/2025 15:13:50

Aviso 1: Este conto aborda temas como submissão, traição e prazer interracial. Se esses assuntos não forem do seu interesse, convidamos você a descobrir outras histórias cativantes disponíveis neste blog.

Aviso 2: Para entender melhor a história, recomendamos a leitura dos capítulos anteriores.

PARTE 5

Naquela tarde, Angela tava sentada na igreja junto com as outras mães, de olho nos filhos gêmeos ensaiando no coral. Parecia toda comportadinha, igualzinha às outras mulheres nos bancos.

Mas por dentro? Ah, era outra história. Há menos de duas horas, aquela ruiva casada de 35 anos tava numa mesa de piquenique num parque público, dando pra um negão adolescente com um pintão de fazer inveja.

Só de lembrar, ela se arrepiou todinha. Ainda sentia o tranco do cacetão do Danilo socando sua buceta de mulher casada. Tava dolorida pra caramba, o cara tinha arrebentado ela.

Angela olhou pros lados, meio paranóica. Ainda bem que ninguém podia ler seus pensamentos, viu?

Nos dias seguintes, ela e Danilo só conseguiram trocar umas mensagenzinhas básicas. A coisa tinha sido tão intensa que Angela precisou de uns dias pra se recuperar antes de ver ele de novo. Sabia que ia se acostumar quando transassem mais, mas tava difícil com a agenda lotada dela.

Lavando a louça depois do jantar, Angela ficou vidrada olhando pros dedos branquinhos segurando o cabo preto da escova. Apesar de ser bem mais fino que o pau do Danilo, o contraste das cores fez ela lembrar na hora daquele cacete maravilhoso.

“Porra, quero aquilo de novo. Na minha boca, no meu corpo todo.” Sentiu aquela umidade gostosa entre as pernas, o tesão subindo. Quanto mais pensava no seu novo amante, mais frustrada ficava.

Queria passar mais tempo com o Danilo, curtir aquela rola linda sem restrições. Até se pegou lamentando que ele não tinha gozado dentro. Como seria sentir aquele pau pulsando, enchendo ela de porra?

Mas sabia que a agenda ia ser um problema, limitando o tempo deles. Precisava dar um jeito nisso. Também tava frustrada pensando no guarda-roupa.

“Preciso de umas roupas novas. Não dá pra usar essas ‘roupas de mãe’ quando tô com ele. Quero umas coisas sensuais.” Terminou de encher a lava-louças e deBetoiu ir fazer umas comprinhas naquela noite mesmo.

Angela tava viajando na maionese enquanto fazia as tarefas de casa. Catando os brinquedos espalhados, só pensava naquele pauzão preto. Limpando a geladeira de inox, tentava lembrar como era ter aquela tora de ébano enchendo sua boca.

Angela não conseguia tirar da cabeça aquelas imagens do pau do cara misterioso do supermercado. Era como se o enorme membro de Danilo tivesse grudado na sua mente, aparecendo em todo canto que ela olhava.

Num piscar de olhos, ela ficou obcecada por aquela vara imensa. Enquanto cuidava da casa, passava o dia inteiro pensando naquele pedaço de mau caminho. Agora, até pro banheiro ela levava o celular pra ficar secando as fotos que ele mandava.

Não dava pra culpar a moça por ficar vidrada no Danilo e no seu “talento”. O Rafael, marido dela, não fazia nem cócegas pra tirar o outro cara da cabeça dela. Na real, parecia que ele tava pouco se lixando, deixando as necessidades da mulher de lado. Angela ficava imaginando como seria transar com o Rafael sabendo o que é ser preenchida de verdade por um cacetão. Volta e meia, ela se pegava pensando no que o Danilo tava aprontando naquele momento.

“Caralho, mano! Essa gostosa deixou você meter nela no parque?”

O Roberto, primo do Danilo, tava vidrado no celular dele, babando numa foto da Angela. Era um close da perseguida dela toda molhadinha, e o Roberto tava analisando cada detalhe, com o celular colado na cara e lambendo os beiços. Na hora, o Danilo se arrependeu de ter falado da Angela pro primo.

O Roberto, ou “Beto” pros íntimos, era parente do Danilo, mas era bem mais pilantra e bem menos gente boa que o primo. O Beto sempre teve uma tara por mulher branca. Claro que ele curtia pegar qualquer uma, mas as branquelas eram o alvo preferido dele. E isso por dois motivos: ele se sentia o fodão e achava elas um tesão.

O Danilo tava tão empolgado com esse lance inesperado com a dona de casa mais velha e casada, que era “demais pro bico dele”, que não aguentou ficar de boca fechada. Acabou vacilando e contou pro primo sobre a Angela e os jeitos safados dela.

“Cê tem que me arrumar um esquema com essa mina, Danilo. Tô falando sério!” O Beto não desgrudava do celular do Danilo, hipnotizado pela imagem da bucetinha rosa e da pele branquinha da Angela.

“Nem fodendo, Beto. Mal comecei a sair com ela. Nem pensar.” O Danilo balançou a cabeça, mas sabia que o primo tinha podres dele e podia facilmente forçar a barra pra ficar com a gostosona casada. Ele se arrependeu na hora de ter aberto o bico pro primo sobre a Angela.

“Beleza, não vou te forçar, mas pelo menos deixa eu dar uma volta com vocês!” O Beto respeitava o Danilo, e o moleque de dezoito anos já sabia na pele que o Danilo podia sentar a porrada nele fácil, fácil. O Beto tinha só 1,73 m e pesava uns 84 kg. Era gordinho e nem um pouco bonito. Dentes pra fora, pele toda zuada e pernas tortas, o Beto tinha que ralar muito pra convencer as poucas mulheres que conseguia levar pra cama.

“Beleza, mas nem sei quando vai rolar. Ela não tem muito tempo livre. É casada e tem família, tá ligado?”

“Tranquilo, entendi. Mas quando?” O Beto não desistia fácil.

“Ela vem amanhã, mas depois não dá. Talvez semana que vem.” Danilo bateu o pé. Mal conhecia a Angela pessoalmente e não tava afim de dividir nenhum momento especial com o primo gordinho.

O Roberto levou o celular do Danilo pro banheiro e mandou as fotos que a Angela tinha enviado pro primo pro próprio celular. Adicionou o contato dela na sua agenda e colocou o apelido de “Ruivinha” por causa dos pelos ruivos dela.

Tirou o pau pra mijar e, depois de sacudir pra secar, começou a se tocar olhando pra foto da perseguida dela.

“Vou comer essa buceta.” Ele pensou enquanto se masturbava devagar. “De um jeito ou de outro, vou meter nela várias vezes.” O Beto jurou pra si mesmo.

A casa vazia

Os coroas do Danilo trampa vam durante o dia, o que deixava a casa vazia na semana, agora que o irmão mais velho tinha casado e se mudado. O Danilo sacou que, enquanto tivesse um trampo, os pais deixavam ele na boa. Podia sair e voltar quando quisesse, mas quase sempre precisava da ajuda de um brother ou parente pra dar uma carona. Na maioria das vezes, era o primo desempregado, o Beto, que ajudava ele com o rolê.

O primo tava sempre colado no Danilo, querendo sair junto, pedindo pra conhecer as amigas da mina do Danilo. Até o Danilo juntar uma grana pra comprar um carro, ele ia ter que aturar o Beto, nem que fosse só pela carona.

Saindo do banheiro, o Beto largou o celular numa mesinha e perguntou: “E aí, ela tem umas amigas?”

O Danilo balançou a cabeça, “Mano, não sei quase nada dela, Beto. A gente mal começou a se ver. Ela não tem muito tempo livre. Cê não me ouviu falando que ela é casada e tem família?” O Danilo tava ficando puto com o gordinho.

“Tá bom então, vou meter o pé. Me avisa se rolar alguma coisa, beleza?”

“Porra, mano. Tá, tá. Falou.” O Danilo pegou o celular e mandou uma mensagem pra Angela:

-AMANHÃ?-

A Angela tava dando um lanche pros filhos e abaixando o volume da TV quando ouviu uma mensagem chegar.

O coração dela deu um pulo quando viu que era do Danilo. A bucetinha dela fez o mesmo. Ela respondeu toda animada:

-SIM!-

-QUE HORAS?- O Danilo queria mais tempo com ela, não só meia hora no parque. Ele queria ficar peladão, curtir o momento.

A Angela também tava a fim de mais do Danilo. Dessa vez, ela queria achar um cantinho tranquilo pra curtir melhor. O boquete improvisado no carro e a trepada no banco da praça foram da hora, mas nada confortáveis. Ela sabia que as opções eram poucas.

Levar ele pra casa dela tava fora de questão. Nem pensar em usar a própria casa pra dar umazinha. Um motel era uma ideia, mas ela teria que pagar em cash e torcer pra não aparecer nenhuma cobrança suspeita no cartão. Ela tava ligada que todo esse lance era arriscado. Tinha que manerar.

No banheiro, ela ficou babando nas fotos do Danilo e ficou toda molhadinha de novo. Ela precisava daquilo. Mais que isso, ela merecia, mas antes, precisava de umas roupinhas novas.

Ela respondeu: – AMANHÃ ÀS 10. TÔ LOUCA PRA TE VER! –

Saindo do banheiro, ela chegou perto do marido que tava de boa no sofá.

“Rafael, preciso comprar umas coisinhas. Cê pode ficar de olho no Tony e na Terry enquanto eu dou um pulo no shopping?”

“No shopping? Que cê precisa?” O Rafael tava assistindo golfe, quase dormindo, querendo tirar um cochilo.

“Tá rolando uma promoção na Renner e preciso de umas coisas.”

“Beleza, as crianças já tão quase na hora da soneca, né?” O Rafael se ajeitou e esfregou o rosto pra acordar.

A Angela nem se deu ao trabalho de responder. Tava muito ocupada procurando a bolsa.

“Tchau!” Ela saiu voando, já pensando em umas ideias de roupa.

A Angela nem lembrava direito como chegou no shopping. Ficava sonhando acordada com o Danilo. A pele negra dele, o pau jovem e brilhante, a adrenalina de curtir um sexo tão gostoso sem ninguém saber além do seu amante. Sentia a pele toda arrepiada. Em coisa de uma semana, sua vida tinha mudado completamente de foco. As crianças, o Rafael, as tarefas chatas, a rotina sem graça, agora dava pra aguentar melhor, isso é, quando não tavam atrapalhando sua nova vida sexual.

O jeans Levi folgado e a camisa azul de botão não mostravam nem um pouco o corpão escondido por baixo enquanto ela entrava no shopping. Ela não curtia muito fazer compras em shopping, geralmente por causa dos adolescentes que ficavam zanzando por lá. Chatos, sem respeito, em todo canto. Ela vivia imaginando como os gêmeos dela seriam quando chegassem nessa fase terrível. Seus pensamentos foram pro marido,

‘Será que a gente ainda vai tá casado até lá?’ Ela se perguntou. Pensando pela primeira vez se ia conseguir continuar casada, agora que tava tão vidrada em sexo.

A Angela passou rapidinho pela loja de celular, pela de cosméticos e por vários quiosques cheios de vendedores querendo chamar a atenção dela. Passando por um grupinho de adolescentes, ela segurou a bolsa com força, esperando algum comentário idiota ou comportamento chato, mas nem ligaram pra ela.

A Angela chegou no destino, uma loja de lingerie chamada “Boudoir”. Tinha dois caras negros de meia-idade parados na frente da loja, perto dos bancos no meio do corRuivinhaor do shopping. Olhando pros dois, ela tava esperando algum comentário ou assobio. Quando chegou mais perto, ela até tava na expectativa de ouvir alguma gracinha ou ver um gesto mais safado. De um jeito estranho, ela até tava querendo isso.

Ela passou na frente deles. Os dois olharam pra ela, deram uma secada, mas depois nada. Ela continuou andando, esperando sentir aquela sensação de alguém te comendo com os olhos por trás.

A expectativa da Angela virou decepção num piscar de olhos. Quando ela olhou pra trás, os caras já tavam virados pro outro lado, nem aí pra ela. Aí caiu a ficha que as roupas dela podiam ter a ver com essa indiferença. A reação deles foi um tapa na cara pra Angela. Sua nova atitude safada e sua sexualidade aflorada não batiam com as roupas de mãe que ela usava.

Ela jurou mudar o visual pra mostrar melhor que queria ser desejada, principalmente pelos negões.

A Boudoir era uma lojona. Tinha de tudo, desde lingerie básica até umas peças mais elaboradas e roupas sensuais pra usar na rua. Foi nessa última parte que a Angela começou a fuçar. Ela precisava de roupas que deixassem ela gostosa não só em momentos especiais, tipo o encontro com o Danilo no dia seguinte, mas também pra ir no mercado e fazer as coisas do dia a dia. Ela queria poder se expressar mais sexualmente através das roupas.

Ela começou com umas saias mais curtas. Escolheu quatro que iam até o meio da coxa, e duas que eram tão curtas que ela nem podia usar perto do Rafael. As saias que ela experimentou ficaram coladinhas na bunda dela, que era durinha mas grandona, deixando as pernas lisas e branquinhas de fora. Ela se sentiu uma gata em todas as saias que escolheu e mal podia esperar pra começar a usar.

As blusas justinhas que ela pegou de várias cores eram feitas de um teBetoo que mostrava o tamanho e o formato dos peitões dela. Algumas grudavam nos peitos, até embaixo de cada um. Ela ficou meio assim de imaginar usando elas sem sutiã na rua, mas deixou pra deBetoir isso depois e jogou na cestinha.

Uma das prioridades da Angela era largar os jeans e usar umas calças mais ousadas que valorizassem aquela bunda perfeita. As leggings que ela comprou fizeram exatamente isso. Ela anotou mentalmente que ia ter que usar calcinha com elas, senão iam ficar enfiadas na bunda e na buceta, ficando muito escandalosas pra rua. Ela comprou uns sutiãs e calcinhas sensuais pra fechar as compras.

Depois de uma hora provando saias curtas pra caramba, blusas coladinhas, decotes generosos e umas calças justinhas, a Angela finalmente tava pronta pra pagar. Depois da loja de roupa, ela deu um pulo numa loja de departamento e comprou uns sapatos pra fechar o look. Afinal, não dava pra continuar usando chinelo e tênis, né?

Com as sacolas na mão, ela voltou pra casa. O marido tava roncando e as crianças brincando quietinhas na sala. Ela enfiou as roupas novas no guarda-roupa rapidinho e já ficou imaginando qual look ia usar pro Danilo no dia seguinte.

À noite, a Angela passou mais uma vez com a mão entre as pernas sonhando com o seu negão gostoso, enquanto o marido dormia sem nem um beijinho de boa noite. Ela conseguiu se tocar debaixo dos lençóis pensando em ser preenchida de novo por aquela pica preta enorme.

No dia seguinte, a Angela tava com a cabeça cheia de pensamentos sobre o Danilo e aquele pauzão enquanto deixava as crianças na escola. Ela praticamente empurrou o Rafael pra fora de casa sem nem um selinho, pensando nos lábios carnudos e quentes do Danilo nos dela.

No banho, ela caprichou na depilação das pernas e aparou os pelos lá embaixo pra que o amante pudesse curtir a sensação da pele branquinha e lisinha dela. Ela passou um hidratante cheiroso como toque final na preparação pro encontro secreto. Ela tava toda molhadinha só de se arrumar, percebendo que isso já era excitante por si só.

A Angela escolheu uma saia xadrez nova, azul e bege, pra usar no encontro. Ela vestiu. Era mais curta do que ela lembrava de ter visto na loja, curta demais pra usar na igreja, ou na frente do Rafael, aliás. Ela achou uma blusa branca que combinava melhor e enfiou pela cabeça. O teBetoo era fininho pra caramba. A blusa grudava nos peitos, parecendo que ia estourar. Mal segurava as tetas empinadas no lugar enquanto ela andava pelo quarto.

Ela tava se sentindo mais ousada e deBetoiu não usar calcinha nem sutiã. A Angela calçou o par novo de salto azul de dez centímetros pra fechar o visual.

‘Será que eu consigo mesmo fazer isso?’ ela se perguntou, se olhando no espelho. Aquilo definitivamente não era “roupa de mãe”. Ela olhou pro relógio: era agora ou nunca, hora de meter o pé.

Enquanto a Angela se arrumava, o Danilo já tava de pé se preparando pro encontro fodástico com ela. Depois do café e de um banho demorado, ele se sentiu finalmente pronto pra ela. Os pais dele só iam chegar em casa às seis da tarde, então ele não precisava se preocupar em ser interrompido.

Ele tava na sala jogando videogame quando o Beto ligou.

“E aí, Danilo. Hoje é o dia, né?”

“Que que cê quer, Beto?” O Danilo não tava com saco pro primo. A Angela devia mandar mensagem pra ele logo e ele não queria ficar de papo furado com o parente chato.

“Quando vou poder conhecê-la?” O Beto insistia.

“Beto, ela é casada e tá tendo um caso, ela não vai querer envolver mais ninguém nessa história. Porra! Eu nunca devia ter contado pra você sobre ela.” Danilo já tava pra desligar.

“Eu tenho o contato dela, Danilo. É só o que eu preciso dizer, tá ligado?” Beto sabia que tava pisando na bola com a ameaça.

Houve uma pausa tensa.

“Caraca, Beto. Isso é sacanagem.” Danilo não podia acRuivinhaitar. De alguma forma, ele já tinha estragado o rolo perfeito com a Angela.

“Tá, tá, Beto, mas você sabe que isso vai mudar as coisas entre nós.”

“Não me importa. Ela não é nada pra você. Você só tá com ela há uma semana, né? Nós somos sangue, Danilo.”

“O que cê quer?” Danilo percebeu que teria que deixar o Beto contente se quisesse proteger a Angela.

“Eu quero estar lá. Você me apresenta. Só isso.” Danilo conhecia bem o Tony na voz de Beto. Ele não tava armando nenhuma treta dessa vez.

“Beto, hoje é só eu e a Angela. Não faz isso.”

“Tarde demais, já tô na sua rua.”

Danilo desligou o telefone puto, mas resignado ao fato de que Beto estaria na casa quando a Angela chegasse. A mensagem da Angela chegou logo após Beto aparecer.

AGORA É UM BOM MOMENTO? –

Danilo foi até o banheiro para responder. Ele mandou só uma foto bem nítida de um pinto preto enorme e ereto.

‘Ah, meu Deus! Preciso disso!’ Ela sorriu, enfiando o celular na bolsa e partindo pra casa do Danilo.

Depois de dirigir mais rápido do que o normal, a Angela finalmente parou em frente à casa do Danilo. Tinha um Nissan antigo na entrada da garagem.

-ESTOU AQUI! ESTÁ TUDO BEM?-

Danilo olhou atravessado para o primo, que sorria no sofá.

-TÁ TUDO BEM-

Danilo mentiu. Ele tinha medo que ela não quisesse entrar se soubesse que Beto estava lá dentro esperando para ser apresentado.

Angela saiu do carro às pressas. Ela correu pelo caminho, ansiosa pra entrar. Sem sutiã, seus seios balançavam a cada passo apressado, o teBetoo roçando provocantemente nos mamilos grandes e sensíveis.

Ela os sentiu reagir, endurecendo instantaneamente. Tinha certeza de que os mamilos salientes sobressaíam como faróis contra a camisa clara.

Angela chegou à porta e, nervosa, puxou a barra da saia. Ela tinha subido quase até os quadris por causa da pressa da viagem. Sua intimidade estava molhada. Ela tocou a campainha.

Beto estava sentado em um canto do sofá na sala de estar, fora do alcance do vestíbulo. Ele esfregava as mãos ansioso enquanto Danilo atendia a porta.

Danilo olhou para a roupa nova e provocante da Angela e se arrependeu de não ter insistido mais para que o Beto fosse embora.

A primeira coisa que chamou a atenção de Danilo foram os mamilos proeminentes da Angela. Eles se destacavam nitidamente, servindo como um ponto de referência para o resto de seu busto cheio. Ele pôde discernir o formato exato de cada mamilo, assim como as curvas dos seios ao Ruivinhaor.

A saia dela era curta, e suas pernas pareciam longas, tonificadas e bem branquinhas. O teBetoo justo destacava seu físico bem definido.

A boca de Danilo se abriu quando ele ergueu o olhar do corpo dela para o rosto lindo, iluminado por um sorriso e olhos verdes brilhantes.

“Caramba, Angela. Você tá maravilhosa!” Danilo pegou a mão dela e a guiou para dentro.

Ele fechou a porta e lhe deu um abraço apertado. Os dois se abraçaram e deram um beijo rápido, ainda um pouco ansiosos em meio à expectativa.

Quando interromperam o beijo, Angela percebeu outra presença na sala. Virou a cabeça e Tonyou um susto ao ver alguém sentado no sofá.

Danilo gaguejou: “Eu… eu sinto muito, Angela…”

“Meu Deus, quem é esse?!” Angela perguntou, colocando as mãos na boca, chocada.

O homem, jovem e corpulento, se levantou do sofá com um sorriso largo.

“Oi! Você deve ser a Angela, né?” Beto praticamente saltou do sofá e aproximou-se de Angela, dando-lhe um beijo indesejado na bochecha e um abraço apertado.

“É só meu primo…” explicou Danilo, com olhos arregalados. “…Roberto, mas pode chamar de Beto.”

Angela manteve o olhar fixo em Danilo enquanto Beto a apertava contra si. “Danilo!”, ela disse em um Tony abafado, expressando o pânico que sentia por dentro. “Tem mais alguém que sabe!”

“Tá tudo bem, Angela. O Beto já tá de saída.” Danilo assegurou firmemente.

Beto prolongou o abraço mais do que o necessário. Finalmente, Roberto se afastou e segurou os ombros de Angela. Ele levantou as sobrancelhas para Danilo, demonstrando sua aprovação.

“É isso aí, eu já tava saindo, Angela. Foi um prazer te conhecer!”

Danilo não confiava em Beto nem por um segundo. Tinha certeza de que ele se demoraria por ali, mas então Beto simplesmente passou por eles e saiu pela porta da frente.

Danilo trancou a porta e voltou-se para Angela. Ela estava sentada no sofá, parecendo atordoada.

“Quem… por quê…?” Angela murmurou, olhando para Danilo em busca de explicações.

“Ele é… só meu primo. Não tem muitos amigos, então aparece aqui com frequência.” Danilo não queria que Angela soubesse que ele tinha mostrado ao Beto as fotos dela e que ele sabia sobre eles.

“Ele sabe sobre a gente?” Isso era a última coisa que Angela queria lidar naquele momento. Ela estava completamente decepcionada.

“Só comentei que começamos a conversar online.”

Angela ficou pensativa por um instante. Roberto tinha visto sua roupa e sabia seu nome. Pegou ela no flagra beijando Danilo. Mas ela tinha se tocado de tirar a aliança. Se o Danilo tava falando a verdade, o Beto não fazia ideia de quem ela era. Será que seu tesão secreto por negão ainda tava a salvo?

Ela encarou Danilo e viu que ele tava falando sério. Naquele momento, Angela acRuivinhaitou nele e sentiu um alívio. Na real, ela tava desesperada pra acRuivinhaitar que tava tudo bem, então tava mais do que disposta a engolir qualquer desculpa que o Danilo desse pra ela poder dar um jeito de pegar no pau dele.

Danilo sacou a mudança no jeito dela e se virou mais pra ela no sofá. Passou o braço em volta dela e puxou pra um beijo.

As preocupações de Angela foram por água abaixo quando os lábios quentes e molhados de Danilo se grudaram nos dela com vontade. A língua grossa e forte dele invadiu sua boca entreaberta. Qualquer receio que ainda pudesse ter sumiu quando a língua dele entrou. Angela só queria mostrar pro Danilo o quanto ela tava a fim.

Os dois exploraram a boca um do outro com as línguas, Angela agarrou a dele com força entre os lábios e chupou.

Danilo ainda tava vidrado nos peitos maravilhosos de Angela quando ela começou a chupar a língua dele quase como se fosse um pau. Parecia que ela já nem lembrava mais do Roberto. Danilo agarrou os peitos de Angela por cima da blusa, sem muita cerimônia. Ela gemeu na boca dele, ainda chupando a língua.

Danilo passou as mãos pros mamilos duros dela, esfregando de propósito e sem dó, fazendo Angela gemer mais alto e se contorcer.

Enquanto os dois se pegavam feito dois adolescentes no cio, era óbvio que tinham esqueBetoo do Roberto. Mas o Roberto tava determinado a enfiar o pau naquela ruiva gostosa o mais rápido possível.

Ele deu uma olhada rápida nos carros estacionados na rua e bateu o olho num SUV preto caro. Parecia fora de lugar. Roberto nunca tinha visto aquele carro ali antes. Só podia ser o da Angela. Ele chegou perto da porta do motorista e tentou abrir. A porta abriu fácil. Pelo jeito, na pressa de dar pro Danilo, Angela tinha esqueBetoo de trancar o carro.

Lá dentro, Danilo já tinha passado de apalpar os peitos da Angela por cima da blusa pra puxar a blusa elástica pra baixo e ter acesso total àquelas maravilhas. Ele beijava e lambia com vontade enquanto Angela esfregava a cabeça dele e arqueava as costas, empurrando os peitos macios na cara dele.

Angela nem tentou esconder o tesão que tava sentindo pelo Danilo, e não ficou nem um pouco sem jeito quando desceu a mão pra sentir o pau dele, que parecia um tacape. Passando a mão direita pela perna da calça dele, ela abriu bem os dedos pra agarrar aquele membro grosso que parecia estar duro feito pedra, correndo como um cano largo pela parte de dentro da coxa dele.

Angela tava ofegante, atrapalhada com a fivela do cinto e o botão da calça. Ela agarrou o zíper na pressa de liberar a fera. Danilo percebeu que ela tava tendo dificuldade e tirou o rosto dos peitos dela, agora brilhando de saliva. Ele levantou o quadril do sofá e ajudou ela a baixar o jeans até os joelhos.

Desajeitada, Angela tentou enfiar a mão na cueca dele, mas não conseguiu por causa do ângulo. Ela bufou e olhou pra cara dele, fazendo biquinho.

“Levanta”, ela implorou.

Danilo levantou num pulo e virou de frente pra ruiva sentada. Ficou parado com as mãos na cintura enquanto Angela parecia ter congelado por um instante. A centímetros do rosto dela, a masculinidade dele pulsava, esticando a cueca fina de um jeito ameaçador. Ela ficou hipnotizada olhando pro volume se contraindo.

“E aí?”, Danilo perguntou, ansioso.

Sem mais delongas, Angela puxou a cueca dele pra baixo. O pau duro feito pedra do Danilo saltou pra fora, apontando pra Angela e exigindo atenção.

Por um momento, ela ficou maravilhada com o objeto da sua obsessão, finalmente ali na sua frente. Ele balançava rígido, bem no rosto dela. Aquilo deixou ela zonza. O corpo dela se contraiu, antecipando o que tava prestes a fazer. A boca encheu d’água. Naquele instante, a expressão dela mudou e seus desejos mais profundos Tonyaram conta.

Angela abriu bem a boca e engoliu a cabeçona do Danilo. Ela cobriu com a boca quase tão rápido quanto tinha apareBetoo. Tinha algo profundamente satisfatório em ter o pau dele na boca.

“Isso, Angela… puta que pariu.” Danilo adorou ver seu pau entrando na boca macia e molhada da Angela. Ela parecia mais faminta do que qualquer mina que ele lembrava de ter chupado ele.

Enquanto a língua dela fazia círculos preguiçosos em volta da cabeça, as mãos da Angela acharam as bolas pesadas do Danilo. Ela começou a massagear, uma em cada mão. Danilo, lá de cima, via o movimento da língua da Angela dentro das bochechas enquanto ela girava em volta da cabeça repetidamente. Ele sentiu a língua dela espalhando saliva na parte de cima do pau e ela até enfiou a ponta da língua no buraquinho de leve.

“Caralho, Angela. Você manda bem demais com essa boca”, Danilo suspirou.

Angela gemeu, sorrindo por dentro, e apertou os lábios, deslizando pra trás até ficar só beijando a cabeça do pau dele. Ela manteve os lábios em biquinho e arrastou eles até embaixo do pau, empurrando saliva pra fora com a língua. Ela usou os lábios carnudos pra espalhar saliva na parte de baixo daquela tora grossa enquanto massageava as bolas dele, apertando a base do pau, logo abaixo delas.

Danilo gemeu de aprovação.

Angela puxou os lábios de volta pra cima do pau dele, até a ponta, e escancarou a boca. Fechou os olhos e empurrou o rosto pra baixo, em direção aos quadris do Danilo. Ela se forçou a engolir aquele pauzão preto até onde sua garganta aguentava. Os gemidos e a baba dela mostravam o quanto ela tava louca de tesão.

Danilo sentiu Angela empurrando o rosto pra baixo no pau dele. Ela forçou a boca pra frente com tanta vontade que fez Danilo cambalear um pouco pra trás. Ele teve que abrir mais as pernas pra se equilibrar.

“Caralho. Você realmente ama esse pau, né, gata?” Danilo tirou uma mão do quadril e colocou no topo da cabeça dela. Ele acariciou o cabelo macio dela com carinho. “Chupa, Angela.

Tá gostoso demais, gata.” Ele ficou olhando a mulher branca casada pirar no pau dele.

Na casa silenciosa e vazia, dava pra ouvir os sons molhados e escorregadios da chupada, de vez em quando interrompidos pelos suspiros desesperados da Angela quando ela pegava fôlego ou pelas palavras de incentivo do Danilo.

Também dava pra ouvir uns gemidos abafados da Angela.

“Nnnn…Mmmmmm…Unnn…” ela gemia, cada vez mais alto. Ela queria engolir aquele pauzão negro até o talo, mas sua garganta simplesmente não deixava.

Angela tava aumentando o ritmo. Ela balançava o corpo todo pra frente e pra trás enquanto fodia o pau enorme do Danilo com a boca e a garganta.

“Isso, abre bem a boca”, sugeriu Danilo.

Angela balançou a cabeça concordando.

Agarrando o membro grosso pela base, ela subia e descia a cabeça na metade do comprimento dele numa boa. Ela pegou o jeito nesse ritmo, deixando Danilo maluco de tesão. Ela queria ficar com aquilo na boca, porque acalmava a vontade louca que ela sentia quando não tinha acesso a ele.

Danilo olhou pra Angela com uma admiração renovada. Ela tava sentada na frente dele, segurando as bolas com as duas mãos, chupando o pau dele enquanto os peitos nus balançavam nas coxas e joelhos dele. Os lábios dela arrastavam pra cima e pra baixo no pau sem parar. Cada vez que os lábios subiam, ela deixava a pele escura do pau brilhando de saliva. Cada vez que a boca chegava na ponta e a cabeçona mais larga aparecia, ela invertia o movimento, empurrando os lábios esticados de volta pra baixo.

Ele ficou impressionado com o esforço dela enquanto o prazer aumentava. Mesmo não conseguindo engolir o pau todo (só uns metade), ela nunca parava de tentar. Cada vez que ela abaixava a cabeça, ele sentia o fundo da garganta dela enquanto o pau “afundava” em algum lugar no meio do pescoço. O pau duro dele desviava um pouco quando o avanço da dona de casa mais velha era interrompido pela própria.

Angela tava se balançando que nem louca e parecia tá fazendo um esforço extra pra enfiar o máximo possível do pau dele na garganta quando Danilo sentiu as bolas apertarem.

“Opa, opa, opa”, ele disse, agarrando o cabelo dela com mais força. Quando ela continuou balançando, ele quase perdeu o controle, mas não tava pronto pra gozar ainda.

“Caaaalma, Angela…” Danilo repreendeu, segurando o pau com uma mão e puxando a cabeça de Angela pra trás pelos cabelos. Ele teve que puxar a cabeça dela pra fora do pau pra fazer ela parar de chupar.

A boca dela deslizou pra trás com relutância e soltou a cabeçona do pau dele com um “POP” molhado. A mão de Danilo seguiu os lábios dela pelo pau até que ele tava só segurando ela pelos cabelos com uma mão e apertando o pau com a outra.

Ela olhou pra ele, confusa.

“Puta que pariu,” Danilo xingou baixinho. Um jato de pré-gozo o traiu, vazando entre os dedos e pingando pela cabeça inchada.

“Ah”, ela comentou surpresa, piscando ao ver o pré-gozo escorrendo no pau dele.

Danilo apertou o pau e se concentrou. Ele quase não segurou a carga toda.

“Caralho, mina. Você quase me fez gozar Betoo demais”, ele disse pra Angela com um olhar preocupado.

Danilo passou os últimos dias viajando nas ideia de como ele ia foder sua nova e insaciável bonequinha. Ele tinha planejado passar horas com ela no quarto, colocando ela em todas as posições que ela topasse tentar. Ele com certeza não queria explodir a carga Betoo demais por causa do boquete foda dela.

Angela sentou no sofá, lambendo os lábios e saboreando o pré-gozo do Danilo. Ela tava zonza de tesão e Danilo teve que se segurar pra não jorrar porra nela enquanto ela tava ali sentada, sorrindo feito uma diabinha.

Em vez de ir pro quarto dele, que só tinha uma cama de solteiro, Danilo queria ficar com a Angela ali mesmo, no sofá.

Ele estendeu a mão. Angela colocou a dela na dele e ele ajudou ela a ficar de pé, depois girou ela pra ficar de frente pro sofá.

“Vem cá, gata”, ele disse suavemente, guiando ela pelos quadris.

Ela instintivamente colocou os joelhos no assento do sofá e apoiou os cotovelos no encosto.

“Ah, você quer fazer aqui mesmo?” ela perguntou, jogando o cabelo por cima do ombro e olhando pro seu jovem garanhão negro. Angela abriu as pernas pra dar mais acesso e se preparou pra sentir aquela esticada gostosa que ela tava precisando tanto.

Danilo, ainda segurando a ponta do pau, ficou olhando a Angela se posicionar. Ele colocou uma mão na bunda coberta pela saia dela.

“Caralho,” foi tudo que ele conseguiu dizer enquanto ela rebolava os quadris pra ele. Ela sorriu de volta, safada.

Angela tava de joelhos na frente dele, as pernas longas e brancas abertas o máximo que o sofá deixava. A curva da bunda dela aparecia por baixo da saia curta. Enquanto Danilo olhava, Angela deu um tapinha brincalhão na própria bunda.

“Mostra essa bucetinha, gata”, Danilo incentivou.

Se sentindo uma pessoa totalmente diferente, Angela arqueou as costas, deixando a saia curta subir e expondo a buceta molhada pro jovem atrás dela. Ela rebolou pra frente e pra trás, fazendo a saia subir de vez, mostrando a bunda Ruivinhaonda também.

“Abre essa bundinha pra mim, baby.” Danilo acariciou o pau, ansioso.

Essas palavras mexeram com Angela. De algum jeito, isso parecia diferente do sexo no banquinho do parque. Aquilo tinha sido um caso apaixonado, quebrando tabus e destruindo ideias antigas sobre limites sexuais.

Isso era outra coisa. Parecia um momento catártico. Parecia uma aula de sexo. Era sobre duas pessoas fazendo o que elas fantasiavam há mais tempo do que talvez percebessem.

Angela abaixou a cabeça e colocou uma mão em cada nádega, abrindo elas pro Danilo.

“Me pega, Danilo”, ela falou pro estofado do sofá.

Ela foi respondida com um tapa na bunda.

“Issoooo”, ela gemeu. “Me dá esse pauzão preto!” Danilo olhou pros lábios da buceta dela entreabertos e pro cuzinho apertado, rosadinho e virgem. Ele fechou os olhos por um segundo, sem acRuivinhaitar que ia foder essa mulher branca perfeita de novo.

Lá fora, Roberto tava mexendo no carro da Angela. “BINGO!”, Roberto gritou quando achou o cartão do seguro da Angela no porta-luvas.

“Angela Rubi, 66 Hings Lae. Exatamente o que eu precisava”, ele disse todo convencido.

Beto tirou uma foto rápida pra guardar a informação, depois devolveu o cartão pro compartimento e fechou a porta. Ele saiu do SUV da Angela, voltou pro seu Nissan modesto e foi pra casa.

Angela tentou ficar paciente, curvada no sofá com as mãos na própria bunda. A cabeça dela tava apoiada no encosto do sofá e o cabelo caía no rosto. Ela sentia o coração batendo forte no peito. Angela tava tremendo de tesão e ansiedade naquele momento.

Ela continuou arqueando as costas. ‘Por que ele tá demorando tanto?!’ ela pensou. Ela sentiu uma cabeçona quente pressionando os lábios escorregadios da buceta e se preparou.

Danilo segurou a base do pau preto e duro com uma mão e encostou nela, colocando a outra na parte de baixo das costas dela. Ele empurrou de leve pra baixo e os quadris da Angela giraram um pouco, mostrando pra ele a buceta lisinha e depilada.

Os pelinhos pubianos macios e bem cuidados ficavam em cima do monte de Vênus. Os lábios tavam arrumados, mas inchados e num Tony rosado sedutor. Ele não conseguia ver o clitóris dela daquele ângulo. Em cima dos lábios inchados da buceta da Angela, o cuzinho apertado piscava pra ele.

Ele brincou rapidinho com os lábios da xoxota dela, roçando a cabeça do pau pra ver se tava molhadinha. Dava pra ver um filete escorrendo pela coxa dela. Tava pingando mesmo.

“ME FODE LOGO!” Angela berrou contra o colchão.

Danilo não aguentava mais esperar. Ele encostou a ponta nos lábios dela, achou a entrada e foi entrando devagarinho, atendendo ao pedido da Angela.

“Puta que pariu…”, ele suspirou enquanto afundava seu cacetão na buceta casada da Angela.

“Hmmm…”, Angela gemeu, quase reclamando enquanto o intruso avançava lentamente. Ela ficou sem fôlego por um segundo quando seu corpo aceitou aquele monstro.

Danilo foi guiando o pau pra dentro da xana molhada e ansiosa dela, centímetro por centímetro, até tá quase todo lá dentro.

“Hmmm… Aiii… Uuungh!” Angela tava murmurando baixinho. Ela aceitou cada centímetro duro e negro enquanto ele se encaixava nela. “É tão grande”, ela falou o óbvio.

Depois de uma metida lenta e calculada, Danilo enfiou a maior parte do pau lá dentro. Angela aguentou até ali, mas seu corpo tremia e ela apertava a própria bunda com força.

“Isso, vai com calma, gata”, disse Danilo. Ele deu outro tapa firme na bunda dela pra distrair e começou a juntar o cabelo dela. Ele queria ver a cara dela enquanto metia, mas não dava naquela posição.

“Caralho, que apertadinha”, ele comentou.

Angela tava quase meditando. Só conseguia pensar em aguentar o pauzão do Danilo. Ela sentiu ele juntando o cabelo dela e puxando de leve, incentivando ela a sentar e participar mais. Ela levantou o tronco com os braços tremendo, sem saber quanto ia aguentar.

“Isso aí, gata”, disse Danilo, começando a sair devagar pra outra metida.

“Isso, me dá, Danilo.”

Ele começou devagar, dando umas metidas lentas na buceta dela. Tava apertado, mas a xana dela agarrava o pau dele, puxando pra dentro, não apertando pra expulsar. Era uma sensação do caralho.

“É isso aí, gata. Pega esse pauzão preto.”

Ele meteu com força, sentiu o fundo da buceta da Angela e enfiou o pau no colo do útero dela.

“Aah”, Angela grunhiu, flexionando os braços.

Danilo parou, sentindo a xana dela reagir, se ajustando àquela vara grossa nas profundezas. Pra surpresa dele, depois de uma pausinha, ele sentiu ela empurrar de volta, como se pedisse pra ir mais fundo.

Ele ficou mais ousado e começou a aumentar as estocadas. Cada vez que ele metia, Angela se encolhia e gemia, mas cada vez menos. Danilo tava entrando e saindo da buceta apertadinha e escorregadia da Angela, metendo com força enquanto ela empurrava o corpo de volta contra ele. Ele preenchia ela todinha a cada metida.

Danilo agarrou os quadris macios dela e meteu repetidamente, depois pegou na bunda e separou as nádegas pra expor o cuzinho apertado. Ele passou de leve o polegar, depois o dedo por cima, fazendo Angela tremer.

Finalmente, Danilo tava metendo na Angela. Toda aquela fantasia e lembrança da semana passada, quando eles transaram pela primeira vez, tava chegando ao ápice ali no sofá da sala. Ele segurou firme na cintura dela enquanto metia com vontade. Sabia que não ia aguentar segurar o gozo dessa vez.

Ele ficou de olho na bunda branquinha e macia dela, que rebolava a cada estocada. Os corpos deles começaram a bater um no outro fazendo barulho. Ele metia nela, segurando os quadris e vendo o cabelo ruivo na altura dos ombros balançar sobre a pele lisa. Ele sabia que não ia durar muito mais naquela xaninha apertada.

Angela tava cheia do pau do Danilo e querendo mais. Ela queria chupar e ter ele na buceta ao mesmo tempo. Queria tudo. Só de pensar naquele pauzão preto enfiado nela já era o bastante pra ela gozar. Agora que tava finalmente dentro dela de verdade, ela mal conseguia manter os olhos abertos. O prazer era demais. Sem muito aviso, ela começou a tremer.

“Ddddwaynnnnne! Hmmm… Hmmm… PORRA!” A xana da Angela começou a inundar de gozo enquanto ela era sacudida por um orgasmo violento.

Danilo enfiou o pau o mais fundo que pôde na mulher que se contorcia e gritava. Ele deixou o peso prender ela, segurando os quadris contra os dela. Ele alcançou por baixo e suas mãos agarraram os peitos balançando. Isso trouxe a boca dele direto pro ouvido dela.

“Vou te encher todinha. Vou fazer você rebolar nesse pau e espremer meu leitinho pra fora.”

Angela tava em êxtase, mas conseguiu obedecer o Danilo. Ela empurrou de volta contra aquele monstro inchado. Ela sentiu que a cabeça dele tinha ficado ainda mais dura, batendo lá no fundo. Ela se empalou nele.

“Aiii, isso, me enche de porra”, ela gemeu.

“AH!” Danilo soltou bruscamente, estremecendo.

Angela sentiu o pau dele pulsar e se empurrou contra ele. Bem lá no fundo, ela sentiu uma explosão forte e quente. Conforme seu próprio orgasmo ia passando, ela sentiu a buceta apertar em volta daquele cacetão do Danilo.

“Ah!” Danilo tremeu de novo.

Ondas de prazer percorriam os corpos entrelaçados de Danilo e Angela. O êxtase parecia não ter fim, mas algo inesperado estava prestes a acontecer.

Enquanto Danilo ainda pulsava dentro dela, Angela sentiu uma presença na sala. Seus olhos se arregalaram ao ver uma figura familiar parada na porta, observando a cena com um misto de choque e… desejo?

“Não para”, Angela sussurrou ofegante para Danilo, seu corpo ainda tremendo. “Tem alguém nos olhando.”

Danilo congelou por um instante, mas logo sentiu Angela apertá-lo com força, implorando silenciosamente por mais. Ele recomeçou a se mover lentamente, consciente dos olhos que os devoravam.

Quem era o observador misterioso? E como essa descoberta inesperada afetaria o relacionamento ardente de Angela e Danilo?

O ar ficou carregado de tensão e luxúria. Uma coisa era certa: a noite estava longe de terminar, e promessas de prazeres ainda maiores pairavam no ar…

CONTINUA...

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Comentários

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Aviso 2: Para entender melhor a história, recomendamos a leitura dos capítulos anteriores.

O aviso em cima é inútil pois essa parte V é um resumão de toda a história. Tem nada de novo. Nao

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Não gostou é só não ler.

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Mas que moça má criada. Quando elogio vc ama. A história está ótima. E meu comentário acima é pertinente. Foi um resumão mesmo.

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O Seu comentário que é inútil. O conto apresenta uma nova continuação com vários elementos inéditos.

Se não gostou, sugiro procurar outras histórias que lhe agradem mais, em vez de desperdiçar seu tempo aqui

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