Minha esposa se apaixonou por um Viking

Um conto erótico de Autor Beto (revisado pelo Leon)
Categoria: Heterossexual
Contém 9949 palavras
Data: 27/03/2025 17:56:05

Melhor deixar a Duda narrar os fatos como ela mesmo viveu e sentiu.

Como fazia todos os dias, Gilson, meu marido, me acordou com um beijo com gostinho de café, e me entregou uma xícara cheia.

O sol ainda estava baixo, olhei para o relógio e constatei que ainda eram quinze para as sete da manhã, daquela sexta-feira.

Gilson me lembrou que Nina, nossa filha, ia passar em casa para me levar ao clube naval.

Ainda não conseguia entender por que eu precisava ir pessoalmente até ao clube, muito menos tão cedo, apenas para assinar a indicação da Nina como nova sócia.

Questionei se ela não podia trazer o papel para eu assinar.

Gilson argumentou que o clube só aceitava novos sócio com indicação de um titular antigo, e eu era a titular, indicada pelo meu pai, além disso, exigia a presença física para indicação do novo titular.

Me resignei, levantei me espreguiçando, enquanto Gilson foi para cozinha preparar o desjejum.

Já que tinha que ir até clube, por que não aproveitar a piscina?

Vesti meu maiô, peguei uma canga, a bolsa com apetrechos para piscina, e fui para cozinha.

Gilson me olhando com olhar guloso, naquele maiô, me abraçou, apertando minha bunda e meus peitos ao mesmo tempo.

Eu ri e falei.

— Nem começa, sua filha e sua neta estão chegando, e você ainda precisa ir trabalhar, mesmo faltando pouco para se aposentar.

Ele deu uma gargalhada, me largou e me olhando de cima a baixo, respondeu.

— Não sei por que você deu para usar maiô.

Eu rindo respondi

— Porque faz tempo que não tenho mais idade para ficar desfilando de biquininho, fiz 60 anos essa semana, lembra? O que iriam pensar de mim.

Ele respondeu:

— As mulheres vão ficar com inveja de você, uma jovem senhora gostosa, segura de si, que não tem vergonha de exibir esse corpinho lindo, que bota muita mocinha no chinelo. Mas os machos, com certeza vão ficar imaginando você peladinha, exibindo as marquinhas que o biquíni deixa no seu corpo, e que seu maridinho tanto ama.

— Você não tem jeito, é um tarado mesmo, sempre querendo me exibir. E se um desses machos quiser me comer?

— Isso não foi problema para a gente há 25 anos atrás, e nem nos 15 anos seguintes, por que seria hoje? Se você estiver a fim, tem mais é que aproveitar, de novo.

— Meu Deus, você gosta de lembrar disso, né?

Gilson deu um sorriso safado, e antes que pudéssemos falar mais alguma coisa, ouvimos a buzina do carro da Nina.

Terminei meu café, levantei amarrando a canga na cintura, peguei minha bolsa, Gilson se levantou, me deu um beijo melado, um tapa na bunda, e falou:

— Gosto de lembrar daquele período, quando você se liberou, e se permitiu viver novas experiencia e aventuras, sem preconceitos e sem pudores. Foi o período que mais transamos e gozamos na nossa vida.

Nina buzinou novamente, dessa vez insistente e impaciente.

Gilson me empurrou porta afora com um sorriso safado, e disse.

— Vai se divertir minha gostosa.

Saí rindo, olhando por cima do ombro para ele, mandei um beijo e abri a porta do carro, me dei conta que minha neta não estava no carro.

— Ué! Cadê a Lizi?

— Deixei com a babá.

— Achei que queria levá-la na piscina!

— Hoje não, vamos só resolver a questão da minha indicação para titular, e relaxar um pouco.

— Ok!

Achei aquilo estranho, mas não questionei.

Nina ligou o rádio, mas falava quase compulsivamente, assuntos sem nenhuma relevância, e respondia com evasivas a tudo que eu perguntava, me causando ainda mais estranheza.

Cerca de meia hora depois chegamos ao clube, e ao invés de se dirigir para a administração, Nina parou na entrada de um atracadouro, embaixo de umas árvores, onde havia uma escuna atracada.

— Pode descer mamãe, que vou deixar o carro nesta sombra.

Desci do carro, e de repente, um bando de mulheres sai da escuna fazendo maior algazarra, sacudindo balões de festa, gritando meu nome, desejando parabéns.

Eram oito professoras da escola onde sou diretora, além da minha costureira e minha manicure. Todas minhas funcionárias, com idades entre 25 e 50 anos, amigas íntimas, que sempre me pediam conselhos e faziam confidências.

Nina me olhou sorrindo, e falou.

— Parabéns mamãe, aproveitei a última semana de férias, e convidei suas amigas para comemorar seu aniversário num passeio de barco e um churrasco a bordo.

Sorri para ela, genuinamente surpresa, e ela continuou.

— Eu queria fazer uma lembrança, e já que estaríamos no mar, Ana, sua costureira, sugeriu as cangas, e uma espécie de uniforme.

Olhei novamente para as meninas, e reparei que todas usavam cangas iguais, estampadas de azul, lindas, e como eram transparentes, dava para ver que por baixo usavam biquíni, apesar de formato e tamanhos diversos, eram todos brancos.

Nina tinha dois embrulhinhos de presente na mão, me entregou o maior, eu abri, e era uma canga igual a das meninas. Me entregou o menor olhando com um sorriso matreiro e comentou.

— Foi o papai que escolheu.

Abri o embrulho, e era um biquíni branco de lacinho, bem pequeno, o modelo bem parecido com os que o Gilson, desde o início do nosso namoro, sempre gostou que eu usasse, mas que eu só tinha coragem de usar nas nossas viagens ou quando íamos para uma praia mais distante para ele surfar, onde não corríamos o risco de encontrar ninguém conhecido, e depois, principalmente naquele período de aventuras, em que eu me exibia pela webcam com ele observando do lado.

— É a cara dele mesmo. – Respondi um pouco contrariada.

— Você ainda tem um corpo lindo mamãe, ele gosta de vê-la sensual, e adora suas marquinhas de biquíni. Aproveita que só a mulherada vai estar em alto mar. Olha para elas, estão todas de biquíni, sem se preocupar com convenções sociais, idade, se estão gordas ou magras, se alguém vai ficar reparando nos seus corpos, e nenhuma delas tem um corpo que se compara com o seu.

— Até parece! Já sou idosa. Além do mais tem a tripulação.

— Deixa de ser boba mãe, você está ótima, a tripulação é só o capitão, que vai estar ocupado pilotando o barco, ou então tentando se esconder dessa mulherada escrachada.

Dei um gargalhada e concordei.

— Tudo bem, mas só porque são essas amigas. Vou ao vestiário me trocar.

— Não precisa tem uma cabine no barco, e lá tem uma bolsa que papai mandou, com suas coisas que ele imaginou que você possa precisar.

Desci para a cabine, troquei o maiô pelo biquíni, e percebi que precisaria me depilar, pois fazia muito tempo que não usava uma calcinha tão cavada.

Na bolsa que Gilson mandou, encontrei uma tesourinha, aparelho de barbear, creme depilatório e creme hidratante.

Sorri pensando em como ele me conhecia, na armação dele com a Nina, na premeditação deles em tudo que eu iria argumentar, e mais naquele bando de mulheres, todas meio loucas.

Me despi, cortei o excesso de pelos, me depilei deixando um pequeno triângulo invertido, de pelos bem baixinho, como eu deixava até perto dos 50 anos, quando decidi parar com aquelas “exposições”, e assumir um perfil mais sóbrio e austero, compatível com meu cargo de diretora escolar. Passei o creme hidratante que deixou a pele lisinha e macia.

Vesti a calcinha do biquini novamente, apoiei o celular numa prateleira, e tirei uma foto. Confesso que fiquei impressionada.

Nunca fui adepta de academias, ginástica e exercícios físicos, mas há anos vinha fazendo pilates e yoga, isso aliado a uma alimentação regrada, e a minha genética, me proporcionaram um corpo esbelto, firme e flexível.

Meus seios, que na juventude eram pequenos, aos 40 anos, precisei fazer uma cirurgia, para remoção de alguns nódulos, aproveitei para implantar pequenas próteses de silicone na base, deixando-os ligeiramente maiores, bem firmes e empinados.

Aquele biquíni branco moldou perfeitamente no meu corpo, e realmente olhando apenas para o corpo era difícil acreditar que eu já era uma sexagenária, os cabelos brancos, com escassos fios pretos e prata, caindo em ondas até o meio das costas, complementava uma imagem que me encheu de orgulho.

Enviei a foto para o Gilson.

Ele estava online e respondeu imediatamente com emoji de bonequinho com olhos de coração, e o seguinte texto.

“Nossa! Você está maravilhosa, uma pena que só tem mulherada aí, e nenhum macho para admirar minha gostosa.” Seguido de um emoji de diabinho com sorriso safado.

Dei risada e respondi.

“Tarado! Vou subir e ficar com as meninas.”

“Divirta-se meu amor, te amo!”

Subi, e fui recebida com assobios e elogios.

O barco já estava saindo da enseada do clube naval, e o som alto denunciava a animação das meninas.

No deck de popa da Escuna tinha uma cobertura, embaixo uma mesa repleta de frutas, uma geladeira com sucos, e água, e outra abarrotada de bebidas alcoólicas.

Atacamos as frutas e sucos, de “café da manhã”, uma das meninas pegou uma garrafa de vodca, e preparou uma “caipifruta” de morango. Logo cada uma preparou seu drink com vodca e a fruta preferida.

“Biquei”, vários drinques, mas achei todos doces demais.

Nina me conhecendo, abriu uma garrafa de espumante, e entregou uma taça de acrílico personalizada para cada uma de nós.

As meninas adoraram e se serviram de espumante para brindarmos.

Já fazia mais de uma hora que estávamos navegando. Todas já bem alegrinhas pelas bebidas e morrendo de calor, torrando no sol só de biquini, o capitão parou o barco, desenrolou uma espécie de colchão enorme, que flutuava na superfície da água, facilitando os mergulhos, e o retorno para o barco.

Foi aquela folia, a mulherada toda pulando na água feito criança, os biquínis molhados ligeiramente transparentes, mas a mulherada nem ligou, mesmo sabendo que o capitão observava discretamente de longe.

Meia hora depois ele avisou que ia recolher o colchão, sair para mar aberto, costear uma ilha repleta de enseadas desertas, ancorar numa enseada onde desaguava um rio, lá ele estenderia o flutuante novamente para podermos mergulhar e desembarcar, poderíamos tomar banho de água doce no rio, passear e tomar sol com toda privacidade, enquanto ele preparava o churrasco.

Uns trinta minutos depois o barco entrou na enseada.

O capitão lançou âncora e desenrolou o colchão novamente, que permitia desembarcar bem próximo da praia, onde dava pé.

Desembarcamos e começamos a explorar as redondezas. No canto da praia onde o rio desaguava, formava uma piscina natural. Dei um mergulho na água doce, e como pego cor rápido, deitei-me nas pedras para apurar o bronzeado naquele biquininho que o Gilson escolhera, e reforçar as marquinhas que ele tanto amava.

Passado um tempo, minha manicure, a mais nova e escrachada da turma, alegando a privacidade da enseada, subiu no flutuador e resolveu fazer topless. As meninas adoraram a ideia e seguiram o exemplo, me instigando a também tirar a parte de cima do biquini.

Nina me olhava rindo, só nos duas ainda estávamos de sutiã, ela deu de ombros e tirou também.

Resolvi relaxar, subi no flutuador, soltei os laços, fiz um certo suspense sob os gritos eufóricos das meninas, e joguei o sutiã no flutuador, junto com os outros.

Minha costureira, que já cansou de me ver só de calcinha, chegou por trás, segurou meus peitos balançando e dizendo.

— Duda é minha “ídala”, se eu chegar aos 40 com esses peitos já me dou por satisfeita, olha só como são durinhos, se fosse eu só usava decotão sem sutiã.

Dei um tapa na mão dela, dando gargalhada.

— Só se tiver um bom cirurgião plástico como eu tive.

As outras meninas ficaram surpresas de saber que eu tinha silicone, e todas quiseram apertar meus peitos.

Apesar dos meus protestos, não teve jeito, todas elas alisaram e apertaram meus peitos as gargalhadas.

O capitão se escangalhava de rir, observando de longe, aquele mulherio de topless no flutuador atrás da escuna, dançando e apertando os peitos umas das outras.

Nesse momento ouvimos uma buzina, e vimos passando bem pertinho, um veleiro, com as velas enfunadas, cortando a água quase sem fazer barulho, um homem de uns 40 anos no leme, alto, loiro, olhos verdes e barba cerrada meio ruiva, parecia um Viking.

A mulherada foi à loucura, balançando os peitos e se exibindo para aquele deus nórdico.

Ele acenou rindo, a musculatura forte do peito e dos braços aparecendo pela camisa aberta ao vento.

Percebi seu olhar vidrado em mim. Instintivamente cobri os seios com as mãos.

O olhar daquele homem fez meu sangue ferver, eu não conseguia desviar meus olhos dos dele, parecia hipnotizada.

Senti os bicos dos meus peitos intumescerem, e a boceta pulsar, enquanto ele me olhava acintosamente.

Sem pensar no que estava fazendo, fui deslizando as mãos para baixo, os dedões circundando os mamilos, deixando-os ainda mais turgidos, continuei descendo as mãos lentamente pela barriga, até a parte de baixo do biquini, lacei os dedos nas tiras laterais, e como se estivesse ajeitando, puxei as bordas da virilha mais para baixo deixando ainda mais cavado, numa provocação explícita, como fazia nos tempos da Web Cam.

Lá no fundo, ouvi urras e palmas, olhei para o lado e as meninas gritavam eufóricas, me incentivando, e Nina sorria, um sorrisinho sapeca de canto de boca.

Senti o rosto corar de vergonha, constrangida pela minha atitude na frente da minha filha e minhas funcionárias, mas por dentro exultava de prazer pelo olhar de admiração e tesão que provoquei naquele homem.

Me virei como se quisesse me esconder, mas sabendo que ele ainda me observava, e teria uma bela visão da minha bunda com aquele biquininho enterrado, fiz questão de empinar bem a bunda.

Por cima do ombro pude ver o veleiro se afastando silenciosamente, deixando apenas o rastro de espuma que se formava atrás do casco cortando as marolas do mar calmo, e o homem ainda me observando.

Na popa do veleiro vi uma bandeirinha da Noruega, confirmando minha impressão.

O capitão avisou que o churrasco já estava pronto, vestimos novamente nossos sutiãs e voltamos para o barco, pois estávamos famintas.

Depois de comer, e de mais algumas garrafas de espumante, resolvi tomar uma ducha de água doce num chuveirão no deck do barco.

A barriga cheia, o álcool no sangue, e o banho com água doce e fresca, deu uma bela relaxada, me deitei no deck de proa, enquanto as meninas continuaram na popa comendo e bebendo. Mas, o ventinho da tarde sobre o biquíni molhado, me arrepiou toda, aproveitei que estavam todas entretidas na popa com o churrasco, tirei o biquíni e amarrei a canga como um vestido, tomando cuidado de fazer dobras extras sobre os seios e quadris, mesmo assim bastava um olhar mais atento, para descobrir que eu estava nua pôr baixo daquele tecido fino, as marcas do bronzeado já aparecendo nitidamente.

As meninas não perceberam, mas o capitão sim, e toda hora vinha me observar mais de perto, usando a desculpa de servir a aniversariante.

Aquele homem não me atraia em nada, mas a secada que o velejador norueguês me deu mais cedo, atiçou a chama de exibicionismo que Gilson acendeu anos atrás, e o fato de eu ser o foco da atenção do capitão, no meio daquela mulherada seminua e mais nova que eu, me encheu de orgulho.

Passei a provocar sutilmente o capitão, refiz a amarra da parte de cima eliminado a dobra extra, para aumentar a transparência, e deixando soltinho, proporcionando uma visão irrestrita dos meus seios a cada vez que ele vinha me servir. Entreabria as pernas quando percebia que ele estava olhando, ou debruçava para pegar bebidas no cooler, deixando a bunda bem a mostra. Esse joguinho prosseguiu por um bom tempo, e me deixou muito excitada.

A tarde já ia avançada, quando ele comunicou que precisava iniciar o retorno.

O retorno foi mais calmo, mesmo assim com muitas brincadeiras e comentários picantes das meninas.

Quando entramos na enseada do clube, vesti o biquini novamente. Como iríamos direto para casa, pensei em provocar o Gilson, vesti o sutiã invertido, como um bustiê bem fechadinho, exibindo a marca do bronzeado recém adquirida, a borda de cima das auréolas, e toda a curva da base dos seios, baixei bem a frente da calcinha, e enterrei o máximo que consegui atrás, deixando a bunda toda de fora, refiz a amarração da canga, passando por baixo do braço direito, e amarrando sobre o ombro esquerdo e mais um nozinho na lateral esquerda, de forma a deixar bem visíveis o biquini e as marquinhas através do tecido da canga.

Ao nos aproximarmos do clube, vi o veleiro aportado num ancoradouro público, onde tinha um minimercado com mesinhas do lado de fora.

Fiquei tentando ver se o velejador estava no barco, mas não o vi, quando me virei, Nina me olhava com um sorriso safado no rosto.

— O que foi? - Perguntei, tentando esconder o constrangimento de ter sido flagrada.

— Não falei nada. - Nina respondeu, sorrindo irônica.

— Fica me olhando com essa cara aí. – Eu disse.

Nessa hora o capitão já havia atracado o barco, e as meninas começaram a se despedir e desembarcar.

Depois de todas irem embora, entramos no carro, e saímos do clube. O caminho para casa passava em frente ao ancoradouro público.

Assim que cruzamos o portão do clube, voltei minha atenção para o local onde o veleiro se encontrava.

Alguns segundos depois, eu ainda olhava naquela direção, então ouvi Nina perguntando.

— Imaginando dar uma voltinha no barco viking?

Olhei assustada para Nina e respondi indignada.

— Me respeita e respeita seu pai, menina!

— Ah, qual é, mãe? Eu vi como ficou toda assanhadinha e sensualizando para o cara, ficou tão excitada que até ficou se exibindo para o capitão nessa canga transparente sem nada por baixo.

— Ficou louca, Nina? Eu me dou ao respeito, e nunca faria uma coisa dessas com seu pai.

— Ah, para de caô, mãe, você acha mesmo que eu não sei, que você e o papai adoravam dar showzinhos na webcam, acha que não sei o que você ia fazer na quantidade de vezes que se arrumava toda sensual para sair, enquanto papai ficava comigo em casa? Acha mesmo que nunca ouvi você contando para ele, quando chegava, as coisas que tinha feito com outros homens?

Fiquei olhando abobada, sem saber o que responder.

Nessa hora, Nina virou o carro, entrando na rua do atracadouro público, e falou.

— Olha lá, parece que ele está tendo dificuldade para se comunicar no mercado.

Nina parou o carro em frente ao mercado, tendo o vendedor e o velejador bem ao lado da minha janela, ela debruçou por cima de mim, e perguntou através da janela do carro.

— Hi, can I help you? What do you need?

O homem olhou para nós surpreso, e respondeu num inglês péssimo, que precisava de alguns mantimentos.

Nina desceu do carro, e abriu a porta para eu descer também, novamente o olhar daquele homem me incendiou, e nem lembrei como estava vestida.

Ajudamos com as compras, e Olaf, o nome do velejador, nos convidou a tomar uma cerveja norueguesa.

Nina respondeu que ela precisava dirigir até em casa, e dar jantar para sua filha, por isso tinha parado com a bebida alcoólica mais cedo, mas que podíamos ajudar a embarcar os mantimentos, aproveitar para conhecer seu barco e tomar um refrigerante.

Enquanto esse diálogo acontecia, eu não conseguia disfarçar meu olhar de admiração para aquele homem, que também não disfarçava o olhar guloso para mim. Pegamos as sacolas e embarcamos.

Me surpreendi com a organização, limpeza e tamanho daquele barco.

Descemos para a cabine, nos deparamos com uma sala com uma mesa central, um banco de um lado, uma minicozinha e um mundo de aparelhos eletrônicos do outro, ao fundo uma porta de correr levava a um pequeno corredor com armários de um lado, e banheiro do outro, o resto da proa era totalmente ocupada por uma cama enorme, com aparência muito confortável janelas panorâmicas quase na linha d'água, e uma claraboia no teto que abria para o deck de proa.

Olaf rapidamente organizou as compras, pegou três garrafas de Coca-Cola, nos entregou, e voltamos para o deck.

Olaf contou que atravessou o atlântico, ficou maravilhado com a beleza da costa brasileira, pretendia descer até o sul da Argentina, voltar para atravessar pelo canal do Panamá, depois seguir a circunavegação ao redor do mundo.

Contou também que se casara muito novo, tiveram dois filhos, e quando os dois já adultos seguiram suas vidas, ele quis se aventurar com a esposa pelo mar, e ela rejeitou categoricamente, perceberam que tinham desejos e gostos muito diferentes, se separaram amigavelmente, mantinham uma boa relação, mas cada um a seu modo, e depois de algumas viagens mais curtas, resolveu encarar o desafio de dar a volta ao mundo sozinho.

Minha admiração só crescia, perguntei se não era muito solitário.

Olaf sorriu, disse que nas grandes travessias, gostava de ficar só, podia se concentrar totalmente na navegação, refletir sobre sua vida, além do mais, não tinha em quem botar a culpa caso algo desse errado, mas que nos portos sempre arrumava companhia.

Demos gargalhada.

Comentei que devia ser fantástico uma noite de lua cheia em alto mar, ele respondeu que era lindo, mas nada superava uma noite de céu limpo, sem lua, as estrelas refletidas na superfície do mar calmo eram arrebatadoras.

E olhando fixamente para mim, falou num inglês deplorável.

— A lua é nova, previsão dizer mar liso sem ondas nem vento próximos dias. Vem com eu. Ter mantimentos e combustível para mais de uma semana.

Arregalei os olhos, e falei.

— Mas que proposta absurda, eu sou casada, meu marido está em casa me esperando.

Olaf sorriu, e retrucou no inglês terrível dele.

— Não querer casar com você, apenas fazer viver momentos inesquecíveis.

Nina me olhou com a cara mais safada do mundo e disse.

— O que é que tem, mamãe? Não ia ser a primeira vez que você passaria uma noite fora, tenho certeza de que o papai ia ficar doido com isso.

Olaf era muito sagaz, e logo percebeu o tipo de relacionamento que eu tinha com o Gilson.

— Poder ligar para ele do rádio do barco, funciona via satélite, assim ele fica meu contato e vocês poder falar hora que quiser.

Minha cabeça dava voltas, e querendo argumentar alguma coisa eu falei.

— Mas eu não tenho roupa, só um maiô, esse biquíni e essa canga.

Nina me olhou com um sorriso irônico, e murmurou:

— Como se precisasse de mais.

Olaf sorriu também.

Ela me empurrou de volta para a cabine, deu o número do Gilson para o Olaf, e pediu para ele fazer a ligação.

— Oi papai, olha só. O passeio foi maravilhoso, mamãe adorou, conhecemos um velejador da Noruega, que está dando a volta ao mundo num veleiro. O barco é enorme e maravilhoso, estamos nesse momento falando do telefone via satélite do barco dele. Fala aqui com a mamãe, ela recebeu um convite, mas está cheia de frescura.

Nina me entregou o aparelho, e saiu junto com o Olaf.

Sem saber o que falar, eu disse apenas.

— Alô!

— Oi minha gostosinha, pelo jeito seu biquíni fez sucesso.

E deu uma gargalhada.

Irritada respondi.

— Palhaço!

Sem me dar tempo de falar, Gilson perguntou.

— Que convite foi esse? Passar a noite no barco, aí no atracadouro?

— Ele quer me mostrar o céu estrelado em alto mar, longe das luzes da cidade.

— Uau! Deve ser uma coisa de louco, imagina, transar no deck de um veleiro em alto mar, sob o céu estrelado.

— Para Gilson, só pensa nisso?

— Eduarda, você acha que ele só quer te levar para ver as estrelas?

— Tenho certeza que não.

— E qual o problema então? Ele é feio?

— Não.

— Não deve ser um velho decrépito, senão não estaria velejando ao redor do mundo sozinho.

— Também não, muito pelo contrário.

— Então qual o problema? Ele pareceu agressivo? Te causou medo ou repulsa de alguma forma?

— Não, nada disso amor, é que, sei lá, faz tanto tempo a última vez que fizemos isso, ele tem no máximo uns 40 anos, é maior gato, e eu já tenho 60 anos, sei lá, fico insegura, o que esse cara viu em mim?

— Te falei de manhã antes de sair. Uma jovem senhora, linda, com um corpinho delicioso que bota muita mocinha no chinelo, num biquininho matador. Mas nem está parecendo aquela mulher segura de si, determinada e ousada, por quem eu me apaixonei.

Não tive como não sorrir lisonjeada, orgulhosa e apaixonada pelo meu velho.

Nesse momento, Olaf bota a cabeça no topo da escada e fala.

— Se querer poder fazer chamada de vídeo, só apertar botão azul com sinal de câmera.

— Boa! Abre o vídeo e me deixa dar uma olhada. - Gilson respondeu.

Antes que eu pudesse pensar, Olaf desceu, parou atrás de mim, inclinou o corpo sobre mim apertando o botão, um monitor acendeu com a minha imagem sentada e aquele homenzarrão quase encostado nas minhas costas, a mensagem, “aguardando conexão”, atravessada na tela, e logo em seguida apareceu na tela do monitor, a imagem do Gilson, sentado no banco da nossa cozinha, e nossa imagem reduziu para o canto inferior direito.

Olaf sorriu acenou um cumprimento, e falou.

— Não preocupar. Eduarda segura com eu. Ter certeza que Eduarda se divertir muito, e só fazer o que ela querer. Agora deixar vocês falar sozinhos.

Olaf subiu novamente para o deck, e Gilson sorria, aquele sorriso safado e provocador dele.

— UAU! O Gringo é bonitão mesmo, e já vi por que ficou caidinho, você está um tesão com esse biquininho exibindo o bronzeado.

Meu instinto de exibicionismo tomou conta, e baixei o sutiã, deixando meus seios à mostra por baixo do tecido fino da canga. Ele exclamou:

— Impossível resistir, gostosa safada! Imagina quando o gringo te vir assim?

Passei as mãos sobre os seios sorrindo, e contei nosso encontro com o veleiro, quando estávamos fazendo topless, o efeito que o olhar do Olaf teve sobre mim, e como me exibi para ele, sem nem lembrar que as meninas estavam ali.

- Que bom que ele despertou essa safadinha de novo. - Gilson falou rindo.

Sorri concordando com ele.

- Aquilo me atiçou mesmo, tanto que acabei provocando o capitão, vestida só com a canga, sem nada por baixo, só pelo prazer de provocar. Quando chegamos perto do clube, já no caminho de volta, me vesti assim para você. Então vimos o barco aportado aqui no ancoradouro. Aí a sua filha me aprontou essa, de vir “ajudar” o Olaf. A propósito, você sabia que ela sabe das nossas aventuras há muito tempo? - Enquanto questionava o Gilson, subi novamente o sutiã, deixando como uma tira ainda mais estreita, cobrindo precariamente os mamilos.

— Sei sim amor, uma vez ela me confrontou e questionou. Expliquei que gosto de ver você sensual e provocante, que gosto de ver o efeito que causa nos homens, e ver como você se excita com isso, gosto de ouvir as experiências que você teve com eles, frisei não sinto ciúme, porque sei que nós nos amamos e você sempre voltará para mim. Preferi não falar nada para você, para não criar nenhum tipo de constrangimento entre vocês.

Balancei a cabeça um pouco contrariada, minha relação com Nina sempre foi ótima, e acho que até seria legal poder conversar aquelas coisas com ela, mas o que estava feito, já não podia ser mudado, e o fato é que percebi que ela saber das minhas aventuras não afetou a nossa relação.

— Ok, sem problemas, mas depois quero me sentar para conversar com ela, sem stress, sem cobrança.

E voltando para o motivo daquela chamada falei.

— Amor, eu sei que você gosta que eu viva aventuras, e tenha outras experiências, sei que já saí com muitos homens que conheci pela internet, passei a noite com alguns e até fim de semana prolongado inteiro com outros, mas sempre depois de ter algum conhecimento sobre eles. Você não acha muito arriscado eu embarcar num barco a vela, com um homem totalmente desconhecido, que encontrei há uma hora, e ficar completamente isolada em alto mar, sem nenhuma possibilidade de ir embora ou me proteger? Vou ficar completamente à mercê desse homem.

Só de falar aquilo, meu coração parecia querer sair do peito, vi pela expressão do Gilson que também afetou a ele. Ele suspirou profundamente, abriu a boca, mas não falou nada, olhou em volta como se procurasse algo que lhe desse segurança, e segurando um cubo de ímãs que eu o havia dado, e ele sempre ficava manipulando quando precisava pensar ou se acalmar, suspirou novamente, e olhando fundo nos meus olhos respondeu.

— Você tem razão. Isso parece mesmo uma loucura. Mas não sei por que, senti honestidade e confiança nesse sujeito, gostei do gringo, acredito nele quando diz que vai estar segura, e que vai se divertir com ele. Acho que pode ser uma experiência única, como poucas pessoas já tiveram na vida, e estou cheio de tesão só de imaginar. Mas como sempre, eu confio no seu bom senso e no seu julgamento.

Sorri extasiada.

— Eu te amo sabia? Você tem uma capacidade enorme de me transmitir segurança e confiança.

Novamente Olaf enfiou a cabeça pela escada e falou para mim.

— Eu ouvir seu preocupação, o barco é alimentado por energia solar, ter rastreador, o transmissor poder ficar ligado tempo todo, a câmera poder ser movida para qualquer lugar, se quiser seu marido poder saber o local exato onde nós estar, e ver tudo que acontecer aqui todo tempo.

Vi os olhos do Gilson brilharem de expectativa, esse era um fetiche antigo que nunca realizamos, ele me ver com outro homem.

— O que você acha amor? Tudo bem, então? - Perguntei, já sabendo a resposta.

Gilson ergueu os punhos fechados como se comemorasse um gol. Então franziu os olhos em dúvida e perguntou.

— E a Nina?

— Está aqui me instigando, ela precisa ir embora, porque amanhã cedo tem um aniversário de criança para levar a Lizi.

Gilson sorriu e perguntou.

— Vai deixar eu ver?

— Não sei Gilson, você sabe que não fico à vontade.

— Eu sei, tudo bem, mas depois vou querer saber cada mínimo detalhe, promete?

— E alguma vez eu fiz diferente amor?

Gilson riu. E eu continuei.

— Só não sei se vou dar conta, ele está na flor da idade, eu já tenho 60.

— Deixa disso, amor, eu te conheço, estou vendo que está cheia de tesão, morrendo de vontade de subir no mastro do viking, e atolar toda a vela dele dentro de você.

— Ai, Gilson, para! Que baixaria! - E com um sorrisinho matreiro completei.

— Mas não nego que já estou ficando toda melada. - Gilson me olhou com aquela cara que me tirava do sério.

— Isso, Amor, só relaxa e goza. Mostra para esse gringo o que a minha putinha brasileira pode fazer. Agradece a Nina por mim, depois eu falo com ela. Vou desligar senão fica tarde para vocês saírem do porto.

Gilson mandou um beijo e desligou.

Meu coração batia descompassado enquanto eu subia as escadas. Ao chegar lá em cima, os dois me olharam com expectativa. Nina perguntou.

— E então?

Olhei para ela um pouco constrangida e respondi.

— Vou ficar!

Nina deu um urra de contentamento, me abraçou e falou baixinho:

— Papai vai adorar saber que você vai ser uma putinha como foi, anos atrás.

Arregalei os olhos, ainda não me sentia à vontade de ouvir minha filha falando da gente daquele jeito. Então ela perguntou uma coisa que eu ainda não tinha parado para pensar.

— Quando voltam?

Fiquei muda olhando parra ela, virei para o Olaf, e ele respondeu olhando para mim.

— Quando quiser voltar, só falar. Poder ser daqui a pouco ou mês que vem.

Arregalei ainda mais os olhos e falei:

— Está louco? No máximo amanhã de manhã.

— Como quiser.

Nina piscou o olho para mim, deu um tapa na minha bunda, e falou para o Olaf.

— Cuida bem da minha mãe.

Olaf me abraçou por trás, minhas pernas chegaram a amolecer, sentindo aquele corpo forte, quente me envolvendo toda.

— Não preocupar, eu cuidar como se fosse minha, e devolver ela satisfeita, como seu papai gostar.

Nina deu uma gargalhada, e logo saiu do barco, o cais estava deserto, então ela levantou a canga, exibindo o bundão dela, e saiu rebolando.

Olaf deu uma gargalhada e gritou.

— Se quiser ficar, eu poder divertir mamãe e filhinha também.

Nina se virou, botou os peitos para fora do sutiã, e sacudindo respondeu.

— Quem sabe na volta, você é muito gostoso, mas eu tenho um compromisso com a minha filhinha.

Eu estava abismada com minha filha, e totalmente sem reação.

Então Olaf me virou e me deu um beijo na boca, primeiro um selinho suave, depois sugando minha boca de levinho, a língua se insinuando entre meus lábios, penetrando minha boca com delicadeza.

Se o olhar daquele homem tinha me incendiado, aquele beijo quase me fez explodir de tesão.

Me entreguei completamente àquelas sensações, senti suas mãos explorando meu corpo, acariciando meus seios, minha bunda, e minha bocetinha.

Intuitivamente eu sabia que ele gostava de olhar, e eu queria me mostrar para ele.

Me afastei dele, dei uma volta sob seu olhar de admiração e desejo.

Virei de costas, enfiei a mão pela fenda da canga, e soltei meu sutiã que foi ao chão sem resistência, me virei e ele estendeu a mão, deixei ele acariciar um pouco meus seios, me afastei novamente, e puxei os laços da calcinha, brinquei um pouco com os laços, escondendo e mostrando aos poucos, ele apenas admirava sem fazer nenhum movimento, mas a excitação visível.

Deixei a calcinha cair, e fui girando, proporcionando a ele uma visão em 360 graus do meu corpo coberto apenas pela canga transparente. Ouvi suas palavras:

Du er så sexy, en veldig varm krone, en slem liten ludder.

É óbvio que eu não entendi nada, embora o tom não deixasse dúvidas sobre o sentido daquelas palavras, ele traduziu para o inglês em seguida.

— You are so sexy, a very hot mature woman, a naughty little bitch. (Você é tão sexy, uma madura muito gostosa, uma putinha safada).

Me aproximei dele, segurei seu pau por cima do short, e beijei sua boca, sugando sua língua com voracidade.

Ele me abraçou apertando minha bunda com as duas mãos, deslizou uma por dentro da canga e espalmou minha boceta.

Afastei minhas pernas para facilitar, e ele pressionou dois dedos para dentro da minha boceta completamente melada.

Me agarrei nele completamente entregue.

Depois de uns poucos movimentos, ele me afastou, para minha total frustração. Ele se abaixou pegou meu biquini, jogou para dentro da cabine e com um sorriso safado pediu.

— Poder avisar administração que vamos sair, e pedir para marinheiros soltar as amarras?

Entendi que assim como o Gilson, ele também queria me exibir praticamente nua, e eu queria provocar o máximo de tesão possível naquele homem, sorri para ele e percebi que faria qualquer coisa, a qualquer hora, e em qualquer lugar que ele quisesse.

Foram praticamente 24 horas de absoluta entrega e sexo quase todo o tempo. Olaf era um amante viril e insaciável. Eu me senti como se tivesse voltado 30 anos no tempoAo chegar em casa, às 19:30 do sábado, de volta daquela aventura, Gilson me esperava, já de pijama, excitadíssimo e muito curioso para que eu contasse o que havia acontecido.

— Boa noite amor, e aí? Como foi? – Gilson perguntou, pulando do sofá, para me abraçar assim que eu abri a porta.

Me aninhei no conforto do seu abraço, feliz e satisfeita por aquela recepção calorosa.

Olaf havia me deixado no atracadouro, meia hora antes. Peguei um Uber para casa, ainda vestida só com o biquíni e a canga transparente, e uma ligeira sensação de culpa, por em alguns momentos daquelas últimas 26 horas esquecer completamente da existência, não só do meu marido, mas de todo o resto do mundo.

Levantei o rosto sorrindo, e beijei a boca do meu marido, repleta de amor e carinho.

— Foi incrível, amor, desculpa por ter estendido tanto esse encontro.

— Não tem por que se desculpar, eu sabia exatamente onde, com quem, e fazendo o que, você estava, e concordei de antemão. – Gilson respondeu, fazendo um carinho no meu rosto. E não se contendo repetiu.

— E aí? Como foi? Conta logo, estou ansioso.

— Depois que Nina foi embora, foi que trocamos o primeiro beijo, foi um beijo tranquilo, delicado carinhoso, perfeito.

— Que delícia, começou bem diferente do que se podia esperar de um viking, mas bateu certinho com o que imaginei dele. – Gilson comentou.

Dei uma risada e continuei.

— Aquele beijo me deixou toda mole, e entregue. Então ele começou a explorar meu corpo todo com as mãos. Mãos grandes, fortes e calejadas, mas ele fez com todo carinho e cuidado. Eu queria muito me exibir para o Olaf, e no fundo sentia que ele era um voyeur também, por isso, tirei meu biquini por baixo da canga, com movimentos sensuais, quase um Strip-tease.

— Você não presta, sempre gostou de provocar, mas fazia tempo que não se exibia assim, eu ia adorar ver isso.

Nem liguei para o comentário, e continuei.

— Ele me abraçou, me tocando. Nossa, amor... Ele tem umas mãozonas, senti seus dedos me pressionando lá embaixo, quase gozei instantaneamente, mas ele me largou, jogou meu biquini na cabine, e pediu para eu avisar a nossa partida na administração, e chamar uns marinheiros para soltar as amarras. Sorri sabendo que ele queria me exibir, eu já estava pegando fogo.

— Nossa, que safado, hein? E você, o que fez?

— Fiz o que ele pediu. Desci do barco só de canga sem nada por baixo, fui até ao escritório da administração daquele jeito que eu estava. Os olhares dos técnicos me devoravam.

— Que loucura Duda!? Ali, ao lado do mercadinho!? Colada no clube!? – Gilson exclamou surpreso.

— Eu estava tão excitada, que nem me toquei, amor.

— Meu Deus, queria ter visto isso.

Dei uma risada.

— Você gosta, né amor? Tinha que ter visto a cara dos oficiais, quando entrei no escritório.

— E você toda insegura, por causa da idade.

Dei outra risada.

— Voltei desfilando no meio de três marinheiros novinhos que me acompanharam, fazendo a canga esvoaçar ao vento do fim de tarde, para deleite daqueles três jovens.

Subi no barco, e fiquei ali, sorrindo para eles, observando lidarem com os cabos, o vento levantando o tecido da canga, então o Olaf me abraçou por trás, desamarrou a canga, me deixou nua na frente dos rapazes, e foi ligar o motor do barco, enquanto eles soltavam as amarras e liberavam o veleiro.

— Uau! O gringo me saiu melhor que a encomenda. - Gilson comentou empolgado.

— Depois de soltar as amarras, os rapazes permaneceram ali me olhando, parada de frente para eles, nua no convés do barco, eles esfregando os paus por cima das calças, enquanto Olaf afastava lentamente o barco do cais. Adorei ver o tesão daqueles três meninos me olhando, só faltaram se masturbar na beira do cais. Então fui até o Timão, onde o Olaf estava, rindo da situação.

— Uau! Nem no seu período mais depravado imaginei que você pudesse fazer uma coisa dessas.

— Amor, não sei o que aquele homem tem, mas sinto que eu poderia fazer qualquer tipo de loucura que ele pedisse, isso até me assusta.

— Eu não me enganei, senti que ele podia resgatar esse seu lado safado. Amo você assim, bem putinha sabia? - Gilson comentou revirando os olhos, mordendo o lábio inferior, e acariciando meus seios.

Dei um tapa na mão dele e perguntei rindo.

— Quer que eu conte ou não?

— Parei! Continua minha safada. – Gilson falou, levantando as mãos.

— Quando já tínhamos uma certa distância, me juntei ao Olaf no timão do barco, os dois rindo da situação. Ele me abraçou, me deu um beijo, mas eu estava excitada demais, e queria partir logo para ação. Me ajoelhei e puxei seu short para baixo, quando o pau dele desprendeu do cós do short, deu uma chicotada no meu queixo, eu já esperava por isso, e sorri para ele.

— Você adora um pau duro batendo na sua cara, né minha putinha? - Gilson manipulava seu pau duro por cima do pijama.

Mais uma vez ignorei o comentário dele, e continuei.

— Segurei o pau dele com as duas mãos, e observei pela primeira vez, o instrumento que iria me proporcionar tanto prazer nas próximas horas. Não estava totalmente depilado, tinha uns poucos pelos ralos, o que me fez crer que se depilava com certa regularidade. O pau era lisinho, rosado, circuncidado, a cabeça em forma de cogumelo, um pouco mais escura e grossa do que o corpo, porém macia. Não era um pau enorme, mas não era pequeno, talvez um pouco maior que o seu, e mais ou menos o mesmo calibre, que é considerável. Eu já transei com paus maiores e mais grossos do que aquele, mas também bem menores. Sempre se diz que tamanho não é documento, mas que ajuda, ah, isso ajuda, e aquele pau parecia perfeito para proporcionar a sensação de preenchimento sem machucar, dependeria muito da forma como ele seria usado, e pude comprovar que Olaf sabia usar e muito bem.

— Se fartou, né safada? - Eu apenas sorri do comentário do Gilson.

— O saco era pesado, cada uma das suas bolas maciças, ocupavam quase toda minha mão, tudo bem que eu sou pequena, e minhas mãos também, imaginei que não teria dificuldade para colocar aquelas bolas inteiras na boca, mas com certeza a encheriam.

Gilson tinha baixado o short, e segurava o pau, duro feito rocha. Não resisti, e dei uma bela chupada, uma só.

— Ai meu deus, essa boquinha.

— Passei a língua pela cabeça e no buraquinho, que já soltava um pouco de lubrificação, Olaf deu um gemido de satisfação.

— Imagino o prazer dele nessa hora.

— Continuei minha exploração, passando a língua por todo o corpo daquele mastro, beijando e sugando cada pedacinho. Lambi o saco e "engoli” uma bola de cada vez, comprovando o volume maior do que eu estou acostumada. Voltei lambendo todo o corpo do pau, até chegar à cabeça, beijei e lambi muito, enfiava a cabeça na boca e tirava, engolindo cada vez mais um pouco, eu já sentia aquele pau forçando meu maxilar e quase encostando na garganta.

— Meu Deus, o cara deve ter ficado louco, sua chupeta e imbatível.

— Olaf tinha a mão apoiada na minha cabeça, sem forçar, eu olhava para cima, e via sua expressão de êxtase, com a cabeça virada para o céu, e a boca aberta. Percebi que ele fazia um esforço enorme para resistir à tentação de empurrar o pau na minha boca.

— O cara é bom mesmo.

— Passei as mãos do seu quadril para suas nádegas, segurei firme e puxei, forçando a pica garganta adentro, segurando lá no fundo, até ficar sem ar, orgulhosa por ter conseguido engolir o pau inteiro, numa autêntica garganta profunda.

— Uhhhh, que delícia sentir o pau entrando pela sua garganta.

Eu manipulava lentamente o pau do Gilson, novamente botei a cabecinha na boca, e dei outra chupada. Ele se contorcia de tesão.

Me afastei e continuei contando:

— Olaf me olhou surpreso, tirei da boca para respirar sorrindo e babando, botei novamente na boca e fui engolindo, puxando novamente, puxei suas mãos para minha cabeça, deixando claro que ele podia controlar, comecei a mover para frente e para trás, o mais fundo que conseguia. Guiada pelas suas mãos, eu o engolia até me engasgar, e ele me empurrava para eu respirar.

— Puta que pariu! Que delícia. E ele gozou na sua boca? - Gilson perguntou ansioso, apertando minha mão no seu pau.

— Então. Ainda nem tínhamos saído da enseada do porto, estava claro. Ele me fez parar, falou que era mais seguro primeiro sair de dentro da baia, e seguir para mar aberto.

— Nossa, que controle hein? Difícil resistir a sua garganta profunda.

— Amor, eu amei essa calma e controle dele, a preocupação com nossa segurança. Me levantei sorrindo, e limpando a baba, fascinada com o cuidado e delicadeza daquele homem.

Gilson me puxou, beijou minha boca, e pediu para eu continuar.

— Me aninhei nos seus braços, ele puxou meu rosto e beijou minha boca, ainda babada e melada do pau dele, com a calma e tranquilidade de quem sabia que teríamos muito tempo para poder curtir, explorar os corpos um do outro e gozar sem limites.

— Um autêntico comedor, confiante no taco que tem, que bom que você se permitiu curtir com ele. - Eu apenas sorri, dei um selinho e continuei meu relato.

— Olaf me fez segurar o Timão, e foi hastear uma pequena vela na proa do barco para aproveitar a brisa suave que soprava naquele momento. O sol se punha no horizonte à nossa direita. Quando saímos da baia, Olaf hasteou outra vela, essa no mastro, no centro do barco, eu apenas segurava o timão, admirando a destreza com que aquele homem se movimentava, exibindo os músculos fortes enquanto tensionava cabos, e enrolava catracas.

- Os dois pelados no barco?

Eu ri e confirmei com a cabeça.

— Para minha surpresa, aquela brisa suave foi suficiente para esticar as velas, e fazer o barco ganhar velocidade. Olaf desligou o motor, e voltou para o meu lado, junto ao Timão. Fez uma correção no curso, observando as velas bem esticadas, acionou um dispositivo que travou o leme, e sorriu para mim.

Olhei para o Gilson encabulada e confessei.

— Amor, aquele olhar e aquele sorriso me excitavam de uma forma que eu não sei explicar, a vontade que eu tinha era de o empurrar no deck e me atolar toda naquele pau.

— Essa é a minha putinha afoita. - Gilson comentou rindo.

Eu ri também, e prossegui.

— Mas ele não tinha essa pressa toda, desceu para a cabine, voltou com uma garrafa de champagne francesa, e duas taças, segurou minha mão, e me conduziu para cima da cabine, nos sentamos, ele serviu a champagne, me fez recostar no seu peito, ficamos observando a cidade se distanciar cada vez mais. Bebericando, ele me acariciando o corpo todo com uma suavidade impressionante. Aquele tesão explosivo que eu vinha sentindo se acalmou, eu estava enamorada do Olaf, e assim ficamos, nos beijando e acariciando suavemente, descobrindo os detalhes do corpo um do outro.

— Feito namoradinhos é? - Gilson perguntou.

Senti uma ponta de insegurança na sua voz, mas nunca escondi nada dele, e não ia ser agora que ia começar.

— Exatamente, amor, ficamos namorando, ele se mostrou um homem extremamente romântico, até me senti culpada por isso, pois naquele momento e em vários outros dessas 26 horas, era com só existisse eu e ele no universo todo.

Sorri para o Gilson, segurei seu rosto com as duas mãos, e sussurrei coladinha nele.

— Adorei namorar como uma adolescente, mas eu te amo, e não trocaria você por nenhuma aventura, por mais gostosa que seja. Não via a hora de te encontrar e contar tudo.

Gilson sorriu me beijou e eu perguntei.

— Quer que eu continue?

— Claro, minha adolescente apaixonada.

Dei uma risada e continuei:

— Quando ultrapassamos a linha de ilhas que forma uma espécie de barreira na costa da cidade, os últimos raios de sol já tinham sumido, o céu tomava uma tonalidade rubra, e do lado oposto, bem mais escuro, começavam a surgir algumas estrelas. O único som que se ouvia era o farfalhar do casco cortando a superfície da água, se afastando cada vez mais da cidade. Pouco depois, mal conseguia distinguir as montanhas da costa, e nem mesmo as ilhas.

Parei suspirando, relembrando a cena, emocionada.

— O céu já completamente escuro, e coalhado de estrelas parecia mais próximo ali. Porém a luminosidade da cidade ainda de fazia presente. Continuamos navegando em direção ao alto mar, a brisa cada vez mais fraca, as velas já não tão esticadas. As luzes da cidade já não interferiam na luz das estrelas. A impressão que eu tinha era que se esticasse as mãos, poderia trocar as estrelas.

Gilson, também suspirou, e comentou;

— Nossa! Deve ter sido incrível.

Olhei para ele desejando que ele tivesse visto aquela cena comigo.

— Olaf se levantou e recolheu as velas, lançou um dispositivo estranho na água, que parecia uma boia com um funil, me explicou que era para manter o barco no fluxo da corrente, que naquele ponto acompanhava a costa em direção ao sul, e nos manteria seguros, distante da rota dos navios. A brisa fraca havia cessado completamente, e a superfície escura da água parecia um espelho, refletindo todo esplendor daquele céu. Para onde eu olhasse, enxergava apenas estrelas, como se a superfície do mar fosse uma continuação céu. Era como se flutuássemos no espaço, cercados de estrelas por todos os lados. Chegava a faltar o ar de tão inebriante e emocionante.

Parei olhando para o Gilson, mas na minha mente estava revivendo aquele momento.

— Uma lágrima correu dos meus olhos, que Olaf enxugou com a ponta do dedo depois me abraçou e lambeu meu rosto onde a lágrima escorria. Sorri para ele, confortada e aconchegada naquele abraço. Recostei a cabeça no seu peito forte, um sorriso de satisfação estampado no rosto. Ele me virou de frente para ele, e começou a me beijar o rosto todo, boca, orelhas. Virei a cabeça de lado, expondo meu pescoço, num sinal de total entrega e confiança. Ele lambeu e beijou minha orelha e meu pescoço.

Olhei para o Gilson, me excitando em antecipação ao que ia contar.

— Você sabe que isso me excita demais.

O olhar do Gilson era de expectativa, e ele só concordou com a cabeça.

— Olaf se ajoelhou na minha frente, espalmou meus seios, apertando com carinho, beijou, lambeu em volta dos mamilos, abocanhou chupando forte, mas ao mesmo tempo com toda delicadeza. Não resisti, segurei firme sua cabeça pressionando contra meu peito. Ele entendeu que eu queria mais forte, sugou firme, engolindo quase todo meu peito, ao mesmo o tempo enfiou dois dedos na minha xaninha. Nossa que tesão, ficou me chupando os peitos e masturbando até eu gozar, o que não demorou quase nada, dado meu estado de excitação.

Meu tesão voltou com tudo, voltei a manipular o pau do Gilson com mais firmeza.

— Olaf me pegou no colo, levou para o deck de proa, onde havia um enorme colchão, me pôs deitada de costas, e voltou a me beijar. Nem sei quanto tempo ficamos nos beijando, as mãos dele explorando meu corpo todo. Eu gemia na sua boca, entregue ao que ele quisesse fazer.

Gilson apenas gemia extasiado com meu relato e minha punheta, ainda lenta.

— Então ele foi descendo, beijando meus seios, chupando mordiscando, segurei firme e ele deu uma mordida mais forte, gemi alto, sua boca foi descendo pela minha barriga, lambendo, chupando mordendo, eu já me abria toda ansiosa pela sua língua na minha boceta. Quando ele tocou meu clitóris com a língua, eu estremeci toda, e ele começou a me chupar, lamber, morder, eu revirava a cabeça de um lado para outro, e não sabia dizer se as estrelas que eu via estavam no céu ou na minha cabeça. Eu estava gozando convulsivamente. Olaf reduziu a intensidade da chupada, deixando-me aproveitar aquele gozo. Quando meu corpo parou de sacudir descontrolado, ele se deitou em cima de mim, o pau roçando a entrada da minha boceta.

O Pau do Gilson estava empinado, rígido, montei por cima dele, pincelando o pau na minha boceta inchada pela primeira vez desde que tinha chegado.

— Nossa, olha como essa bocetinha está inchada e melada. - Gilson falou com a voz rouca de excitação.

Encaixei o pau dele na entrada da boceta e comecei a rebolar, fazendo a cabecinha penetrar um pouco.

Gilson gemeu alto, eu continuei mexendo, devagarinho e voltei a contar.

— Amor, eu tinha acabado de gozar, mas ainda estava fervendo, queria ele dentro de mim, fui me mexendo embaixo dele, fazendo o pau encaixar na entrada da boceta, levantava o quadril para fazê-lo entrar, mas ele me torturava e foi metendo bem lentamente, um pouquinho de cada vez.

Olhei para o Gilson com tesão, trinquei os dentes, e me sentei com tudo, enfiando-o inteiro, até o talo.

Gilson deu um grito forte.

— Ah, como eu gosto disso. - falei olhando para o alto.

— Gosta de um pau na boceta, né sua puta.

- Adoro! Dei a noite toda e quase o dia inteiro, gozei muito, e ele também, dentro de mim. Não sei de onde aquele homem tira tanta energia, e nem o que ele fez comigo, porque ainda quero mais.

Eu tentava cavalgar o Gilson, mas estava cansada, sem forças, a virilha e as coxas doloridas de tanto forcar para abrir as pernas, me agarrei no Gilson e me virei, deitando-me de costas na cama, o puxei falando.

— Vem meu velho, vem foder sua puta fodida e gozada, vem. Me fode, me fode, vai.

Ao ouvir aquilo, Gilson saiu de dentro de mim, mergulhou entre minhas pernas e meteu a boca na minha boceta.

Tentei empurrá-lo, explicando.

— Para amor, tomei banho, mas ele gozou tanto que ainda estou escorrendo, para.

Mas ele estava firmemente agarrado as minhas coxas, me chupava e lambia fundo. Me dei conta que o tesão dele estava gigante, e ele sabia o que estava fazendo, então resolvi provocar.

— Então lambe, meu corninho, chupa a boceta gozada da sua puta, chupa. Dizem que esse é o sonho de todo corno.

Nós nunca gostamos do termo corno, sempre nos pareceu depreciativo e humilhante, mas naquele momento, parecia tão natural e até mesmo carinhoso.

— Você é meu corninho? Gosta de ser meu corninho?

Gilson parou de me chupar, deitou-se em cima de mim, enfiando tudo de uma vez, me beijou a boca, e enquanto metia feito um alucinado, ia falando.

— Sou seu corninho há mais de 25 anos, sempre fui desde que te conheci, mesmo que você ainda não tivesse feito nada, sempre gostei de ver os homens te azarando, e babando pelo seu corpo, amo ser seu corninho, adoro quando você sai de casa produzida igual uma vadiazinha, e chega em casa satisfeita de tanto foder, adoro ouvir você contando como se portou igual uma puta, o quanto gozou e quanta gozada levou.

Agarrei a cabeça dele e dei um beijo que quase arranquei sua língua, e empurrando para baixo, falei.

— Então vai meu corninho, chupa a boceta gozada e esfolada da sua esposa, que passou mais de 24 horas pelada, à disposição de um viking, para ele foder e gozar do jeito e onde ele quisesse.

Enquanto falava fui me virando de quatro, a bunda bem empinada.

Gilson foi se ajeitando atrás de mim ainda chupando minha boceta e passando as mãos na minha bunda, subindo, beijando e lambendo, quando chegou no anelzinho, parou, se afastou olhando surpreso, e perguntou.

— Uau, e esse cuzinho vermelho desse jeito?

Olhando para o Gilson com a maior cara de puta que eu conseguia fazer respondi.

— Apesar daquela calma e controle todo, Olaf é um safado. Depois de gozarmos sei lá quantas vezes, estávamos namorando no teto da cabine, ele me puxou num 69, começamos a nos chupar, ele começou a fazer carinho na minha bunda, apertando, cutucando o anelzinho, enquanto me chupava enfiava um dedo, depois dois e três dedos, lambia, e enfiava os dedos, fiquei doida com o jeito que ele fazia.

Olhei séria para o Gilson e falei.

— Eu te disse que achava que faria qualquer coisa que ele pedisse. Nem precisou pedir, não precisavam palavras para eu saber o que ele queria, me virei de quatro, segurei as nádegas com as mãos, abri bem a bunda, e pedi para ele comer meu cu.

— Caralho Duda! Você pediu!? – Gilson exclamou surpreso.

— Você sabe que só o puto do Celso, conseguiu me excitar com seus toques, lambidas e cutucadas, ao ponto de eu quase deixar ele comer minha bunda, mas eu nunca dei, nem para ele, nem para nenhum outro amante, ou nenhum homem com quem saí, mesmo para você, foram pouquíssimas vezes, só quando o Celso me provocava. Eu nunca curti muito, mas ele me deixou com tanta vontade.

— Mas que putinha mais safada minha mulher se tornou aos 60 anos.

Dei uma gargalhada.

— Você que me ensinou a ser assim, sempre me fodeu como se eu fosse uma puta, sempre gostou que me vestisse de puta, depois dos 35, com seu incentivo, me liberei e dei muito a boceta, feito puta, sempre com seu conhecimento e apoio, a única diferença é que agora sua putinha está mais madura, e deu o cu também.

E olhando para o Gilson cheia de tesão mandei.

— Para de falar e come esse cu, alargado pelo viking.

Gilson afundou o rosto na minha bunda, lambeu meu cu, lubrificando bem com sua saliva, cuspiu, cravou as mãos nas minhas ancas, e empurrou o pau no meu cu, que deslizou com certa facilidade para dentro.

Gilson excitado falou.

— Puta que pariu, olha só como esse rabo está laceado.

Ele passou a meter feito alucinado, nenhum de nós dois conseguia mais articular palavras inteligíveis, fodíamos feito animais, gemendo e resfolegando, até explodimos num orgasmo praticamente simultâneo.

Rolamos de lado e ficamos deitados, abraçados de conchinha, recobrando o fôlego e curtindo o pós-gozo.

Então Gilson falou baixinho.

— Que bom que você se liberou novamente, e se divertiu.

Me virei olhando nos olhos dele, e mesmo sabendo o efeito do que eu ia falar ia causar no meu marido, eu precisava confessar.

— Amor, eu nunca trepei tanto num espaço de tempo tão curto, perdi a conta de quantas vezes nós gozamos, ele gozou muito dentro de mim, que amante viril e gostoso. Mas também um homem fantástico, romântico, delicado, atencioso, eu adorei cada segundo que estive com ele.

— Assim você me mata de ciúmes, Duda, sabe que adoro ouvir suas putarias, mas cada vez que ouço esse seu tom, apaixonada, meu coração quase para.

Dei um sorriso, espremi meu corpo no do Gilson, num abraço apertado, me esfregando nele, e sussurrei no seu ouvido.

— Eu amo você, não consigo imaginar minha vida sem você ao meu lado, amo essa liberdade que você me dá, e seu jeito safado, até essa sua tara de me ver feito uma puta. Mas não posso negar que me apaixonei pelo Olaf, ele me faz sentir uma adolescente, me fodeu como uma adolescente, me fez gozar como uma adolescente. Eu transaria com ele a hora que ele quisesse, mas na hora que eu estava lá, deitada no deck como se estivesse flutuando entre as estrelas, e aquele homenzarrão em cima de mim, me penetrando, fundo, forte, mas cheio de cuidado ao mesmo tempo, pensei em você, como eu gostaria que você estivesse ali comigo, assistindo o meu prazer, segurando minha mão. Você é meu porto seguro, minha alma gêmea. Amo poder estar aqui dividido tudo que senti com você.

Gilson sorriu, me beijou com paixão e falou.

— Você sabe que amo ver você gozar, e sempre desejei poder ver outro homem fazendo você gozar, te proporcionando prazer, se deliciando com o corpinho da minha mulher. Ainda mais um homem jovem e viril como o Olaf.

Sorri extasiada pela cumplicidade e amor que existia entre nós dois, mas não tive coragem de contar que pedi para o Olaf gravar todos os momentos da nossa aventura, ainda não estava pronta para aquilo.

Beijei meu marido com paixão. E falei.

— Ele vai até a Patagônia, depois volta para atravessar o canal do Panamá e seguir para o Hawaii, e então atravessar o Pacífico até a Australia.

Olhei para ele com minha cara mais safada e falei.

— Ele pediu para eu ir com ele até o Hawaii.

Gilson me olhou abismado, lendo na minha expressão que eu já estava decidida a ir.

Mas eu completei.

— Você podia programar férias e vir com a gente. Ele disse que dá para fazer essa jornada até o Hawaii em um mês, ele tem milhas do cartão a vencer, pode comprar passagens para voltamos de avião do Hawaii.

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Comentários

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ótimo conto, muito bem escrito, detalhado, ótimo!

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Faço minhas as palavras do Leon!! Muito bom o conto e deixando no ar a expectativa e curiosidade para o que veio depois!!!⭐️⭐️⭐️

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Beto. Ler o conto publicado é ainda melhor do que ler ainda na revisão. Realmente um senhor conto, perfeito para o desafio. E ainda deixa a vontade da gente saber como foi essa viagem da Eduarda durante as férias. Ficarei na expectativa de mais essa. Parabéns. Excelente história e muito bem construída, misturando realidade e ficção num blend perfeito. 3 Estrelas.

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Listas em que este conto está presente

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