Carla, ou Carlinha, como carinhosamente eu a chamava, estava com dezenove anos, mas aparentava muito menos, ainda mais com aquele jeitinho angelical e uma carinha de sapeca, sempre fazendo graça com todos, e sempre muito carinhosa comigo. Sempre que nos encontrávamos, ela praticamente pulava em meus braços me chamando de titio, o que sempre causava ciúmes em minha esposa. Aliás foi esse ciúme excessivo que acabou nos levando a ter a briga séria que me levou até à casa de meu irmão mais velho, naquele final de semana.
Eu sou o irmão mais novo de quatro filhos, estava com trinta e cinco anos, e tinha me casado com uma mulher linda e muito atraente, de 40 anos, que logo depois do casamento me mostrou um lado que eu não consegui enxergar antes, mesmo algumas pessoas tendo me alertado.
Célia era uma mulher trabalhadora, bem-sucedida no que fazia, bonita e atraente, mas o fato de ser casada com um homem mais jovem, no caso eu, a deixava completamente insegura.
Não importava o que eu fizesse para demonstrar o quanto gostava dela, a nossa vida foi aos poucos se transformando em algo insustentável, até chegar ao ponto de uma tentativa de violência física por parte dela, o que me levou até à casa do meu irmão Paulo, onde eu esperava receber um bom conselho e acalmar meu espírito, para só depois tomar uma decisão sobre o que fazer.
Paulo era meu irmão mais velho, um homem bastante sensato e religioso. Ele tinha se convertido e virado evangélico desde que conheceu sua atual esposa, a Ana, uma mulher viúva, na casa dos cinquenta anos, assim como ele. Ela tinha perdido o marido num acidente de caminhão e ficado com uma filha pequena, logo em seguida conheceu meu irmão e os dois se casaram e ele passou a criar a Carlinha como filha, daí o motivo dela sempre me chamar de tio, ou titio.
Eu sei que sou um homem atraente, por mais que a gente tente ser modesto, o espelho não mente. Eu sempre fiz muito sucesso com a mulherada. Sou moreno claro, cabelos negros, corpo muito bem trabalhado na academia e também nos campinhos de futebol, onde compareço sempre aos finais de semana, com os meus amigos, o que também era causa de brigas em casa, já que minha mulher sempre achou que eu ia atrás de outras, mesmo quando a levava junto.
Me lembro que sempre que a Carlinha me abraçava e passava a mão em meu rosto, me fazia um carinho mais demorado, era motivo de implicância da minha mulher. Tanto que a menina pegou birra dela, e, sempre que possível, fazia carinhos demorados e mais acalorados para provocar mesmo. Eu levava aquilo tudo na brincadeira, pois achava que era coisa de adolescente birrenta, embora algumas vezes eu achasse que ela exagerava um pouco, me deixando até excitado, o que me constrangia, pois, pra todos efeitos, era a minha doce sobrinha, filha de meu irmão e de minha cunhada.
Naquela noite de sexta-feira, depois que me aconselhei com meu irmão e também com minha cunhada, ele me pediu para dormir na casa deles, pois assim eu ficaria mais tranquilo e pensaria melhor ao amanhecer.
Por volta das vinte horas ele me disse que teriam que ir a uma vigília na igreja deles, mas que eu ficasse à vontade no quarto de hóspedes. Eles não tinham hora para voltar, talvez só ao amanhecer, mas que logo a Carlinha chegaria da faculdade e u poderia contar com ela, caso precisasse de alguma coisa.
Assim que eles saíram eu tomei um banho, comi uma coisa leve e me deitei na cama espaçosa do quarto de hóspedes, que ficava bem no fim do corredor que levava ao quintal. Estava um pouco quente, então coloquei uma cueca samba canção de seda, bem confortável e folgada e fiquei pensando na vida, enquanto ouvia uma música suave no celular, com fone de ouvido. Cochilei um pouco e nem ouvi a Carlinha chegando.
Era mais de vinte e duas horas, quando eu percebi uma mão delicada alisando os pelos de meio peito desnudo, abri os olhos parcialmente e vi a cara da Carlinha bem próxima do meu rosto. Ela deu um sorrisão bonito e eu vi aquelas covinhas em suas bochechas, que a deixavam com uma imagem ainda mais infantilizada.
— Oi Titio lindo, eu não queria lhe acordar, mas não resisti em passar a mão em seu peito peludo. Você estava tão bonito cochilando aí. – Ela falou e me deu um abraço apertado, comprimindo seu corpo contra o meu. Ela estava com cheirinho de banho tomado. Vestia um pijaminha de malha bem levinha, uma blusa de alcinha e um short minúsculo.
— Oi minha menina linda! Seu Tio veio aqui para... – Eu nem consegui concluir a frase. Senti o dedo dela comprimindo e silenciando meus lábios.
— Não precisa me contar nada, Tio Leandro. Eu falei com minha mãe há pouco e ela me contou tudo. Eu realmente não entendo como um homem como você pode suportar uma mulher como a tia Célia, aquela mulher é doida. Você merece coisa melhor. – Eu sorri do jeitinho bravo dela, e tentei me justificar:
— Como assim, um homem como eu? – Perguntei tentando sorrir e me soltar um pouco. Tinha tido um dia muito tenso.
— Você é um homem especial, delicado, educado, trabalhador, um cara muito legal. – Ela respondeu ainda alisando meus pelos do peito, como fazia desde que era apenas uma garotinha.
— Assim não vale. Você é minha sobrinha querida. Tá tentando me agradar. – Eu respondi passando a mão em seu rosto, que estava ainda mais próximo do meu peito.
— E tem mais: você é um homem na flor da idade e é muito lindo e gostoso. Que mais uma mulher pode querer? – Nessa hora eu fiquei meio envergonhado e senti meu corpo esquentando. Meu pau até deu sinal dentro da cueca, e eu tentei me ajeitar melhor na cama, para disfarçar. Também estava incomodado de ter uma reação como essa, exatamente com a minha doce sobrinha.
— Me deixa me ajeitar aqui um pouquinho. Estou meio caído na cama. – Falei, tentando me erguer. Ela deslizou mais a mão pelo meu peito, levou a boca em um de meus mamilos e passou a língua, me causando um arrepio na pele e fazendo o meu pau pulsar, dando sinal de que estava duro.
— Fica assim mesmo, Titio. Você precisa relaxar um pouquinho. – Eu me apoiei nos travesseiros e senti a mão dela deslizar para baixo, perto de minha cintura.
Eu fiquei meio tenso e logo percebi o que ela faria a seguir. Tentei reagir, mas o corpo paralisou, não obedeceu ao cérebro.
A mão dela deslizou para dentro de minha cueca e começou a segurar meu pau, fazendo com que eu gemesse baixinho. Olhei para ela e falei:
— O que você está fazendo minha menina? A gente não pode... – Mais uma vez fui interrompido pelo seu dedo pressionando meus lábios.
— Shiiii !!! Não fala nada Titio. Relaxa. – Eu obedeci. Logo senti aquela boquinha quente se aproximar de meu pauzão e sua língua começou a lamber meu pau delicadamente, como ela lambia os sorvetes que eu costumava lhe dar em tempos passados. A seguir ela começou a engolir meu pauzão e eu vi que aquela menina de outrora sabia muito bem o que estava fazendo, impossível não lembrar de Lolita, mas eu ainda estava assustado com tudo o que estava acontecendo tão rápido.
Também me sentia um pouco culpado, apreensivo, mas nada fiz, apenas fiquei alisando seus cabelos e observando como era belo o seu corpo. Seios bem feitos, uma bunda redondinha, pernas torneadas e uma bocetinha delicada e lisinha, visível por baixo daquela malha fininha que ela usava.
Eu gemi forte, sentindo meu pau pulsar dentro de sua boquinha quente, ela ergueu a cabeça um pouco, me deu um beijo na boca e falou em meu ouvido:
—Tio, eu quero foder com você. Sei que vai ser gostoso. Eu sempre quis fazer isso com você. – Aquele jeito direto me deixou desconsertado. Os homens ainda se assustam quando encontram uma mulher que sabe o que quer e expressa isso de maneira clara. Ainda somos, mesmo sem querer, machistas, nesse sentido.
— Não sei se devemos, minha menina. Sinto que estamos fazendo algo errado. Você é minha sobrinha. Me sinto traindo sua mãe e meu irmão.
— Não seja bobo Titio! Somos um homem e uma mulher cheios de tesão. Nada há de errado nisso. – Ouvir aquilo me despertou. A menina era uma mulher, e muito decidida. E ouvi-la me chamando de Titio me deixava muito mais excitado.
Abracei-a com carinho, apertando-a em meus braços fortes. Comecei a beijar sua boca e ela correspondia. Eu enfiava a língua na sua boca e mexia nos seus biquinhos que começavam a ficar durinhos. Passei a lamber sua orelha e morder seu pescoço. Aquelas mordidinhas que não deixam marcas, só dão mais tesão. Lambi e mordi também seus mamilos. Mamei seus seios e comecei a alisar sua bocetinha que já estava molhadinha. Ela gemia alto e se contorcia toda.
Meu pau estava muito duro e eu levei sua mão novamente para ele, enquanto chupava seus peitinhos firmes.
Desci lambendo sua barriga e logo estava no meio de suas pernas, com a língua lambendo aquela fendinha gostosa e perfumada. Ela gemia e puxava minha cabeça para sua boceta, como se quisesse que eu mergulhasse dentro dela.
— Me fode Titio! Quero sentir você dentro de mim. – Ouvi esse pedido e perdi a cabeça. Já estávamos nus e eu a coloquei na posição de frango assado, com as pernas apoiadas em meus ombros. Comecei a passar meu pau na entradinha. Enfiava um pouco e tirava. Ia com ele no seu clitóris, esfregava e tirava. Logo enfiei a cabeça na rachinha e forcei um pouco. Ela gemeu alto e eu dei uma paradinha. Enfiei mais um pouco e senti sua grutinha quente e molhada, agasalhando meu caralhão duro. Sua bocetinha era bem apertada e isso estava me enlouquecendo de tesão.
Senti suas unhas em minhas costas e dei um tranco, empurrando o resto do caralho para dentro. Ela deu um gritinho gostoso e eu comecei a me movimentar num vaivém gostoso, intenso e ritmado. Dava para sentir o quanto ela estava gostando. Soltei meu corpo sobre o seu e acelerei o vaivém, sentindo meu corpo pesado se chocar contra seu corpinho delicado.
— Mete Titio! Fode sua garotinha! Me fode meu macho gostoso. Eu sempre quis isso. Me faz gozar gostoso, meu macho. Fode Titio! – Era uma loucura indescritível ouvir isso da boca daquela menina que há tão pouco tempo brincava de casinha e sentava em meu colo. Acelerei as metidas e senti suas unhas me arranhando a pele. Soquei muito fundo, fazendo ela gozar num urro alto. Seu corpo tremia embaixo do meu, e dava pra sentir que era mais de um gozo. Era uma sequência de pequenos orgasmos múltiplos. Ela gemia desesperada, tremendo aquele corpinho delicado, me fazendo gozar também.
Ficamos ali abraçadinhos por um bom tempo, sentindo as nossas batidas cardíacas. Me sentia como um jovem que tinha tido a melhor metida de sua vida até então.
— Você é muito gostoso Titio! Foi uma delícia sentir você assim. – Ela falou depois de uns minutos de silencio, e sua mão começou a alisar meu corpo que já reagia, como o corpo de um jovem iniciante.
Virei para seu lado e fui beijando seu rosto, sua boca, depois seu pescoço. Ela me abraçava animada, parecia que tinha descoberto um tesouro.
Quando comecei a chupar seus peitinhos novamente, ela gemeu baixinho. Continuei beijando e chupando seus seios, mas fui descendo em direção à sua bocetinha. Comecei a beijar suas coxas, dava mordidinhas, ia até bem perto da fendinha e voltava.
Ela começou a erguer seus quadris. Eu então lambi sua rachinha, indo do ânus até seu clitóris. Ali eu dava uma chupadinha e pressionava com a língua, ela se tremia toda e eu continuava chupando e enfiando minha língua na sua bocetinha. Quando chegava perto do seu cuzinho ela levantava os quadris e eu aproveitei e passei meu dedo no seu cuzinho. Ela gemia toda vez que eu fazia isso, então enfiei um dedo bem devagar. Chupava sua rachinha e enfiava meu dedo no seu cuzinho, que parecia querer devorar meu dedo. Dei uma lambida e uma chupada bem molhada em seu grelinho e sentir ela gozar, se contorcendo toda, como se levasse choques elétricos.
Não a deixei descansar, nem parecia ser essa a intenção dela. A coloquei de quatro e falei que ia comer seu cuzinho. Ela apenas me olhou com uma cara de menina faminta e devassa. Uma verdadeira Lolita. Sua bocetinha estava encharcada, molhada, e eu lubrifiquei aquele cuzinho com bastante saliva.
Comecei passando meu pau na sua bocetinha e o dedo no seu cu. Logo comecei a enfiar o dedo. Ela começou a relaxar e eu vi que era a hora. Coloquei meu pau no buraquinho e comecei a forçar. Empurrei mais um pouco e ela soltou um gritinho, mas a cabeça já estava dentro. Parei um pouco para ela se acostumar com a invasão. Logo comecei a me movimentar, passando a mão em sua boceta, massageando seu clitóris, enquanto lhe estocava o cuzinho. Entrando e saindo daquele buraquinho quente e apertado.
— Ah Titio! Tá doendo! Tá arrombando sua garotinha. Fode meu cuzinho, Titio. Tá doendo, mas tá gostoso. – Ela gemia safadamente.
— Isso safadinha! Geme gostoso na rola do Titio. Era isso que você queria?
— Era sim Tio! Me fode gostoso, meu macho! Eu sou louca por você. – Senti seus movimentos agitados e logo percebi que ela ia gozar. Aumentei as metidas e vi que ela estava gostando, pois ela abria as pernas e empurrava a bunda para trás, fazendo ela se chocar com minha virilha, e minha vara sumir em seu cuzinho. Ela soltou um gritinho histérico, gozando gostoso juntinho comigo que inundei seu cuzinho com meu leite. Acabamos dormindo um pouco.
Despertamos assustados, olhamos o relógio e já passava da meia-noite. Não tinha ninguém em casa, além de nós.
Fomos tomar banho juntos, ela me beijou e ficou olhando, parecia espantada com meu pau duro, mesmo depois das fodas intensas que tínhamos tido. Eu também não sabia explicar toda essa energia. Fui ensaboando seu corpo, passando a mão na sua bocetinha. Ela segurava meu pau e logo se ajoelhou e começou a mamar. Depois de um tempinho tirei meu pau de sua boca e soltei jatos de porra, lambuzando seus peitos com meu leite grosso e viscoso. Ela espalhou meu gozo por todo o corpo, sentindo muito prazer com isso. Terminamos o banho e, mesmo tendo certeza que nada fizemos de errado, veio aquela culpa pós-gozo. Conversamos um pouco sobre isso e resolvemos nos deitar, já que estávamos exaustos.
Acordei tarde no outro dia. Carlinha não estava em casa. Eu estava incomodado em olhar para meu irmão e minha cunhada. Fui até minha casa, fiz uma pequena mala e me instalei num pequeno hotel, enquanto decidia o que fazer da vida. Uma coisa eu tinha certeza. Aquele capítulo de minha história com a Carlinha, minha doce sobrinha, ainda não tinha acabado.
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