Tudo começou quando eu, um jovem ingênuo, decidi ser policial militar. Iniciei a carreira pensando apenas em como seria ter um bom salário para viver. Minha vida, relativamente pobre financeiramente, mudou após seis meses de serviço, quando passei a ganhar o dobro do que jamais havia recebido. Com isso, veio também o poder do fardamento. Vestir quase que uma roupa de rei trouxe consigo o assédio das mulheres em minha vida.
Esse assédio se deu pelo fato de que, atualmente, as pessoas andam desleixadas com sua aparência, enquanto o militar segue regras rígidas de apresentação: postura impecável, roupa bem passada, barba feita, cabelos aparados. Sem que minha esposa soubesse, ela que sempre esperava ansiosamente meu retorno para casa, comecei uma conversa amigável com uma colega do curso de formação. Talvez tenha me deixado levar pelos encantos de uma mulher morena, de cabelos lisos e corpo sedutor, com seus 1,80 de altura. Aliás, ela era a testa do nosso pelotão. Além disso, os dias sem poder ir para casa, somados a líbido efervescente de um jovem de 22 anos, contribuíram para que tudo acontecesse.
Seu nome era Marta. Não me recordo exatamente como chegamos até o dia do nosso encontro. Acho que a conversa fluiu tanto que nos envolvemos sem perceber o risco que estávamos correndo. A verdade é que o alojamento masculino e o feminino não eram tão distantes assim, e ela acabou se oferecendo para lavar minhas roupas na máquina de lavar disponível apenas no alojamento feminino. Quando cheguei com a sacola de roupas, ela me recebeu vestindo um calção preto bem curto, claramente para me provocar. Ao se virar, fiquei hipnotizado pela dobrinha de sua bunda que ficava à mostra.
Em frente ao quartel, não muito longe dali, havia um motel – bem ruim, diga-se de passagem –, mas, como eu tinha minhas contas a pagar, era o único que cabia no orçamento. Certo dia, combinamos um horário para sair. Ela entrou no meu carro e, rapidamente, seguimos até o local desejado. Guardei o carro na garagem, descemos e abri a porta do apartamento. Assim que entramos, analisei cada canto, verificando a higiene do lugar. “Está limpo”, disse a ela com um suspiro de alívio.
Começamos com um beijo molhado e prolongado, de forma que dava para escutar o estalar do encontro dos lábios. Ainda sem sequer sentar ou deitar, comecei a tatear seu corpo, na intenção de descobrir suas zonas mais sensíveis, aquelas que poderiam inflamar seu desejo. Passei minhas mãos pela sua cintura e fui subindo por dentro da blusa, tateando suas costas e seu abdômen, até alcançar seus mamilos, que estavam tão duros que me arrepiaram ao toque. Naquele momento, não pensei em mais nada além de tirar sua blusa, virá-la de costas para mim e pressioná-la contra a parede, segurando firme em seus seios.
Dava para sentir o cheiro do seu corpo, estava começando a suar, pois o corpo quente e a temperatura era propicio naquele momento. E se tem uma coisa que me estimula e sentir o exalar do corpo feminino. Dos seios, ainda com ela de costas para mim, comecei a descer pelo seu corpo, passando firmemente pela sua bunda de quadris largos, subindo e descendo as suas coxas. Delicadamente tirei sua calça jeans apertada, e comecei a roçar meu corpo cada vez mais forte no corpo dela, comecei a perceber que ela já estava excitada o suficiente para mim, e eu claro, com a cabeça do pênis tão dura quanto uma pedra, vermelha e sedenta por penetração.
Perdi totalmente o controle, com ela maior do que eu, fui tomado pela sua força descomunal, não esperava tamanha agressividade, agora ela que estava tomando o controle da situação, de repente, virou-se rapidamente, deu-me um empurrão, fazendo com que eu caísse sobre a cama, arrancou minhas calças ferozmente, e tão rápido que eu não pudesse reclamar, puxou minha cueca para baixo, o meu mastro saltou para fora, onde ficou balançando para ela que o desejava e ficava apenas admirando, foi nesse momento que fiquei com raiva, gritei – lazarenta, em pensamento, como se quisesse que imediatamente ela me chupasse loucamente, mas ela propositalmente, olhando que eu a desejava, fez cena, como que na intenção de me maltratar.
Quando tentei levantar, me empurrou novamente, pisou com pé direito em meu peito, e com olhar descomunal me impedia de levantar. Sedutoramente tirou o sutiã rendado e vermelho, deixando os seios fartos apresentados bem na minha cara, quase que implorando para mim para serem mamados. Fez o mesmo com a calcinha, também da mesma cor e modelo, retirou agora bem devagar, e sem deixar cair ao chão, com os próprios pés colocou em meu rosto, para eu sentir o cheiro de buceta molhada e pronta para ser penetrada.
Esbravejei novamente incrédulo de que meu pedido fosse acatado – sente-se em mim, vem sentir teu nego. Mas como premeditei, recusou-se de imediato.
Retirou seus pés, e com a mão direita, tratou de me satisfazer, punhetando devagar, como que a cada movimento de meu corpo a fizesse sentir ainda mais prazer. Logo, pude ver seu grelo aumentar de tamanho, suas mãos intercalavam em me manobrar e se tocar, nos grandes lábios. O seu líquido, já escorria quando passava suas mãos, e depois compartilhava em meu pênis. Não tinha mais jeito, seu desejo era tão grande que começou a usar sua boca, primeiro sua língua mapeava a cabeça do meu pau, e depois segurando forte a base dele, descia com ele em sua boca, escondendo – o, e ao subir, devagar, sugava ele com uma pressão que nunca, jamais havia sentido.
Me coma – disse Marta, já cansada de tanto me mamar.
Claro que sim – respondi, mas quero que deite na cama e que segure suas pernas pra que eu coloque bem fundo.
Imediatamente, nos posicionamos. Encabecei na entrada e pincelei o pau, a buceta molhada devolveu de presente seu líquido, deixando meu mastro completamente lambuzado. Estava entreaberta, pronta para me receber. Empurrei, como se estivesse a explorar. Ouvi um gemido doce e suave da primeira penetração, seus olhos reviraram e seu corpo enrijeceu. Comecei a penetrar cada vez mais rápido e forte, sabia que não conseguiria aguentar muito tempo, depois de tanta preliminar, mas Marta, me desejava. Gritando – fode essa buceta, caralho… Come a tua policial. Isso me fez querer a ainda mais. Nesta posição, conseguia chegar até o fundo, e sentido meu pau cutucá-la até o talo, ouvia seus gemidos aumentarem, nossos corpos agora suados, um olhando para o outro, já sentindo o corpo formigar pelo gozo que estava a chegar, de repente – ahhhhh, vai caralho, mete – gritava aos prantos. Senti sua buceta me molhar, um jato quente e molhado me atingiu, o barulho do ploc, ploc, aumentou e com isso gozei dentro dela.
Essa foi a primeira vez que comi uma policial, na verdade ainda eramos alunos soldados, teve outras mulheres que conseguiram entrar em minha mente e me fizeram perder o controle, mas contarei em um outro conto o dia que enrabei uma novinha no quartel.