Fui recompensado triplicado, após uma abstinência forçada. (1)

Um conto erótico de Sarm
Categoria: Heterossexual
Contém 4255 palavras
Data: 31/03/2025 13:31:13

Narrei no capítulo anterior o meu início na atividade sexual, pois o considero espetacular, e diferenciado.

O considero espetacular e diferenciado, e recomendo a sua leitura para entender este e os demais capítulos, pq apesar de uma frustração inicial resultante de ingenuidade q decorria da falta de educação sexual da parte dos pais e da escola, comum na época, depois dela, td foi repleto de aventuras e descobertas intensas, abrangentes, e rápidas, as quais mudaram completamente minhas noções de afetividade, sexualidade, masculinidade, e até mesmo, o lado profissional.

Desde a chegada a Belo Horizonte, experimentava pela primeira vez um volume excessivo de assédio feminino, em todos os lugares, e de várias maneiras.

Eram encaradas demoradas, sorrisos, línguas passando sensualmente pelos lábios, mexidas características contínuas nos cabelos, decotes sendo aumentados e mini saias diminuídas na minha frente, bilhetinhos enviados através de garçons em restaurantes e lanchonetes, e até mesmo, prostitutas se oferecendo para dar sem cobrar.

É verdade q na igreja tb era assediado por garotas q desejavam namorar comigo, mas no ambiente religioso as formas de conquista são ou eram mais limitadas pq não envolvia ou não podia envolver a prática de sexo.

Até pq os pais não deixavam sair sozinhos, qdo saísse acompanhado tinha hora para voltar, mesmo em casa sempre havia alguém da família por perto, e dormir junto isso simplesmente não existia, nem acontecia.

Claro q mesmo assim a garota dava o jeito dela, pra sentir o pau nas coxas e na bunda, receber carinhos manuais nos seios q pedia, sobretudo, depois de experimentar a primeira vez.

Duas delas q a mãe era divorciada e por isso a fiscalização foi menor, faltou muito pouco pra comer, pq em mais de um dia cheguei a esfregar o pau na pepeka sentindo-a muito bem, por cima da calcinha.

Mas a timidez oriunda do ambiente religioso ao qual pertenci até poucos dias antes de viajar a Belo Horizonte, me impedia de reagir como a maioria dos homens, correspondendo a esse assédio q me fazia tão bem.

Perturbado com o q ocorria, cheguei até mesmo a perguntar o q devia dizer a uma mulher, quando quisesse transar com ela.

Esse colega a quem perguntei, q costumava se sentar comigo nas refeições feitas no hotel, era mais sério, casado, pai, não bebia álcool, tendo, portanto, mais afinidades comigo.

Ele achou engraçada a minha pergunta, e respondeu q essa era uma situação q deveria deixar fluir naturalmente, q não me preocupasse sobre o q dizer, pq aconteceria qdo tivesse q acontecer, q forçar às vezes daria certo, mas era melhor ser de modo espontâneo.

E agora q pensava exatamente no q aquele colega dissera, me encontrava ali na mesa do restaurante aguardando a caixa q havia me cantado para sair com ela, dentro da meia hora q faltava para término do seu expediente.

Tendo a iniciativa sido tomada por ela, seria a minha primeira vez saindo com uma mulher, sem precisar pagar para transar.

Devo salientar q naquela época não havia a cultura da igualdade feminina com a masculina, e as mulheres esperavam ser cortejadas pelos homens, convidadas para dançar, conquistadas.

Mesmo as mulheres casadas e as namoradas, não costumavam tomar a iniciativa para transar, e esperavam ser procuradas na cama, por seus parceiros.

Qdo o marido, noivo, ou namorado, não procurava a parceira, ela reclamava assim:

- Ahhh....o meu marido não me procurou, ou, ele não tem me procurado.

Como se cometesse um crime, a mulher q dissesse, ou indicasse, de tantas formas corretas e sensuais q existem, q ela, uma mulher, a mulher dele, queria ser beijada, abraçada, bem comida, enrabada.

Daí, qdo o sujeito não as procurava para transar, embora fossem maridos, namorados ou noivos, q possuíam obrigações sexuais óbvias com elas, sobrava ficar chupando o dedo, talvez se masturbar, trair, e por isso, eram e ainda são horrorosas as estatísticas sobre mulheres com mais de cinquenta anos, q jamais tiveram um único orgasmo!

A mulher q dava em cima dos homens era mal falada, taxada de cadela, prostituta, vulgar, e embora fosse um direito seu ter satisfeitas suas necessidades físicas tanto quanto as têm os homens, vivia segregada, separada, distante das ditas ou consideradas mulheres sérias, as quais temiam se aproximar dela, e ter seus parceiros cooptados.

Na fase dos doze anos, lembro de uma vizinha muito bonita q era mãe solteira e muito mal falada, amante de um homem casado o qual víamos visitá-la frequentemente, e ninguém da vizinhança se relacionava com ela.

Na mesa do restaurante os pensamentos eram intensos, e me sentia um macho comedor com a masculinidade extremamente exacerbada, em alta absoluta, antevendo q aquela mulher seria a primeira de muitas q levaria para uma cama, muitas mesmo, q imaginava comer todas as q me assediassem, a partir de agora.

Não desperdiçaria mais nenhum assédio feminino, pensava, nenhum, e me preparava mentalmente sobre o q conversaria com a caixa do restaurante q sequer sabia o nome, e como comeria o cuzinho q ela havia me oferecido, e me deixara eletrizado de tesão.

Fora muito especial para mim ela me oferecer o cuzinho, pq havia desenvolvido um fetiche incrível pela bunda das mulheres, depois q aos quatorze anos tive a primeira ejaculação, ocorrida num trem lotado qdo voltava do trabalho pra casa, atrás da bunda enorme de uma negra qdo encaixei o pau bem no seu rego.

Depois desse prazer imprevisto q tentei repetir até perceber q era errado, um desrespeito, e corria riscos de ser repelido e exposto, mudei de atitude, mas continuei querendo contato físico com essa parte anatômica feminina.

Foi com essa garota, caixa do restaurante, a Suzana, q descobri por fim, q elas tb apreciam carinhos no bumbum, e aquelas q desejavam preservar a virgindade como foi o caso dela, começaram a sua vida sexual sendo enrabadas, davam o cuzinho sempre q podiam tb para não engravidar, e até sentiam falta de ter o rabo devidamente penetrado.

Fui criado sem comemorar absolutamente nada, e pq devido à pobreza jamais houve uma festa de aniversário em casa, enqto aguardava sentado a caixa do restaurante retornar para sair comigo (leia meu último conto), me surpreendi lembrando q completaria 20 anos no dia seguinte, e aquela transa poderia ser a primeira comemoração de um aniversário q jamais fizera.

Esta lembrança me fez pensar como havia mudado o rumo da minha vida em tão poucos dias depois de acessar o anúncio de emprego do jornal, pela primeira vez viajaria ao exterior, e impressionantemente sozinho sem nenhuma participação de pessoas próximas, transaria pela primeira vez sem pagar, e de tal modo me envolvi com minha reflexão relacionando a idade precoce com todas estas primeiras vezes, q Suzana, a caixa do restaurante q sairia comigo, ao retornar me percebeu, nas palavras dela, aéreo, distante, e perguntou:

- Aconteceu alguma coisa? Vc está tão diferente agora!

- Lhe expliquei com honestidade ainda sentados na mesa do restaurante, ele se surpreendeu com o fato de jamais haver comemorado um aniversário; de ser a minha primeira transa sem acontecer com uma prostituta, pois me imaginava bem experiente em função da minha aparência e idade; pq havia gostado muito de mim, se disse envaidecida de poder me ensinar para transar muitas vezes, e cada vez melhor com ela; e qdo lhe falei q viajaria não tendo ainda a data definida podendo até mesmo ser logo, Suzana chegou a começar a lacrimejar reclamando q não dava sorte com homens...tinha dificuldade para gostar, não conseguia transar sem gostar, e qdo me abordou e correspondi, sendo viúva, se entusiasmou tanto q achava poder ter comigo até mesmo algo mais sério!

Sabendo q não era da cidade, e não conhecia um local para transar, Suzana pensou um pouco, e me disse:

- Quer saber? Vou te levar logo pra minha casa. Td bem pra vc? Ou prefere um motel?

A religião influi demais nos valores de todos nós, e embora nunca houvesse visitado um, a minha noção sobre eles era bem negativa sobre higiene e segurança, de modo q rapidinho lhe disse q até preferia.

Saímos de mão dadas até o ponto do ônibus, ela morava num bairro q não me lembro posterior à Pampulha, era o meio da tarde, o ônibus tinha assentos vazios, o papo fluiu muito bem ainda sem maiores intimidades, e rapidinho chegamos.

Sua casa era simples, de apenas dois cômodos construídos no fundo do terreno, além de um banheiro muito decorado, e totalmente limpo.

O terreno era grande, e havia uma construção lateral na frente, inacabada pq o esposo falecera.

A sua cama era de casal pois era viúva, e não tinha filhos.

Qdo vi a cama coberta com uma colcha muito bonita, e travesseiros q me pareceram bem confortáveis, já me imaginei rolando ali com ela, e fazendo o q jamais fizera, pq havia me relacionado até agora somente com prostitutas, tendo as limitações q o ambiente delas impunha, e condições q elas tb exigiam.

Alta nos seus 1,70 m, 32 anos, sem filhos, viúva, corpo bem violão com cinturinha definida, seios médios para grandes muito firmes, quadril largo e bunda grande, coxas grossas, morena jambo escura quase mulata, cabelos encaracolados perto da cintura, lábios grossos, olhos castanhos grandes, toda feminina e muito carinhosa, Suzana era exatamente o meu tipo de mulher, diria, a mulher fisicamente imaginada nos meus mais acalentados sonhos eróticos, dessas q a gente vê nas capas de revistas ou nos filmes pornográficos, e as imagina impossíveis de comer.

Encontrara algumas prostitutas com perfil físico parecido, me satisfizera realmente com elas, mas ali o clima era de confiança e tesão total, td fluía tão bem sem nenhum tipo de limite ou exigência, de modo q a ereção brotou tão intensa e facilmente, e nem lembramos de tomar banho, embora estivéssemos suados pois o dia se aproximava das dezesseis horas.

Em pé mesmo nossos lábios se encaixavam tão bem, a química era tão perfeita e intensa, os quadris de ambos se ajustavam e apertavam tanto num sincronismo e harmonia tão excitantes, meu pênis se comprimia tanto contra a pepeka de Suzana aproximando um orgasmo q não queria q acontecesse daquela maneira, nosso movimentos eram cada vez mais rápidos e intensos, de modo q começamos a retirar simultaneamente as roupas q nos impediam acessar o corpo do outro, e rapidíssimo ficamos nus, restando apenas as sandálias dela, e o sapa tênis meu.

Qdo vi Suzana totalmente nua pela primeira vez, a sensação q me deu foi de parar como q havendo encontrado algo muito importante, q procurava.

Fiquei por alguns segundos a admirando, quase q não acreditando, q comeria aquela mulher, na sua cama, em sua casa, o q para mim, era a realização das realizações!

Na minha mente, a noção q predominava ainda era de q as mulheres eram uns seres difíceis, quase q de outra dimensão, frequência, e planeta, então, estar ali na iminência de comer a pepkinha de Suzana, a enrabar, ser chupado por ela, eram ações q ainda não experimentara na residência de uma delas, trazido por ela.

Admirado, quase q estasiado, até pedi q desse uma voltinha, e ela prontamente atendeu, me chamando carinhosa e sensualmente, de, "seu bobo".

Claro q ela ficou envaidecida como admirava seu corpo, e começou a corresponder tb falando do meu, elogiando o pênis q disse achar lindo e de bom tamanho, suficiente para a satisfazer sem machucar, meu peito volumoso, a barriga chapada, coxas grossas, pernas cabeludas, bumbum firme, olhos azuis como apreciava, cabelos loiros q amava, enfim, minha altura pouco maior q a dela...

E daí, Suzana fez o q hj todo homem espera de uma mulher faça antes de uma transa, ainda mais naquele tempo em q o sexo oral tb era um tabu, tanto qto o sexo anal.

Olhando fixamente nos meus olhos, ela começou beijando mais intensamente minha boca, beijou o pescoço onde tb lambeu, o peito q continuou beijando mais amplamente, chegou à barriga lambendo mais do q beijando, e finalmente, abocanhou e lambeu o pênis, o colocando tinteiro na sua boca, provocando em mim uma avalanche de sensações incríveis, difíceis de descrever, q quase imediatamente provocaram a sensação de um orgasmo, q se aproximava à medida q acelerou a velocidade e a intensidade das suas chupadas, e lambidas no pau.

Como seria praticamente uma ejaculação precoce, situação q era estranha para mim pois costumo demorar bastante pra gozar, nesse momento consegui distinguir bem o q significa a diferença entre uma prostituta q faz de modo mecânico o serviço profissional pq é remunerada, e uma mulher carente de pau q está sem ter uma relação sexual há muito tempo.

Como era o caso de Suzana, q chupava pq gostava de chupar, sentia muito tesão no q estava fazendo, sendo comprometida com a satisfação do parceiro, através da qual tb se realizaria.

Para não gozar, precisei tirar algumas vezes o pau da boca de Suzana, e diferente das prostitutas q nesse momento consideravam cumprida essa parte da sua tarefa se posicionando a seguir para ser penetradas, ela ficava esperando para continuar o q a interrompera.

E queria continuar, pq nas palavras dela q disse depois, amava chupar um pau, estava impressionada com a beleza do meu pau, e mais importante, era o primeiro depois q ficara viúva.

Depois q controlei a ejaculação, a sensação de orgasmo não voltou mais, embora Suzana dissesse q podia gozar na sua boca, pq ela fazia sempre com o ex marido.

E não sei pq, mesmo tendo gozado com duas prostitutas q me chuparam antes dela, nunca mais gozei num sexo oral, independente das condições da mulher q fazia.

Como não gozava de jeito nenhum com Suzana, dizendo haver cansado de chupar, ela ficou em pé, foi até a geladeira, voltou com um pote de manteiga, o abriu, pegou uma porção e passou por todo o meu pau, pegou outra porção e esfregou bem no seu cuzinho, colocou o pote de manteiga no chão, ficou de quatro na cama, se ajeitou na beirada de modo q a minha posição ficasse em pé no chão, colocou um travesseiro debaixo dos joelhos, e disse: me enraba, come meu cuzinho, pq eu adoro dar o cu, meu marido comia todo dia, sinto muita falta, depois te dou a pepekinha.

Confesso q ali td era superlativo e mágico para mim: a visão maravilhosa daquele rabo grande expondo bem o cuzinho e a pepekinha q era realmente pequena, moreno quase mulato, suas coxas belíssimas, um rego q separava bem as nádegas possibilitando visualizar o cuzinho todo enrugadinho cor de rosa, lubrificado por ela para eu enterrar o pau, os seios muito firmes onde segurei primeiro passando a seguir para o quadril, qdo comecei a forçar o pau no cuzinho com a colaboração dela q empurrava o quadril para trás, até q depois de várias tentativas qdo o pau escorregava pelo rego não entrando, ela o pegou com a mão e o direcionou melhor no cuzinho, e disse:

- Empurra agora, quero muito esse pau dentro do meu cu.

Nesse momento o pau deu um tranco, e a cabeça entrou, dando aparentemente um susto nela, q novamente se manifestou:

- Espera, espera agora, espera um pouco...puta q pariu, puta q pariu, puta q pariu...está doendo pra caralho...não achava q ia doer como está doendo...faz tempo q não dou o cu, é isso...deixa me acostumar...deixa me acostumar...

Da minha parte, mesmo parado, engatado me sentindo um cão q comia uma cadela no cio, a sensação de prazer era simplesmente maravilhosa, muito mais gostosa do q com qualquer prostituta q tb enrabei.

Estando com as mãos livres, passei a massagear os seios de Suzana, recebendo a aprovação dela, q dizia:

- Isso...isso...massageia meus seios q eu gosto...está aliviando a dor no cuzinho....continua massageando....continua...

O cu era super apertado, pressionava a cabeça do pau em espasmos querendo dizer q deveria sair daquele rabo, e simplesmente me recusava.

Era um ambiente muito quente e totalmente acolhedor do meu pau, tão aconchegante q transparecia ser o lugar ideal para ficar sempre q achasse conveniente.

A minha vontade era recomeçar logo a enterrada para concluir o q Suzana havia pedido, e era tb o meu sonho dos sonhos: Atender Suzana, e lhe dar o prazer q ela desejava, me realizando como o seu homem.

Depois de talvez uns dois minutos, Suzana começou a empurrar seu quadril, e rapidinho completei a enterrada no seu cuzinho, parando novamente por ordem dela q gemeu mais um pouco, ficando totalmente inerte.

Depois de talvez uns trinta segundos parado, Suzana liberou o movimento, começando ela mesma a ir e vir com o cuzinho no pau.

Então ela disse:

- Acho q agora ficará td certo, meu cu já se acostumou, e sorrindo, continuou: Acho q ele ficará freguês do teu pau.

Depois dessa primeira enrabada, Suzana contou como foi a sua primeira vez dando o rabo:

- A primeira vez com o meu marido foi bem mais complicada. Não tínhamos experiência, estávamos nervosos, e o pau do meu marido era pouca coisa mais fino e algo menor do q o teu, mas a cabeça era grande, não entrava de jeito nenhum, até sangrou. Mas estávamos combinados e decididos para transar no cu, insistimos, insistimos, finalmente ele me enrabou, estava muito excitada de modo q mexendo no clitóris gozei pelo cu a primeira vez, ele logo ejaculou tb, e gostamos tanto, q repetimos por duas vezes naquela noite num motel. Não metemos mais no cu naquela vez, pq ficou muito ardido, assado e dolorido, não dava nem para encostar. Fiquei dois dias sentando de lado, nem podia encostar a calcinha. Mas havia sido tão gostoso dar o cuzinho, e ele havia ficado tão fissurado em comer meu cu, q antes mesmo de me restabelecer, qdo ainda doía depois de dois dias, fizemos de novo uma vez, e pq me acostumei e passei a gostar da dorzinha inicial qdo o pau penetra, passei a dar sabendo q doeria, mas depois ficaria maravilhoso como aconteceu agora. Amei dar o cu pra vc, amei! Ela me disse, me abraçando de ladinho. Agora só falta vc comer a minha pepekinha, pra dizer q me comeu inteirinha, Suzana me disse bem sensualmente.

Cansados do esforço tão prazeroso, dormimos rapidinho por mais de uma hora, e acordei com Suzana chupando o meu pau, e me sentindo todo suado, necessitado de um banho.

- Vc gostou mesmo do meu pau, eim! Disse para Suzana.

- Não dispunha de um pau sabe há qto tempo? Sabe qto tempo faz q não transo com ninguém, desde q meu marido morreu? E o teu pau é lindo como vc inteiro, sabia? Não é um pau qualquer...

- Não, não sei, qto tempo faz q não transa, vc não me disse ainda. Não perguntei pq evito tocar nesse assunto de morte de marido...pode chatear...

- Não tenho mais problemas com isso, pois a morte dele está para completar três anos! Suzana justificou.

- Pensava q bastava ser um pênis e estar duro, pra resolver para uma mulher....então não é assim? Tem q ser bonito tb? Lhe perguntei.

- Não tenho tanta experiência assim com paus, Suzana me disse sorrindo. Meu marido foi meu único homem, e agora estou aqui com vc, são apenas dois paus q conheço. É q deu td tão certo entre a gente, q me empolguei, Suzana completou.

Como queria comer tb a pepekinha de Suzana, a convidei a tomar banho, e ela concordou dizendo:

- Vou te dar a minha pepekinha em pé no banheiro, me pegando por de trás como meu marido sempre fazia, e depois, acabamos aqui, td bem pra vc?

- Claro, como quiser e preferir, lhe disse, já recebendo a sua mão para me levar ao banho.

- Deixa eu te dar o banho? Ela pediu.

- Deixo, se fizer o mesmo contigo, brinquei.

- Eu ia te pedir se não se oferecesse, seu bobo. Adorava qdo meu marido me dava banho. Ficava muito excitada com os toques dele por todo o meu corpo, os beijos, qdo massageava, chupava e lavava os seios, e ele tb costumava me enrabar debaixo do chuveiro. Amava dar o cu pra ele, com a bunda bem arrebitada, tendo as mãos apoiadas na parede, estando a água correndo por nós dois...e Suzana demonstrava como fazia com o marido, se posicionando à medida q falava.

- Podemos fazer assim tb se quiser, lhe disse.

- Então, come primeiro a pepekinha, me faz gozar por ela, e depois vc me enraba bem gostoso, Suzana propôs. Até estou curiosa pra saber como estou de orgasmos pela pepekinha, pq com o meu marido, gozava mais dando o rabo.

Então, primeiro Suzana me ensaboou inteiro como esperava massageando mais o pau q logo endureceu, e qdo isto aconteceu, ela se abaixou e começou a chupar, dizendo com a água caindo em seu rosto:

- Adoro chupar um pau, e o teu é lindo demais!

Qdo ficou em pé, Suzana se posicionou escorando as mãos na parede, arrebitou a bunda, e pediu:

- Come a pepekinha, pode comer...depois vc me dá o banho.

Linda como Suzana era, com aquela bunda maravilhosa empinada e um dos pés mais erguido oferecendo a pepekinha para penetrar, pensei q meu único trabalho seria empurrar o pau, mas a resistência q encontrei me fez ter q me ajeitar, posicionar melhor a bunda de Suzana, pressionar de outro jeito mais calmo, com mais paciência, pq estava muito apertada, apesar de estar bem lubrificada.

- Fiquei virgem de novo, Suzana me disse. Vai mais devagar, pq está ardendo, espera um pouco, como esperamos no cuzinho.

Parei, esperei o tempo dela, e qdo autorizou, recomecei com calma, fui introduzindo, e enterrei td, começando o ir e vir em seguida bem devagar, testando as suas reações.

- Continua, ela disse...está gostoso...vai...mete mais rápido...come mais forte...vai...mais rápido...mais forte...põe os dedos no meu cu...movimenta os dedos no meu cu...assim eu gozo mais rápido...vai...mete...ai q delícia de pau...mexe mais os dedos no cu...vai...mais rápido....mais forte...aiiiiiiiiiiiiiii...vou gozar....não para...não para...vou gozar...não para...aiiiiii....gozei...gozei....q delícia de pau...gozei...gozei...e tremia toda, com as suas mãos escoradas na parede, e a minha mão direita massageando bem os seus seios.

Foi um momento delicioso, e agora precisando gozar tb, Suzana me disse:

- Come o meu rabo, e goza nele...depois vc me dá o banho...gozei muito gostoso, gostoso demais...foi muito gostoso, muito mesmo.

Daí ela se posicionou novamente segurando na parede com as mãos, ficou na ponta dos pés arrebitando a sua maravilhosa bunda, mas disse em seguida:

- Deixa eu te facilitar.

Então, só encostou a cabeça na parede, e com as duas mãos abriu as nádegas, deixando o cuzinho bem perto da cabeça do meu pau, e pediu:

- Agora mete...quero de novo no cuzinho...foi muito gostoso...me dá esse pau no cuzinho de novo...eu quero de novo...

Nessa posição totalmente colaborativa e ansiosa por receber meu pau no seu rabo, não foi difícil enterrar inteiro, e começar a ir e vir cada vez mais rápido, enrabando Suzana deliciosamente, como gente grande.

Enqto dedilhava o clitóris Suzana ia e vinha cada vez mais rápido com a bunda, gemia, suspirava, e começou a gritar come meu cu...me enraba...come esse cu...q delícia de pau...enraba mesmo...vai...enraba q eu gosto...não para q eu vou gozar...continua...não para...come meu cu...come...aiiii....come mais meu cu....vou gozar....vou gozar....vou gozar...gozei....gozei....gozei....dizia tremendo inteira, numa cena maravilhosa de ver, q me deu orgulhei de lhe proporcionar, sendo a minha primeira vez q tb conseguia gozar assim, sem camisinha, naquela posição, e circunstâncias.

Se segurando ainda na parede e esperando acabar de receber todo o esperma no seu cuzinho, Suzana disse:

- Me leva para a cama, pq as minhas pernas estão moles, me carrega, vou cair se tentar andar. Gozei demais, ela disse, foi muito gostoso, delicioso, vc é muito gostoso, sabia?

Então, peguei Suzana no colo, a pus na cama, e pq bateu um relaxamento enorme e profundo, ambos dormimos por mais de duas horas, acordando com um baita forme, em torno das onze da noite.

Como não era mais um horário para comer jantando, fizemos e tomamos um suco de laranja voltando a dormir logo a seguir, pq Suzana precisava levantar cedo para estar no horário comercial no restaurante, onde além de caixa, era gerente.

Durante pouco mais de um mês, praticamente morei com Suzana transando todo dia, às vezes mais, às vezes menos, quase q me esquecendo das prostitutas, q ficavam tão perto do hotel.

Só recorri duas vezes a uma delas, q encontrei na rua, e pq até certo ponto, ambos nos gostávamos, se ofereceu pra me dar sem cobrar.

Suzana e eu paramos, qdo o embarque para o Iraque foi marcado dentro de quase dois meses, enqto a logística era preparada pelo deserto da Jordânia em vez do aeroporto de Bagdá, q se encontrava fechado ainda durante a guerra.

Suzana e eu achamos melhor parar, pq de qualquer maneira não ficaríamos juntos, e ambos estávamos nos apegando um ao outro, cada vez mais.

Continuando a receber muito assédio feminino, vivi várias aventuras muito interessantes nesse período de quase dois meses, enqto esperava o embarque para o Iraque.

No próximo capítulo, contarei sobre uma prostituta da boite mais sofisticada de BH q se apaixonou por mim, embora com ela não tenha funcionado de jeito nenhum, pq inadvertidamente, atendendo a insistência de um colega, bebi cerveja pela primeira vez.

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