Voltei para casa depois do carnaval com um peso no peito e um fogo no corpo que eu não conseguia apagar. O que aconteceu naquela casa de praia, com os amigos do meu marido, tinha virado minha cabeça do avesso. Eu, que sempre me considerei monogâmica, agora não parava de pensar em como aqueles três homens me usaram, me preencheram, me fizeram sentir coisas que eu nem sabia que eram possíveis. A sensação de ter dois paus dentro de mim ao mesmo tempo — um na buceta, outro no cu — enquanto chupava um terceiro, tinha despertado um desejo que eu não conseguia controlar. Era como se eu tivesse aberto uma porta que agora se recusava a fechar.
Meu marido, Carlos, não suspeitava de nada. Ele voltou do carnaval como se nada tivesse acontecido, alheio ao fato de que, enquanto ele roncava bêbado no quarto, eu estava na sala sendo fodida de todas as formas possíveis pelos amigos dele. O pior é que eu não sentia culpa. Sentia saudade. Cada vez que Carlos me tocava, eu comparava. O pau dele, médio e sem graça, não chegava nem perto do que eu tinha experimentado. A forma como ele me comia, sem a mesma selvageria, sem a mesma intensidade, me deixava frustrada. Eu queria mais. Eu precisava de mais.
Morávamos em um apartamento de luxo, com uma vista incrível da cidade e uma piscina no térreo que eu adorava frequentar. No mesmo andar, havia outro apartamento onde morava um casal com dois filhos jovens: Lucas, de 19 anos, e Rafael, de 21. Eu os conhecia de vista, de conversas rápidas no corredor ou no elevador, mas ultimamente comecei a reparar mais neles. Lucas era alto e magro, com cabelos castanhos bagunçados que caíam sobre a testa e olhos verdes que pareciam tímidos, mas curiosos. Ele tinha um ar reservado, quase inocente, que me intrigava. Rafael, por outro lado, era mais musculoso, com cabelos pretos curtos e olhos castanhos intensos. Ele exsudava confiança, sempre com um sorriso charmoso que parecia saber o efeito que causava. Os dois eram atraentes, cada um do seu jeito, e eu não podia negar que, desde o carnaval, minhas fantasias tinham começado a incluí-los.
Uma tarde, o calor estava insuportável, e eu decidi descer para a piscina do prédio. Precisava esfriar a cabeça, tentar esquecer as lembranças que me perseguiam. Peguei meu biquíni branco favorito — aquele que realçava minhas curvas e deixava a marquinha do sol bem visível — e desci. Para minha surpresa, quando cheguei, a piscina estava quase vazia. Só Lucas e Rafael estavam lá, nadando e rindo entre si. Eles me viram e acenaram, sorrindo. Eu retribuí o gesto e me deitei em uma espreguiçadeira, tentando ignorar a presença deles, mas era impossível. Meu corpo já estava reagindo, traidor como sempre.
Depois de um tempo, decidi entrar na água. Mergulhei devagar, sentindo o frescor contra minha pele quente. Quando saí, molhada, com o biquíni colado ao corpo, percebi os olhares dos dois fixos em mim. Eles não disfarçavam o desejo, e isso me acendeu. Eu estava faminta por atenção, por ser desejada de novo como fui naquela noite de carnaval. Caminhei até a espreguiçadeira, deixando a água escorrer pelo meu corpo, sabendo muito bem o que estava fazendo.
"Vocês podem me ajudar com o protetor solar?" perguntei, com um sorriso que fingia inocência, mas que carregava segundas intenções.
Os dois se entreolharam, surpresos, mas logo assentiram. Peguei o frasco e entreguei a eles, deitando-me de bruços na espreguiçadeira. Lucas começou a passar o creme nas minhas costas, suas mãos tremendo levemente, hesitantes. Rafael, mais ousado, pegou minhas pernas, espalhando o protetor com firmeza. Eles estavam nervosos, mas eu podia sentir a excitação crescendo neles, e isso me deixava molhada.
"Não sejam tímidos," provoquei, minha voz saindo mais rouca do que eu pretendia. "Podem passar bem, não quero me queimar."
Rafael foi o primeiro a se soltar. Suas mãos subiram pelas minhas coxas, quase tocando minha bunda, os dedos fortes deslizando perigosamente perto do biquíni. Lucas, ainda hesitante, começou a massagear minhas costas com mais pressão, os polegares traçando círculos que me faziam suspirar. Eu gemia baixinho, fingindo que era só relaxamento, mas na verdade estava adorando cada toque. Meu corpo inteiro estava arrepiado, e eu sabia que eles podiam sentir o efeito que causavam.
"Vocês são bons nisso," comentei, virando-me de frente, deixando meus seios bem à mostra sob o tecido fino do biquíni. "Agora a frente, por favor."
Eles hesitaram por um segundo, mas logo cederam. Rafael passou o creme no meu abdômen, os dedos roçando a borda do biquíni, enquanto Lucas, mais tímido, começou pelos meus ombros, descendo lentamente até o contorno dos meus seios. Eu mordi o lábio, sentindo o calor crescer entre minhas pernas. Podia ver os volumes nas sungas deles, duros e evidentes, e isso só aumentava meu tesão. Eu queria mais, muito mais.
"Que tal subirmos para o meu apartamento?" sugeri, minha voz carregada de desejo. "Podemos continuar isso lá."
Os dois concordaram na hora, os olhos brilhando de excitação. Pegamos nossas coisas e entramos no elevador. Assim que as portas se fecharam, o clima esquentou. Rafael me puxou para ele, sua boca encontrando a minha em um beijo urgente, cheio de paixão. Sua língua invadiu minha boca, e eu gemi contra ele, minhas mãos agarrando seus ombros musculosos. Lucas ficou ao lado, observando, mas eu não ia deixá-lo de fora. Puxei-o para mim, interrompendo o beijo com Rafael para dar a Lucas um beijo igualmente ardente. Ele era mais hesitante, mas logo se entregou, suas mãos tímidas deslizando pelas minhas costas.
No espaço apertado do elevador, o calor dos corpos deles contra o meu me deixava tonta de tesão. Rafael levantou meu top, expondo meus seios, e chupou um dos mamilos com força, arrancando um gemido alto de mim. Lucas, incentivado, beijava meu pescoço, mordiscando a pele sensível enquanto suas mãos desciam para apertar minha bunda. Eu gemia sem controle, minhas mãos explorando os dois. Deslizei os dedos por cima das sungas, sentindo os paus duros pulsando sob o tecido. Rafael era grosso, quente, enquanto Lucas parecia mais longo, mas igualmente rígido. Eu os acariciava com vontade, apertando e massageando, enquanto eles me apertavam de volta — Rafael nos meus seios, Lucas na minha bunda, as mãos grandes e ansiosas me marcando.
O elevador parecia subir em câmera lenta, e eu estava perdida naquele mar de sensações. Rafael me virou de costas para ele, pressionando seu pau duro contra minha bunda enquanto mordia meu ombro. Lucas, agora mais confiante, segurou meu rosto e me beijou de novo, suas mãos descendo para apertar meus seios, os polegares brincando com os mamilos endurecidos. Eu estava encharcada, o biquíni já não escondia nada, e podia sentir o cheiro do meu próprio tesão misturado ao deles. Estava tão excitada que quase implorei para eles me foderem ali mesmo, no elevador.
Quando as portas finalmente se abriram no meu andar, estávamos todos ofegantes, os corpos colados, as mãos ainda explorando. Saí do elevador com as pernas bambas, o coração acelerado, pronta para levá-los para dentro e deixar que me tomassem como eu queria — os dois ao mesmo tempo, preenchendo-me como no carnaval. Mas, ao me aproximar da porta do apartamento, vi que ela estava entreaberta. Meu coração gelou. Carlos estava em casa. Eu não esperava por isso. Ele deveria estar no trabalho.
"Merda," murmurei, meu corpo ainda pulsando de desejo, mas agora misturado com frustração e um toque de medo. "Meu marido está em casa."
Lucas e Rafael pareceram desapontados, mas entenderam a situação. "Talvez outra hora," Rafael disse, com um sorriso triste, enquanto ajustava a sunga para disfarçar o volume.
"É, talvez," respondi, minha voz tremendo. Dispensei os dois com um aceno rápido e entrei em casa, fechando a porta atrás de mim, o tesão ainda queimando em cada centímetro do meu corpo.
Carlos estava na sala, assistindo TV, completamente alheio ao que quase tinha acontecido. Ele me olhou e sorriu. "Oi, amor. Voltei mais cedo hoje."
"Que bom," forcei um sorriso, mas minha mente estava em outro lugar. Meu corpo ainda tremia, minhas coxas estavam úmidas, e eu sentia o vazio de não ter ido até o fim com Lucas e Rafael. Eu precisava de alívio, qualquer alívio.
Carlos se aproximou e me beijou, suas mãos deslizando pela minha cintura. Eu correspondi, mas minha cabeça estava longe. Ele confundiu minha excitação com desejo por ele e sussurrou no meu ouvido: "Quer ir para o quarto?"
Assenti, quase desesperada. No quarto, ele me deitou na cama e começou a me despir, tirando o biquíni molhado com um olhar faminto. Seu pau estava duro, mas, como sempre, não me impressionava. Ele me penetrou com pressa, gemendo enquanto se movia dentro de mim. Eu gemia também, mas não era por ele. Fechei os olhos e imaginei Lucas e Rafael ali, me tomando ao mesmo tempo. Rafael na minha buceta, com aquele pau grosso me abrindo, e Lucas no meu cu, longo e firme, me preenchendo até o limite. Eu queria os dois, queria ser usada por eles, queria sentir aquele êxtase de novo.
Com essa imagem na cabeça, gozei rápido, meu corpo se contorcendo sob Carlos. Ele achou que era por causa dele e gozou logo depois, caindo exausto ao meu lado. Mas eu sabia a verdade. Não era suficiente. Nunca seria suficiente com ele.
Enquanto Carlos adormeceu, eu fiquei acordada, encarando o teto. Meu corpo ainda pedia mais, minha mente ainda revivia o carnaval e agora somava a isso o desejo por Lucas e Rafael. Eu estava em um dilema. Não podia continuar traindo meu marido, mas também não conseguia resistir ao fogo que me consumia. Eu precisava de dois paus, de dupla penetração, de ser tratada como a puta que descobri que sou. Mas como? Falar com Carlos sobre isso estava fora de questão — ele nunca aceitaria. E me aventurar por aí, com vizinhos ou conhecidos, era arriscado demais.
Eu sabia que não ia me conter por muito tempo. Algo dentro de mim tinha mudado, e eu estava a um passo de ceder de novo. A questão não era "se", mas "quando". E, enquanto pensava nisso, minha mão deslizou entre minhas pernas, buscando alívio sozinha, imaginando Lucas e Rafael me fodendo até eu não aguentar mais.