Olá, sejam bem vindos ao meu perfil. Eu sou Alicia e junto com minhas amigas, Mel e Rebeca, irei compartilhar alguns contos. Espero que gostem.
Eu sou Alicia, tenho 20 anos, sou morena, 1,65m e 72kg, bumbum empinado devido a academia e seios bem generosos..srsrs.. Bom, o que vou contar aqui, ocorreu quando eu era mais novinha. Sempre fui chegada em homens mais velhos, principalmente, aqueles gordinhos que nos comem só com o olhar… meu tesão começou devido aos amigos do meu padrasto que vinham em casa nos fim de semana.
Enfim… isso fica para outro conto.
Hoje, vou contar da primeira vez que dei mole para um carteiro…vamos lá!
Eu tinha um pouco mais de c@torze anos, já fazia academia e era bem gostosinha. Moro com minha mãe Helena e meu padrasto, Mario.
Um dia, escutei minha mãe falando com a vizinha que não via a hora de chegar o brinquedinho dela… eu estava por perto e me fingi de sonsa.
A vizinha perguntou se mamãe precisava mesmo daquilo, ela riu e disse que Mario não ligava desde que servisse para ela dar sossego para ele. Enfim, fiquei curiosa, mamãe parecia muito ansiosa.
Passado alguns dias, em um fim de semana, mamãe veio e disse que precisava sair e que atendesse o carteiro. Logo entendi que seria o brinquedo dela que estava chegando. Mamãe disse para eu não abrir a caixa, que era para ser uma boa garota e para deixar a caixa no quarto dela.
Ela saiu e fiquei ansiosa pela encomenda…srsrs.. nada do carteiro chegar… foi ai que a campainha tocou. Sai e olhei pelo “olho magico” do portão, vi que era um coroa gordinho.
- Já vai! Vou pegar a chave para abrir o portão. - Falei e escutei ele resmungar.
- Que droga de trabalho! Esse calorão e ainda tenho que esperar essas putinhas.
Aquilo me deu uma raiva, mas ao mesmo tempo, entendi que ele devia estar há muito tempo entregando encomendas. Aí, tive uma ideia. Entrei em casa, coloquei um shortinho bem curto que marcava bem minha bunda e um topzinho sem sutiã. Só para provocar mesmo.
Fui até o portão e abri com a maior cara de piranha, falei:
- Desculpa a demora, fui botar uma roupa..Rsrsrs
O coroa me olhou de cima até embaixo, ele devia ter uns 50 anos, apesar do boné vi que era grisalho.
Branquinho e bem barrigudo, ajeitou os óculos e sorriu:
- Tudo bem, mocinha. Entrega para Helena.
Comecei a dar pulinhos me fazendo de boba.
- Chegou, chegou.
Meus seios quase saltaram do top. O coroa arregalou os olhos, olhou para a rua e viu que não tinha ninguém por perto.
Me entregou a encomenda, vi que ele deu uma ajeitada na rola que já marcava a calça azul.
Aquela situação foi me deixando mais safada. Resolvi arriscar e falei:
- Vou aproveitar que estou sozinha, deixa eu ver o que mamãe comprou.
Abri o pacote, para minha surpresa, um consolo bem embrulhado apareceu.
- Caramba! Hahaha! Parece até minha pica!
Fiquei vermelha de vergonha enquanto ele ria e me encarava.
- Qual seu nome?
- Para que quer saber? – Falei rispidamente.
- Para marcar aqui na minha folha.
- Sou Alicia e você?
- Sou Roberto. – Ele me olhou e sorriu.
- Espero que aproveite bem sua encomenda. Até mais.
Ele se virou, mas vi que o cacete dele pulsava na calça. O coroa aproveitou e deu mais uma apalpada ajeitando a rola.
Meu coração acelerou. Eu tinha um consolo que poderia usar, porém queria ver se o que ele disse era verdade.
- Ro... ro... Roberto!
Ele se virou e voltou.
- O que foi?
Fiquei sem reação e não sabia o que falar. Parece que ele leu minha mente.
- Está sozinha aí?
- Sim, estou...por que?
Ele passou a mão de novo na calça.
- A ultima garota que chamou meu nome gaguejando só resolveu depois de cair de boca no meu pau.
Eu queria xingar aquele velho safado. Mas, minha xota pingava pedindo pica.
- É, é, é... Que, que...
Fingi que gaguejei.
- Quer dar uma mamada , princesa? Essa boquinha linda vai fazer eu gozar rapidinho.
- Nunca fiz isso!...menti e os olhos dele brilharam.
- Não fala assim, que me deixa doido.
Virei de ladinho, peguei o consolo e bati na minha cara.
- To precisando de um de verdade, mas você deve estar ocupado com um monte de entrega pra fazer né.
Ele me pegou pelo braço, me puxando para perto dele e me colocou contra a parede.
- Que se foda as entregas! Não é toda dia que tem uma biscatinha dando mole assim.
Ele apertou minha bunda, começou a beijar meu pescoço e aquilo me deu um choque. Eu não sabia o que fazer, porém sabia aonde botar a mão. Agarrei o cacete dele por cima da calça que pulsava. Ele se afastou, me olhando, disse:
- Vai princesinha... ajoelha e faz o que quiser.
- Aqui não, alguém pode passar e ver.
Puxei ele para dentro do quintal, fechei o portão e fomos até a varanda.
- Aqui é melhor, tem sombra e tudo mais.
Ele me agarrou, parecia descontrolado.
- Só quero meter nesse rabão. – Me deu um tapa. – Deve fazer horrores cavalgando, né, cachorra?
Me ajoelhei, eu precisava daquele pau, abaixei o zíper, o cacete saltou.
Devia ter uns 15cm, branquinho, da cabeça até roxa de tanto tesão. Bem grosso.
- Vai puta! Tá esperando o que?!?
Antes que eu pudesse falar algo, o cacete invadiu minha boca.
GLUB, GLUB, GLUN
Eu me segurei para não cair para trás do tanto que ele metia com força.
- ISSOOOOO!! ASSSIMMMM! BOA GAROTAAA!!
GLUB, GLUB, GLUB
Era a primeira vez que eu chupava um coroa tão safado. O gosto azedo devido ao suor se misturava a minha baba que escorria pelo meu queixo. Eu segurei nas coxas dele, a barrigona descansou sobre minha cabeça.
- As vezes, o que um homem precisa é só disso... uma boa chupeta!
Ele deu uma estocada mais forte que quase vomitei.
COF, COF, COF
- TÁ QUERENDO ME MATAAARR??
Falei nervosa percebendo a gosma que saia da ponta da rola até meus lábios.
Ele me levantou, subiu meu topzinho, meus peitões saltaram.
- Olha, que belezinhas!! A vaquinha tá no jeito para ser sugada.
Ele chupava o bico e apalpava minha bunda. Me senti uma verdadeira puta.
- Aimmn!! Uiinn! Aimmn Ro, ro, robertoooo!! Seu cachorrooo!
Quando ele passou o dedo na minha bucetinha, aí que eu gemi de acordo.
- ESSAA BUCETA TA QUERENDO O QUE??..Disse quase gritando.
- Fala baixo, tá querendo que os vizinhos escutem?
Ele riu.
- Não é possível que nenhum vizinho ainda não deu pica para você. Tudo bem, deixa que eu dou.
O coroa me virou de costas, abaixou meu short e deu mais um tapa.
- Hora de meter gostoso, puta!
Eu gelei, já tinha perdido o cabaço, mas nunca levei uma rola daquela grossura.
- Como eu queria que minha coroa fosse gostosa assim?
Ele ajeitou o cacete na entrada da minha xota que estava bem molhada. Apenas abri as pernas para aceitar aquele pica gostosa.
Quando ele colocou a cabeça, escutei a campainha tocar.
- Alicia, vem abrir o portão. Tô cheio de coisa aqui.
Pronto, quase tive um infarto. Quando fui falar, Roberto tapou minha boca.
- Não vou sair daqui sem gozar.
- Roberto, o que quer que eu faça?? É minha mãe.
- Ajoelha e abre a boca que vou leitar sua garganta.
Sem saber o que fazer, me ajoelhei.
- ALIICIIAAA! VEM ABRIR O PORTAO!!
- Já vou mamãe!
Ajoelhei, abri a boca e o cacete entrou rasgando.
Roberto colocou a mão na minha nuca e metia gostoso, sem se preocupar que minha mãe estava no portão. Massageei o saco dele que estava dentro da calça e bastou apenas um minuto para que eu sentisse os primeiros jatos quentes na minha garganta.
- UIIII! AHHHJ! CARALHOO! QUENGAAA!
Ele gemia baixo e enchia minha garganta. Eu só conseguia engolir.
Minha mãe bateu no portão.
- Anda logo, Alicia...
Tirei o cacete da boca, olhei para Roberto que sorria, satisfeito.
- E agora, Roberto?
- Agora, vamos lá abrir o portão. Não fica com essa cara, deixa comigo, gatinha. Ah, e da próxima vez, quero vir aqui pra encher esse cuzinho de leite!
- E o consolo??... lembrei e fiquei aflita enquanto me ajeitava.
Roberto pegou o objeto, embalou rapidinho e colocou na caixa.
- Abre logo o portão, Alicia!... Ele falou.
Abri o portão, minha mãe parecia furiosa.
- Que demora hein!
- Desculpa mamãe é que...
- Quem é o senhor?
- Oh! Vim entregar está caixa e sua filha, gentilmente, se ofereceu para me dar um copo de água.
Minha mãe ficou sem jeito ao pegar a caixa.
- Mamãe, o que a senhora recebeu?
Ela passou por nós apressada.
- Não é nada. Preciso ir no banheiro.
Falou e saiu andando.
Roberto me olhou, passou pelo portão.
- Estava quase atolando a vara nessa bucetinha gostosa. – Disse passando a mão por cima do meu shortinho. – Será que ela vai demorar pra voltar?
- Como assim, Roberto?.. falei com cara de sonsa.
Ele olhou para a rua que estava vazia.
- Estou de pau duro de novo. Deixa eu meter rapidinho nessa buceta, amorzinho?
- Ta doido?? Alguém pode ver e além do mais. Acabou de gozar, como pode estar assim?
Ele me virou, botou minhas mãos na parede e, instintivamente, empina a bunda.
- Na minha idade, meu cacete fica duro facim, facim, quando está perto de uma gostosinha.
Ele abaixou meu short, escutei o zíper abrir, ele posicionou o cacete na minha buceta e forçou.
Eu mordi os labios e fechei os olhos.
- Aimmn, Roberto! Mamãe vai nos pegar.
Ele já bombava devagarzinho para minha bucetinha se acostumar.
- Se ela nos pegar, como ela também!
PLAU, PLAU, PLAU
Roberto segurou nas minhas coxas, lambeu minha nuca... Aí empinei gostoso.
- UINMM, AINNN, ASSIMM EU GOZO, ROBERTOOO!!
- GOZA ALICIA, GOZA SAFADAAA!
Minha buceta pegou fogo, comecei a tremer e rebolar, senti que iria gozar ali mesmo.
-UINMM! Aimmn!!
Comecei a gozar e tremer. Sai da pica de Roberto e cai ajoelhada no chão.
Ele veio bateu uma punheta rapidinho, abri a boca e botei a língua pra fora. Recebi mais um pouco de leite ralo..mas bem docinho!
Me levantei rápido quando escutei minha mãe gritando.. Roberto se recompôs e riu.
- Pelo jeito sua mãe também tá se divertindo.
Me despedi, entrei em casa e tranquei o portão.
Enfim, este foi meu primeiro conto...se gostaram, sigam o perfil e deixem um comentário. Bjinhos sapekinhas e até o próximo conto aonde minha amiga Mel trará um conto bem picante.