Fala sapekinhas! Tudo bem? Eu sou Mel. Se ainda não leram o primeiro conto da minha amiga Alicia, não deixem de conferir!
Bem, eu sou Mel, sou loirinha, baixinha, rsrsrs. 18 anos, tenho 1,60m e 67kg. Uma delicinha de mulher, tenho namorado, mas só pra que ele pague minhas mordomias..hahaha. E também pra fazer um agrado no meu sogro, mas isso fica para outra história.
Tenho cabelos longos, seios bem durinhos e bucetinha rosinha, que deixo sempre raspadinha para deleite dos meus papaizinhos. É assim que chamo os pais de minhas amigas. Enfim, o que vou contar aqui ocorreu há cinc0 anos..então façam as contas para saber quantos anos eu tinha na época.
Sempre fui muito comportada, recebia olhares dos garotos e, principalmente, dos homens mais velhos. Nunca me importei, na verdade, eu sentia algo que hoje sei que era tesão..hahaha.
E foi em uma loja de doces que descobri que tinha o dom pra chupar. Vamos ao conto!
Foi em uma manhã de domingo, minha mãe quis fazer uma festa de aniversário para minha irmã mais nova. Ela procurou por umas loja para comprar enfeites, doces..Enfim, fomos em uma nova loja aqui no bairro.
Chegando lá, para nossa surpresa, não tinha tanto movimento. Alguns casais andavam pelos corredores e tal.
Eu estava usando um vestidinho azul, bem colado, cabelo amarrado no estilo rabo de cavalo, uma rasteirinha. Bem gostosinha, até!
- Filha, acho que aqui vamos encontrar os doces para a festa.
Só balancei a cabeça, calada.
- Em que posso ajudá-la? (Típica pergunta de atendente)
Quando olhei, percebi que era um tiozinho, moreno, de cabelos grisalhos e de barba cerrada. Usando uma camisa polo branca, calça jeans bem apertada e com um sorriso bem simpático.
- Oi, estamos procurando...
Minha mãe conversava com ele, mas eu só reparei que ele era a um pouco mais alto do que eu..rsrsrs... Mas, bem mais robusto, para não dizer, gordinho.
Ele falava com a minha mãe e me encarava, desconfiado. Já que eu não tirava os olhos do meio da pernas dele. O volume era bem nítido, não tinha como não olhar e ficar vidrada naquilo. Na época, tinha visto rola só em fotos e vídeos e aquilo me deu uma baita curiosidade.
Após um tempo, ele disse que minha mãe iria encontrar o que queria no outro corredor.
Acompanhamos ele, até que ele apresentou uma mocinha que era sua filha.
Meu fogo estava aceso eu queria e precisava ver a rola daquele coroa.
- Mamãe, esse loja é bem grande, né? Seu Luís, pode me mostrar a loja?
Falei com a voz mais doce do mundo. Minha mãe estranhou, mas ficou na dela e falou para eu me comportar.
Só pensei: Vou me comportar sim! Vou deixar esse coroa doido é agora!
Saímos andando, entramos em um corredor, tinha cliente... Luis falava mas que não estava nem escutando direito. Olhava para a boca dele e imaginei minha buceta ali.
- Seu Luis, aonde fica os pirulito?
Ele coçou a cabeça, não entendeu minha pergunta e falei:
- Quero chupar!
Ele deu um sorrisinho sacana. Mas vi que ele ainda estava sem maldade.
- Venha, querida! É por aqui!
Entramos em outro corredor só que dessa vez não tinha ninguém. Seria ali mesmo que eu iria provocá-lo.
Andei mais rápido, fingi que encontrei um doce que eu queria. Quando cheguei no final do corredor, me agachei e provavelmente, ele viu minha bunda. Fiquei me remexendo, quase rebolando.
- Achei, achei.. É esse aqui que gosto!
Quando olhei para trás, Seu Luis estava com as mãos na cintura, balançando a cabeça.
- O que foi?
Falei toda dengosa.
- Estou pensando bobagem... não é nada, Mel!
Olhei para o alto, tentei pegar outro doce mas prateleiras superiores e, claro, não consegui..rsrsrs
- Pega pra mim, Seu Luis.
Ele se aproximou, foi quando senti ele encostar em mim, tentando pegar o doce. Senti algo duro batendo na minha bunda, dei uma leve reboladinha.
- Mel, você não é nada fácil hein! – Disse pegando o doce.
Aí ficou puta mesmo..hahaha.. pensei que não iria ter o que queria.
- Melhor voltarmos, sua mãe deve estar te procurando.
Precisava dar minha última cartada e ser direta com o coroa.
- Poxa, Seu Luis... Eu queria chupar!
Ele riu sem graça.
- Vamos achar um pirulito para você.
Olhei para o corredor, não tinha ninguém. Ele também se virou, curioso.
- O que está olhando?
- Estou vendo se não tem ninguém por perto... para poder fazer isso!
Rapidinho, me ajoelhei, já passei a mão na calça dele e tentei abaixar.
Ele se assustou, segurou meu braço e ficou mais branca do que já sou. Pensei que iria me ferrar.
- Pelo jeito você quer mesmo chupar, né?
Ele perguntou enquanto tirava o cinto, fazendo uma cara de tarado.
- Fecha os olhos.
Obedeci.
- Abre a boca e bota a língua pra fora.
Senti a ponta da pica passar na minha língua.
- Agora, chupa, cachorra!
Abri os olhos, que cacete lindo. Podia jurar que tinha uns 17cm, com um saco imenso. Aí entendi o volume. Peguei no pau quente, punhetei meio sem jeito.
- Mama, gatinha! Desde que chegou não tirou os olhos, né?
Eu só balancei a cabeça e mamei. Ele gemeu baixinho fazendo careta.
- Amor, você precisa babar mais.
- Eu não sei fazer isso, Seu Luis.
Ele segurou meu rabo de cavalo e entrou com tudo de uma vez. Me deu ânsia, mas segurei, comecei a babar quem nem sabia como era possível.
- AAHHHH ASSIMM ASSIMM É BEM MAIS GOSTOSOOO!
Fiquei ajoelhada com o saco dele batendo no meu queixo por alguns minutos. De vez quando ele tirava e passava o pau na minha cara.
- Ta gostando de chupar?? Chupa meu saco, vai.
Aquele saco peludo parecia um kiwi, a ponta do cacete batendo na minha testa enquanto eu engolia as bolas dele.
- UINM.. AIM DELICIOSA! VOCE NASCEU PRA ISSO, PUTINHA!
Comecei a esfregar minha bucetinha, que já pingava caldinho no chão.
Seu Luis bateu com o cacete na minha cara.
- Levanta, vadia! E vira esse rabo pro papai!
- Assim, papai?? Sou toda sua, papaizinho!
Aquilo me deu um estalo. Nunca pensei que passaria por aquilo, mas já estava entregue ao coroa que, quando me virei, já abriu as bandas da minha bunda, levantando meu vestido.
- Calcinha vermelha?? Tô vendo que é uma cachorra mesmo. Só precisa ser adestrada na rola.
Trampo toda quando ele passou a língua no meu cuzinho. O safado chupava meu cuzinho e descia até minha buceta. Segurando minhas pernas para que eu não caísse.
A brincadeira estava gostosa, porém ouvimos barulho do outro lado da prateleira. Era minha mãe falando com a atendente. Para minha sorte, as prateleiras eram fechadas.
- Seu Luis melhor pararmos. Mamãe está do lado.
Ele lambeu minha orelha e sussurrou.
- É só gemer baixinho, lindinha! Pode deixar que tapou sua boca pra não gritar quando atolar minha vara em você!
Pessoal, fiquei em choque, eu era virgem e aquilo estava indo longe demais.
- Seu Luis, melhor não.
- Me dá só esse cuzinho, vai. Vou botar só a pontinha, prometo.
- Aonde ela foi parar? Mel só me dá trabalho. Aposto que está aprontando por aí. Minha mae disse e escutamos a filha do seu Luis.
- Não se preocupe, papai deve star cuidando muito bem dela.
Ah, e como tava.. tava prestes a me enrabar.
O coroa cuspiu no meu cuzinho e tentou entrar, mas o cacete era bem grosso.
- Caralho, não vai ser hoje que vou arrombar esse rabo guloso, loirinha!
- O que vamos fazer?
- Você queria chupar um pirulito, então ajoelha e chupa esse aqui que solta o que putinhas como você gosta.
GLUB, GLUB, GLUB
- Ela só pode estar no último corredor.
Ouvir aquilo me deu um baita susto. Comecei a punhetar Seu Luis e mamar como um doida.
- MELLLL! POORRAAA! AINNN!
- EU QUERO VOCÊ SÓ PRA MIM, LOIRINHA SAFADAAA!!
O coroa gemia se apoiando na prateleira até que senti o cacete dele inchar. O pau pulsar e na primeira gota de sêmen, tirei pra fora, minha era foi inundada de porra. O leite branquinho se misturou a minha pele clara.
- UIII, CARALHOOO, CACHORRAAA!PUTAAA!
Era tanta porra, que vi o saco esvaziar e não parava de me leitar.
- Por favor, Seu Luis, pára!
Eu estava toda gozada, Seu Luis balançou a cabeça, ofegante, mas sorridente.. Meteu a pica dentro da minha boca de novo até o fundo.
- Puta gostosa!! Biscate!
Foi aí que quase desmaiei...
- Mel, finalmente, te encontrei.
Era minha mãe na entrada do corredor. Rapidamente, Seu Luis fingiu que se desequilibrou, abriu um pote de doce de coco e derrubou na minha cara.
Me levantei, assustada. Ele, rapidinho, guardou o cacete enquanto minha mãe se aproximava.
- Minha filha, o que é isso?
- Mãe, eu, eu..
Estava quase chorando.
- Oh! Como sou desastrado!
A voz do seu Luis até mudou. Parecia o mesmo de antes, bem amigável e gentil.
- Coitadinha! Foi culpa minha, não brigue com ela. Ela pediu para eu pegar o pote de coco e acabei derrubando.
Minha cara estava molecada de porra e doce de coco.
- Mas ela nem gosta de...
Passei os dedos no rosto, depois na boca.. Senti o gosto de porra azeda e coco doce.
- Uma delícia, mamãe! Seu Luis tem os melhores doces.
Seu Luis riu sem graça.
- Vamos, vou pegar uma toalha para você se limpar.
- Não precisa Seu Luis..
Eu falava enquanto saboreava a mistura peculiar no meu rosto.
No final, fomos até o caixa, mamãe conseguiu o que queria e eu também.
Seu Luis, ainda deu um cartão..hahaha
- Tome Mel, quando quiser mais doce ou pirulito para chupar. Só mandar mensagem que farei questão de ir até você para te dar.
- Viu Mel?!? Seu Luis é uma graça mesmo.
Voltaremos aqui mais vezes.
Nos despedimos, na saída, enquanto mamãe guardava as coisas. Olhei pra seu Luis no balcão que deu uma bela apertada na calça me encarando.
Enfim, este foi meu primeiro conto. Se gostaram, comentem, nos sigam e se preparem porque vem muito mais. O próximo conto será da Rebeca.
Fiquem bem e até outra hora. Se alguém tiver pirulito para me dar, comentem.
Até mais, sapekinhas!