Fala sapekinhas, sou Rebeca e estarei compartilhando uns contos bem picantes com vocês!
Tenho 22 anos, tenho 1.65m e 65kg, sou morena, estilo oriental, seios bem redondinha e uma bunda bem sacana..Rsrs..
Minha tara é em coroas e aceitei o convite da Alicia para estar aqui. Tenho uma boca gulosa e uma bucetinha bem apertadinha... Vou contar quando precisei ir a primeira vez em uma ótica.. Vamos lá!
Com meus quinz.e anos já era bem safadinha, gostava de como os coroas me secavam e gosto até hoje. Melhor coisa é ser desejada, saber que sou motivo de muitas punhetas por aí me deixa pegando fogo.
Meu pai, Ciro, queria me levar até a ótica do amigo dele depois que reclamei estar com dificuldade de enxergar. Claro que recusei a ir, tão novinha, não queria usar óculos. Foram dias de reclamação até que fiquei de saco cheio.
- Poxa pai, não quero ir... Vou ficar bem, além do mais, não confio em ninguém para ficar mexendo no meu olho.
Meu pai então, me disse que me levaria para tratar com o amigo dele. Aí fiquei curiosa.
- Que amigo?
- O Beto...olha aqui.
Ele me mostrou a foto, um homem sorridente usando jaleco estava sentado em uma cadeira. Cabelo preto curtinho e ralo, branco, de óculos... com uma barriga saliente, entretanto, o que mais me chamou a atenção foi o volume na calça. Rsrsrsrs
- Papai, nunca vi este aí.
- Beto é um antigo amigo, não gosta de sair... Também a esposa dele mantê ele nas rédeas..hahaha
Não entendi o que ele quis dizer, mas precisava de Beto para mexer nos meus olhos.
Bem, aceitei ir. No dia, acordei de fogo, tive um sonho bem molhado aonde mamava um coroa. Talvez fosse meus pensamentos tomando conta de mim. Coloquei uma camisetinha preta colada para deixar meu seios bem elevados, uma calça legging que marcava minha xota, detalhe, estava e calcinha..Rsrs
Passei um batom vermelho quenga, um perfume bem adocicado e estava pronta para deixar Beto louco.
- Rebeca, aonde pensa que vai assim?
- Não começa hein, pai. Vamos logo!
Nunca fiz nada com papai, bem..depois de alguns anos fizemos umas fantasias, fica para outro conto.
Meu pai dirigia, de vez em quando, me olhava. Meu pai tinha 43 anos, bem educado, mas ver ele me secando só me deixava mais confiante.
Na ótica, fomos atendidos pela recepcionista e disse que Beto nos aguardava.
Quando vi ele pessoalmente, travei. Beto era bem mais gostoso pessoalmente. Bem mais gordinho, foi aí que entendi que aquela foto deveria ser um pouco antiga. Que coroa gostoso, puta que pariu! Queria agarrar ele ali mesmo...
- Nossa! Como ela cresceu!...oi Rebeca, sou Beto.. A ultima vez que te vi era desse tamanho aqui!
Disse fazendo um gesto com a mão. Sorri sem graça. Aí ele veio e me deu um abraço bem apertado.
-Cheirosa hein! Como sou sortudo, não é sempre que recebo uma mocinha tão bem apessoada assim!
Achei o papo dele estranho. Meu pai disse que eu era bem crescidinha e que Beto iria tomar conta de mim.
Entrei no consultório, Beto veio logo depois. A sala toda branca com algumas mesas, cadeiras e uns aparelhos lá.
- Muito bem Rebeca, fiquei sabendo que está sentindo dificuldade em enxergar.
-Sim, Beto. Não enxergo as coisas de perto.. sabe?
Falei passando a mão no cabelo e fazendo uma cara bem sacana.
Nos sentamos, um de frente para o outro.. Beto estava com o jaleco aberto, aí vi o tamanho da sua barriga e o volume na calça ficou bem aparente. Ele se jogou na cadeira, para me provocar, levantou de novo e puxou a calça para cima e deu uma bela ajeitada na rola, na minha frente.
- Preciso comprar calças novas, essas aqui estão cada vez mais apertadas.
Mexeu no cinto e tive a impressão que o pau dele pulsou.
Ele se sentou, eu disse que entendia ele. Me levantei, fiquei de lado para ele e subi minha calça legging ao mesmo tempo que empinava a raba.
Ele ficou boquiaberto.
Me senti, ele se aproximou.
- Deixa eu ver uma coisa aqui.
Ele chegou bem pertinho, começou a ver meus olhos, que vontade de beijar ele. Estava doida ali. Uma garotinha toda assanhada com um macho daqueles? Claro que iria rolar algo.
- Vamos fazer assim, vou te passar um colírio. Caso não resolva, volta aqui.
Ele levantou e foi até um armário. Fiquei irritada, pelo jeito não iria ganhar o que queria.
- Sabe, Beto, agora lembrei...
Ele se virou. Me ajoelhei no chão.
- Quando estou olhando pra cima, piora.
Foi a pior desculpa que me passou na cabeça..hahaha
Ele chegou perto de mim.
- Bem, vamos fazer um teste. Parece realmente que temos algo aqui.
Ele colocou o dedo na minha frente.
- Está vendo isso??!
Aí entrei na brincadeira.
- Não, tem que ser algo maior.
- Você quer algo maior né? Algo bem ereto, talvez?
Passei a língua nos lábios. Aposto que minha boca ficou brilhando por causa do batom.
— O que tem pra me dar?
Quer deixar um coroa doido? É só fazer carinha de putinha pidona e de sonsa. Eles perdem a linha, e pensam: Será que essa gatinha está mesmo querendo algo?
Beto sorriu, foi até a porta e escutei ele dizendo para meu pai:
— Vamos demorar um pouquinho aqui, tá? AH.. Carla, avisa o paciente do próximo horário para chegar daqui uma meia hora.
“Não acredito que este coroa vai me botar pra mamar.”
Eu me perdia em meus pensamentos e minha buceta começou a melar.
Beto, saiu da sala... Me levantei e andei por ali. Até que tive uma ideia. Fui até um dos lados da mesa, abaixei minha calça legging, empinei sobre a mesa e fiquei olhando uns papeis. Caso Beto voltasse com mais alguém daria tempo de eu levantar minha calça. Eu estava disposta a ver o que iria acontecer.
Beto voltou, todo sorridente, trancou a porta.
— Pronto, Rebeca! O que você está fazendo ai?
— Estou tentando ler, mas está difícil demais.
Falei com carinha de choro.
— Vem me ajudar!
Beto se aproximou, quando parou do meu lado, ficou sem reação, eu estava praticamente nua e de quatro sobre a mesa.
— É, é... vou fechar a janela aqui. Alguém pode ver algo que não deve.
Ele foi até a janela atrás de mim. Percebi a luz diminuir. Olhei para trás e sorri. Beto me encarava passando a mão por cima da calça.
— Se eu fizer assim, acho que fica melhor.
Abri bem as pernas, jogando todo meu corpo sobre a mesa.
Ouvi o barulho do armarinho ser aberto. Me virei, Beto estava de lado, porém percebi que pegou uma camisinha e colocou na rola, depois olhou no armário e pegou um gel ai pensei:
“Pronto! É agora que vou ter meu olho furado.”
Olhei para frente, senti o gel sendo passando no meu cuzinho e falei:
— O que está fazendo?
— Você nem imagina o tanto de punheta que já bati vendo suas fotos. Jamais pensei que um dia iria conseguir meter a rola nesse cuzinho.
Ele falava ao mesmo tempo que me dedava, abrindo minhas pregas para o que viria. Quando fui me virar, ele me conteve.
— Calma, amorzinho. Já vou dar o que você quer. Vai ser surpresa.
Beto abriu as bandas da minha raba, senti as pinceladas no meu cuzinho que piscava.
— Olha como é danada... pelo jeito esse cuzinho é guloso.
Beto forçou, a cabeça encaixou bem gostoso. Ele colocou uma mão na minha cintura e a outra na minha boca e falou baixinho:
— Sabe, biscatinha como você gosta assim ó!
Numa estocada só, a rola dele entrou rasgando. Minha pregas, literalmente, foram para o caralho.hahaha
Eu vi estrelas, senti até minha pressão cair e suei. Beto só parou quando bateu as coxas dele na minha e ficou parado.
— Relaxa, o pior já passou. Tive que fazer assim para não perder tempo, amor.
Fiquei sem reação. Era a primeira vez que alguém fazia aquilo comigo e amei. Ser invadida daquele jeito fez minhas pernas tremerem. O gordinho sacana sabia como tratar uma puta.
— Agora...
PLAFT, PLAFT
Soltou um tapa que cada lado da minha bunda.
— Mostra pro titio Beto o que sabe fazer.
Aquilo ativou meu lado mais promiscuo. Me recompus, olhei para trás, Beto estava com as calças até os joelhos, suas coxas grossas e peludas roçavam em mim. Ele tirou o jaleco e ficou me olhando.
— Anda puta!
PLAFT, PLAFT
Eu não sabia o que ele queria, fiquei olhando ele tirar a camisa, sua barriga peluda caiu sobre mim depois que ele se jogou para frente.
— Pelo jeito, você é daquelas bem obedientes. Então toma!
PLAU, PLAU, PLAU, PLAU
Ele começou a bombar, a cada batida dentro do meu rabo um barulho continuo estalava.
— Está ouvindo? O barulho do meu saco batendo em você!
PLAU, PLAU
— Quenga, ordinária!
Era só pistolada sem dó. Beto tirou o cacete e senti um vazio.
— Olha que rabo, gostoso! Vem, vem realizar meu sonho de ver você cavalgando, bb!
Beto tirou o restante da calça, sentou em uma poltrona, quando me virei, levei um susto. O pau dele parecia uma rocha.
O coroa bateu com as mãos na coxa.
— Vem minha princesa. Senta no seu trono! Que cara é essa? Sabia que iria ficar surpresa com meu cacete.
Ele pegou uma régua na mesa.
— Sim, ainda tem 17 cm! HAHAHA... a grossura deve ser 4 ou 5..sei lá. Vem, Rebeca!
Tirei minha calça legging, minha camisetinha e meus peitos saltaram.
— Que coisa bonita, vem de frente pro titio!
Meio sem saber o que fazer, subi na poltrona, peguei na pica dele e sentei.
— Olha como desliza gostoso.
PLAFT, PLAFT
Beto pegou nos meus seios, apertava e chupava enquanto eu me esforçava para cavalgar.
— AINN BETOOO! É MUITO GRANDE! NÃO CONSIGO!
Pronto, aquilo o deixou maluco. Ele passou as mãos por debaixo das minhas coxas.
— Deixa que eu resolvo!
O coroa me fez subir e descer, não sei como mas estava quase me levantando no ar tamanha a agressividade que metia.
— UINNN,, AINN, REBECAAAA! MINHAAA RAINHAAA!
Meus peitos pulavam na cara dele.
— CARALHOOO! VOU ACABAR GOZANDOOOO!
— UINN BETOOO.. AINNN..
Minha buceta roçava na barriga dele e aquilo me fez ir a loucura. Até que o coroa, me pegou no colo e se levantou.
Começou a me comer em pé. Eu me agarrei nele, olhei para o teto e via estrelas. Me segurando para não gritar.
— Cadela, gostosa, vagabundaAA!
Beto me segurou forte, pensei que ele fosse gozar.
— Calma, calma. Ainda não.
Me botou no chão. Me agarrou e beijou minha boca como ninguém nunca fez antes. Nossas línguas rodopiavam e meu cu piscava.
— Rebeca, você vai acabar me matando assim.
Me virei, vi que tinha um tapete no chão. Me agachei e fiquei de 4, coloquei a cara no chão, minha bunda subiu.
— Me dá rola, titio!
PLAFT, PLAFT
O coroa não falou nada, apenas vi ele colocar os pés perto dos meus. Agachou e posicionou a rola na entrada. Joguei a bunda para trás e engoli o cacete dele.
— Tá aprendendo hein!
Beto ficou parado, comecei a me movimentar e rebolar.
— ME DAAA PICAAAA!
Eu lutava para não gemer alto.
— Boa garota, tem que pedir mesmo. Fala de novo.
— ME ARRROMBA, GORDO FILHO DE UMA PUTA!
PLAU, PLAU, PLAU
Beto virou um touro! Ele jogava o corpo sobre mim, descontrolado. Suava e bombava com todas suas forças.
— CADELAAA! CADELAAA!
Me fez virar a cabeça e me beijava enquanto fazia amor comigo. Me senti como a amante dele.
PLAU, PLAU, PLAU.
Até que escutamos a secretaria bater na porta.
— Doutor, o paciente já está esperando.
— Fala pra ele já estou acabando aqui.
PLAU, PLAU
— Essa Carla só me atrapalha.
— Beto deixa eu mamar nesse cacetão.
Beto saiu de cima de mim, me pegou pelos cabelos. Tirou a camisinha e sorriu.
— VEMMM!
Chupei o saco e Beto gemeu. Passei a língua por todo o cacete dele e parei na cabeça.
— Fode minha boca!
Beto segurou minha cabeça, foi enfiado o cacete bem devagar e fui aceitando. Respirando pelo nariz, com os olhos lacrimejando e toda dengosinha.
Segurei na base do pau, abocanhei com vontade.
— Simmm!!! AIINN! ASSIMMM! VOU GOZAAARR! VOUU! AHHH!
Senti o leite saindo do saco dele e passando por todo pau se depositando dentro da minha boca. Foi uma das melhores sacanagens que já fiz.
Engoli toda a porra que era bem doce, por sinal. Deixei o pau dele bem limpinho.
Me levantei e fui pegar minha calça. Ai senti ele me puxando.
— Pensa que terminamos, puta?
Ele me beijou e começou a dedilhar minha buceta. Eu me contorcia em pé.
— AIN BETOO! ASSIM VOCE ACABA COMIGOOOO!
Minha xota explodiu, eu fui as nuvens com o coroa me dedando. Vários espamos me fizeram sentir como uma verdadeira mulher na mão dele.
Quando terminamos, nos vestimos. Beto riu e disse que meu batom estava todo borrado. Ainda bem que tinha um banheirinho aonde pude me arrumar.
Quando saímos meu pai estava batendo papo com a secretaria. Não gostei daquilo, mas enfim.
— Rebeca vai ter que usar um colírio e voltar aqui outras vezes para eu examiná-la.
Fiquei na minha torcendo para que meu pai não desconfiasse de nada.
No final, marcamos o retorno e sabia que da próxima vez, minha buceta não seria perdoada.
Este foi meu conto. Espero que tenham gostado, comentem e nos sigam. Bjos e até outro conto, sapekinhas.