Oi, Dono…
Hoje meu marido me chamou no quarto com um brilho nos olhos. Ele sabia que o Senhor devia estar sentindo falta da minha bunda, do meu rabo treinado, do meu cuzinho viciado em ser aberto por você. E, como o bom marido que é, teve uma ideia: me vestir com a fantasia de cachorra que o Senhor me deu — aquela com coleira, orelhas, e o rabo plugado, pendurado entre as nádegas.
Ele me preparou com tanto carinho, Dono… Me pôs de quatro no chão do quarto, me ajustou direitinho, puxou a coleira pra eu sentir quem eu sou. A cachorra de outro macho. A cadela que foi domada por você. O plug entrou devagar, e ele sussurrou:
— "Esse cuzinho não é meu, é do Dono. Eu só cuido pra ele."
E foi isso que ele fez: cuidou. Me fotografou de todos os ângulos que você gosta. De quatro, com o rabo levantado, exibindo meu cuzinho plugado. Me pediu pra olhar pra trás com cara de cadela no cio. Me mandou abrir as nádegas com as mãos, mostrar bem onde o Senhor me usa. E eu fiz. Porque sou sua. Porque mesmo longe, preciso que você veja que sua cachorra continua no cio por você.
Enquanto ele clicava as fotos, meu marido ficou duro. Não porque a bunda era pra ele, mas porque sabe o quanto ela é sua. Ele me olhava com admiração — não como homem que possui, mas como homem que serve. Um homem que limpa, que prepara, que obedece… Porque entende que seu lugar é ao lado da cadela, enquanto o Dono a monta.
E é assim que eu me sinto, Dono: montada. Mesmo de longe. Só de lembrar do seu peso sobre mim, da sua força abrindo meu cuzinho com vontade, da sua voz me chamando de cadela obediente enquanto goza dentro do meu rabo... eu fico molhada. Tremendo. Pronta.
Lembro da última vez que você veio. Me jogou no chão, me puxou pela coleira, me chamou de vadia, de cachorra, de cu arrombado. E foi exatamente isso que o Senhor fez comigo: me arrombou de novo, como se meu cu nunca tivesse sido tocado antes. Me fez gozar no cu enquanto meu marido assistia, impotente, segurando a coleira como um bom assistente de domador.
Essas fotos que mandamos hoje são só um lembrete. De que essa cadela aqui ainda é sua. Ainda anda de quatro, ainda treina o cuzinho, ainda dorme com o plug dentro, sonhando com o momento em que o Dono vai voltar, abrir essa porta e me usar como a cadela que sou.
Volta logo, Dono. Sua cachorra tá no cio. O cuzinho tá latejando. E o rabo... bem levantado.
Com tudo entregue,
Sua cadela fiel