Isabela desligou a live com as mãos tremendo, o coração disparado como se tivesse corrido uma maratona. A imagem daquele pau enorme de Magnata77 ainda queimava na sua mente, e ela não sabia se era choque, medo ou uma excitação doida que a fazia sentir o corpo inteiro formigar. Ela jogou o celular na cama e se virou pra Fernando, os olhos arregalados.
— Amor, o que foi AQUILO, meu Deus do céu? — ela soltou, a voz meio aguda, misturada com um riso nervoso. — Eu… eu não acredito que vi isso! Tava gigante, cara, tipo, 23 centímetros? Isso é real?
Fernando ficou parado, os olhos fixos nela, a boca entreaberta como se ele também tivesse levado um soco no estômago. Mas, caramba, tinha um brilho ali, um tesão que ele nem tentava esconder. Ele se aproximou devagar, passando a mão no cabelo como quem tá processando tudo, e deu um sorrisinho torto.
— Puta merda, Isa… eu também não tava preparado pra esse tamanho, hein. — Ele riu baixo, a voz rouca, e se sentou na beira da cama, puxando ela pra perto. — Mas, olha só, você ficou toda arrepiada vendo aquilo, né? Não vai me dizer que não sentiu um calorzinho aí embaixo.
Isabela corou na hora, dando um tapa leve no ombro dele, mas o corpo traiu ela — as pernas tremeram, e ela sentiu um calor subindo entre as coxas. Ela cruzou os braços, tentando se defender, mas o olhar dele, tão intenso, já tava desmontando ela por dentro.
— Para, Fernando! Eu… eu fiquei em choque, tá? Não é assim que funciona! — ela retrucou, mas a voz saiu fraquinha, quase um gemido. Ela mordeu o lábio, desviando os olhos, e ele aproveitou pra se aproximar mais, as mãos deslizando pela cintura dela.
— Ah, amor, não me engana. Vi como você ficou olhando pra tela, aquele reboladinho que deu pra ele… — Fernando sussurrou no ouvido dela, os dedos apertando a carne macia da bunda dela por cima do vestidinho. — Você curtiu, admita. E eu também, caralho. Ver você se soltando assim me deixou louco.
sabela deu um gritinho abafado, sentindo os dedos dele apertarem mais forte, e tentou se desvencilhar, mas o corpo traidor tava entregando tudo. — Para com isso, Fernandinho! — ela retrucou, rindo nervosa, o rosto vermelho como brasa. — Eu não curti nada, tá? Foi só… só um susto, aquele pau absurdo me pegou desprevenida, só isso!
Fernando riu alto, um som rouco que fez o peito dela vibrar, e puxou ela pra sentar no colo dele, as mãos subindo pelas coxas dela sem cerimônia. — Desprevenida, é? Então por que tá toda molhadinha aí embaixo, hein, safada? — Ele deslizou a mão por dentro do vestidinho, roçando os dedos na calcinha dela, e ela arquejou, mordendo o lábio pra não gemer.
— Ai, seu idiota! — ela exclamou, batendo no peito dele, mas o movimento só fez ela se esfregar mais contra ele, sentindo o pau dele já duro por baixo da calça. — Isso é por você, tá ouvindo? Não tem nada a ver com aquele Magnata maluco! — Ela tentou manter a pose, mas os olhos brilhando de tesão entregavam ela.
Ele sorriu, aquele sorrisinho safado que ela conhecia bem, e inclinou a cabeça pra morder o pescoço dela, chupando a pele com vontade. — Tá bom, minha rainha… vou acreditar que é por mim. — A voz dele tava grossa, cheia de promessa, enquanto as mãos levantavam o vestidinho, expondo a bunda dela. — Mas se é por mim, então me mostra como você fica louca por esse meu pau, vai.
Isabela gemeu baixo, sentindo o calor subir pelas pernas enquanto ele apertava as nádegas dela, espalhando os dedos como se quisesse devorar ela ali mesmo. — Seu tarado… — ela sussurrou, rindo, e se inclinou pra beijar ele, a língua invadindo a boca dele com uma fome que não dava pra esconder. — Tá bem, mas é você quem vai implorar primeiro, hein!
Fernando grunhiu contra os lábios dela, levantando do colo com ela nos braços e a carregando pro canto da sala. — Implorar eu imploro, mas depois que te comer todinha, amor. — Ele a jogou no tapete macio, arrancando o vestidinho dela num movimento rápido e se livrando da calça, o pau saltando duro e pronto. — Abre essas pernas pra mim, deixa eu ver essa buceta que tá pingando por mim.
Isabela riu, provocadora, abrindo as coxas devagar, o brilho da umidade visível entre elas. — Só se você merecer, seu safado! — ela disse, o tom desafiador enquanto ele se jogava em cima dela, as mãos explorando cada curva com urgência, o ar da sala ficando pesado com o cheiro de desejo que subia entre os dois.
Fernando não perdeu tempo. Com um grunhido faminto, ele arrancou a calcinha dela num puxão, o tecido rasgando com um riiiiip que ecoou no silêncio. — Merecer eu mereço, amor, agora vai levar! — ele rosnou, alinhando o pau duro na entrada dela e metendo tudo de uma vez, o ploc molhado da buceta dela engolindo ele fazendo os dois gemerem alto. Plaf! Plaf! Plaf! O som das estocadas começou forte, a pele batendo contra pele enquanto ele segurava os quadris dela, puxando pra si com força.
— Ai, caralho, Fernandinhooo! — Isabela gritou, a voz saindo rouca e descontrolada, como nunca tinha gemido antes. Ela arqueou as costas, as unhas cravando no tapete enquanto a buceta apertava ele, escorrendo um líquido quente que pingava no chão. — Mais, porra, me fode mais! — ela implorou, o corpo tremendo de tanto tesão, os gemidos virando uivos de prazer a cada socada.
Fernando socava com vontade, o suor escorrendo pelo peito enquanto olhava pra ela, hipnotizado pela bunda rebolando contra ele. — Essa buceta tá tão molhada assim por causa do Magnata, hein, safada? — ele perguntou, a voz grossa, dando um tapa na bunda dela que fez um pá! alto e deixou a marca da mão na pele.
— NÃAAAAO! — Isabela berrou entre gemidos, o som saindo quase como um grito de guerra enquanto jogava a bunda pra trás, encontrando cada estocada com um schlop schlop molhado que enchia a sala. — Isso é pra você, seu filho da puta! Só pra você! — Ela gozou forte, o corpo convulsionando, a buceta jorrando enquanto gritava: — AI, PORRA, FERNANDO, ME ARRANCA! — O gemido foi tão alto que parecia que ia quebrar os vidros.
Ele grunhiu, sentindo ela apertar ele como um vício, e acelerou, as bolas batendo contra ela num ritmo frenético. Plaf plaf plaf! — Então toma tudo, sua delícia! — ele rugiu, agarrando o cabelo dela e puxando pra trás, metendo ainda mais fundo. O som da buceta molhada engolindo cada centímetro era um glub glub pornográfico, e ele gozou com um urro, enchendo ela de porra quente enquanto ela tremia, gemendo como uma louca: — Ai, meu Deus, não para, não paraaa!
Os dois desabaram no tapete, ofegantes, o ar cheirando a sexo e suor, o corpo dela ainda pulsando enquanto a porra escorria pelas coxas. Isabela virou o rosto pra ele, os olhos semicerrados de prazer, e murmurou entre respirações pesadas: — Isso… isso foi tudo por você, amor…
o decorrer da semana tinha sido um inferno. Todo dia, o celular de Isabela apitava com mensagens do Magnata77, cada uma mais insistente que a anterior. “Isa, só um vídeo rapidinho, 10 mil pra você… Que tal de quatro pra ele com meu nome na bunda?” ou “Vamos, linda, você sabe que eu pago bem, só um gostinho a mais!” Ela revirava os olhos, jogava o celular na mesa e resmungava: — Tá louco, cara? Nem morta!
Fernando, por outro lado, não deixava passar. Toda noite, enquanto eles deitavam na cama, ele cutucava o assunto. — Amor, pensa bem, 10 mil é uma grana boa. A gente faz do teu jeito, sem mostrar teu rosto, e pronto. — Ele se aproximava, passando a mão na coxa dela, o tom meio brincalhão, meio safado.
— Não, Fernando! — ela retrucava, cruzando os braços. — Eu não vou ficar fazendo vídeo pra esse tarado só porque ele tem dinheiro. Isso tá virando coisa séria demais, e eu não gosto disso! — Mas o brilho nos olhos dela, mesmo que ela negasse, entregava que a ideia tava mexendo com ela.
Dia após dia, a dança continuava. Magnata mandava fotos de notas, joias, até um print de uma transferência de 5 mil como “adiantamento”. “Aceita, Isa, eu te quero de quatro, com meu nome na bunda, vai valer a pena!” Fernando insistia: — Olha, amor, a gente tá precisando desse dinheiro pra viagem. E eu te ajudo, te filmo do jeito que você mandar. — Ele ria, apertando a bunda dela de leve. — Além disso, me excita te ver assim, sei lá…
Isabela bufava, mas o cansaço e a curiosidade foram minando a resistência. Na sexta-feira, depois de mais uma mensagem — “15 mil, Isa, só um vídeo, eu imploro!” —, ela jogou as mãos pra cima. — Tá bom, seu chato! — ela gritou pra Fernando, que tava na cozinha com um sorriso bobo. — Mas é do meu jeito, sem rosto, e você vai me ajudar a escrever esse nome idiota na minha bunda!
Ele correu pra sala, os olhos brilhando. — Sério, amor? Caralho, tu é a melhor! — Ele a abraçou, rindo, e já foi pegando o celular. — Vamos fazer agora, antes que tu mude de ideia. O que tu quer que eu filme?
— Nada de rosto, Fernandinho! — ela avisou, apontando o dedo. — Só a bunda, e você vai escrever ‘Magnata777’ com batom. E me fode gostoso, tá? Quero que ele veja que é você quem me deixa louca, não ele! — Ela riu, já tirando o short, o corpo tremendo de nervoso e excitação.
Fernando assobiou, pegando o batom vermelho da cômoda. — Tá certo, minha rainha. Deita aí no tapete, levanta essa bunda pra mim. — Ele se ajoelhou atrás dela enquanto ela se posicionava de quatro, o coração batendo forte. Com cuidado, ele escreveu “Magnata777” na bunda redonda dela, o toque do batom frio fazendo ela arrepiar. — Caralho, ficou pornô pra caralho! — ele disse, rindo.
— Para de babar e me fode, vai! — ela retrucou, rebolando a bunda pra ele. Fernando largou o batom, puxou a calça pra baixo e alinhou o pau duro, metendo tudo de uma vez com um ploc molhado. Isabela mordeu o lábio com força, segurando o gemido por vergonha, o rosto queimando enquanto o corpo se ajustava. Só um suspiro baixinho escapou, tímido, enquanto ele começava a socar devagar. Plaf… plaf… plaf… O som era suave, mas a buceta dela já tava começando a umedecer.
Fernando percebeu a resistência dela e sorriu, inclinando-se pra sussurrar. — Relaxa, amor, deixa sair… — Ele aumentou o ritmo, as mãos apertando os quadris dela, e ela finalmente soltou um gemidinho manhoso, quase inaudível, como quem não quer se entregar. — Hmm… hmm… — Os olhos dela se fecharam, a vergonha lutando contra o prazer enquanto ele socava mais fundo, o schlop molhado começando a se misturar.
Mas o tesão foi tomando conta. Com cada estocada, plaf plaf plaf!, Isabela foi se soltando, os gemidos manhosa ficando mais altos, mais desesperados. — Hmmm… ai, Fernandinho… — ela soltou, a voz trêmula, o corpo rebolando contra ele. Fernando deu um tapa na bunda, fazendo o “Magnata777” tremer, e ela arqueou as costas, gemendo mais forte. — Haaammm… caralho… — A buceta escorria, o som virando um glub glub pornográfico enquanto ele acelerava.
— Tá gostoso, hein, safada? — ele rosnou, puxando os quadris dela pra trás com força. — Essa buceta tá assim por causa do Magnata? — Ele socou mais fundo, o pá pá pá ecoando na sala.
Isabela balançou a cabeça, os gemidos explodindo num grito manhoso. — Nãããooo… hmmm… só por você… ai, porra! — Ela gozou forte, o corpo tremendo, a buceta jorrando enquanto gritava: — HAAAAAAMM! ME ARRANCA, AMOR! — O som era puro desespero, as unhas cravando no tapete. Fernando grunhiu, sentindo ela apertar, e meteu como louco, as bolas batendo num pá pá pá frenético. Ele gozou com um urro, enchendo ela de porra enquanto filmava, o ângulo capturando tudo: a bunda marcada, o movimento selvagem.
Ofegantes, eles caíram no tapete. Isabela virou pra ele, rindo fraco, o rosto vermelho. — Tá feliz agora, seu convencido? Espero que o Magnata pague esses 15 mil…
Fernando riu, beijando a testa dela. — Vai pagar, amor. E tu foi uma deusa… — Ele piscou, e ela deu um tapa leve, mas o sorriso dizia que a aventura tava só começando.