Como comi o cuzinho da minha própria tia

Um conto erótico de hugo
Categoria: Heterossexual
Contém 897 palavras
Data: 03/04/2025 14:59:42

Cara, nunca imaginei que isso ia rolar de verdade. Mas olha, quando minha mãe me mandou pra casa da Tia Mara porque eu tava começando a faculdade perto da casa dela, eu não fazia ideia do que me esperava. Na minha cabeça, ela era só aquela tia solteirona que aparecia nos almoços de família, sempre quietinha no canto dela.

Quando cheguei lá, quase engasguei. A mulher tinha 43 anos, mas parecia uma daquelas gostosas de cinema. Loiraça, alta, com um par de pernas que não acabava mais e uma bunda enorme - daquelas que enche as mãos e ainda sobra. E o detalhe? Tava usando um shortinho tão colado que dava pra ver tudo. Quando ela me abraçou pra dar as boas-vindas, senti aqueles peitos médios mas firmes esmagando meu peito, e a mão dela, "sem querer", passou direto pela minha bunda. Na hora meu pau ficou duro que nem pedra.

Nos primeiros dias foi aquela tensão do caralho. Eu comecei a criar umas situações, sabe? Tipo deixar a porta do banheiro entreaberta quando tava tomando banho. Uma vez ela me pegou pelado - vi o olhar dela quando caiu no meu pau (19cm, só pra constar). Ela fingiu que não viu, mas dava pra ver que tava com vergonha. Outra vez ela tava passando roupa, toda curvada na minha frente, e eu me aproximei pra "ajudar", esfregando meu pau duro nas costas dela. Ela deu um pulo, mas não falou nada - só ficou com aquele rostinho corado.

Uma noite eu não aguentei. Fuçei as gavetas dela e achei um pacote de calcinhas limpas. Peguei uma preta, daquelas fio-dental minúsculo, e levei pro meu quarto. Cara, o cheiro era incrível - aquele perfume dela misturado com cheiro de buceta. Fiquei batendo uma imaginando ela de quatro, com aquela bunda grande empinada, enquanto eu enfiava no cuzinho rosa dela. Gozei tanto que melou a calcinha toda.

Mas o dia que tudo mudou mesmo foi duas semanas depois. Ela tava tomando banho e a porta não tinha fechado direito. Eu fui levar uma toalha e... puta merda. Ela tava de costas, se ensaboando, e aquele cuzinho dela era simplesmente perfeito - rosado, lisinho, parecia até de novinha. Meu pau ficou duro na hora. Quando ela virou e me viu, em vez de gritar, só cobriu os peitos com as mãos e falou baixinho: "Hugo... fecha a porta".

Mas eu não fechei.

Entrei no banheiro e fechei a porta atrás de mim. Ela ficou parada me olhando enquanto eu tirava a roupa. Quando ela viu meu pau totalmente ereto, deu um gemido que quase me fez gozar ali mesmo. A gente se beijou primeiro - ela tava meio hesitante, mas quando meti a língua na boca dela, senti ela derreter. Apertei aquela bunda com as duas mãos e ela gemeu no meu ouvido: "Você não devia fazer isso...". Mas não me parou.

Levei ela pro quarto e cara, ver a Tia Mara pelada pela primeira vez foi surreal. Aqueles peitos caidinhos mas gostosos, a barriga macia, e aquela bunda... meu Deus, aquela bunda era coisa de louco. Comecei chupando ela todinha. Quando cheguei no cuzinho, ela tentou empurrar minha cabeça: "Lá não, Hugo!". Mas eu segurei as coxas dela e cuspi naquele buraquinho rosa. Ela gemeu que nem uma putinha quando lambi.

Quando vi que ia rolar mesmo, ela ficou nervosa: "Eu nunca fiz assim...". Mas eu já tinha passado dedo, língua, e agora tava com a cabeça do meu pau pressionando a entrada. "Relaxa, Tia", falei, enquanto empurrava devagar. Ela gritou um pouco, mas quando entrou tudo, ela tava gemendo que nem louca.

Cara, aquela bunda enorme balançando enquanto eu fodia o cuzinho apertado dela foi a melhor coisa que já senti. Ela gozou duas vezes antes de eu jorrar dentro - e sim, eu gozei dentro mesmo, fodase.

Depois a gente ficou deitado suados, e ela começou a chorar: "O que a gente fez, Hugo?". Mas quando eu passei a mão na bunda dela de novo, ela só virou pro lado e deixou.

E foi aí que rolou o inesperado. Naquela noite, eu tava no meu quarto batendo uma pensando nela quando ouvi a porta rangendo. Quando olhei, lá estava a Tia Mara parada na porta, só de camisola - aquela fina que deixava os mamilos durinhos marcando. Ela ficou uns segundos me olhando, com a mão cobrindo a boca, até que soltou um "Eu... eu não consigo parar de pensar no que a gente fez".

Eu nem tive tempo de responder. Ela começou a se esfregar devagar na beirada da cama, deixando a camisola escorregar de um ombro. "Isso tá errado...", ela disse, mas ao mesmo tempo puxou o tecido pra baixo até os peitos ficarem totalmente à mostra.

Fiquei hipnotizado vendo aquela cena. A Tia Mara, sempre tão certinha, agora se exibindo pra mim com um misto de vergonha e tesão. Quando ela levou a mão pra buceta e gemeu meu nome, eu não aguentei - pulei da cama e peguei ela no colo.

Ela ainda tentou protestar: "A gente não devia...". Mas quando sentiu meu pau duro contra a barriga dela, só soltou um gemido e abriu as pernas.

Agora toda vez que a família se reúne e ela tá lá, sentada de calça jeans apertada, eu só consigo pensar naquela bunda enorme levando rola. E pelo jeito que ela me olha quando ninguém tá vendo, ela também tá pensando a mesma coisa.

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Comentários

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Muito bom o conto, você é bem corajoso e meta mais pica na sua tá.

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uau q tesao, adoro contom tb tenho tesao numa tia mas ainda nao tive prazer comer ela

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