Carnaval com namorado e seu melhor amigo

Um conto erótico de Alic3
Categoria: Heterossexual
Contém 6178 palavras
Data: 03/04/2025 16:56:48

O texto é longo, mas eu precisava trazer com toda essa riqueza:

Olá, me chamo Alice, tenho 24 anos, sou morena, bem cuidada, de cabelo preto e longo. Namoro (sou quase “casada”) com Bruno, estamos juntos há uns 5 anos e resolvemos morar juntos.

Bruno é um gostoso, branquinho, de boca rosada, um fofo. Tem 25 anos e uma disposição que me sacia.

Temos um amigo em comum, Fernando, melhor amigo do Bruno desde que saíram do exército. Nando é moreno também, alto, não é musculoso, mas se cuida muito bem… Antes de conhecer o Bruno, eu já tinha ficado com o Nando em uma social. Nunca contamos ao Bruno porque não cabia trazer essa informação, mas, quando ficamos, eu era mais nova e não passou de um sarro, mão aqui e ali. No entanto, o volume na calça dele me deixou muito molhada e curiosa.

Algum tempo depois, conheci o Bruno e, em determinado momento, reencontrei o Nando com ele. Sempre nos tratamos com cordialidade.

Fernando está sempre com a gente, às vezes mais, às vezes menos, mas no fim… estamos sempre juntos. Ainda mais depois que Nando terminou o namoro com uma amiga nossa, ele passou a frequentar ainda mais nosso convívio.

Neste Carnaval, resolvemos viajar juntos para o litoral de Alagoas. Depois de algumas pesquisas, ficamos em um loft na Praia do Francês. Tinha apenas um quarto, mas como só iríamos usar para dormir e nos ajeitar, Bruno e eu ficaríamos no quarto, e Nando disse que não se importava de ficar no sofá, que era retrátil e bem confortável. Dessa forma, pegamos um lugar mais arrumado, próximo à praia e com um valor que ficou bacana para os três.

Chegamos na sexta-feira e fomos passear no centrinho da cidade. O clima era bem praiano, lembrava Búzios - RJ. Paramos em um churrasquinho, tomamos uma cervejinha gelada e aproveitamos a animação gratuita que já acontecia por ali.

De volta ao apartamento, não era tarde, mas estávamos cansados da viagem e fomos dormir cedo. Tomei banho e fui deitar. Bruno e Nando ficaram na varandinha conversando, até que Bruno entrou, pegou uma mochila do Nando (que estava no quarto para não ficar espalhada na sala) e levou para ele.

Já de madrugada, o telefone do Bruno tocou. Era Fernando ligando. Ficamos sem entender e, quando Bruno atendeu, ele desligou e começou a mandar mensagens.

Ele disse que a sala estava muito quente e queria tomar uma ducha para tentar dormir melhor.

Só que o único banheiro era o da suíte.

Bruno me explicou e perguntou:

— E aí, amor, você se importa se o Nando vier tomar um banho rápido? Está muito quente lá fora.

Logo me prontifiquei a chamá-lo para entrar. Chamei o Bruno para ficar na sala e dar mais privacidade para o Nando.

Realmente, a sala estava muito quente. A varanda estava aberta e o ventilador de teto ligado, mas não dava vencimento… Era uma noite muito abafada.

Não demorou muito e Nando apareceu, só de bermuda e com a toalha no pescoço, o corpo ainda molhado.

— Valeu, gente, eu estava derretendo de suor — disse ele enquanto andava.

Deu para perceber que não usava cueca, pois algo balançava na bermuda enquanto ele se movia.

— Que isso, mano, a gente não fazia ideia de que aqui era tão quente nesse horário — disse Bruno.

Decidimos deixar a porta do quarto aberta para que o ar-condicionado esfriasse um pouco a sala também. Voltamos para o quarto e, alguns minutos depois, havia um desconforto para ambos os lados: o ar gelado escapava para a sala, que continuava quente, e o quarto não esfriava direito.

— Ai, amor, assim não dá! — reclamei para o Bruno.

Fui até o Nando, que ainda estava acordado, e perguntei:

— E aí, amigo, deu certo aqui na sala?

— Quem dera, Lice. O jeito vai ser amanhã comprar um ventilador para aguentar a noite.

Realmente, não havia outra solução. Nem ele nem a gente conseguiria dormir bem daquela forma. Foi então que tive uma ideia que poderia nos ajudar naquela noite.

— Nando, é melhor você vir para o quarto e a gente dá um jeito de dormir aqui mesmo. Senão, nem aqui nem lá vai esfriar.

— Será, Alice? Posso colocar alguns lençóis no chão e segurar essa noite… — disse Fernando, mas logo foi interrompido por mim e por Bruno.

— Não precisa, a cama é bem espaçosa. Dá para a gente se ajeitar nela.

Realmente, era uma cama king, e quando deitamos, coubemos os três tranquilamente. Apesar de sermos muito amigos, era a primeira vez que estávamos nessa situação juntos… Lógico que quebramos o gelo rindo.

— Olha, não me venham vocês dois fazer nada nessa cama hoje, viu?! Por favor!!! — brincou Nando, arrancando boas gargalhadas nossas.

Bruno ficou no meio, e eu do outro lado.

— Vocês dois, cuidado para não fazer conchinha aí também, hein?! — provoquei.

Não demorou muito e pegamos no sono. Eu estava abraçada com Bruno, minhas mãos atravessando o corpo dele, até que senti o corpo do Nando (que permanecia sem camisa) encostar nelas.

Foi estranho. Os dois ainda dormiam, e eu havia perdido um pouco o sono.

Levantei para tomar água e, quando voltei, Bruno já tinha tomado meu lugar.

Chamei, chamei, chamei, e ele não saía.

Até o Nando já tinha dado uma despertada.

— Acho que esse cara tá morto… Só pode — brincou.

— Agora ele tomou meu lugar, vê se pode? — respondi.

Nando olhou para Bruno, que estava quase na beira da cama, e disse:

— Deita aí, mano, relaxe.

Se ajeitou um pouco mais para a outra extremidade, deixando um espaço maior para mim.

Deitei entre os dois e comecei a pensar: “Se abraço o Bruno, fico de bunda para o Nando. Se viro para o Nando, fico de frente para ele.” Acabei ficando imóvel, reta.

Não demorou muito, fui me mexendo, acabei puxando o cobertor do Nando e senti seu pé encostar no meu.

Ele realmente já tinha dormido. Agora, eu que estava aflita naquela situação.

Por algum motivo, meus batimentos estavam acelerados. Foi inevitável não pensar que eu estava na cama com meu namorado e seu melhor amigo, com quem eu já tinha ficado… E lembrando que Fernando estava só de bermuda, sem cueca…

Parte de mim queria se aproveitar da situação e dar uma passada de mão.

— O que é isso? Que pensamento é esse?! — me repreendi.

Resolvi virar de costas para o Bruno e ficar de frente para o Nando, assim não corria o risco de ficar de conchinha com ele.

Acabei adormecendo sentindo o cheiro de banho tomado que ainda exalava dele.

Acordamos com o celular do Bruno despertando, lá pelas 8 e pouca.

“Bom dia”, “bom dia” – começamos a nos cumprimentar enquanto íamos levantando da cama.

Bruno já foi direto ao banheiro, levantou apressado com o pau duro de mijo que nem encostou a porta direito. Percebi que Nando também ficou um pouco sem jeito, devia estar de pau duro, pois puxou a bolsa dele rapidamente e a colocou no colo.

Fomos nos organizando e decidimos passar o dia na praia e, à noite, ir para os bloquinhos na cidade vizinha.

Enquanto os meninos se arrumavam, eu preparei algumas frutas para levar e também fiz alguns sanduíches para o café da manhã.

Quando fui tomar banho, percebi que minha calcinha tinha ficado um pouco úmida da noite anterior… “não é possível isso”, eu não tava boa do juízo, só pode kkkk

Tomei uma ducha e escolhi um biquíni que me valorizava bastante, fio-dental, cortininha fina… Modéstia à parte, eu me sentia muito bem de biquíni, e Bruno adorava me ver assim. Não apenas me ver, mas também desfilar comigo.

Vesti um shortinho por cima e uma blusa, descemos com algumas cadeiras de praia que tinham no apartamento e fomos aproveitar o dia.

Nos organizamos na areia (a praia estava quase deserta) e os meninos foram até um mercado próximo comprar bebidas e gelo. Em poucos minutos, voltaram.

Quando eles chegaram, comecei a tirar minha roupa para ficar só de biquíni.

Percebi que os dois não tiravam os olhos de mim. Fernando tentava disfarçar, mas eu sempre o pegava olhando de canto de olho.

“Que gostosa!!!!” Exclamava Bruno pra mim.

“Sua gostosa, meu amor” respondia ele dando beijinhos…

⁃ “Ei, já tá bom desse melado de vocês dois!” – brincou Nando, jogando um pouco de água do gelo na gente.

⁃ “Quem mandou terminar com minha amiga?” – disse eu, em tom de ironia. “Agora vai passar o carnaval sozinho.”

Bruno logo começou a zoá-lo também, e caímos na risada.

Entre muitas brincadeiras, percebi que Nando me olhava mais do que o normal, e isso não parecia incomodar Bruno…

Resolvi testar uma reação.

Me debrucei de costas pra eles sobre a cadeira e pedi:

⁃ “amor, passa protetor em mim?” Minha bunda tava toda empinadinha de fio dental virada pra eles dois.

Sinceramente? Eu estava esperando alguma repreensão do Bruno, mas ele pegou o protetor e começou a espalhar em mim, nas minhas costas e foi descendo pra minha bunda. Alisando, apertando… percebi que ele tava ganhando um volume na sunga enquanto me alisava e pensei “será que o Nando tá assim também?”

O momento foi interrompido quando Bruno falou:

“Amor, passa em mim também.”

Olhei para ele e sorri. Me levantei fazendo um showzinho, empinando bem minha bunda e eu tenho certeza que meu pacotinho ficou bem visível pros dois.

Agora eu tive certeza que Bruno estava animado pelo que estava fazendo e Fernando, por mais que tentasse não demonstrar, também tinha um volume que (não estava tão marcado) tava aparecendo.

Quando terminei de passar protetor no Bruno, ele perguntou se o Nando não ia passar, pelo que ele respondeu

⁃ “ja passei mano”,

⁃ “mas e as costas?” Perguntou Bruno, para minha surpresa, Bruno diz: - “ajuda ele ai amor…”

olhei com susto pra Bruno que continuo a dizer: -

⁃ não pega bem eu alisando o meu amigo né?!

⁃ E pra tua namorada pega, né?! - Rimos todos da situação…

Fernando ficou meio tímido dizendo que não precisava, mas… besteira

Foi o próprio Bruno quem propôs.

Eu dei a volta nele e fui passando protetor na suas costas, espalhando pelo seu braço, descendo até a sua lombar e alisando as minhas unhas nas suas costas.

Aquilo tava me deixando excitada…

⁃ quero ir nadar, vamos? Chamei eu.

⁃ Vão, lá - disse Nando - vou ficar aqui olhando as nossas coisas.

Olhando de quem? Só tinha a gente na praia.

Mas foi bom, entrei com Bruno na água e começamos a nos beijar, eu pude sentir a pica dele dura na sunga e ele fazia questão de me apertar pra sentir

⁃ Que pauzao duro, amor, por que? - perguntei eu

⁃ Ah, amor, sei lá, vendo você assim toda gostosa.

⁃ Você me achou gostosa?

⁃ Demais, com essa bunda comendo seu biquininho…

⁃ Não te incomoda?

⁃ Incomodar por que? - perguntou ele

⁃ Ué, você não viu seu amigo me olhando também… e se ele tiver achando o mesmo que você?

⁃ Olhar não tira pedaço hahahaha…

A verdade é que aquela conversa tava me deixando ainda mais safada.

⁃ você gosta que me achem gostosa, não é, seu safado?! - perguntei eu no seu ouvido enquanto apertava sua pica na água…

Ele não me respondeu palavra algum, só me puxou e começou a me beijar.

⁃ Apois fique sabendo que eu vou provocar bem muito você e seu amigo, tá?! - disse eu olhando nos olhos dele enquanto arrancávamos beijos quentes.

⁃ Ele já estava ali babando por você.

disse ele enquanto apertava minha bunda

⁃ e você fica empinando esse cuzão… quase encosta nele

E rimos juntos e eu disse:

⁃ não ia ser a primeira vez… rsrs

⁃ Como assim? - perguntou Bruno espantado

⁃ Ah, amor, não fica bravo, foi sem querer… você tomou meu lugar na cama e só sobrou o meio pra eu deitar, você sabe que eu me mexo muito e acabei encostando o bumbum nele, mas foi só isso.

Pra minha surpresa, ele achou graça e perguntou:

⁃ e depois, você fez o que?

⁃ Como assim?????? Kkkk o que você esperava que eu fizesse? - perguntei enquanto Bruno ria sem baixar o volume da sua pica. - quer dizer que se fosse uma amiga minha você ia se aproveitar, é Bruno?

- Ele ria, até que me respondeu - Se sua amiga encostasse em mim, eu ia encostar mais só por curiosidade…

⁃ Curiosidade do Nando eu já tive, fique você sabendo.

Nessa hora os olhos dele arregalaram. E percebi que o volume da sunga dele ia diminuindo.

⁃ Como assim? - indagou Bruno.

⁃ vou te contar, mas promete não ficar bravo. - ele prometeu imediatamente

⁃ Antes de a gente se conhecer, o Nando já ficou comigo depois de uma festa do terceirão.

⁃ Ficou? Como assim ficou?

⁃ A gente ficou umas vezes.

⁃ Vocês já transaram? - Perguntou Bruno meio assustado.

⁃ Não! Eu não tinha coragem… por isso eu já tive curiosidade nele.

⁃ Curiosidade de que?

⁃ Você quer mesmo que eu diga, Bruno? - indaguei eu.

Ele me olhou com uma cara de safado e balanço a cabeça confirmando que sim.

⁃ Eu ficava com o Nando quando era mais nova, eu era louca por ele, moreno, alto, ele tem uma pegada boa, e eu me amarrava em ficar chupando aqueles lábios carnudos. - Bruno estava muito interessado em saber, dava pra ver na cara dele que não incomodava.

⁃ Continuei - enquanto ele me beijava, eu ardia todo, minha buceta fiava toda molhada, eu me esfregava nele enquanto ele apertava minha Nunes e beijava meu pescoço…

⁃ Caralho!!!! - disse Bruno me interrompendo - e você não transou com ele?

⁃ Como eu era virgem, não tinha coragem, mas ele ficava alisando minha bucetinha molhada e me apertando contra o corpo dele, aí eu sentia o volume da pica dele na calça e a minha vontade era tirar pra fora, imaginando que deve ser grande…

Nessa hora, minha perna encostou na sua sunga e eu percebi que ele tava de pau duro feito pedra.

⁃ isso te deixa de pau duro, Bruno? - perfuntei eu já puxando a pica dele pra fora…

⁃ Uhum - respondeu ele me beijando em seguida.

Eu comecei a bater uma pra ele bem ali, devagar, enquanto provocava…

⁃ eu ficava imaginando a picona dele preta na minha boca, eu chupando ele como chupo você… já pensou se eu tivesse me aproveitado da situação e esfregado minha bunda nele ontem?

Bruno me interrompia para me dar beijos quentes…

⁃ Você gostou de ter dormido do lado dele ontem? - disse Bruno.

⁃ Peraí? Você provocou aquilo? - indaguei curiosa

⁃ Não! mas não vi nenhum incômodo da sua parte.

⁃ Minha buceta tava muito molhada… eu jamais pensei que podia passar por uma situação daquelas, ainda pensei em me aproveitar, mas e se ele acorda, pior, se você vê aquilo… Mas chega - interrompi ele - isso é loucura e nada vai acontecer.

Eu disse isso, mas nem eu respondia por mim de tão safada que estava naquela hora…

⁃ eu sei - disse Bruno.

⁃ NAANDOOO - começou a gritar Bruno. - VEEEM PRA CÁ!

⁃ Que isso? Tá louco? Olha como você está! - disse eu mostrando que ele tava com a pica dura… - e se ele percebe?

⁃ Besteira! - não vai acontecer nada, não é?! - disse ele ironizando aquilo que eu disse.

Quando Fernando chegou, eu estava vermelha ainda.

Havia uma tensão naquele lugar.

Eu não esperava que Bruno fosse mais longe.

⁃ A gente tava falando de você… - disse Bruno, enquanto me olhava.

Eu travei…. Meu coração quase sai pela boca

⁃ De mim? O que? - indagou Fernando

⁃ Do ventilador… - interrompi - pra não esquecer de comprar, né?!

⁃ Hum… sei - respondeu ele meio desconfiado

Eu só conseguia pensar: “o Bruno me paga…”

Ele continuava de pica dura atrás de mim, me alisando… me provocando… se é pra provocar, eu sei provocar:

⁃ Nossa, olha esse bronze eu peguei! - disse eu puxando um pouquinho do biquíni no peito.

Os olhos do Bruno arregalavam, mas Fernando não tirava o olho de mim.

Ele me olhava nos olhos… voltava a ver o que eu mostrava.

Me apoiei de bruços no Bruno e boiei deixando a raba pra fora.

⁃ Nao da pra ver, será que pegou a marquinha, amor?

Levantei minha bunda quase na altura do rosto do Nando

⁃ Que filha da puta! - disse Bruno rindo

⁃ Eu acho que você vai gostar… - disse o Nando, dando um mergulho pra trás.

⁃ Quer saber? - disse eu - quero mais.

E sai rebolando em direção a areia, me ajeitei deitada de bruços e os dois demoraram pra aparecer. Acho que estavam com aquelas picas duras sem poder demonstrar um ao outro.

Quando eles chegaram, eu fiz questão de ficar empinada pra arrumar a toalha na areia, nem precisava, mas eu queria abrir o cu pra eles me olharem de novo.

⁃ Ei, viado. - disse Bruno - a gente tem que ir comprar esse teu ventilador hoje, porque eu não tô aguentando.

⁃ Nem me fale! - disse Nando (OI???? Como assim Nando? Era o que eu queria perguntar)

A minha vontade era puxar meu fio dental de lado e mostrar como minha xaninha tava babando por aqueles homens.

Mas eu me contive até que voltamos pra casa.

⁃ Olha a hora do bloquinho, vamos!

Pegamos nossas coisas, corremos por apê.

Que aperreio na hora do banho.

Um banheiro pra três pessoas, quase atrasadas para sair.

⁃ Deixa eu ir na frente. - disse eu já entrando no banheiro.

Logo em seguida, Bruno já veio pedindo pra abrir a porta e tomou banho comigo.

Nando ficava do lado de fora “vamos, olha a hora, não é pra namorar não…”

Era tudo o que eu queria.

Minha buceta tava latejando de tesão.

Apesar do pouco tempo, eu ainda conseguia conversar com Bruno:

⁃ Amor, que loucura foi aquela? Tu ia me entregar?

⁃ Não precisa ficar nervosa com isso, você mesmo disse que não dá em nada, relaxe!

⁃ Você tava impossível, nunca te vi assim, sabia - disse eu em tom de surpresa.

(“Boooora” - eram os gritos do Nando tirando onda com a gente)

⁃ Eu tava só me divertindo… se diverte amor. - Bruno disse isso me dando um beijo quente e saindo do box, pegando a toalha e sem eu esperar, abriu a porta do banheiro e saiu.

“Que Bruno louco!!!!!”

Não demorei, me enrolei na toalha e também sai, deixando o banheiro livre pro Fernando entrar.

⁃ Nando, só me avisa quando for sair que eu vou me trocar aqui no quarto, tá?!

⁃ Eita!!!! Olha que eu saio com tudo- disse ele rindo com Bruno.

Enquanto ele estava no banho, lembrei que deixei meu biquíni na pia, que mancada.

⁃ Nando, foi mal, deixei meu biquíni na pia. Qualquer coisa você joga aí de lado, tá?!

⁃ Relaaaxe! - gritou ele lá de dentro.

Achei que demorou um pouco no banho, mas era melhor pra mim, eu estava decidindo que roupa usar, mas cai na besteira de perguntar ao Bruno

⁃ Vem cá, amor, entre esses looks, qual você acha melhor?

As opções eram: uma fantasia de enfermeira (biquíni estilo top é uma sainha leve)

Um conjuntinho de cropped tomara que caia dourado com saia de fenda.

⁃ Vai de enfermeira sexy! - insistiu Bruno

Quando Nando saiu do banheiro, eu percebi que minha calcinha tava pendurada no registro da parede, também notei que tava molhada… fiquei em dúvida se era meu ou se… o Fernando tinha feito alguma coisa com minha calcinha.

Vesti a roupa e fui pedir a opniao deles com ela vestida.

⁃ E aí?

⁃ Uau - NOSSA!!! - simultaneamente

Bruno tinha razão, a fantasia era mais de uma enfermeira sexy, do que de uma enfermeira de carnaval.

⁃ Vocês não acham que está muito vulgar não? - indaguei dando uma voltinha.

⁃ Amor, tá perfeito!!

⁃ E aí, Nando, o que você acha?

⁃ É… tá ótimo, se você tiver se sentindo bem, recomendo.

Ele falava isso olhando com uma cara de safado… os dois estavam.

⁃ Vamos, vamos saindo!!!!!

Entramos no carro e seguimos para a cidade vizinha que fica uns 5 minutos de distância.

Mas não contávamos com o congestionamento…

⁃ Porra, vamos perder o bloco. Ainda tem que comprar o ventilador - disse Fernando mostrando preocupação

Estávamos a poucos metros de passar pelo mercado e dava pra ver uma baita fila. Mas no cartaz dizia que era aberto até as 21:00

⁃ Vamos direto, a gente volta umas 17:30/18:00 e compra. - era eu achando uma solução pro nosso horário.

Ótimo! Os dois concordaram.

Eu estava realmente ansiosa, fazia tempo que não viajava pra carnaval, e pra falar a verdade, eu estava doida pra me exibir para os dois.

Já estacionamos no meio da folia, as pessoas se aglomeravam em volta de onde o trio partiria.

Aquela alegria, todo mundo se apertando, e lá estávamos nós.

Muita gente bonita, Bruno não perdia a oportunidade de me beijar, eu tava facinha pra eles… digo, pra ele. Kkkk

Eu dançava com Bruno, dançava também com Nando e eu estava amando… aos poucos, me virei pra dançar com os dois.

Nando me puxava cada vez mais pra junto dele, parecia querer fazer o mesmo que Bruno e me beijar, eu tava muito safada já.

Vem Bruno e me beija. Eu falo em seu ouvido:

⁃ Tô louca pra chegar em casa e você me comer muito. Quero gozar na sua boca!

Aí é que ele me beijava com gosto.

Foi quando eu passei o olho e não vi Fernando.

O encontro atrás do trio conversando com alguém, não consegui ver quem é.

Não demorou e Fernando estava lá, engolindo a boca de uma loirinha que ele acabara de conhecer.

Me deu um ciúme ver aquela cena, puxei Bruno e começamos a nos beijar também, que beijo gostoso!!!!

⁃ Vai chamar o Fernando! - disse eu olhando em seus olhos. - o trio já vai sair.

As pessoas começaram a se aglomerar, se apertando, lá vem Fernando correndo, já sem camisa e com metade de um drink na mão.

Ele e Bruno se vangloriavam de alguma coisa, eu puxei os dois

⁃ Vamos, olha o trio saindo!

Fernando ficou na minha frente e fizemos um trenzinho pra não se perder.

Fernando estava sem camisa e e estava praticamente colada nele, na verdade, estávamos quase grudados um no outro… atrás de mim vinha Bruno, enquanto eu dançava/rebolava ele ia me beijando o pescoço, passando o braço sobre mim.

Eu tava me sentindo poderosa entre aqueles dois homens.

Já tínhamos passado uns dois quarteirões segurando as mãos deles, um na frente e outro atrás. Não sei se intencionalmente, mas Fernando sempre deixava sua mão parada atrás, em algum momento eu sentia sua mão encostando na minha barriga

Enquanto andávamos, Bruno e eu nos beijando, ele beijava meu pescoço, me alisava, no meio do vuco-vuco ele passava a mão sobre minha calcinha e alisava minha xota que tava molhada daquele tudo.

Já tínhamos passado por alguns ambulantes e nunca dava pra chegar perto então o Bruno fala:

⁃ Vou ali na conveniência comprar umas bebidas pra gente. Já volto

Acenamos com a cabeça e quando ele se afasta alguns poucos metros, Nando me puxa pra sua frente

⁃ Vem pra cá, mulher bonita não pode ficar dando sopa. - disse ele em meio ao barulho

⁃ Mas eu tenho cara de casada… já boto pra correr.

⁃ Eu sei, mas você tá vestida de enfermeira gostosa! - disse ele me olhando ironicamente.

⁃ Gostosa????? - perguntei surpresa

⁃ Hã? - ele tava se fazendo de besta.

⁃ Fala, foi isso que eu ouvi? - E o filho da puta falou de um jeito que encheu de tesao por ele

Puxando o meu corpo junto ao dele e falando no meu ouvido:

⁃ Se você tá gostosa vestida assim? Demais! - disse ele enquanto me olhava nos olhos com aquele sorriso eu eu era doida pra beijar desde sempre…

Ele me puxou de novo e disse:

⁃ Viu como eu falo, já você não me diz o que estava falando a meu respeito.

⁃ Kkkkk não acredito… - disse eu rindo.

Agora em sua frente e de costas, ele me puxou pra junto ao seu corpo e eu não parei de dançar, eu sentia o calor do abdômen dele nas minhas costas nuas… o dia já estava querendo ir embora e começava a anoitecer… “que demora do Bruno” enquanto isso eu continua ali, colada no Nando e rebolando encostando a bunda nele

Ao poucos eu comecei a sentir um volume se formando na minha bunda e olhava pra ele pelos ombros…

⁃ O que foi que tu tava falando de mim? - perguntou ele

⁃ Não sei, vai perguntar pra loirinha que você tava beijando… - falei em tom sério pra ver o que ele iria dizer.

⁃ Kkkk eu tinha que tirar umas coisas da minha cabeça

⁃ O que?

⁃ Você e o Bruno se esfregando na minha frente, você beijando ele, me provocando o dia todo, se ralando em mim na cama - KRAAAALHO, ele não tava dormindo???????????????? - era isso ou beijar junto.

Meu gelei.

Não sabia o que falar.

Sentindo aquele homão atrás de mim, se ralando em mim, dançando coladinho em mim.

Eu virei meu pescoço em direção ao rosto dele, ficamos frente a frente:

⁃ Eu tava contando pro Bruno que a gente já ficou - ele ia me interromper, mas eu o beijei primeiro. - ele não tá aqui…

Que beijo esperado!!!!!!

Eu não tava pensando direito, só tinha a certeza que o Bruno ia chegar, mas ia dar tempo

Foram alguns segundos mais gostosos daquele dia.

A pica dele tava duríssima encostada na minha bunda, ele me apertava, beijava meu pescoço com vontade, eu tava toda arrepiada.

Com um braço em volta da minha barriga, a mão dele entrava pela saia e dava pra sentir como eu tava molhada… era tanta gente que não dava pra ninguém perceber.

Eu tava louca pra apertar aquela pica, sai tateando seu abdômen e o Bruno vem chegando…

⁃ Voltei! - Continuamos curtindo, Bruno chegou e eu o beijava ardentemente, na minha frente enquanto minha mão continuava segurando a mão do Nando, eu apertava sua mão e ele apertava minha cintura com pica no meu rabo

O sol já havia ido embora, o trio estava chegando no ponto final

⁃ Vamos voltando pro carro? - Chamou Fernando - a gente para no mercado, compra umas frutas pra fazer drink e o ventilador.

Concordamos e no caminho, mais uma pequeno engarrafamento, menor do que o da ida.

Mas não esperávamos a surpresa, quando chegamos ao mercado, ele havia fechado mais cedo por causa do carnaval.

⁃ Eita, e agora? - diz Fernando - sem ventilador não dá!

⁃ A gente da um jeito!

⁃ Qual? - perguntei eu

⁃ Dorme todo mundo junto de novo! - disse Bruno sorrindo e batendo as mãos com o Fernando.

Pareciam concordar com alguma coisa que eu não entendia.

No caminho pro ap, paramos no barzinho do dia anterior e compramos mais algumas bebidas pra continuar a festa em casa.

Bruno já foi preparar uma caipirinha divina que deixa todo mundo animado…

A gente já ia no esquente de slova, enquanto Fernando me puxava pra dançar, começou-me tocar trap, agora não tinha nada a ver com carnaval… eu e ele suados… bebida no meio e excitação gritando no ar.

Aquele cheiro de homem gostoso…

⁃ Vem Bruno!!!!! - eu gritei

E ele veio com 3 doses de caipirinha.

Viramos todos juntos no três…

⁃ Vamos nos molhar, rápido!

Todos estavam de sunga, eu de biquíni… a gente nem tirou, saiu os três pelo banheiro

Rapidinho, ia se molhando, se ensaboando, se tocando (acidentalmente ou não)…

Meu biquíni ficou praticamente transparente no meu corpo, olhei pro Bruno pra ver se ele esboçaria reação e ele me beijou apertando minha bunda na frente do Nando.

Lá vem Bruno:

⁃ Verdade ou consequência! - pegando a garrafa da slova e girando no chão enquanto estávamos na sala.

⁃ NAAANDO!!!! - ele tinha sido o primeiro sorteado- verdade ou conseq….

⁃ Verdade - interrompeu ele - verdade

⁃ É verdade que vocês já ficaram? - perguntou Bruno na lata.

⁃ Verdade! kkkkkkk - nós dois respondemos e rimos - mas já faz tempo, foi antes de vocês 2 - complementou Nando.

Era a vez do Fernando girar, coincidentemente, parou nele.

⁃ Não vale, vou girar de novo. - disse Fernando.

⁃ Nãooooo, se parou em você, você escolhe verdade ou consequência - insistiu Bruno.

⁃ Verdade então kkkk

⁃ É verdade que vocês ficaram de novo? - permaneceu Bruno na pergunta.

⁃ Ah mano, consequência kkkkk - disse Nando fugindo.

⁃ Verdade! - eu respondi sem tremer

⁃ Aaaaaaaaaaah!!!!!! Bruno gritava entusiasmado enquanto todos riamos.

Eu peguei a garrafa e girei, manipulei para parar no Bruno e nem perguntei o que ele queria.

⁃ É verdade que você estava vendo de algum lugar eu ficando com o SEEEEU AMIGO FEEERNANDO?

Com um sorriso malicioso ele disse:

⁃ Verdaaade 😈

Fernando deu um pulo de surpresa!

⁃ Maaaanooooo!!! - enquanto davam goles e goles de slova

⁃ Minha vez - disse Bruno.

Girou e caiu em mim

⁃ Eu te desafio a fazer uma dança sensual pra gente.

⁃ Ué, mas eu nem escolhi ser era verdade ou desafio.

⁃ Acabaram as chances de verdade - interrompeu Fernando.

Os dois sentaram no sofá como quem esperava a melhor coisa do mundo… os dois juntinhos, já apresentando alguma coisa querendo crescer nas bermudas.

Eu tava tomada de tesao.

Comecei a dançar até o chão.

Só com a calcinha e biquíni de enfermeira sexy

Que a essas alturas, tava tudo transparente

Fernando não tirava os olhos de mim.

Eu tava doida pra ver aqueles dois de pica dura pra mim.

Eu rebolava até o chão, e fui esfregar minha bundona na cara do Bruno, mas ele mais uma vez me surpreende

⁃ Desafio a dançar assim gostosa pro Nando.

⁃ Desafio aceito - e pulei no colo dele - pude sentir a pica dele duríssima e comecei a esfregar a buceta nele

eu virava de costas e rebolava na cara dele e começou a chupar minha buceta toda babada enquanto eu esfregava e rebolava sem parar.

Era eu gemendo e quando olho pro lado, Bruno está com a sunga abaixada e batendo uma do meu lado.

Olhei pra ele como sinal de consentimento e ele sorrindo balançou a cabeça e disse:

⁃ Mata tua curiosidade.

⁃ Que curiosidade? - Perguntou o Nando -

⁃ Quando vocês ficavam, ela queria mamar tua pica e tinha medo de te dar, mas nunca parou de pensar qual seria o tamanho da tua pica.

Fernando em ato contínuo, puxou aquele caralho duro, enorme e cabeçudo pra fora.

Que pica preta linda!!!!

Meus lábios salivaram, eu segurei e comecei a lamber com vontade.

Eu juro, é maior que do Bruno é muito babona.

O próprio Bruno não escondeu que tava surpreso e não parava de olhar eu chupando o amigo dele ali.

Que calor!!!!

⁃ Vamos pro quarto?

Já nos levantamos ficando todos sem roupa.

Era eu mamando aquela pica maravilhosa do Nando e Bruno começou a chupar minha buceta, Fernando tava fazendo minha boca de xota e Bruno chupando me dedando.

Eu me tremia toda

Tava toda babada, Fernando tirava a pica da minha boca toda lambuzada e esfregava no meu rosto, enfiava e tirava, até que me beijou, um beijo molhado, com gosto de gozo que babava da pica dele… que beijo gostoso!

Chamei Bruno

⁃ Quero chupar os dois.

Que experiência!!! As duas picas tentando entrar na minha boca, eles seguravam os paus e Bruno apertou um com o outro é só a cabeça entrava, eles começaram um revezamento de pica, um entrava o outro saias.

Meu maxilar não aguentava mais.

Eu tava toda babada

‘Meus peitos lambuzados, eles puxaram a única peça de roupa que eu tinha, meu biquíni e começaram a chupar cada um, um leitinho (eu tenho um cuzao gostoso e peitinhos pequenos)

Os dedos deles se encontravam na minha buceta

Fernando ficou em pé na cama e me botou pra mamar de novo.

Do mesmo jeito, com muita baba, fazendo minha boca de buceta e fudendo com força.

⁃ Era essa a sua curiosidade? Chupar a minha pica? Era isso que você queria? Olha pro seu namorado e diz pra ele que era isso que você queria… fala!!!!! - ordenava ele, eu tava com tanto tesao nesse homem mandando em mim.

⁃ Olha amor… - dizia eu revezando entre chupar, levar rolada na boca e falar- que pica gostosa… era isso que eu queria…

⁃ Diz qual pica você gosta mais - dizia o Fernando.

⁃ A sua…

⁃ A de quem????

⁃ A sua!

⁃ Diz pra ele

⁃ Bruno, eu gosto dessa pica aqui…. - e mamava gostoso-

Bruno se acabada me chupando, nessa pra ele começou a lamber toda a baba que escorria da minha boca pelo meu peito, meu pescoço.

Eu puxei a sua cabeça e começamos a nos beijar, minha boca toda babada pela pica do Fernando e o Bruno beijando e lambendo toda a minha boca, meu queixo, meu pescoço, meus peitos.

Fernando segurando meus cabelos, começou a revezar entre me botar pra mamar e beijar o Bruno.

Que cena do caralho, Bruno e eu praticamente ajoelhados diante da pica do Nando.

Até que houve aquele momento:

Enquanto Bruno e eu nos beijávamos, Fernando chegou com aquela pica babada no meio das nossas bocas e meu tesao foi a mil.

Eu não parava de beijar, eu não parava de mamar e Fernando batia uma com a pica nas nossas bocas, no meio do nosso beijo.

Segurou a cabeça do Bruno e empurrou pra ele mamar

⁃ Caralho!!!! - disse eu surpresa

⁃ Chupa com ele! - ordenou Fernando

Eu chupava com vontade e vendo Bruno entregue, eu me abaixei e comecei a mamar a pica dele, Bruno tava muito melado, eu nunca vi ele tão babado como estava ali.

Ele chupava gemendo e eu gemia junto, abaixada de quartro

Fernando começou a dedar minha buceta e eu pedi

⁃ vem me comer, vem.

Ele se posicionou atrás de mim e foi enfiando aquela pica na minha buceta sem resistência!

Eu gemia pra caralho

⁃ Vai Nando! Mete!!!!

E ele começou a bombar

⁃ Olha amor, olha ele come comendo!

Bruno agora deitou na minha frente e eu comecei a mamar ele e bater forte.

Eu não me aguentei ouvindo Fernando me xingando

⁃ Fode putinha do caralho! Geme na minha pica vai…

Eu gozava muito!

Eu sentir meu útero abraçando e soltando aquela monstro dentro de mim.

Houve um momento que ele parou bruscamente

E eu sentei no Bruno.

Eu quicava, pulava e rebocava, mas não era a mesma coisa.

Lá estão os dois me usando

Um comendo minha buceta e o outro me dando um pau todo melado de gozo de buceta pra eu chupar

O Bruno sentou e o Fernando começou a revezar entre a minha boca e a dele.

Ele estava xingando ele

⁃ Chupa putinha, agora eu sou seu macho também.

E ele fazia a mesma coisa que fez comigo

Tirou da boca dele, e lambuzou o rosto do meu namorado.

Até que ele se abaixou, e os dois começaram a se beijar, ele apertando o pescoço do Bruninho, deixou meu Bruno vermelho enquanto beijavam, eu não aguentava. Gritava dizendo que ia gozar e aumentei a velocidade da renomada.

Senti aquela jatada quente dentro de mim

Bruno não tava só gozando

Ele tava descarregando

Bruno tremia e eu não sai de cima

Até que ele amoleceu e saiu, com ele aquele rio de leite ia saindo de dentro de mim.

Eu estava exausta!

Não aguentava mais nada

Até que Nando aparece na minha frente abrindo as minhas pernas e lá vem ele com ele pau enorme entrando em mim e bombando sem parar

Eu não conseguia completar um pensamento… minhas pernas estavam trêmulas, meu gozo era múltiplo, incompreensível, eu chorava de tanto tesao.

Até que eu vi aquele homem ficar grandão urrando.

Eu apertava o Bruno que estava caído ao meu lado enquanto ele jorrava aquele leite quente dentro de mim…

Nos abraçamos e começamos a nos beijar, ele me masturbada, minha buceta tava tão sensível que eu comecei a parar de sentir meu grelo. Até que ele enfiou 1, 2, 3, 4 dedos dentro da minha buceta.

Eu sentia tudo de novo, gemendo e eu comecei a escorrer toda aquela porra que tinha dentro de mim.

Ele pegava o leitinho que ia saindo de mim, do Bruno e dele e jogava sobre meus peitos, sobre o Bruno, sobre meu rosto e me beijava.

Dormimos ali, nus, acabados. Exaustos.

No dia seguinte domingo de manhã, ele acordou primeiro, estava com o café pronto e Bruno saiu em seguida

Os dois conversavam lá fora

Eu ouvia muitas risadas, tomei um banho e percebi que estava grudenta, melada, de buceta sensível

Mas quando eu tocava, dentro de mim eu só pensava “que homem gostoso”.

Nos cumprimentamos com beijos, beijei o Bruno sentado à mesa e Nando estava encostando na pia, nos abraçamos e nos beijamos.

A pica dele deu logo sinal de vida.

⁃ Vamos à praia! - disse Nando -

⁃ Não aguento ir hoje irmão. - respondeu o Bruno

⁃ Você não vai me deixar ir só, vai? - me perguntou ele-

⁃ Não, eu vou com você!

Nós arrumamos e saímos em poucos minutos.

Saímos como um casal de namorados, de mãos dadas, trocando beijos

Chegando, fomos pra água e conversávamos sobre a noite anterior, era cedo, não tinha quase ninguém lá.

A gente se beijava ardentemente, ele colocou a pica pra fora, afastou meu biquíni e transamos bem ali, por alguns minutos até que comecou a aparecer alguem

Que homem.

Voltamos pra casa rapidinho.

Transamos na frente do Bruno que assistia tudo de camarote enquanto se masturbava.

A noite fomos para um bloco, ficamos com mais pessoas que ele conheceu.

Mas quando voltamos pra casa, éramos só nós três.

A segunda a gente passou o dia como que não existisse mundo.

Eles se mamavam, eu mamava eles, eles gozaram na minha boca.

Esse caso está longe de acabar.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 15 estrelas.
Incentive Alice&Bru a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários

Foto de perfil genérica

Nossa que delícia de conto. Só faltou a parte que o Nando comeu o Bruno.

0 0
Foto de perfil genérica

Parabéns pelo seu conto, adoraria prosar e ver algumas fotos ou vídes desta poderosa mulher, fiquei curioso e eles cheram a dar um para outro, vamos conversar? segue o meu email: euamoavida2020@gmail.com

0 0
Foto de perfil genérica

Conta pra gente biba, deu o cu junto de sua puta para seu amigo

1 0
Foto de perfil genérica

Como sempre fazendo o namorado submisso de viado de outro homem, puta ainda fala q depois de ter dado para o Nando não sentia a pica do Bruno. Bruno perdeu a vagabunda para o amigo

1 0

Listas em que este conto está presente