Marido de aluguel: a despedida

Um conto erótico de Henrique França
Categoria: Heterossexual
Contém 1072 palavras
Data: 03/04/2025 20:01:46

A noite estava quente, abafada, como se a própria atmosfera soubesse do fogo que queimava dentro de mim. Estacionei o carro a algumas quadras da casa de Marla, como sempre fazia. O coração batia forte no peito, não apenas pelo desejo, mas pela consciência de que cada encontro poderia ser o último.

A porta estava entreaberta. Um convite. Entrei sem bater, sentindo o perfume dela no ar, um misto de baunilha e luxúria. No meio da penumbra da cozinha, lá estava ela, encostada na mesa, vestindo apenas uma camisola azul claro, fina que marcava cada curva do seu corpo, seu quadril largo, seus seios pequenos que cabiam na boca, unhas estilo francesinha cuidadosamente pintadas numa mistura de branco marfim e vermelho...tudo era um convite ao prazer. Seus olhos brilharam quando me viram, e o sorriso carregava uma mistura perigosa de desejo e tristeza.

— Você demorou... — sua voz saiu baixa, rouca, carregada de expectativa.

Aproximei-me sem pressa, deixando o silêncio dizer o que as palavras não podiam. Quando finalmente encostei meu corpo no dela, minha mão deslizou por sua cintura, subindo até a curva dos seios. Seus lábios se entreabriram, esperando pelo beijo que veio com urgência, língua e dentes se explorando, respirações se misturando.

Seus dedos afundaram em meus cabelos quando a ergui sobre a mesa. Suas pernas se abriram para mim, e eu me ajoelhei entre elas, sentindo o calor úmido que já se acumulava entre suas coxas. Passei a língua devagar, provocando-a. Marla gemeu, segurando minha cabeça com força, puxando-me mais para perto, enquanto seu corpo se arqueava em resposta às minhas linguadas e beijos molhados em sua vulva, e depois, clitóris... Marla se contorcia quase descontrolada mas tentando em vão, manter um mínimo de sanidade nesta situação.

— Assim... não para... — sua voz era um sussurro desesperado.

O gosto dela era viciante, e eu queria prolongar aquilo, sentir cada reação, cada espasmo. Meus dedos a penetravam com delicadeza, sincronizados com os movimentos da minha língua. Marla gemia cada vez mais alto, os quadris tremiam contra meu rosto, e quando ela finalmente atingiu o ápice, um grito abafado escapou de seus lábios trêmulos.

Levantei-me e a puxei para os meus braços. Sua respiração ainda estava ofegante quando ela desceu da mesa e se virou de costas para mim, apoiando as mãos na superfície fria da madeira. Sem hesitação, empurrei a camisola para cima, expondo sua pele quente e macia. Minha mão deslizou por suas costas até sua cintura, apalpando e apertando a bunda arrebitada, enquanto lhe chupava o pescoço e lóbulo da orelha; e então, em um único movimento, penetrei-a profundamente. Um gemido rouco escapou de seus lábios.

O ritmo começou lento, torturante. Cada investida fazia seu corpo estremecer contra mim, seus dedos apertavam a borda da mesa enquanto ela se entregava completamente. Segurei seus cabelos, puxando-a levemente para trás, deixando seus lábios próximos aos meus. O beijo veio molhado, faminto, sem fôlego.

— Me dá tudo, mete com força safado... — ela pediu, a voz carregada de desejo e desespero.

Acelerei os movimentos, sentindo o calor, a umidade, a entrega completa. Nossos corpos estavam sincronizados em um frenesi de prazer, o som da pele contra a pele preenchia o ambiente, misturado aos gemidos ofegantes dela. Quando senti seu corpo começar a estremecer novamente, retirei-me por um instante e a virei para me encarar. Suas pernas envolveram minha cintura, e entre beijos, penetrei-a novamente, ainda mais fundo.

Ela jogou a cabeça para trás, arqueando-se contra mim, os músculos internos apertando-me com força. O orgasmo veio como uma onda avassaladora, fazendo seu corpo tremer em meus braços. Continuei até que meu próprio clímax me atingisse, e então nos desfizemos juntos, em um último suspiro de prazer e loucura.

Por um tempo, ficamos ali, abraçados, tentando recuperar o fôlego. Mas logo percebi as lágrimas escorrendo pelo rosto dela. Marla me olhou com tristeza e um sorriso trêmulo.

— Está acabando, Henrique... Meu marido está melhorando. Isso... nós... precisa terminar.

Engoli seco, sentindo um aperto no peito. Não havia o que dizer. Apenas a puxei para mais um beijo, longo, profundo, como se pudesse guardar aquele momento para sempre.

Então, com os olhos úmidos, ela sussurrou contra meus lábios:

— Antes que acabe... quero sentir você uma última vez... "daquele jeito..."

Seus olhos brilhavam em pura luxúria e desespero. Virei-a de costas novamente, desta vez segurando sua cintura com mais firmeza. Marla se arqueou para mim, oferecendo-se completamente. Minha mão deslizou entre suas pernas, sentindo-a já úmida, pronta para mim. Lentamente, fui pressionando até que ela me recebesse por inteiro no bumbum, gemendo de puro prazer misturado à dor deliciosa.

Marla segurou a mesa com força, rebolando contra mim, sussurrando meu nome entre ofegos. O prazer se intensificava, o desejo crescente nos consumia. Meus dedos apertavam sua pele, minha respiração acelerava, e então, em um último instante de puro êxtase, gozamos juntos.

Mas não era o suficiente. Marla não queria apenas um último encontro rápido. Ela pegou minha mão e me guiou até a sala, onde o sofá largo parecia nos esperar. Seu corpo quente pressionou-se contra o meu enquanto me beijava com desespero, suas mãos deslizando por meu peito e abdômen.

— Aqui, Henrique... Quero você em mim de todas as formas... Só mais uma vez...

Nos jogamos no sofá, e ali, entre almofadas e lençóis improvisados, nossos corpos se encontraram novamente. Marla montou sobre mim, movimentando-se com um ritmo lento e hipnótico, gemendo a cada investida. Suas unhas arranhavam meu peito, seus lábios encontravam os meus em beijos famintos.

Viramo-nos, e ela se apoiou nos braços do sofá enquanto eu a tomava por trás metendo forte na sua bunda, cada investida arrancando novos gemidos e palavras sujas de sua boca. O desejo era insaciável. Testamos todas as posições possíveis, como se quiséssemos gravar cada sensação na memória antes que tudo terminasse.

Quando finalmente chegamos ao último ápice juntos, nossos corpos desabaram lado a lado, suados, exaustos, saciados e, ao mesmo tempo, melancólicos.

Ela virou-se para mim, os olhos marejados.

— Agora sim... posso dizer adeus. — Sua voz era um sussurro embargado.

Talvez fosse a última vez. Mas enquanto ela estivesse ali, nua, quente, entregue em meus braços, eu faria valer cada segundo.

E assim foi feito. Tranzamos em várias posições, inclusive ela cavalgando por cima, de lado, de 4, canguru perneta e outras mais, sei que Marla quase morreu de tanto gozar.

E foi assim meu envolvimento com Marla, espero que gostem e comentem!!!

hfranca4@gmail.com

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Foto de perfil genéricaSanti2392Contos: 17Seguidores: 4Seguindo: 5Mensagem Olá você que me visita! Sou Henrique França, baiano da gema que mora em Salvador, terra de encantos, magia e muito tesão!!! Trabalho como marido de aluguel e as vezes como motorista de aplicativo e conto aqui as deliciosas histórias que se passam comigo! Sou polivalente, conheço várias coisas e vários caminhos para levar minhas clientes ao prazer!!! Prezo muito pelas preliminares e muito carinho... Se você não tem em casa, alugue um marido de aluguel carinhoso, safado e muito tesudo!!! Fale comigo no e-mail: hfranca4@gmail.com que responderei a todos com carinho!!!

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