As vantagens de ter micro pênis (parte 5)

Um conto erótico de Mais Um Autor
Categoria: Heterossexual
Contém 1002 palavras
Data: 03/04/2025 23:38:54

Eu queria ter filmado a expressão da Carol quando viu minhas cartas. Renata, ao lado dela, suspirou e deu uma risada nervosa. Já Júlia, parecia estar se divertindo mais do que nunca, me puxando pelo braço e dançando em círculos, comemorando como se fosse um título de um mundial.

– Eu avisei! – Júlia provocou, sorrindo de orelha a orelha. – Agora, cumpre a aposta. Quero ver vocês darem o melhor de si.

Carol passou as mãos no rosto, exasperada, antes de lançar um olhar mortal para Júlia.

– Você tá gostando demais disso, sua piranha– ela disse, apontando para a amiga, que apenas gargalhou.

Renata, mais prática, levantou, e fez um coque, se preparando para pagar a aposta.

– Tá com medo agora, Cá? – Júlia provocou, levantando a garrafa como se brindasse. – Bora acabar logo com isso.

Carol bufou, mas aceitou o seu destino. A tensão na sala era quase palpável, mas havia algo divertido naquilo tudo.

Renata foi a primeira a se aproximar de mim, se ajoelhando do meu lado e brincando com o elástico da minha cueca, enquanto eu tentava manter a calma.

– Rafa, relaxa – Renata sussurrou – Prometo que vou ser gentil.

Esperei as duas estarem ajoelhadas perto de mim, uma de cada lado. Eu me sentia o homem mais sortudo da face da terra, ainda assim, estava bem nervoso naquele momento. Precisaria revelar meu pau para três meninas gatas, e não sei qual seria a reação delas ao verem o tamanho dele.

Juntei toda a minha coragem, e abaixei a cueca. O silêncio tomou conta da sala. Antes, as três discutiam, provocavam e riam; agora, estavam estáticas, os olhares fixos no meu pau. Não era um olhar de admiração, tampouco de desprezo – parecia mais uma pausa coletiva para processar a cena.

Carol quebrou o silêncio, com seu característico tom de deboche:

– Meu Deus, Rafa… tá com frio, amigo? Cadê o resto?

Renata colocou a mão na boca, chocada com o comentário. Júlia veio em minha defesa:

– Como você é escrota, amiga!

Eu decidi virar o jogo com uma provocação:

– Depois você precisa me contar se achou ele gostoso.

Renata e Júlia gargalharam, enquanto Carol me lançou um olhar de falsa indignação, balançando a cabeça.

– Então… – Renata disse com um sorriso – Quem começa Rafa?

– Então, Re… – disse, segurando a mão dela, fazendo suspense como um apresentador de reality show – Sabe que eu sempre tive um crush na Carolzinha e ela nunca me deu bola?

– Aproveita, porque essa é a primeira e última vez que você vai ter alguma coisa comigo – Carol respondeu, com um misto de bravura e desafio.

Renata riu e segurou a base do meu pau, apontando-o para o rosto da amiga.

– Anda, rainha da friendzone. Mostra pra gente o que sabe fazer.

Carol revirou os olhos, fez um puta teatro, como se aquela fosse a tarefa mais insuportável do mundo. Depois de hesitar por alguns segundos, ela se inclinou até seus lábios tocarem o meu sexo. Ela chupou de uma forma mecânica e medíocre por alguns segundos, se levantou e disse:

– Satisfeito?

– Ah, não, amiga… isso foi uma vergonha. Assim, você suja o nome da nossa república! – Renata disse, antes de, sem cerimônia, empurrar a cabeça da Carol contra mim. – No final, eu quero que o Rafa responda quem é a melhor boqueteira daqui de casa.

Carol me chupou, forçada, pela mão da sua amiga. Mas, depois da surpresa inicial que o movimento de Renata lhe causou, ela se livrou da mão da amiga de sua nuca, e continuou fazendo o boquete, só que agora com gosto. Ela era muito competitiva, sabendo que seria julgada, agora ela estava empenhada a dar o seu melhor.

Renata deslizou sua mão para minhas bolas, fazendo uma massagem, deixando o caminho livre para a Carol chupar meu pau inteiro. Tive que me esforçar horrores para não gozar, enquanto minha amiga absurdamente gostosa que me condenou a friendzone subia e descia com a boquinha no meu pau. Tinha que me esforçar, porque estava morrendo de curiosidade para saber como era o oral da Renata.

– Que gulosa, amiga! – Júlia tirou sarro. – Mas deixa um pouco para Re também, né?

Carol interrompeu o boquete para mostrar a língua para Júlia, fazendo uma careta. Depois, ela levantou as mãos e se afastou de mim, sinalizando que seu trabalho tinha sido acabado.

Renata, sem soltar minhas bolas, se moveu para ficar mais centralizada ao meu corpo. Sem tirar os olhos do meu, ela começou a beijar e lamber a cabeça do meu pau, provocando, tentando de tudo para pelo ganhar aquela partida.

Júlia se aproximou da cadeira em que eu estava sentado, massageando minhas costas e beijando minha boca, cansada de não estar participando. Enquanto isso, Renata brincava de engolir o meu pai inteiro, ao mesmo tempo que lambia as minhas bolas. Só por isso, eu já queria declará-la vencedora.

Sentia que ia estourar os braços da cadeira de tanto que apertava. Arfei e revirei os olhos, sabendo que não ia aguentar muito mais tempo. Ao perceber isso, Júlia se ajoelhou do lado de Renata, tirando a amiga à força do meu cacete para ter a vez dela.

Júlia me chupava, criando um vácuo entre seu lábio e a cabeça do meu pau, entrando e saindo devagar, fazendo muito barulho a cada nova investida. Cada “Ploc” que ela fazia, meu corpo tremia inteiro. A competição estava acirrada, não sabia mais dizer quem ganharia.

– Goza na minha boquinha. – Júlia implorou, olhando com uma cara de pidona para mim.

Filha de uma puta. Eu não estava preparado para aquilo, e acabei gozando imediatamente na boca dela, ao som dos aplausos de Renata, que era provavelmente quem mais se divertia com toda aquela folia.

Nos limpamos e voltamos aos nossos lugares com nossas cervejas, como se tudo não tivesse passado de uma loucura coletiva. Alguém sugeriu assistir a um filme, e os quatro dormiram no sofá nos primeiros segundos.

Quando você tem as cartas perfeitas em sua mão, tem que aproveitar.

<Continua>

Capítulo final já está no meu blog! www.ouroerotico.com.br

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