Transição - Capítulo 4 - Me sentindo mulher, com uma pitada de biscate.

Da série Transição
Um conto erótico de Cigana CD
Categoria: Crossdresser
Contém 2357 palavras
Data: 04/04/2025 00:16:36

Transição - Capítulo 4 - Me sentindo mulher, com uma pitada de biscate.

Transição, Transex, Crossdresser, Aventuras e Bissexualidade

(Esta série é uma continuação de Aventura na Universidade e Sendo Livre, muitos fatos aqui relatados tem relação com elas, recomendo ler, mas pode ser lida separadamente.)

Eu ri, fiz uma careta pra papai que não gostou, mas riu da espontaneidade e subi com Robson para meu quarto.

Entramos no quarto, eu pedi para ele fechar a porta, assim que o fez lhe dei um longo beijo e já fui lhe pedindo pra dizer tudo que papai falou.

Ele mega resumiu, me irritou, mas foi me dando beijinho enquanto falava e eu derreti, quando vi já estávamos nos amassos, mostrei a saia que iria receber ele e ele riu, dizendo que preferia sem, eu ri, e num ímpeto, coloquei minha mão na calça dele, abri o botão o zíper tirei seu pau pra fora e fiquei alisando com as pontas do dedo enquanto beijava ele.

– EI, seu pai pediu para nos comportarmos e alguém pode entrar.

– Amor, essa porta só entra se eu deixar, pode ficar tranquila, essa regra temos em casa a anos, ninguém entra no quarto de ninguém sem permissão.

Ele ouviu isso e se encostou na cama e com isso a opção minha foi beijar seu pênis, abaixei completamente sua calça retirando junto com cueca, tênis e meia e fiquei chupando seu pau até ele gozar.

– Ai que saudades estava desse seu pau delicioso, e ainda bem que gozou bastante, sinal que não saiu por ai com alguma biscate.

– Tô vendo, mais um pouco suga até minhas bolas.

– Tá aí uma coisa que nunca fiz, vou lembrar na próxima, mas agora se vista, vamos nos comportar, mas vamos ficar deitados nos beijando, pode ser.

– Pra mim tudo bem, me conte, Valentine, quais foram as instruções da médica, seu pai comentou algo, o que vai acontecer, ele falou que você me explicaria melhor.

– Bom é o seguinte, vou me assumir uma mulher trans, já iniciei hoje a transição, tomei alguns comprimidos, vou com isso até o semestre acabar, ai viro a chave, e volto no outro semestre como Valentine e seja o que for, vou encarar as consequências e desafios.

– Nossa, isso vai ser ótimo para nós, pois aí não precisamos mas nos preocupar com mamãe.

– Amor, teremos que falar a verdade para sua mãe, não sei quando, mas gostaria de não esconder dela que um dia fui menino, acho que isso evita no futuro quebrar algumas expectativas dela.

– Eu não acho necessário.

– Amore, vai por mim, embora tenha pouco tempo como mulher, sei o quanto maternidade, filhos, netos são importantes para as mulheres, mas pretendo ter filhos com você, não se preocupe.

– A transição coloca útero e aquelas coisas?

– Não né cabeção, mas vamos pensar em alguma coisa, barriga de aluguel, bebe de proveta com células minhas e suas, eles tem uma tecnologia que retira mesmo do homem uma célula que modificada vira um óvulo, uma vez li isso na feira de ciência de medicina, não sei se era laboratório ou se era já real, mas até lá a medicina evoluirá e nos ajudará.

E assim fiquei falando algumas coisas, ele foi bem fofinho perguntando, dando dicas e opiniões, em um certo momento houve uma batida na porta, falei para entrar era mamãe e papai, vieram se despedir, ficaram felizes em nos ver ali conversando de forma decente, pois assim que bateram falei para entrarem.

Nisso é lógico que Robson levantou e se despediu de mim e papai o acompanhou até a porta, mamãe me abraçou e delicadamente falou.

– Obrigada filha, sei que aproveitou o namorado, mas obrigada de se comportar no final, foi importante para seu pai ver, ele queria vir, eu que segurei um pouco ele, mas tua carinha é de quem andou aprontando, nós mulheres sabemos.

Eu apenas sorri, afirmando com a cabeça e mordendo os lábios.

No outro dia, mamãe já preparou um café diferente, tomei o remédio e me senti um pouco tonta, mas falei que era emoção, passei uma mensagem para Dra ela disse ser normal nas primeiras 72 horas da injeção, mas que logo iria normalizar.

Iniciamos o dia nos desfazendo de coisas de Vicente, aproveitei para levar as últimas roupas dele para pôr na mala de viagem, iria usar tudo neste último semestre, mas disse para mamãe que era pra livrar espaço, até o fim do ano.

Almoçamos, fomos comprar algumas roupas íntimas femininas, meias e roupas de dormir, falei que queria levar algumas para Curitiba, ela concordou pois disse que poderia minha sogra me visitar e seria legal.

Ao final do dia, já cansada de arrumar tudo, ia descansar, recebi uma mensagem do Tobias, dizendo que estava pela cidade, tinha vindo pro centro comprar algumas coisas e queria nos visitar. Não falei para ele que estava de Valentine, mas avisei mamãe que disse seria legal, afinal este lado da família apenas ele sabia dos assuntos do casamento, então até disse para mamãe que seria uma pessoa importante para explicar isso no futuro a todos, mas ela e papai iriam sair, tinham um evento para ir, e mamãe achou que era tranquilo então combinei com Tobias passar as 18hs, mas ele disse que poderia somente perto das 20hs pois iria esperar carregarem um material, daí que entendi que ele estava com um furgãozinho da fazenda disse ok e aguardei, mamãe às 19hs já saiu com papai e eu sem ter o que fazer fui pro quarto pensar no que vestir.

Eram 20h14 o celular tocou, era ele que já estava na esquina e perguntou se podia parar com o caminhãozinho na frente eu disse que sim, mas não trancasse a garagem pois seus tios estavam fora e podiam chegar a qualquer momento, nem sei por que falei isso, mas acho que quis já deixar claro, quando me visse, que não tentasse nada inesperado pois estaria sozinha mas com meus pais logo voltando.

Ao abrir a porta ele entrou em choque.

– Meu Deus Vicente, você tá diferente.

– Já esqueceu, Valentine. Entre.

– Mas por que isso, o que tá acontecendo, por que está assim e se seus pais chegarem?

– Vamos pra sala, deixa te contar uma longa história.

Ele esperou eu ir a frente, até por que não conhecia a casa, e eu fui rebolando, eu resolvi colocar a minissaia que mamãe não deixou eu por pro meu namorado, azar dela ia pôr para receber meu priminho.

Estava de meia calça preta, um salto 10, em cima um conjunto de tule, sutiã com enchimento, meu andar exalava toda feminilidade e perfume, assim que sentei e cruzei as pernas no sofá de 3 lugares ele sentou na poltrona, meio tentando esconder a ereção que eu sabia que iria causar nele.

– Então Tobias, desde o casamento, eu senti que estar feminina me deixava mais feliz, por um tempo evitei, namorei a Vanessa até pouco tempo atrás, já namorava ela antes do casamento então mantivemos o namoro, mas com o tempo eu me senti triste, e quando me travestia eu me sentia muito feliz, então eu decidi e minha família concordou em eu me vestir às vezes de menina.

Não quis dar detalhes da transição, mesmo porque bastava essa explicação para explicar por que eu estava assim,

– Puxa, que estranho, quero dizer, diferente, achei que aquele episódio lá foi apenas algo do passado.

– Mas foi, na verdade ninguém imaginaria aquilo acontecendo, mas eu senti falta, certa ocasião pedi para usar as roupas que ficaram da Isa, e aí eu me descobri gostando, chama-se crossdresser, homens que gostam de vestir roupas de mulheres.

– Não sabia, mas ficou linda, nossa está muito parecida com uma mulher, digo, eu jamais desconfiaria, desculpe se eu não souber me expressar, é diferente para mim.

– Eu sei, para mim também é às vezes, aqui em casa também acontece algumas confusões, mas aqui agora ao seu lado está Valentine, sua prima, estou assim há três dias, mas amanhã viro Vicente, depois já viajo.

– Manteve o nome, lhe caiu bem, está mais linda do que no casamento, a voz, os movimentos, acho que naquele dia não reparei muito.

– Sim né, estava mais interessado nas biscates da festa, eu vi você dando uns pegas em duas meninas diferentes, estava bem saidinho né.

– Pois as 3 mais lindas estavam ocupadas, me contentei com as feias.

– Três, quem eram, uma imagino a noiva, impossível não ser ela né!

Ele então se levantou e sentou no sofá ao meu lado, levantei e falei que iria buscar um refri, e já voltava, fiz isso para ver ele me olhar saindo rebolando de novo e também por que ele sentou-se longe, iria voltar com os refri e sentar pertinho, estava gostando do joguinho de sedução com ele.

– Tome, está com fome? Quer que eu prepare algo?

– Não, imagina, mas tá prendada essa menina, hein? Nunca que seria tratado assim por …

– Vicente, pois é, quer ele … eu subo e troco e me levantei.

– Não, por favor, como disse me expressei mal, estou nervoso, você me deixa assim, quis dizer que está maravilhoso seu jeito de me tratar.

Eu sentei, agora próximo, peguei o copo, tomei um gole e deixei a marca do batom, olhei para ele e fazendo cara de inocente, perguntei.

– Por que está nervoso meu anjo?

– Preciso dizer?

– Sim, eu não estou entendendo, eu estou bem calma!

– Valentine, você está linda, deliciosa, eu estou nervoso, tanto anteriormente como quando saiu para buscar refri eu fiquei te observando, não tem como não desejar.

– Desculpe, não era essa a intenção, mas obrigada, fico lisonjeada.

Fui até ele lhe dar um beijinho perto da boca, agradecendo.

– Menina, se comporte.

– É o que você quer, que eu me comporte ou quer me beijar?

E ele nem pensou, veio meio trêmulo e me beijou, eu retribui e ficamos num beijo bem adolescente, bem gostoso ele passando a mão na minha meia calça eu em sua perna, até que subi o dedo e encostei no volume de sua calça que o fez gemer.

– Nossa, tá sensível, que beijo gostoso.

– Na sua mão é um anel de compromisso, está namorando a Vanessa? Se for, vamos parar por aqui.

– Não, não estou namorando a Vanessa, estou namorando o Robson, lá da festa, lembra dele?

– Sim, fiquei depois com a prima dele, bem maluquinha, mas como assim namorando um homem, é tipo um casal gay, desculpe não entendi.

– Por causa da prima dele, da confusão de tudo, a mãe dele acha que namoramos, então estou fingindo ser a namoradinha dele, me vesti umas 2 vezes para ele.

– Hummmm.

Isso fez ele se afastar um pouco, então eu ainda pegando em seu pênis voltei a lhe beijar falando antes.

– Estava tão bom o beijo, vamos continuar.

– Mas e a tia e o tio, logo chegam, não vai dar ruim.

– Não, quer dizer, vamos lá pra cima então, assim se chegarem, até subirem nós tiramos esse batom lambuzado dos seus lábios e me arrumo novamente.

Levantei, peguei ele pelas mãos, o coloquei grudado em mim até a escada, lá subi e fui puxando, sabia que a saia ia mexer, que ele viria meu fio dental e a ia perceber que era uma cinta liga, mostrando minha polpa branquinha da bunda engolindo o fio dental, bem como imaginei.

No quarto sentei na cama e ele veio, com o pênis mega duro, parou na minha frente, eu abri o zíper, o botão, deixei a calça jeans cair e olhando sua cueca puxei para o lado e engoli em um só suspiro seu pênis ereto e com uma gotinha na ponta.

Senti na boca cada suspiro que ele dava, em certo momento pegou na minha cabeça e foi forçando o pênis a entrar mais e mais, me engasguei duas vezes rindo e ao tirar da boca escorria uma babinha e logo lambia e chupava, pedi para ele sentar na cama, o empurrei na sequência e voltei a mamar sua pica, agora ereta, fiquei de quatro, depois me arrastei até ele e levantando a mini saia, afastei a calcinha e coloquei seu pênis na portinha de meu cuzinho piscando na baba produzida por ele.

– Me fode gostoso, tô morrendo de tesão para dar para você Tobias.

– Mas, eu não tenho camisinha, nem nada para lubrificar.

– Não precisa.

Falei isso e sentei, e entrou tudo de uma vez só, ele não sabia, mas tinha feito a chuca e colocado um pouco de gel em meu cuzinho já imaginando isso, tanto que na cozinha peguei um papel para tirar um pouco que escorria, de tanto que meu cuzinho piscava pensando nesse momento.

– Nossa que delicia.

E assim eu fui galopando ele, com a minissaia escondendo, mas eu subia até a ponta e descia, fazendo ela voar mostrando parte do seu pênis entrando, então beijei ele na boca e falei que iria me virar.

Sentei agora de costas, me agachei e galopei, agora sim a minissaia subiu e aparecia a cinta liga, a calcinha de lado e seu pau enterrado e eu quicando nele, nossa eu estava amando imaginar a visão dele, ele tomando a iniciativa foi me puxando me segurando e comandando a sentada.

Eu cansei e pedi para mudarmos de posição e ele falou.

– Fica de quatro gatinha, quero te comer gostoso assim.

Eu lhe beijei um pouco, me ajustei na cama e ele meteu sem pensar, a estocada foi maravilhosa, gostosa, nossa não sabia que Tobias fodia um cuzinho tão bem, ai ele falou que iria gozar, eu que me segurava falei para ele gozar bem fundo, e aumentando as estocadas ele me encheu de porra e eu gozei no mesmo instante que o primeiro jato dele me aqueceu as profundezas do meu cuzinho.

Ficamos ainda em pequenos movimentos, mas o barulho era engraçado, numa destas dei risada e o pênis saiu pingando, escorrendo todo o esperma pela perna e pingando na cama.

Eu fui ao banheiro, peguei a toalha de rosto, enxuguei seu pau, a perna e a cama, então lhe beijei agradecendo.

– Ai meu anjo, que comida gostosa, puxa nota 1000 pela enrabada hein.

– Tive que fazer jus a gata que estava na minha frente, gostou mesmo?

– Amei.

– Vamos repetir?

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Foto de perfil de Cigana_cdCigana_cdContos: 230Seguidores: 116Seguindo: 63Mensagem Sou crossdresser, amo tudo!

Comentários

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Delicia de conto!!! Show Nunca mais tinha tido um tempo pra ler contos, vou ler toda essa serie você é sensacional.

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O Titulo já diz tudo, né?...Agora uma pitada de biscate é pouco, eu diria uma biscate completa, no bom sentido claro...rsrsrs...⭐⭐⭐

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Quem não é assim em suas primeiras descobertas, nos lambuzamos no doce, depois reduzimos a ansiedade, mais tempo logo mais prazer.

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