Fazendo amor com o professor gordinho no acampamento (Um conto de Alicia)

Um conto erótico de Alicia_sapeka
Categoria: Heterossexual
Contém 2170 palavras
Data: 04/04/2025 06:54:04

Sejam bem vindos a mais um conto. Eu, Alicia, irei compartilhar sobre a vez que fui acampar na floresta.

Vocês já sabem, sou baixinha, mas bem gostosa... peituda e com um rabo de dar inveja. Leiam nossos outros contos, nos sigam e comentem…

O que vou relatar aconteceu quando eu tinha c@torz.e aninhos. Já bem sapequinha, sabia bem como provocar os coroas.

Meu tesão sempre foi em gordinhos acima dos 45 anos... quanto mais safado, melhor.

Porém, neste dia, me diverti muito, pois provoquei um dos monitores do acampamento. Vamos ao conto!

A escola resolveu chamar alguns alunos para um passeio na floresta perto de uma cidade vizinha. Passaríamos a noite acampando e contando histórias, tudo sob os olhares de alguns professores. Eu que não sou boba. Perguntei para a professora aonde iriamos dormir, ela respondeu que seriam em barracas que já estariam montadas. Aquilo já mexeu comigo.

No dia, um ônibus escolar passaria em casa para me pegar. Eu me arrumei, fiquei bem perfumada. Vesti a roupa que deram.

Uma roupa no estilo de escoteiro, toda marrom e com detalhes verdes. Meus peitos quase não cabiam na camiseta, então resolvi ir sem sutiã. O shortinho de tecido me apertava, me olhei no espelho e me senti mais gostosa do que nunca.

Já no ônibus, vários olhares vinham para mim. Eu me senti sozinha, já que minhas amigas não toparam em ir. Mas, no fundo do ônibus, vi um dos professores. O fundo do ônibus só havia lugar para 2 pessoas.

Carlos, professor substituto, aparentava ter uns 50 e poucos anos, casado, com 2 filhas, era o típico pai tradicional. Nunca me chamou atenção devido as roupas largas que usava na sala. Porém ele estava diferente.

— Prof, posso me sentar aqui?

— Cla, cla, claro Alicia. Fique a vontade.

Percebi que ele gaguejou ao me ver.

— Posso ir na janelinha, se não se importar?

Ele todo sem jeito, se levantou, deveria ter quase 1,75m e uns 95kg.

— Sim, meu amor.

Ele raramente tratava as alunas daquele jeito. Reparei que as bochechas dele ficaram rosadas. Carlos era grisalho, usava uma roupa parecida com a dos alunos.

Então pude ver suas coxas brancas e peludas. Parecia um ursinho. Fiquei doida.

Quando passei por ele, me virei, dei uma empinadinha e rocei nele.

Nos sentamos, Carlos falava algumas coisas para me fazer olhar pela janela. Quando eu virava, se aproveitava e olhava para meus peitos. Peguei ele olhando algumas vezes.

— Tá calor aqui, ne?

Falei sacudindo a camiseta e ouvi Carlos suspirar.

Eu mexia na camiseta olhando para o professor que só faltava babar. Ele ficou parado, me secando na cara dura.

— Se eu pudesse até tiraria esta camiseta. — Falei baixinho.

Carlos sorriu, olhou para o corredor e disse:

— Fica a vontade, Alicia. Fico de olho caso alguém venha.

Fiquei sem palavras. Jamais pensei que aquele coroa iria ser tão atrevido.

Fui subindo a camiseta, meus seios quase estavam de fora. Até que escutamos um barulho. Um dos pneus furou. Para nossa sorte, o motorista estava devagar e parou no acostamento.

O motorista desceu e voltou dizendo que iria trocar o pneu, mas que logo voltaríamos para a estrada.

O professor precisou sair para ajudar, quando voltou, viu que uma professora já tinha sentado do meu lado.

Chegando no tal acampamento. Vi que era um lugar com bastante arvores ao redor, o barulho de uma cachoeira estava ao fundo.

Enfim, alguns professores se ofereceram para nos levar até a cachoeira. Claro que fiquei junto com Carlos e a professora Soraya.

Quando chegamos na cachoeira, uma pequena cascata caia ao lado por entre as rochas. Carlos aproximou-se.

— Muito bem. Qual de vocês topa ir comigo desbravar por entre as rochas?

Vários alunos começaram a pular se oferecendo. Eu, fiquei na minha. Porém...

— Ah, sim... Venha Alicia!

Aquilo me deu um ódio, eu iria acabar me machucando. Sou meio desastrada e sabia que aquilo não iria prestar. Carlos me ofereceu a mão, entramos entre as rochas enquanto os outros ficaram com a professora Soraya.

— Prof, por que me chamou? Eu nem levantei a mão?

— Bem, você disse que estava com calor. Que melhor lugar que este para ficar a vontade?

Carlos tirou a camiseta, sua barriga com pelos grisalhos brilhavam conforme algumas gotas de água caiam sobre ela.

O barulho da cachoeira impedia que os outros ouvissem nossa conversa. Carlos colocou a camiseta sobre a rocha e aproximou-se da cascata se molhando todo.

Que visão sensacional, conforme a água caia sobre o short dele deixava mais apertado e minha bucetinha ficava mais molhada.

— Está uma delicia aqui! Vem!

— Ok, mas não vou tirar a camiseta.

Quando entrei debaixo da água, minha camiseta colou no meu corpo mostrando nitidamente que eu estava sem sutiã. Tentei fingir normalidade e que nada estava acontecendo, mas Carlos olhou para os meus bicos que neste momento já estavam bem durinhos.

— Está gostando de estar aqui?

— Sim.

— Alicia, você é muito novinha para essas coisas. Mas, já tem namorado?

Fiquei vermelha de vergonha.

— Não. Por que a pergunta?

— Nada. Se sem já é deste tamanho, imagina quando tiver.

— Prof, o que está insinuando?

Ele balançou a cabeça recobrando a razão.

— Nada, nada. Vamos voltar.

Ele foi até a camiseta, ficando de costas para mim. Tirei a camiseta, joguei na frente dele.

— O que... está fazendo?

Fiquei alisando meus seios, pois vi em um filme pornô.. hahaha

Carlos andou até a entrada das rochas, acho que para ver se não tinha ninguém por perto. Quando voltou, veio até mim. Se abaixou e começou a chupar meus seios. Que delicia!!

— AINN, CARLOOOSSS! O QUE ESTÁ FAZENDO?

— Cala boca, quase te agarrei dentro do ônibus. Achou mesmo que eu iria perder a oportunidade de te trazer até aqui?

Ele chupava gostoso, desceu e mordeu minha barriga se ajoelhando.

— Imagina essa buceta... deve ser uma tentação.

Carlos puxou meu short, abaixou minha calcinha e jogou uma das minhas pernas sobre o ombro. Tive que me encostar na parede.

— OOHHH! OHHH!! UIII! AINN PROFFFF!

Aquele coroa chupou minha buceta que foi uma coisa de louco. Ele lambia toda ela e eu me segurava para não cair. Coloquei as mãos na cabeça dele e dei ritmo na chupada.

— OHHH! AINN! ASSSIMMM!

Eu já nem estava nem ai se alguém iria nos pegar naquela safadeza. Só queria chegar no orgasmo e veio.

— AIII CARALHOO! MINHA BUCETAAA!! OHHH!

Comecei a ter espamos, soltei meu mel na boca dele. Quando parou, se levantou sorrindo.

— Você é das que eu gosto. Moreninha da buceta rosa.

O volume do short dele estava imenso. Me ajoelhei já querendo retribuir só que ele me levantou.

— Deixa pra de noite. Já estamos aqui há muito tempo.

Se virou, pegou minha camiseta e me entregou.

— Sua camiseta até já secou.

Saimos dali, ele na maior cara de pau com o cacete marcando no short. Percebi que algumas alunas começaram a cochichar.

O dia passou e eu estava ansiosa pelo que viria quando anoitecesse.

Já bem tarde da noite, fomos orientados a ir dormir nas barracas. Pensei que não iria rolar nada até que...

— Podem ir pessoal, vamos ficar aqui para apagar a fogueira.

Então, eu fiquei sozinha com Carlos sob a luz do luar.

Esperamos até o silencio tomar conta do local e ele disse:

— Escuta, ninguém sabe, mas seguindo mais adiante no meio daquelas rochas da cascata tem uma clareira.

— O que é isso?

Perguntei, inocente.

— Clareira é...bem, vai ser o lugar aonde vamos fazer amor.

Eu gelei. Meu professor, pai exemplar, falando que iria fazer aquilo comigo..haha

— Mas, não quero engravidar.

Ele riu e disse:

— Sou casado há muitos anos. Não sou de fazer esse tipo de coisa fora do casamento, mas você me deixou doidinho, sabia? E outra, vou meter só um pouquinho na sua bucetinha, depois encaixo nesse rabinho.

Ele começou a andar.

— Vem, amorzinho.

Peguei na mão deles e fomos. Realmente, depois das rochas havia um espaço rodeado por rochas e que era iluminado pela Lua. Ficamos batendo papo, nenhum de nós sabia como começar. Engraçado como bate o tesão mas na hora a gente fica sem graça, ne?

Mas ai, tomei a iniciativa. Cheguei perto dele, comecei a passar a mão por cima do short. O cacete já estava pulsando.

— Nossa prof... parece ser bem grosso.

— Tira ele pra fora pra tu ver.

Quando fui tirar o short dele, ele me parou.

— Abre só o zíper. Hoje, quero realizar minha fantasia. Comer uma aluna usando roupa.

Me ajoelhei, fiz o que ele falou. Foi até difícil tirar pra fora, mas na minha mão, o membro dele parecia colossal. A cabeça rosada estava até soltando um liquido transparente. Cheirei e passei a língua.

— Salgadinho. Qual o tamanho?

Ele segurou minha cabeça e empurrou a pica dentro.

— O tamanho ideal para preencher essa boquinha.

GLUB, GLUB, GLUB, GLUB

Minha testa batia debaixo da barriga dele enquanto eu sugava aquele pau cheio de veias.

— Tem 14 centimetros. Isso não deve ser nada para você.

Eu nem conseguia falar nada com a boca cheia. Ele parou de bombar e deixou eu chupar gostoso. As vezes, eu parava e olhava sorrindo para ele.

— É até que dá pro gasto.

Voltava a mamar e ele gemia.

— Pelo volume no short pensei que seria maior. Mas me enganei.

— PUTAAA! SAFADAAA! CALA BOCA E MAMA!

Ele me deu um tapa na cara e botou começou a meter forte.

GLUB, GLUB, GLUB

Parecia que meu pescoço iria quebrar. Foi ai que entendi que era só um objeto da fantasia daquele homem.

Quando ele parou, me levantou. Subiu minha camiseta e chupou meus seios.

— TESUDAAAA! GOSTOSAAA!

Fui tirar a camiseta e ele me parou.

— Te falei que esta noite, quero te comer de roupa, quenga!

— Mas como vai fazer isso sem tirar meu short?

Foi que ele me virou, coloquei as mãos na parede e arrebitei. Curiosa para ver o que ele faria.

— Assim, meu amor.

Ele puxou o short de ladinho junto com minha calcinha. Sem mais nem menos, enfiou o cacete em mim. Minha buceta estava sendo invadida pelo meu professor.

— AINN, CARLOSSS!

Ele meteu um pouco e tirou.

— Realmente, vai ser foda assim.

— Te falei. HAHAHA

Ele me deu dois tapas na bunda. Abaixou meu short e minha calcinha. Voltou a meter na minha buceta.

— AAAHHHH! ASSIMMM É BEM MAIS GOSTOSOOOO!

Pelo tamanho do cacete dele, dava para aguentar de boa. Só doía um pouco pela grossura.

Carlos parou, se deitou no chão.

— Vem, senta no papai! Mostra pra mim, que esse cuzinho é guloso e que vara.

Fiquei de costas para ele. Me posicionei e fui deslizando devagarzinho. Ainda bem que eu já tinha enfiando 3 dedos antes, na hora do banho. Já estava preparada.

— CAARAALHOOO! QUE CU GULOSOOO!

Comecei a cavalgar, ali me senti dona daquele homem. Eu que ritmava a trepada. De vez em quando, virava o rosto e sorria colocando o dedo na boquinha.

— Tá gostoso, papai?

— Alicia, você é um tesão de mulher. Senta de frente pra mim.

Sem sair do pau, fui rodopiando.

— OHHH! PUTINHAAA!

Carlos me puxou para perto e me beijou. Começou a meter como uma máquina me jogando no ar.

— POOOO RRR FAAAAA... VOOORR! ASSSSIMM NÃÃ ÃÃOO!

Eu gaguejava sentindo as bolas dele batendo na minha bunda. Parecia uma boneca de pano pulando.

— AINNNN! OHHH! CAAARR LOOLOOOSS!

O coroa parecia que estava a dias sem dar uma.

— UIII! ALICIAAA! ALICIIAAA!

Ele ofegou e me abraçou.

— Já gozou?

— Não, amor... quero gozar na sua cara.

Sai de cima dele. Me ajoelhei sobre meu short. Ele parou na minha frente e pediu:

— Faz uma espanhola pro papai com esses peitos lindos!

Coloquei a pica entre os seios e comecei a movimentá-los com as mãos. EU soltava baba para ficar mais gostoso.

— Goza papai, goza pra mimmmm!

— Falando assim, quem aguentaaaa???

OHH!! AHH!

Os jatos vieram, a porra caiu no meu cabelo tamanho a força que saiu. A cada espasmo eu ria enquanto Carlos gemia como um urso.

— OHH!! ARGHH! CACHORRAAAA! TOMA, VAGABUNDAAA DO PAPAI!

A porra quente e viscosa preencheu meu rosto. Estava toda gozada. Nem acreditei que fui eu que causei aquilo.

— Gostou, prof?

— Você é demais! Sou um coroa de sorte!

— Mas o que você está fazendo aqui?

Quando olhei, a professora Soraya estava nos observando. Eu não sabia aonde enfiar a cara.

— Soraya... o que combinamos?

Eu me levantei limpando minha cara e me vestindo. Quando saímos, passamos por Soraya que estava com um aluno que ficou sem graça quando me viu. Ai entendi... eles foram ali para fazer amor também..

Fomos para o acampamento, Carlos me convidou para dormir na barraca dele, mas recusei.

— Melhor não, o que vão pensar se virem eu saindo de lá, amanhã cedo?

— Tem razão, minha boneca! Mas olha... neste fim de semana ainda vou te botar pra mamar lá debaixo da cascata.

Nos despedimos e fomos dormir. Naquele fim de semana ainda trepamos debaixo da cascata. Enfim, me senti como a mulher do coroa... Se gostaram, comentem e nos sigam. Até a próxima e bjinhos, sapekinhas.

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive Alicia_sapeka a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários