Eu havia dito para eles não se atrasarem porque eu tinha compromisso, mas fui eu quem chegou após o horário. Lorenzo, Miguel e Benício me esperavam na portaria. As expressões de impaciência sumiram assim que começaram a me olhar dos pés à cabeça. Eu usava um vestido chemise, daqueles que parecem uma camisa comprida, mas não o bastante para cobrir demais as pernas. Sei que essa não era uma forma ideal para uma corretora se vestir, mas foi o que deu. No ombro, uma bolsa de viagem enorme, que me atrapalhou um pouco para cumprimentá-los. Por sorte, eles não se importaram, ou pelo menos as mãos firmes na minha cintura deram a entender isso.
O elevador era apertado e minha bolsa não ajudou muito. Ficamos os quatro, espremidos enquanto subíamos e logo vieram comentários elogiosos sobre o meu perfume. Eu agradeci, mas mudei logo de assunto, perguntando sobre o motivo do aluguel. Eram estudantes querendo dividir um apartamento enquanto estudavam. Pareciam deslumbrados, pois logo falavam ansiosos das festas que queriam fazer.
Assim que entramos, deixei minha bolsa no chão e comecei a apresentar o apartamento para eles. Estavam tão eufóricos ao ver a sala ampla do apartamento que me deu gosto. Benício logo falou das festas que queria fazer — Vamos colocar um sofá bem grande e meter nas cachorras aqui. — disse Lorenzo, aparentemente se esquecendo de mim ali. Benício e Miguel me olharam na hora, esperando alguma reação minha e eu somente ri.
— Me desculpa — disse Lorenzo.
— Tudo bem, mas se lembrem de que existem horários para festas aqui. Não poderão fazer barulho até mais tarde.
— A gente entende, vamos até te convidar para a primeira festa que a gente fizer. — Disse Miguel — Aí você também não poderá fazer barulho.
— Você é quietinha ou barulhenta? — perguntou Benício, cheio de malícia.
Os dois amigos deles se calaram, perante a ousadia.
— Quando eu vier na festa, vocês vão saber. — respondi, dando um sorriso discreto. Os três riram, dizendo gostar mais de mim. Imaginei que levar aquelas provocações com bom humor seria importante para aquela visita não terminar antes do esperado.
Fui mostrar a cozinha para eles. Ao contrário da sala, já era um lugar apertado demais para quatro pessoas. Os três ficavam o tempo todo muito juntos de mim, e nem disfarçaram o quanto olhavam para a minha bunda. Eu fingia não ver nada, tentando só cumprir o meu papel.
— Não tem registro nessa cozinha? — perguntou Miguel.
— Deve estar em um dos armários de cima. — respondi, olhado para cima, tentando enxergar o interior.
— Sobe aí e dê uma olhada — disse Benício ao empurrar uma pequena banqueta para amim.
Eles mesmos podiam fazer isso, mas como uma boa corretora, eu subi na banqueta, que, de tão pequena, quase caí. Minha sorte foi Lorenzo me apoiar, com a mão na minha bunda. Os ouros dois deram a volta em mim. Miguel também me segurou pela bunda e Benício me apoiou pela coxa, por baixo do vestido. Olhei por todas as portas até achar o registro da cozinha, mas com cuidado para não cair. Até então achei que tudo aquilo seria brincadeira, mas era notável a vontade deles me comerem pela forma como me apertavam. Quando achei o bendito, desci, com eles me apoiando. Ao chegar ao chão, Miguel e Lorenzo me soltaram, mas Benício, que me tocava por baixo do vestido, deixou a mão ali até me tocar diretamente na bunda. — Fica tranquila, que eu nunca iria te soltar — sussurrou, me arrepiando.
— Obrigada, mas agora pode me soltar — disse enquanto afastava a mão dele de mim. Meu vestido, porém, continuava suspenso.
— Adorei a calcinha. — disse Miguel, ao enfiar a mão na minha bunda. Em um segundo, a mão de Lorenzo mergulhou na minha calcinha. — Caralho, ela está muito molhada!
A partir dali, eu já não conseguia esconder o quanto estava excitada. Benício abriu os botões do meu vestido e me apalpou os seios. Lorenzo me beijou na boca e, com os olhos fechados, senti lábios nos seios e no pescoço. Dedos entravam em mim, me arrancando um gemido manhoso. Quase gozei ali.
— Calma, rapazes! — disse — se é para eu ser a puta de vocês, vamos fazer isso direito.
Saí daquela cozinha apertada e fui para a sala, onde me ajoelhei naquele chão sujo. Mamei cada um deles e fiquei de quatro para me comerem. Benício foi o primeiro, querendo se exibir. Pegou forte na minha cintura e meteu em mim com muita intensidade, quase desesperado. Foi gostoso, mas ele gozou rápido. Tirou o pau de mim e melou minhas costas, como se quisesse me marcar.
Veio, então, o safado do Miguel, me provocando ao pincelar a rola na minha boceta. De início, eu não entendi o que queria, até que perguntei e ele começou a rir.
— Quer que eu peça, seu filho da puta? Mete logo esse pau em mim. Come logo a piranha da sua corretora!
— Quem vai trabalhar é você — disse ele. Não sei se era fetiche ou se não queria pegar na minha cintura suja de porra, mas como uma boa puta, eu obedeci. Rebolei gostoso naquela pica até ele gozar na minha bunda.
Com o corpo ainda mais sujo de porra, olhei para o Lorenzo — você vai me comer ou está com nojinho? — provoquei. Com os amigos rindo, Lorenzo me segurou pelo cabelo e entrou de uma vez só na minha boceta com uma estocada forte. Ele me castigou com estocadas firmes, onde eu nem conseguia me mexer por estar presa pelo cabelo. Ele ainda conseguiu segurar o bastante para tirar o pau de mim e gozar na minha cara.
Depois da surra de pica, me despedi dos rapazes, peguei minha bolsa, fui ao banheiro. Ainda excitada, me masturbei durante o banho. Eles não me fizeram gozar, mas o Pix enviado à minha conta era bem maior do que o combinado. Devo ter representado bem o papel de corretora de imóveis devassa. Nunca havia realizado um fetiche tão inusitado, mas até me diverti. Os clientes, pelo visto, também gostaram muito.