Propriedade de Papai. Tendo a vida que sempre quis ter – Pt. 13 – Final

Um conto erótico de Bel_Sub
Categoria: Heterossexual
Contém 6274 palavras
Data: 04/04/2025 08:51:59

Naquela noite de meu aniversário papai me surpreendeu me presenteando com um kit de submissa igual ao que mamãe tinha sem que eu soubesse. Após quase morrer de excitação com ele nos imobilizando lado a lado na cama como um XX, ao invés de nos usar, foi se sentar no sofá olhando seu celular.

Um arrepio subiu pela espinha quando entendi que papai nos deixaria lá amarradas a sua disposição e nos usaria apenas quando tivesse vontade e o que essa descoberta provocou foi uma onda de prazer incontrolável e olhando em desespero nos olhos de mamãe gozei avassaladoramente me debatendo na cama parecendo ter uma convulsão.

Não conseguia pensar em nada vivendo aquele orgasmo indescritível sem ter ninguém me tocando, alimentado pelo poder gigantesco de me sentir submissa como jamais me senti tendo sido tirado de mim todo o controle sobre minha vida. Saber que era papai quem me dominava daquele jeito só colocava mais fogo em minha explosão de prazer e até hoje foi o orgasmo sem penetração mais forte que já senti.

Foi impossível saber quanto tempo fiquei lá me debatendo de prazer sob os olhos excitados de mamãe e quando recobrei parte dos sentidos foi que me dei conta que não deveria ter gozado sem ordem de papai, mas não consegui. E um repique me atingiu quando pensei que ele poderia ter me proibido só para aumentar meu tesão me fazendo gozar sem ele permitir. Era bem a cara de papai.

Quando terminei fiquei lá largada na cama sem poder me mexer e sem ninguém me fazer os costumeiros carinhos pós-orgasmos. Mamãe não poderia falar nada com a mordaça, mas em seu olhos ela parecia encantada com o que aconteceu comigo. Papai lá de longe, deu seu recado sem nem se virar para nós.

– Eu disse que você não podia gozar. Isso só vai me fazer demorar mais para atender seu pedido.

Somente sua provocação já fez brotar uma nova semente de excitação sem saber se papai me deixaria lá a sua disposição por 10 minutos ou horas. Calculei que já deveriam ser umas 10 horas da noite e tinha certeza que papai me usaria antes que o dia de meu aniversário acabasse. Ainda que não fosse para sempre ele poderia me fazer espera-lo por quase 2 horas me fazendo derreter novamente de tesão.

Aquele aniversário já era de longe o melhor de minha vida, e olha que tive muitos bons aniversários, mas nada que se comparasse. Não sabia se me formaria na pós-graduação da submissão de papai e talvez nem quisesse para que ele não demorasse a repetir aquela experiencia e me desse a próxima aula. Foi algo que marquei mentalmente que deveria estudar durante meu curso de psicologia, sabendo o poder da mente em criar situações como aquela.

Mamãe ao meu lado olhando para mim também com tesão parecia ter mais paciência em esperar, talvez porque já tinha tido muitas daquelas brincadeiras e o esperar era o que nos deixava sentir-se indefesas potencializando nossa submissão, aquela que adorávamos sentir.

Papai demorou muito a ponto de quase me fazer gozar novamente, mas não seria fácil gozar novamente sem seu toque. Então ele se levantou e veio até meu lado e com minhas pernas amarradas abertas viu o estrago que eu tinha feito na cama.

– Meu deus Bel, você encharcou a cama. Teremos que trocar esse lençol antes de dormir.

Então deu a volta e viu que mamãe também escoria na cama.

– Você também Angel? Nunca te vi escorrer tanto quando te amarrei sozinha. É mais excitante com sua filha submissa junto?

Mamãe balançou a cabeça concordando.

– Se é assim, farei o que estou fazendo sempre com as duas juntas. Cada vez vou pensar em uma posição diferente. Quem sabe em outros lugares da casa. Poderia amarrar vocês duas em um 69 lá no sofá da sala e deixa-las assim o dia inteiro enquanto faço minhas coisas. E quando me der vontade vou lá e como um das duas ou as duas.

Os murmúrios dos gemidos que demos saiu de nossas bocas tapadas pelas mordaças pois era indecentemente excitante pensar em estar naquela situação que papai descreveu. Voltando para meu lado, ele subiu na cama se colocando de 4 como um gato sobre mim e após olhar em meus olhos se abaixou e começou a lamber meus seios sem nunca chegar a aréola.

– Você é gostosa demais para ir muito rápido, mas tenho que cuidar de 2 vadiazinhas submissas antes de seu aniversário terminar, falou se abaixando e pegando um mamilo o sugando forte para dentro de sua boca e o mamando com volúpia.

Pela excitação que eu já estava antes de ter ficado amarrada e sua forma de mamar quase arrancando meus mamilos, comecei a gozar me contorcendo toda enquanto emitia murmúrios por baixo daquela mordaça.

Não tendo esperado meu orgasmo avançar como em outras vezes, papai deixou meus seios e foi direto para minha bucetinha.

– Preciso aproveitar desse mel delicioso que está escorrendo feito uma cascatinha e está sendo desperdiçado falou enfiando a língua em minha fenda sugando meu suco sem encostar em meu clitóris.

Meu orgasmo só ficou mais intenso e não demorou atacou meu botãozinho fazendo meu corpo arcar na cama em um orgasmo explosivo e continuo parecendo que não poderia ficar mais forte, mas eis que parou de lamber meu grelinho e se posicionou sobre mim começando a enterrar seu delicioso pau e algo inesperado aconteceu.

Com o plug em meu cuzinho ficou bem mais apertado e difícil a penetração o que me levou a sentir mais prazer com a dupla penetração que estava se iniciando. Com mais cuidado que o normal papai foi afundando me dando uma sensação indescritível.

Meu orgasmo sem fim ia ficando mais poderoso e quando ele chegou ao fim e começou o vai e vem a fricção através de minha membrana interna no plug fazia com que ele acompanhasse o pau de papai para frente e para trás me deixando alucinada.

As vezes puxava minhas mãos e sentia que estavam presas dando a sensação de estar sendo usada por papai engrandecendo aquele gozo que já era um dos maiores que tinha tido. Papai não se contentou e olhando em meus olhos começou a estocar de uma forma animalesca chacoalhando toda a cama e me espremendo no colchão a cada afundada.

Eu tinha entrado em um delírio orgástico sem mais nenhum controle sobre meu corpo devido ao prazer avassalador que me arrebatava quando o impossível de ficar ainda melhor aconteceu com papai jorrando um mar de seu esperma de pai em meu útero.

Aquele era o verdadeiro presente de aniversário da submissa que eu era de uma forma totalmente nova e inesperada. Ter uma coleira em meu pescoço dizendo que eu era a vadiazinha de papai, estar totalmente imobilizada e incapaz de reagir, ser usada por meu dono da forma e só no momento que ele queria e tudo isso debaixo do incesto que praticávamos me fez chegar ao pico de minha realização sexual plena como a mulher que eu tinha escolhido ser desde a puberdade.

Não tinha outros desejos para minha vida a não ser manter tudo o que eu tinha naquele momento. Não só o sexo arrebatador que me consumia, mas também emocionalmente, romanticamente e cotidianamente com a vida que vivia além de papai e mamãe. Se morresse ali gozando incontrolavelmente sob papai, teria morrido sem nenhum arrependimento de não ter feito algo que desejava.

Era um orgasmo tão forte que primeiro desligou meus sentidos de visão e audição pois não enxergava e nem escutava mais nada, mas ainda estava consciente até que a consciência também me foi levada e apaguei desfalecida.

Papai já tinha me feito desfalecer outras vezes, mas esse foi muito mais profundo e duradouro, pois quando acordei papai já estava ajoelhado entre as pernas de mamãe após a ter feito gozar também, o que fiquei sabendo logo após olhar para seu rostinho lindo e seus olhos vidrados saboreando seu pós-orgasmo.

Vendo que eu abri os olhos papai nem perguntou se eu estava bem mesmo sabendo que eu estava bem demais, mas perguntou se algo me incomodava.

– Algum desses nós, algemas ou essa mordaça está te incomodando?

Balancei a cabeça dizendo que não e mesmo se estivesse teria dito não. Eu simplesmente não queria sair dali.

– Que bom para você, pois de qualquer modo não ia te liberar.

Papai quis parecer um dono insensível, mas tinha a certeza que se tivesse respondido sim, ele teria feito o que fosse para me deixar confortável. Papai era o melhor dono do mundo e eu me sentia abençoada de ser propriedade sua e não de outro homem. Até me arrepiava a alma pensar nessa hipotética situação.

– Não vou te liberar pois ainda quero usar seu cuzinho e temos só uma hora para seu aniversário terminar. Só vou soltar vocês quando usar o cuzinho dessa outra vadiazinha também, mesmo que tenha passado da meia-noite, pois ela não faz aniversário e não precisa receber o presente na data certa.

Se eu estava totalmente prostrada e satisfeita após aquele que foi o orgasmo mais intenso de minha vida, após papai dizer o que disse um fogo se acendeu no fundo de minha buceta e começou a se espalhar por meu corpo antes inerte.

Eu sabia que após 2 orgasmos papai precisava se recuperar, mas ele simplesmente saiu do quarto e desapareceu me deixando ansiosa e desejando que fizesse o que falou. Às vezes ele voltava e vinha me olhar me deixando excitada por achar que tinha chego a hora, mas então saia e ficava minutos sem retornar me excitando pela espera e pela submissão a que ele me submetia mostrando que era ele quem mandava e decidia quando me usar.

Foi só na quarta vez que entrou no quarto que foi até meu tornozelo esquerdo na borda da cama prezo pela corda que passava por baixo dela terminando no tornozelo direito de mamãe do outro lado que ele o desamarrou o liberando. A seguir foi do outro lado e desamarrou o tornozelo de mamãe.

Não estávamos livres pois ainda tínhamos as mãos presas, a mordaça e meu tornozelo direito preso no esquerdo dela, mas tínhamos alguma mobilidade na parte de baixo de nossos corpos e com nossas pernas unidas pela algema tínhamos que as mexer juntas.

Papai subiu na cama do meu lado e entrou entre minhas pernas com o frasco de lubrificante liquido na mão me arrepiando toda.

– Agora vem a última parte do presente. Espero que goste de seu presente de maioridade.

Balancei forte a cabeça que tentava manter erguida para ver o que ele fazia mostrando que estava adorando o presente.

– Agora quero que você levante as pernas até encostar as coxas nos seios ficando toda arregaçadinha para seu dono. Você também Angel, ou ela não vai conseguir levantar.

Eu e mamãe nos movemos em sincronia, mas nossas pernas ainda estavam fracas pelos orgasmo anteriores e ele nos ajudou pegando por baixo de meu joelho direito e do esquerdo de mamãe e nos dobrou até que ficamos totalmente expostas e com o cuzinho alto do colchão apontando para ele.

– Já que vocês duas arruinaram esse lençol, não vou me importar de arruinar mais falou despejando o lubrificante oleoso direto em minha fenda que foi escorrendo para baixo em torno do plug em meu anus.

Meus murmúrios retornaram por trás da mordaça sabendo que estava prestes a ser usada por meu dono novamente, desta vez em meu bumbum. Papai se inclinou e de surpresa se enterrou devagar em minha bucetinha melada pelo lubrificante e apertada pelo plug no rabinho

– Não consigo resistir a esse bucetinha lindinha, lisa, fechadinha, quente e macia toda vez que olho para ela, então vou a penetrar uma vez. Será bom que deixará meu pau mais melado do que nunca.

Olhei para mamãe mostrando o quando eu estava adorando e sentindo prazer naquele momento. Nunca tinha olhado por tanto tempo para mamãe como naquela noite em que já estava a quase 3 horas a encarando, salvo alguns momentos que olhava para papai ou fechava os olhos não os conseguindo manter abertos de tanto prazer.

Assim que papai puxou para fora aquele pau grande e grosso me senti vazia e desejava que ele retornasse, mas também queria muito que continuasse para seu próximo objetivo.

Com os dedos começou puxar o plug para fora com calma, até que senti passar a parte mais grosso e o resto escorregou fácil. Tinha sido gostoso o ter lá durante a noite, principalmente quando papai tinha seu pau em minha bucetinha, mas o que viria a seguir seria imensamente melhor e meu dono sabia disso.

– Agora vem o que você tanto gosta sua vadiazinha submissa. Essa é a prova final de sua pós-graduação de submissão. Vamos ver como você se sai. Só goze quando eu ordenar e desta vez cumpra minha ordem, falou começando a enfiar aquele falo grosso em meu furinho pequeno.

Aquela posição toda arreganhada potencializava a sensação de preenchimento que por sua vez aumentava o prazer que eu já sentia. Estar tendo meu cuzinho arrombado por meu dono naquela situação de submissão total e estar amando como eu estava era também o ápice de minha vadiagem. Nunca me senti antes tão submissa e tão vadia.

Papai nem tinha chego ao fundo e eu já estava pronta para gozar, mas me segurei o obedecendo. Algo mais me excitava que era sentir a perna de mamãe presa na minha naquela posição indecente e deliciosa.

Quando seu pau chegou ao mais fundo de minhas entranhas eu me retorcia e mesmo que papai não percebesse pois era só emocional já sentia um orgasmo em segundo plano por tudo o que nos envolvia.

Para piorar muito meu controle, mas melhorar muito o prazer, papai se inclinou sobre mim e apoiando os braços esticados por trás de minhas pernas arregaçadas começou um ir e vir vigoroso e com seu rosto lindo a um palmo do meu ele foi honesto.

– É desonesto de minha parte dizer que isso é um presente para você quando estou usufruindo tanto.

Tentei dizer que era sim um presente, mas só saíram sons inteligíveis.

– Você está dizendo que é um presente sim?

Confirmei com a cabeça.

– Então vamos ver se você continua pensando assim. Você diz sempre que o que te dá mais prazer e te faz mais feliz é me servir, falou aumentando o vigor de suas deliciosas estocadas.

Confirmei de novo balançando a cabeça.

– Para provar só eu vou gozar e você não e terminaremos por aí.

Uma decepção enorme tomou conta de mim e por meus olhos papai percebeu, mas não falou nada só acelerando suas estocadas em meu cuzinho em busca de seu orgasmo. Era verdade que a negação ao prazer me tornava mais submissa e me levava a ter mais prazer por apenas atender os desejos de papai e não os meus, mas eu estava tão perto de um orgasmo inesquecível.

Olhando fixo para meus olhos como se me vigiasse papai estocava, estocava e estocava até que após uns 2 minutos revirou os olhos e gozou me fazendo sentir seu primeiro jato de esperma tornando quase impossível não gozar também. Quase, porque pela mais absoluta condição de verdadeira submissa me aguentei me regozijando de poder provar a papai que ele era a razão de minha vida.

O problema para minha resistência foi que papai, mesmo após terminar de me dar seu delicioso esperma, não parou de estocar meu cuzinho e não parecia ter ficado com o pau flácido, talvez excitado por saber que me tinha como quisesse.

Aquele seu ir e vir mantinha meu quase orgasmo contido a beira do precipício, mas ainda o controlava por estar muito satisfeita comigo mesma de atender papai, meu dono. Foi então que algo maravilhoso aconteceu.

– Você provou que é uma verdadeira submissa colocando meu prazer na frente do seu mesmo nessa condição Bel, então merece uma recompensa de seu dono. Goza para mim, goza bem forte.

Explodi em um orgasmo tão poderoso quando o primeiro olhando para papai o amando profundamente. Por ter tido aquele orgasmo tão intenso antes, consegui não desmaiar e fui apreciando aquele quase convulsionando de tanto que tremia. Aquela noite de meu décimo oitavo aniversário era o ápice de minha vida sexual, ou um deles pois eu tinha tantos momentos maravilhosos com papai e mamãe.

Comecei a chorar de felicidade e mesmo me estocando furiosamente ainda, papai se abaixou e lambeu minhas lágrimas salgadas consumando ainda mais nossa união perpetua e indissolúvel junto com mamãe.

Foi sem dúvida meu mais longo e forte orgasmo anal, até porque a cada estocada o púbis de papai se chocava com meu pequenos clitóris exposto naquela posição toda aberta. Quando terminou não tinha como agradecer, falar ou reagir e papai se deu conta disso me deixando curtir aquele momento inesquecível, mas me disse algo importante antes de se retirar de meu cuzinho.

– Você está aprovada na pós-graduação da submissão Bel. Gozou naquela hora sem que eu tivesse permitido, mas foi por se sentir totalmente submissa naquela condição provando que é muito submissa. E agora você até me surpreendeu pois pensei que não ia resistir, mas provou que é verdade que meu prazer está antes do seu e não tem mais como negar que você atingiu o auge da submissão. Auge da submissão que eu me permito submeter vocês, e não do mundo lá fora.

Apenas sorri de felicidade provando a ele e a mim mesma que aquela era a vida que eu queria ter.

Puxando seu pau para fora, explicou o que aconteceria a seguir.

– Vocês podem abaixar as pernas e esticar para descansar pois agora vou precisar de um tempo maior para me recuperar e fazer o mesmo com minha outra submissa.

Mamãe murmurou e balançou a cabeça para os lados tentando dizer algo, mas era impossível saber o que ela queria. Imaginei que sabendo que papai estava cansado ela poderia estar dizendo que não precisaria fazer o mesmo com ela, já que não era seu aniversário e foi o que papai entendeu também.

– Você está querendo dizer que não preciso fazer o mesmo com você?

Mamãe confirmou com a cabeça e papai olhou sério para ela.

– Não sou seu dono?

Mamãe confirmou que ele era.

– Não posso fazer o que quero e quando quero com você?

De novo mamãe concordou e olhando em seus olhos ela parecia preocupada por apenas sugerir algo para nosso dono que ele não gostou.

– Então. Mesmo cansado estou com vontade de comer essa bunda deliciosa que você tem e não vou perder a oportunidade, até porque não vamos repetir isso por um bom tempo. Vou ficar pensando nesse seu cuzinho delicioso e sei que não vou demorar demais a ficar pronto, aí volto. Me espere. E Bel feliz final de aniversário, falou mostrando o relógio que marcava 3 minutos para meia-noite

Se eu me excitei mesmo após o orgasmo que tinha tido por papai ter agido daquela forma autoritária com ela, imaginei que mamãe deve ter quase gozado e vazava em nosso lençol destruído.

Desta vez papai se levantou e foi ao banheiro de nosso quarto deixando a porta aberta e logo o escutamos tomando um banho. Minha noite estava encerrada a não ser por poder assistir logo mais aqueles dois seres tão lindos fazendo amor intensamente ao meu lado sabendo que eram meu adoráveis pais.

Papai deve ter tomado banho realmente pensando no bumbum lindo, redondo, grandinho e perfeito de mamãe e também em seu anelzinho branquinho como o resto de seu corpo, pois voltou pronto com o pau em riste em muito menos tempo que achei que levaria.

Ele repetiu com mamãe ao meu lado praticamente tudo que tinha feito comigo e por isso tive que voltar a mesma posição arreganhada porque nossos tornozelos estavam presos um ao outro. Papai só não a proibiu de gozar, pois sabia que ela era uma submissa que sempre colocou seu prazer na frente do dela.

Arreganhada a seu lado e vendo aquele sobe e desce de papai sabendo que seu delicioso membro enchia mamãe como me encheu alguns minutos antes fiquei novamente excitada inacreditavelmente e se papai quisesse me usar de novo após usar mamãe eu adoraria, porem sabia que não aconteceria, pois, papai é homem e mesmo com 40 anos não se recuperaria como as mulheres e ele estava trabalhando duro naquela noite. Literalmente duro.

Assisti maravilhada seus lindos orgasmos e quando acabaram, papai saiu logo do corpo lindo de mamãe e soltou os velcros da algema que prendia nossos tornozelos e desceu da cama nos deixando relaxar.

Rapidamente fez o mesmo com a corda e a outra algema em nossas mãos e por fim nos liberou das mordaças, mas estranhamente ficamos quietas curtindo e pensando em tudo o que aconteceu naquela noite. Foi papai quem nos despertou daquele momento de exaltação.

– Vamos vocês duas. Vamos tomar banho e peguem seus plugs para lavarem eles. O banho que tomei antes foi só para relaxar e me recuperar.

Só de falar dos plugs, papai já me despertou, mas era pela novidade. Sorrindo uma para a outra, nos levantamos e pegando aquele plug que ficou quase 3 horas dentro de meu anus me dando uma sensação gostosa, desejei que papai não demorasse a me mandar usá-lo novamente.

Por mais cansada que estava pela festa de aniversário no almoço e pelo que tinha acontecido há pouco, estava empolgada enquanto tomávamos nosso costumeiro banho um lavando o outro.

– Parece que você gostou de seu presente Bel, papai perguntou.

– Ahhh papai. Nem tenho palavras para descrever o quanto gostei. Foi o melhor presente de aniversário de minha vida.

– Mas é um carro tão simples Bel, falou com sarcasmo, malicia e sorridente.

Mamãe também sorriu por sua provocação.

– Ah papai. Adorei meu carro, não importa como seja, mas não foi esse meu melhor presente da vida e você sabe disso, falei dando um tapinha em seu braço forte.

– Sei disso Bel. Vadiazinha como você é, nunca trocaria um sexo como que tivemos por um carro.

– Não mesmo. Com certeza nem a mamãe. Não trocaríamos por nada esse momento. Não é mamãe?

– Não mesmo Bel. Ainda mais com você a meu lado porque foi melhor do que todas as outras vezes.

– Como você se sente tendo se formado na pós-graduação da submissão após ter ser graduado em ser vadiazinha, papai perguntou sorrindo.

– Melhor impossível. Hoje provei a mim mesma, a você e a mamãe que a escolha que fiz foi a correta, porque fui levada ao extremo dessa submissão amorosa que você nos permite e me senti melhor do que nunca. Realmente nasci para te servir e amar vocês dois dessa forma deliciosa que nos amamos.

– Parabéns. Nesses quase 4 anos você foi inabalável em sua determinação provando a sua mãe e a mim que era realmente o que deseja e o que deveríamos dar a você.

– Só tenho que agradecer a você e a mamãe por terem me aceito como sou e ter me permitido participar da relação de vocês. Isso evitou ser infeliz por não poder ter o homem que amo e ter muitos problemas se me entregasse erroneamente a um manipular e abusador.

– Como não poderíamos te amando tanto como filha e sendo 2 vezes responsáveis por você ser assim? Pelo menos eu sou duas vezes responsável e seu pai apenas uma, mamãe disse.

A abracei carinhosamente e a beijei na bochecha.

– Já te falei uma vez para nunca mais pensar nisso. Tudo de bom que eu tenho parecido com você, foi você quem me deu também e no fim essa condição que você me passou me faz uma mulher plenamente satisfeita sexualmente como você, muito mais que a grande maioria. E quem poderia imaginar que tão pequena gravaria na memória os pais fazendo amor como eu gravei. Esse vai ser um de meus estudos na psicologia para saber o quanto isso é verdade e comum. E se me dessem a opção de voltar no tempo e não ser como você, com certeza absoluta recusaria. Uma das delicias de minha vida é ser idêntica à mãe que eu amo e admiro.

Lágrimas escorreram em nossos olhos molhados e um abraço muito mais forte selou aquele assunto em definitivo, mostrando a mamãe e papai que eles jamais precisariam sentir remorsos por quem sou, pois amo ser quem sou.

Enfim as festas em sequência chegaram ao fim e pude me dedicar apenas aos estudos e a papai e mamãe. Era um rotina deliciosa onde estudava o que gostava e fazia amor com meus pais ou era usada deliciosamente por papai como vadiazinha. Quando não haviam pessoas estranhas em casa, em qualquer lugar ele podia me fazer chupa-lo, me deitava sobre uma mesa e me usava sem tirar minhas roupas ou apenas me mandava ficar nua, me deitava onde estávamos e me fazia gozar horrores com sua língua deliciosa.

A mamãe o tratamento era o mesmo, fora nossos momentos em nossa cama onde dormíamos sempre os três juntos. Em alguns momentos de mais tesão ele nos deixava bem esfoladas e a cada 2 ou 3 meses usava nossos kits de submissão. Seria até pecado reclamar dessa vida privilegiada que eu levava, mas tinha algo que me faltava.

Eu amava estudar o que estudava, mais para me conhecer e também pensando que poderia ajudar adolescentes meninas com algum tipo de disfunções sexuais psicológicas como eu tinha ou que sofressem abusos, mas se pudesse escolher não seria essa a vida que escolheria depois de me formar.

Como submissa de papai o que me completaria era servi-lo em tempo integral e ser dona de casa como mamãe, mas esse posto já era dela e ela já tinha me dado tanto que nunca ambicionaria sua posição, mas gostaria de poder ser como ela.

Os meses foram passando até que um dia mamãe começou uma conversa séria durante um jantar na presença de papai. E ela não parecia ter conversado sobre esse assunto com ele antes.

– Bel, quando você se formar e começar a trabalhar, poderia atender só meio período ou só 2 ou 3 dias na semana, não poderia?

– Claro que sim mamãe. No começo nem terei tantos pacientes e mesmo se aumentar posso limitar meus horários. Tem profissionais que dependendo do caso já atendem também pelo skype. Por que você pergunta?

– É o seguinte. Já dividimos o mesmo marido, o mesmo homem, o mesmo dono, a mesma aliança, o mesmo quarto e até o mesmo banheiro. Então acho que está na hora de dividirmos as responsabilidades da casa também. Se você é como eu e sempre mostra que é, deve almejar para sua vida ser só dona de casa e servir a seu pai.

– Mamãe!!!!, falei tão excitada que nem consegui continuar.

Não achei que foi só porque eu era parecida com ela que mamãe estava realizando meu sonho. Como a mãe que me amava e era super generosa comigo, deve ter captado os sinais que eu dava sem querer deixando algumas coisas escaparem e ela deve ter montado o quebra-cabeça.

– E não é eu apenas te passar metade do que preciso fazer a cada dia. Vamos dividir mesmo todas tarefas. Tipo uma cuida do almoço e a outra do jantar inteiramente. Uma faz compras de supermercado e a outra de quitanda. O que a funcionária não faz nós dividimos. Se você aceitar seremos as duas donas de casa e não precisaremos mais ter uma funcionária e sem alguém estranho aqui nossos segredos estarão muito melhor guardados e teremos mais privacidade para o que fazemos.

– Quando que você pensou isso Angel, papai perguntou.

– Desde o aniversário dela. Se ficar pesado com a faculdade, posso assumir um pouco mais do que ela. Só não te pedi permissão antes, pois nem sei se ela quer.

– Claro que quero mamãe. Esse é meu sonho se completando e sim, sou igual a você. Por mim seria só dona de casa e serviria ao papai, mas como somos duas ficaríamos batendo cabeça o dia inteiro se não trabalhasse. Sua ideia de repartir meio a meio é perfeita e teremos muito mais liberdade em casa como você disse. Podemos fazer isso papai, por favor?

– Achei uma ótima ideia de sua mãe Bel. Assim você pode se realizar e também trabalhar meio período ou alguns dias da semana ajudando as adolescentes como planejava. Podem fazer como vocês duas decidirem.

Levantei da mesa e fui até mamãe me sentando em seu colo macio e maternal. A abracei forte e a beijei no rosto.

– Eu te amo demais mamãe. Como sempre você é muito generosa comigo e tenho certeza que percebeu algo de que eu gostaria muito de ser dona de casa servindo ao papai também. Muito, muito obrigado.

– De nada meu amor. O que me importa é te fazer feliz e vai ser bom para mim também. Terei um tempinho sobrando para ajudar mais as entidades filantrópicas que já ajudo. Todo mundo sai ganhando.

Depois daquele jantar, mamãe foi me ensinando o que faltava ensinar sobre a casa e logo dividimos de comum acordo o que cada uma seria responsável. Algo que alguma não gostava muito de fazer ficou com a outra e quando era algo que nenhuma gostava como passar roupas por exemplo, cada semana era uma que cuidava disso.

Por estudar de manhã fiquei com o horário do meio da tarde até a hora de dormir e mamãe com as manhãs mais agitadas até finalizar a limpeza do almoço. Claro que uma ajudava a outra e até trocávamos quando uma das duas tinha um compromisso, mas a divisão de serviços era mantida.

Após uns 2 meses de pratica eu já me sentia confiante de que daria conta sozinha de minhas tarefas e ao invés de dispensar nossa funcionária de longa data, papai pagou os 3 anos que faltavam e a aposentou fazendo com que ela saísse de casa feliz da vida pois já tinha trabalhado muito e queria descansar.

Na primeira segunda-feira sem a funcionária durante nosso banho coletivo da manhã papai me mandou usar um vestido para ir para a faculdade naquele dia sem me explicar o motivo, mas logo entendi quando cheguei a cozinha onde mamãe preparava o café, sua tarefa como dona de casa compartilhada comigo.

Nem bem cheguei, papai se arrumou na cadeira expondo seu pau lindo e me chamou para sentar nele só afastando a calcinha me fazendo entender a ordem para usar vestido. Já enterrado em minha bucetinha com seu pau longo e grosso, me deixou feliz com seu ciúme enquanto me levantava e me abaixava com suas duas mãos grandes.

– Como agora somos só nós, sempre que puder vou te mandar para a faculdade marcada com meu esperma, pois se algum daqueles estudantes chegar em você, não terá como você não se lembrar que me pertence, falou acelerando o ritmo de minha cavalgada.

– Ahh papai, não tem um segundo em minha vida que não me lembro que te pertenço, mas se você vai me marcar assim, vou adorar ir todo o dia para faculdade carregando seu esperma. Quem sabe eles já sintam seu cheiro de meu dono de longe e nem cheguem.

– Então eles costumam chegar, perguntou me dando um tapa no bumbum.

Mamãe fazia o café da manhã, mas não estava alheia a que seus dois amantes faziam perto dela.

– Você fez uma filha linda como sua esposa para seu uso próprio, mas ninguém sabe disso e é claro que alguns chegam tentando algo, mas do jeito que recuso nunca nenhum deles tentou uma segunda vez. Vamos testar sua teoria papai. Me encha bastante com seu esperma. Ahhhhhh.

– Ohhhh, sua vadiazinha deliciosa, estou gozando.

Sentido o caloroso esperma de papai inundando meu útero fui junto.

– Também estou gozando papai. Ahhhhhh.

Foi um delicioso orgasmo matinal, especialmente depois daquela conversa sacana. Quando terminamos, apenas nos arrumamos como estávamos e tomamos o café da manhã.

Conversamos sem amarras e sem medo do que falar estando só nós três em casa. Quando terminamos, me ofereci para ajudar mamãe a limpar rapidamente a cozinha, mas papai não deixou.

– Você tem que ir para a aula Bel e não se esqueça de mim, falou brincando sabendo que seria impossível esquece-lo.

– Além de não esquecer, vou ficar lembrado desse que foi o melhor café da manhã que já tive antes de ir para a faculdade e vou estar bem empolgada.

– Faça isso.

Então ele se virou para mamãe.

– Vou te ajudar Angel porque estou doido para comer sua bucetinha também e não quero que demore.

Papai realmente era tarado por suas belas propriedades. Me despedi e saí feliz sabendo que logo mamãe teria o mesmo prazer que eu tive há pouco. Sei que pode ser apenas emocional, mas a verdade é que nenhum estudante veio conversar comigo naquele dia. Para me excitar pensei que poderia ser o esperma de papai em meu útero os afugentando, mas a verdade podia ser que eu já tinha rejeitado todos os que tentaram algo antes.

Os anos se passaram me dando uma vida cheia de amor, satisfação pessoal e sexual. Hoje com 24 anos, 2 anos após me formar papai me usa da mesma forma que me usava aos 18 anos, o mesmo com mamãe. Sua vitalidade é impressionante satisfazendo duas submissinhas excitadas por ele quase o tempo todo.

Sou a dona de casa que queria ser em meio período, atendo clientes em um clínica de uma ex-professora da faculdade que me convidou sabendo o que eu faria, me convencendo dizendo que não tinha ninguém em sua clínica que trabalhava com a sexualidade de adolescentes e era muito importante ter uma psicóloga fazendo isso.

Sou a filha, mulher, esposa, amante e vadiazinha de meu pai que me usa como quiser e sua vontade no momento e nada do que gosto ele me deixa faltar. Nem a mamãe. Amo de paixão fazer amor com ela por ordem de papai e seu corpinho lindo, delicioso e aconchegante em nossos momentos de trocas de carinhos íntimos. E o meu ficou exatamente igual ao dela quanto atingi 21 anos, só 2 centímetros a menos de quadril por causa de sua gravidez.

Essa é a vida que desejei há 10 anos, que papai me deu há 6 anos e que por nossos desejos teremos pela vida toda.

Só poderia me faltar algo que seria ser mãe, pois nossa preocupação era realmente grande que eu pudesse ter uma filha que puxasse a mim. Ser mãe poderia ser egoísmo meu, mas não ter filhos diante de uma provável possiblidade por essa preocupação, seria o mesmo que não ter porque alguém da família teve uma doença grave e não desejamos que um filho tenha essa chance.

Durante os anos de minha faculdade, usando o que fui aprendendo e descobrindo a respeito do que eu e mamãe tínhamos, tomamos nós três em conjunto a decisão corajosa de que eu teria um filho com papai levando em conta os dois riscos de sermos consanguíneos e de minha disfunção sexual psicológica.

Logo que me formei, engravidei e aos 3 meses já ficamos felizes por ter eliminado o maior risco quando todos os exames apontaram que o bebê era normal, mas uma ansiedade já prevista por nós se formou quando descobrimos que era uma menina.

De qualquer forma a boa noticia nos deixou empolgados e lá no meu intimo e em segredo sempre desejei ter uma filha para a amar maternalmente como mamãe me amava.

Claro que o sexo diminuiu durante a gravidez, ao menos os mais intensos, mas papai não deixou de fazer amor comigo até perto do parto, sempre me enchendo de elogios por eu estar maravilhosamente linda com aquela barriga redonda que nem cresceu muito.

Não sofri nada na gravidez, nem no parto e muito menos depois pois como em tudo mamãe dividiu todas as tarefas comigo facilitando minha vida e me permitindo trabalhar como era nosso projeto de vida.

No começo, nossa linda filha não se parecia muito comigo e com mamãe, mas bebês mudam muito e esperamos sem estresse até que ela começou a ser parecer muito mais com papai com seus cabelinhos pretos e olhos castanhos nos dando um alivio na preocupação dela ser uma possível submissa como sua mãe e sua avó.

De qualquer forma, seja com ela for, estarei a seu lado a orientando e até a ajudando com minha formação, pois mesmo se não for igual a nós ainda será complicado para ela entender nossa relação e nossa devoção a papai.

Desde que ela nasceu, recuperei logo minha forma física pois engordei só 9 quilos, mas realizei meu sonho de ter o corpo idêntico ao de mamãe pois também ganhei 2 centímetros no quadril, me deixando mais gostosa conforme papai sempre me elogia. Nossos momentos de sexo voltaram a ser tão intensos quanto antes, pois está em meu sangue como no de mamãe sermos vadiazinhas.

O que mudou é que fazemos menos vezes em trio, pois algumas vezes uma de nós precisa cuidar de minha filha. E se passamos de uma semana sem um trio, papai fica cuidando da filhinha e manda suas duas esposas fazerem amor entre elas sabendo que eu e mamãe adoramos dar prazer uma a outra.

A grande lição que aprendemos na vida, principalmente meus pais, é a de que nossa filha NUNCA estará no mesmo cômodo do que nós quando estivermos tendo nossos momentos sexuais porque ela nunca terá alguém como papai, como eu tive.

Se bem que agradeço todos os dias por eles terem cometido esse erro comigo pois amo quem sou. Amo minha filhinha. Amo meus pais amantes e minha família e amo o que faço. Enfim tenho a vida que desejei sendo propriedade de papai.

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Comentários

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História deliciosa e excitante demais, embora difícil de imaginar no mundo real

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Mais uma história muito bem escrita pelo melhor escritor do site. Ainda estou curioso se sairá a história da filha real de 34 anos heheheh

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