Na cafeteria, o dono cego me enrabou (Um conto de Mel)

Um conto erótico de Mel
Categoria: Heterossexual
Contém 2125 palavras
Data: 04/04/2025 14:04:02

Oi sapekinhas. Mel aqui. A loirinha mais sacana..rssrrs.. leiam nossos contos e comentem.

Sou bem safadinha, seios bem grandinhos e um bumbum bem empinado. 67kg distribuídos em 1.60m e, o que vou contar aqui, ocorreu com meus d.ezesse.is aninhos.

Foi quando descobri que curtia café e que no cuador é bem mais gostoso.. rsrsrs.

Era um sábado a tarde, tempo chuvoso e fazia frio. Eu toda embrulhada nas cobertas recebi um convite da minha mãe para sairmos e ir na cafeteria do seu Tião.

— Olha pra mim. Veja se tenho cara de quem vai na cafeteria do seu Tião!

Falei rispidamente porque sabia que de um jeito ou de outro, minha mãe me levaria com ela.

Nunca tinha ido na tal cafeteria, mas pelo nome, já fiquei sem vontade.

— Deixa de ser esnobe, Mel! Ve ai nessa porcaria de celular... vai gostar do lugar.

— AFF!

Pesquisei e encontrei o tal lugar. Nada de mais até que apareceu a foto de um senhor de cavanhaque grisalho, óculos escuros, branco e um pouco calvo. Vestia uma camiseta com o nome do lugar e reparei em uma bengala.

— Quem é esse?

— Esse ai é o seu Tião. Ele é cego, minha filha. Abriu a cafeteria depois que a esposa o largou e tudo mais.

Mamãe sempre sabia das fofocas... hahaha

“Hum... cego, né?”

Aquilo já me deixou curiosa. Nunca tinha estado com um cego, ainda mais coroa e gordinho daquele jeito.

Decidi ir até lá. Tomei um banho, pentei o cabelo, coloquei um vestidinho branco colado que deixou minhas pernas de fora e uma jaqueta de frio e lá fomos nós.

A chuva começou a cair quando chegamos na cafeteria. Entramos correndo e esbarrei em um homem. Era o tal do seu Tião.

— Me desculpa, senhor.

Ele riu.

— Está tudo bem, querida. Seja bem vinda.

A voz dele era suave e bem atraente.

— Minha mãe também está aqui.

— Oh, que maravilha! Sintam-se em casa.

O coroa vestia uma calça social e camisa azul de botão. Tinha um perfume bem gostoso que atiçou minha xota na hora.

Nos sentamos, a atendente veio e tudo mais. Mas eu não parava de olhar para o coroa.

— Por que ele está ali parado?

A atendente riu.

— Ele sempre fica ali. Fala que gosta de ouvir o barulho da chuva e, as vezes, alguém conversa com ele.

Enfim, pedimos um café... o celular da minha mãe tocou e ela resolveu ir no banheiro atender.

Fiquei sozinha, não tinha mais ninguém no local. Exceto, seu Tião e uma ou outra atendente. Me levantei e fui até ele. Mas não sabia como chamar sua atenção até que...

— ATCHIMM!

— Saúde, querida.

— Obrigada, eu sou Mel. Acho que foi seu perfume.

Ele, de óculos escuros, se virou para mim e sorriu.

— Então, melhor não chegar perto hein.. hahaha

— O que está esperando?

— Estou esperando alguma mocinha bonita vir falar comigo.

— Oxi... como sabe que sou...

O coroa passou a língua pelos lábios.

— Só pela voz e também sei que é bem novinha. Aonde está sua mãe?

— Ela foi no banheiro atender o celular.

— E ela vai demorar pra voltar?

Achei aquela pergunta esquisita.

— Não me leve a mal.. assim temos mais tempo para conversar. Aliás, é a primeira vez que vem aqui?

— Sim.. é sim.

— Hum... gostaria de ir até meu escritório?... digo, além do café tem meu escritório que gosto de mostrar para os clientes e...e ..

Percebi que ele ficou sem graça, então passei a mão pelo braço dele e notei que ele era um pouco mais alto do que eu.

— Adoraria ver o que tem para me mostrar.

Falei com a voz mais sacana do mundo e ele sorriu.

— Então vamos. Marcia, avisa a mãe da mocinha que ela já volta, Ok? Vou mostrar meu escritório para ela.

Talvez fosse comum ele fazer aquilo já que apenas saímos andando até uma porta na lateral do balcão.

Ao entrar, vi que era uma sala bem iluminada, alguns quadros, uma mesa, uma poltrona e uns armarios.

— Que legal, Tião... é você aqui.

Ele gargalhou e disse que era impossível saber já que não conseguia ver. Então descrevi o quadro e ele falou:

— Ah sim, minha florzinha. Este só eu na minha juventude. As pessoas me veem e acham que sempre fui cego, mas foi um acidente..enfim

Na hora, fiquei com pena de Tião e queria fazer um agrado no coroa.

Vi que sobre a mesa tinha um livro estranho e, ao abri-lo, vi uns pontinhos e passei o dedo.

— O que é isso? Este livro?

Ele se aproximou e passou o dedo.

— Ah, sim... é braile!

Eu estava do lado dele, aproveitei a oportunidade.

— Será que consigo ler?

— Claro, por que não?

Foi então que tirei minha jaqueta, me posicionei na frente dele, peguei nas mãos dele e guiei até o livro. O safado sentindo minha deixa, tratou logo de me encoxar.

— UII, minha filhaaa! Não faz isso com o coroa!

— Isso o que? Me diga o que está escrito aqui.

Coloquei a mão dele sobre o livro, neste momento, eu estava entre Tião e a mesa rebolando devagarzinho sentindo o cacete dele endurecer no meio da minha bunda. Foi então, que pensei.

“Ele não enxerga, vou subir meu vestido.”

Dito e feito. Quando subi o vestido, ai que ficou gostoso. Ele lia o livro, acho que estava dizendo qualquer coisa.. hahaha.. mas se esfregava em mim.

Foi então que ele afastou e, quando encostou em mim de novo, senti algo quente. Ele tinha abaixado um pouco as calças e estava com a cueca de fora. Suas coxas grossas, de pelos bem ralos roçavam nas minhas coxas.

— Mel, espero não ter problema em fazer isso, já que você subiu o vestido resolvi abaixar um pouco as calças.

— Como ousa?

Sai da frente dele e o coroa levantou as calças rapidinho.

— Me desculpa entendi errado... pensei que...

Ver ele vulnerável daquele jeito fez minha buceta melar.

Peguei nos braços dele e disse:

— Vem aqui.

Levei ele até a poltrona, ele se sentou. Tirei toda a roupa e fiquei pelada. Ai provoquei, joguei o sutiã e a calcinha nele que já pegou e cheirou.

— Sabe, Tião. É uma pena que não me ver... estou rebolando bem na sua frente!

— Não faz isso comigo, garota.

Ele implorou.

— Sou uma loirinha bem safada e você nem imagina como quero rola.

Rapidinho, Tião abriu o zíper e mostrou o cacete pra mim.

— Isso eu posso te dar, loirinha! Quer?!?

O pau dele subia e descia como se estivesse me chamando.

Fui até ele, me ajoelhei. Nunca vi um pau daquele, a cabeça era grossa, mas o resto... era bem inchado. Dei um jeito e tirou o saco dele pra ver. Pensei que seria peludo, mas estava lisinho e bem gordo.

— AINN Melll! Faz tempo que não ganho uma chupetinha! Faz um carinho, faz!

O coroa, pedindo com a voz manhosa, não pude negar.

Coloquei a mão no pau, comecei chupando o saco e ele já gemeu jogando a cabeça para trás.

— Caralhooo! Que tesão!

Os ovos dele pocava na minha boca. Ai comecei a lamber o resto até chegar na cabeça e cai de boca bem devagar devorando com maestria.

— OHHH! PORRAAA, GAROTAAA!

Ele colocou a mão na minha cabeça enquanto eu subia e descia saboreando aquele piru. Tião começou a desabotoar a camisa, passei as mãos sobre a barriga dele indo até os mamilos.

— Que boca deliciosa, caralhoooo! Você baba muito... eu amooo!

Desde que comecei a pagar boquete aprendi que tem que ter bastante saliva. Quando quero, consigo fazer o coroa gozar em poucos minutos, só na chupeta e era isso que eu ia fazer.

Comecei a punhetá-lo, bem ritmado enquanto mamava.

— Mel, assim eu gozo, bb!

— PUTAAAAA!!

Tião puxou minha cabeça, o pau foi até a garganta e veio o primeiro jato. Não tinha nem como fugir, já que ele me segurou enquanto o leite me invadia. Quando parou, Tião deu um tapa na minha bunda.

— Vem, agora quero chupar esse grelo rosinha que você deve ter.

Tião saiu, se jogou no carpete.

— Coloca essa buceta na minha cara.

Quando desci, já senti a língua dele bem molhada, babando. Comecei a subir e descer. O coroa me fodia só na linguada. Até que me deu uns tapinhas.

— Sai, fica de quatro.

Obedeci e esperei.

Tião se posicionou atrás de mim, abriu minha bunda e chupou meu cuzinho.

— HUIIIJMMMM! AINNN TIÃAOOO!

— Tá vendo, putinha?!? Não preciso enxergar para saber que estou diante de uma cadela.

— UINNN..AHHH!

Eu só queria gemer, Tião enfiou um dedo e foi me lasciando... no terceiro dedo eu já não aguentava mais.

— Por favor, Tião, pára!

PLAFT, PLAFT, PLAFT

Alguns tapas foram dados e ele riu.

— Quem manda aqui sou eu, Mel. Mas já está bom, já tá no jeito pra ser enxertada.

Não entendi o que ele quis dizer, apenas senti.

Tião foi metendo a vara no meu cuzinho. Só parou quando as bolas bateram.

— Pronto, já está no jeito.

PLAU, PLAU, PLAU

Eu não acreditava no que estava passando. Sai apenas para tomar um café e já tinha levado porra na boca... sabia que agora Tião queria encher meu rabinho de leite quente!

— Você já tomou seu café. Agora vai descobrir que no cu a dor é bem mais gostoso!

PLAU, PLAU, PLAU

Realmente, o ceguinho sabia como me fazer de puta. Nunca nenhum cara até aquele dia foi tão sacana como ele.

— TIÃOOOO..AINN,, UINNN!

Eu só gemia torcendo para que ninguém batesse na porta e atrapalhasse nossa putaria.

— Vou te enxertar, minha égua! Não preciso ver pra saber que estou fudendo com uma quenga de primeira!

— Vem meu CAVAAALO!

Era só estocada violenta, Tião parecia que queria me arrebentar na pirocada. Ai ele passou a mão em meus cabelos e puxou. Me contorci toda.

— OOHHH... TIII... ÃÃOO.. OHHH.. SAF..... AAA..DOOO!

— Vou te ensinar o gozar pelo cu, biscate loira!

Eu queria xingá-lo, mas ser feita de puta daquele jeito estava acabando comigo. Tião começou a mexer na minha buceta.

— Pena que meti no cu primeiro.. Essa buceta fica pra próxima.

PLAU, PLAU, PLAU

Comecei a me contorcer, parecia uma cobra, Tião jogava a vara pra frente e eu, jogava a raba pra trás.

— VOUU GOZ.. ZAA..RR!

— Goza comigo, bb! Vai Melzinhaaaa! AHH! AHHH! VAIII PUTAAAA!

Ao mesmo tempo, senti minha buceta melar enquanto o pau de Tião pulsava dentro de mim. Parecíamos dois animais no cio fazendo amor.

Caímos para frente sobre o tapete. O corpo de Tião era pesado, estava todo suado. E falou no meu ouvido:

— Te amo, Melzinha! Minha bb! Sempre que quiser, vem aqui que vamos fazer sacanagem!

Quando ele saiu de cima de mim. Me virei.

— Nossa Tião, estou com o cu cheio de porra.

Ele riu e me deu um tapinha de leve na cara.

— Depósito de porra! É assim que tem que ser tratada, biscatinha!

— Não fala assim, sou moça de família!

— Você é uma biscate, isso sim. Aposto que já encheram muito esse rabo de leite quente.

Nos vestimos e continuamos falando sacanagem. Tião sentou na poltrona.

— Vem aqui, deixa eu mamar nessas tetas.

— Não.. minha mãe deve estar preocupada.

Ele sorriu.

— Não vou falar duas vezes.

Sentei no colo dele e, em pouco tempo, Tião se deliciava com meus seios.

— Que tamanho de peito hein. Sortudo deve ser seu namorado. HAHAHA

— Seu Tião, a mãe da garota disse que precisam ir embora.

— Vamos, amorzinho. Papai tem que te levar pra mamãe.

Saimos do escritório, minha mãe estava sorridente, disse que recebeu uma boa notícia e tal. Que bom que ela não desconfiou de nada.

— Gostaram do café?

— Amei. — Minha mãe respondeu e eu fiquei calada.

— Mel também gostou da máquina de leite.

Arregalei os olhos.

— Tenho uma lá no meu escritório...

estávamos preparando e tal. Ai, para ela não ficar só com meu leite misturou com o cuador... ai que ela amou mesmo... digo, com o café.

Minha mãe não entendeu. Então falei.

— Sim, mamãe. Jamais pensei que no cuador seria mais gostoso ainda mais preenchido com o leite do Tião. HAHAHA

Minha mãe deu de ombros.

— Vamos, querida. Até mais, seu Tião. Obrigada por cuidar da Mel. Só eu sei o tanto que ela pode ser terrível.

Tião, passou a mão nas minhas costas.

— Tem que trazer ela aqui mais vezes. Ela adorou meu leite. Vai querer sempre!

Minha mãe riu e falou:

— Mel já é bem grandinha. Quando ela quiser, pode voltar aqui sozinha.

— Será um prazer em atende-la... tenha uma boa tarde.

Fomos embora e nunca mais voltei..Hahaha

Bem, este foi mais um conto bem safadinho. Se gostaram, comentem e nos sigam. Não deixem de ver os outros contos e comentar o que acharam. Bjinhos da sua loirinha mais safadinha!

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