Satisfazendo o desejo de um fã coroa - Parte 1 (Um conto de Alicia, Mel e Rebeca)

Um conto erótico de Alicia.Mel.Rebeca
Categoria: Heterossexual
Contém 2225 palavras
Data: 04/04/2025 17:59:02

Olá, sapekinhas. Alicia aqui, estou junto com Mel e Rebeca para contarmos algo que aconteceu há alguns dias.

Como sabem, sou moreninha, 20 aninhos, 1,65m e 72kg, dona de seios grandes e lábios bem desenhados.

Mel é uma loirinha bem danada, cabelos longos e um baita peitão; 18 aninhos, 1,60m e 67kg. Rebeca, nossa japinha, 22 aninhos com 1,65m e 65kg, é bem sensual, bumbum empinado e toda fogosa (fotos no final do conto).

Enfim, criamos este perfil para contar nossas histórias... um fã disse que gostaria de nos conhecer pessoalmente. Mas, assim, somos muito reservadas. Mas, o coroa é bom de papo e suas fotos nos deixaram com água na boca. Enfim, vamos ao conto.

— Alicia, tem certeza que quer ir?

— Sim, Mel... bem, na verdade ele mora pertinho, né. Em Araçatuba... disse que se pegasse nós 3 iria acabar com a gente.hahaha

Rebeca riu e falou:

— Esse cacete parece que faz dias que não entra numa xota.

A japinha é danada, não pode ver uma pica que já quer mamar.

Mel sorriu e disse:

— Bem, pelo menos ele disse aonde mora?

Eu perguntei para Roberto que me contou que estaria na praça Rui Barbosa perto da fonte. Combinamos de sair na sexta, cedinho. Avisei Seu Roberto que disse que estaria nos esperando ansioso. Pegamos o carro e fomos. Durante a viagem, fomos combinando o que faríamos com o coroa.

Mel ria enquanto penteava os longos cabelos loiros.

— Gente, e se der um treco no coroa?

HAHAHA

— Vou sentar tanto na cara dele... — Disse Rebeca.

Eu fiquei só pensando em como seria. Mel usava uma minissaia preta e um topzinho branco mostrando a barriga. Seus peitos pareciam estar mais grandes do que nunca.

Rebeca, estava de shortinho de academia azul, uma camisetinha colada branca. E eu, Alicia, estava de vestido colado preto no estilo tomara que caia. Todas nós combinamos de ir sem calcinha e sem sutiã.

Paramos perto da tal praça, o tempo estava nublado. Não havia muitas pessoas por causa do dia e do tempo. Mas, ao longe, sentado na beirada da fonte, vi um senhor de short branco e camiseta regata preta.

— Lá está ele. — Falei para as garotas.

— Como sabe que é ele, Alicia?

— Bem, Rebeca. Não vimos o rosto dele... mas aquelas coxas.. ah, tenho certeza que é ele.

Roberto, moreno, com 69 anos, mas muito gostoso. Me disse que estava divorciado já fazia 5 anos, casou 3 vezes e desde então, se matava na punheta lendo nossos contos. Era o típico coroa que precisa de uma buceta pra se sentir desejado.

— Ele é bem gordinho, ne?

— Sim, Mel... me disse que tem 1,65m e 90kg. Mas, é como a gente fala...

Todas rimos e falamos ao mesmo tempo:

— Quanto mais coroa e gordo, mais doce é o leite.

E a gente ama doce de leite. Ainda mais de saco de coroa safado.

Colocamos nosso plano em ação. Mel se ajeitou, ao sair do carro, abaixou a saia e foi até à praça. Roberto arregalou os olhos quando a loirinha se aproximar. Mel parou próxima e ligou para nós no carro.

— Acho que ele não me reconheceu. — Falou baixinho.

— Vai levantando a minissaia que ele está de olho em você. — Rebeca falou.

Mel subiu a minissaia, Roberto olhou em volta. Não tinha ninguém por perto. Vimos ele passando a mão na bermuda.

Mel saiu andando sob o olhar de Seu Roberto. Ela deu a volta na praça e voltou para o carro.

Ai, foi a vez de Rebeca. A japinha puxou o shortinho ficando bem atolado. A bucetinha dela ficou bem aparente.

— Vou lá!

Saiu andando até Seu Roberto que se levantou quando ela aproximou. Vimos os dois conversando e Rebeca entregou o bilhete com meu número de celular. Rebeca levantou a camiseta, o coroa quase caiu de costas. Ela abaixou e saiu correndo rumo ao nosso carro. Desta vez, Seu Roberto nos viu e abriu um sorrisão.

— Ele nos viu, Alicia.. — Falou Mel sorrindo.

— Oh! O que ele...

Seu Roberto sentou na beirada da fonte, olhou para os lados e, de repente, pegou o celular. Logo, meu celular tocou. Atendi e coloquei no viva voz.

— Oi, seu Roberto?!? — Perguntei com voz manhosa. — Sou eu, Alicia.

— Oi minha gatinha. Tenho uma coisa para você e para suas amigas.

Ele puxou a lateral do calção para nos mostrar o cacete que balançava no ar.

— Aqui o que tenho para vocês, safadinhas!

Mel suspirou ao ver a rola dele e disse com sua voz bem dengosa.

— Nossaaaa, que deliciiiiaaa.. Seu Roberto!

Ele riu.

— Eu já estava quase te grudando aqui mesmo. No meio da praça, biscatinha!

— E ai? Posso ir ai no carro?

Nós rimos e falei:

— Quero ver se tá afim mesmo. Vou sair agora e ir lá no gazebo.

— O que? Ah tá... naquela casinha ali, né?

— Sim, Seu Roberto...

— E ai Alicia e depois?

— Espera eu chegar lá e depois sobe lá.

Seu Roberto coçou o saco

— Se você fizer gracinha, saiba que vou te enrabar lá mesmo hein.

Sai do carro, andei até a “casinha” e aguardei. Logo, o coroa chegou e me viu apoiada no pilar. Eu estava de costas para ele, tinha levantado meu vestido e estava de bunda de fora.

— Caramba, Alicia. Sobe isso, aqui não. Vão ver a gente.

Remexi a bunda, fiz um biquinho com a boca e falei:

— Desculpa minha gracinha. Pensei que fosse me enrabar aqui mesmo.

Ele se aproximou apalpando a bermuda.

— Você tá brincando com fogo. Estou sem camisinha, caralho! Não imaginava que vocês fossem tão assanhadas.

Seu Roberto veio e deu um tapão na minha bunda.

PLAFT

— Cachorra!! Gostosaaaa!

— UINNN! ASSSIM QUE GOSTO. ME CHAMA DE PIRANHAAA!

— VOCÊS SERÃO MINHAS PUTAASS!

Seu Roberto me agarrou, puxou minha boca e me beijou enquanto roçava o cacete em mim. Eu rebolava, subia e descia. Até que Mel chegou.

— HUMMM! Que putaria gostosa!

Mel se aproximou e subiu o topzinho deixando os peitão de fora.

— Você loirinha, deve ser a...

Ele mal terminou a frase e Mel já puxou a cabeça dele para mamar nela.

— Chupa coroa safado!

Seu Roberto suspirava com aquilo. Já nem se importava se alguém iria ver. Eu rebolando e Mel dando os seios para ele se deliciar.

— MELLLL! VOCESS VAO ACABAR COMIGO HOJE!!

Com a cara nas tetas de Mel, sai da frente dele e segurei a cabeça dele para que não saísse dali.

— OHHH! Que boquinha babona.

Quando ele olhou para baixo, viu Rebeca ajoelhada chupando seu cacete moreno. Eu estava agachada também, começamos a revezar no pau do coroa.

— Não vou ficar de fora. — Disse Mel encurvando-se colocando as mãos nas coxas de Seu Roberto.

Ali estava nós, ajoelhadas e chupando o coroa que se dizia ser fã dos nossos contos.

— Eu estou sonhando, só pode! OHHH!

Eu chupava a bola direita, Rebeca a bola esquerda e Mel, praticamente de 4, mamando no cacete de 16cm do coroa. Estávamos sedentas por aquilo. Seu Roberto se afastou.

— Parem, garotas. Assim não vou aguentar. Vamos lá em casa. Moro sozinho e...

Nos recompomos, saímos dando risada junto com Seu Roberto. Entramos no carro.

Mel e Rebeca foram atrás com Seu Roberto que ia me guiando para chegar na casa dele enquanto ganhava um boquete das duas.

— Vocês são umas piranhas, mesmo!

Mel beijava Seu Roberto arranhando as pernas dele. Rebeca o chupava passando a mão na barriga. Eu fiquei com uma puta vontade de sentar nele.

Quando chegamos na casa do coroa vimos que havia uma bela piscina. Guardamos o carro na garagem, Seu Roberto já desceu do carro tirando a roupa.

— Aqui em casa, gosto de ficar pelado.

Não perdemos tempo e já tiramos as roupas também. Saimos correndo e nos jogamos na piscina. Seu Roberto riu.

— Que bom que o Sol saiu.

Rebeca foi até a beirada e falou:

— Senta aqui na beirada.

Seu Roberto obedeceu, logo, o cacete que estava meia bomba foi ganhando volume já que eu, Alicia, comecei a pagar um belo boquete.

— Eita, Alicia. Tá com fome, hein? — Riu Rebeca.

— Vocês mamaram da praça até aqui. Agora é minha vez.

Seu Roberto só balançava a cabeça apreciando a vista. Rebeca e Mel ficaram lado a lado.

— Seu Roberto fica vendo.

Elas mergulharam jogando a bunda bem pro alto.

— Caralhooo! Que tesão, garotas!

Elas foram até outro lado e perceberam que havia uma parte aonde era mais elevado. Ficaram de pé, a água batia até a metade da bunda. De repente, ficaram de 4 conversando.

— Olha lá, que cena... que tesão!

Olhei, sai nadando e fui até elas. Também me posicionei de 4.

Seu Roberto entrou na piscina, veio até nós.

— O que estão cochichando?

Mel riu e falou:

— Pensei em uma brincadeira... fica sentado aqui na beirada.

Seu Roberto sentou e ficou nos olhando, curioso. Saimos nadando até o outro lado e voltamos.

— Ganhei! Ganhei!

Mel pulava rindo. Seu Roberto falou:

— O que você ganhou?

Ela virou de costas para ele, abriu as pernas, pegou no cacete e posicionou na buceta.

— Essa rola!

Mel deslizou e Seu Roberto revirou os olhos.

— AINNNN! SAFADAAA!

Rebeca bateu nos braços.

— Vamos! Quem ganhar de nós vai sentar nele!

Mel ficou quicando na vara do Seu Roberto enquanto íamos. Ao voltar, Rebeca venceu. Mel saiu da pica e foi a vez de Rebeca sentar.

— UINN! AINNN! DEVAGAAARR JAPINHA DANADA!

Rebeca não teve dó, cavalgava como uma doida. Seu Roberto ficou apenas parado recebendo o carinho das nossas bucetinhas!

Até que cansamos e ele disse:

— Quero vocês de 4!

Rapidinho, nos posicionamos na beirada da piscina. Eu no meio, Mel na minha direita e Rebeca, na esquerda. Seu Roberto nos chupava dedando nossos cuzinhos.

— Pronto, garotas! Hora de receber vara nesses cu!

A primeira, fui eu. Ele colocou até o talo. Bombava enquanto enfiava os dedos no cu das outras, que gemiam.

— Se isso for um sonho, que dure para sempre! OHHH!! PUTAASSS!

Ele revezava em nossos rabos, ficamos trocando de posição para que a do meio sempre levasse rola enquanto as outras, ganhassem dedos.

— Putinhas, não estou aguentando mais!

Nós 3 nos posicionamos ajoelhadas dentro da piscina, com os rostos coladinhos e ficamos alisando as coxas dele e o saco.

— Gozaaa papaiiizinhoo! — Falou Mel.

— Dá leitinho quente pra sua japinha! — Pediu Rebeca.

— Mostra que é nosso fã e leita nossas caras!

— SUAAA LOIRA VAGABUNDAAAA! JAPINHA PIRANHAAA! ALICIAA BISCAATEEE!! ARGHH! OHHH!

Muita porra voou em nossos rostos, Seu Roberto urrava.

— CARALHOOO! QUE VADIAZINHASSS!

Quando parou de gozar, estávamos cheias de leite na cara. Rebeca, lambeu o rosto de Mel.

— Que porra docinha!

Mel lambeu minha cara.

— Verdade. Lambe o rosto da Rebeca, Alicia.

Eu lambi e rimos. Seu Roberto ficou sem reação. Se sentou e falou:

— Puta que pariu! Já passei por 3 casamentos.. e posso dizer que essa foi a melhor experiência da minha vida!

Seu Roberto e jogou para trás, a água não cobria seu rosto, e fechou os olhos. Rebeca foi até ele e agachou.

— Ainda tem mais! Chupaaaa!

Seu Roberto meteu a língua nela. Rebeca rebolava na cara do coroa.

— UIINNN! AINNN! ASSIMMM, SAFADOOO!

Foi então que escutamos alguém batendo no portão.

— Mas quem será que é? — Seu Roberto se levantou.

Nos jogamos na piscina e esperamos. Seu Roberto se vestiu e foi até o portão.

Era a vizinha.

— O senhor não tem vergonha, não?

Seu Roberto não entendeu.

— Meu marido subiu no pé de manga... peguei aquele pilantra batendo punheta. Ele disse que estava rolando uma sacanagem aqui.

Ela nos olhou.

— Não vemos o senhor com mulher há anos. Do nada, resolve trazer 3 garotas de programa?!? Pelo menos tenham decência.

Mel ficou indignada, saiu da piscina e foi até ela.

— Escuta aqui minha senhora. Pra começar, estamos dentro da residência. Se o tarado do seu marido não tem uma mulher gostosa pra meter a rola, não é problema nosso.

— Vamos, querida..deixa quieto. — Falou o marido dela.

— Deixar quieto?!? Você ouviu o que ela falou?

Um homem de 40 e poucos anos apareceu. Branco, definido e de óculos. Ficou boquiaberto quando viu Mel.

— Escuta aqui Seu Roberto. Poderia ser meu filho... já pensou?

Seu Roberto passou pelo portão, o homem parou atrás da mulher e ficou encarando Mel. A safada se aproximou, a mulher nem notou porque discutia com Seu Roberto.

Mel então, passou a mão na bermuda do homem e apalpou. O homem ficou sem saber o que fazer. Vimos ela se ajoelhar, abaixar a bermuda dele e cair de boca na vara. Ele segurou na cabeça dela, olhando para Seu Roberto que segurou nos braços da vizinha para que ela não virasse.

— Caralhoooo! Mel é maluca mesmo. — Falei para Rebeca.

O homem metia fazendo caretas... até que parou.

— Não acredito que ela fez ele gozar do lado da esposa. — Disse Rebeca.

Mel se levantou, correu até a piscina e se jogou. Seu Roberto soltou o braço da vizinha.

— Tudo bem, dona Marta. Isso não vai se repetir.

Os dois saíram.

— Vocês viram só... ela brigando e nem viu a chupeta que paguei para o marido dela.

— Mas Mel... pensei que só gostasse de coroas. — Falei.

— Eu gosto Alicia. Mas ela nos chamar de garotas de programa?? Ai não.

Seu Roberto voltou.

— Vamos entrar. Tem muita coisa para fazermos ainda.

Continua...

Então é isso, se curtiram deixem seus comentários e nos sigam... Alicia, Mel e Rebeca estamos aqui para satisfazê-los..hahaha..bjinhosss

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