Perdi todo meu dinheiro no Tigrinho, e agora sou corno (parte 7)

Um conto erótico de Mais Um Autor
Categoria: Heterossexual
Contém 1533 palavras
Data: 04/04/2025 18:36:32

Maya se limpou na pia, enquanto Marcos relaxava na hidromassagem com os olhos semicerrados de satisfação por ser chupado pela minha esposa. Ela se aproximou e se sentou ao lado dele, encostando a cabeça no ombro dele. Os dois ficaram ali, abraçados, desfrutando o momento, como se fossem um casal. Era uma cena até romântica, minha esposa e meu agiota tomando um vinho na banheira, recuperando as forças depois do primeiro ato da transa que destruiria meu casamento.

“Eu... eu amo o Paulo. Ele é um bom marido, sabe? Eu tô me sentindo péssima. O que a gente acabou de fazer... eu não sei...”

Marcos deu uma risada seca, não levando as palavras dela a sério. “Para com isso, Maya. O Paulo nem faz ideia do que está rolando aqui. E, mesmo que fizesse, você acha que ele não merecia? Pelo que eu vi, ele está preocupado com outras coisas, negligenciando você. Você tem direito de se divertir um pouco.”

Marcos sabia do meu segredo. Ele entendia, melhor do que a própria Maya, o que estava realmente acontecendo no nosso casamento. O peso da culpa que eu carregava me tornava frágil, vulnerável. Ele planejava usar essa vantagem para manipular a situação, conduzindo Maya realizar todos os seus desejos.

“Maya, você está apenas sendo honesta com você mesma. Você tem desejos. E o Paulo... bem, ele não está te satisfazendo. Você sabe disso.”

Maya não disse nada, apenas olhou para baixo com uma cara pensativa, e percebendo o momento, Marcos a puxou para ainda mais próxima dele, e a beijou.

Maya estava hesitante, correspondendo ao beijo de forma contida, cautelosa, lutando contra os sentimentos de culpa. Porém, aos poucos, ela foi se permitindo, depositou a taça de vinho na borda da banheira, e usou as mãos, agora livres, para percorrerem o corpo de Marcos. E o desejo, antes contido, tomou conta. Minha esposa subiu no colo do seu amante,transformando aquele beijo em algo ainda mais intenso, sem mais qualquer resistência.

Quando vi o que Marcos fez, eu soube que estava fodido. Aproveitando-se da posição, ele começou a beijar, lamber e mordiscar os seios de Maya. O que me doía era que não conseguia lembrar qual tinha sido a última vez que eu tinha feito isso para ela. Honestamente, se alguém merecia ser corno, esse alguém era eu.

Tudo era muito confuso. Eu me sentia culpado por tudo, e tinha tesão em ver Maya gemendo pelas carícias de outro homem. Nunca acreditei que era possível gostar de ser corno manso, pelo menos não em relacionamentos de verdade. Mas, lá estava eu, me masturbando ao assistir o amor da minha vida com outro.

Marcos saiu da hidro, e ofereceu a mão para minha esposa, que aceitou a ajuda para levantar e o seguiu, deixando-o guiar os próximos passos. Ele a abraçou envolvendo com uma toalha, sem nunca parar de beijá-la.

Sem controle algum, Maya dava pequenas reboladas, roçando seu corpo no cacete enorme de Marcos. Ele deslizou sua mão pelo corpo da minha esposa, fazendo o corpo dela estremecer por completo só com o toque da mão dele. Com um dedo, ele penetrou o sexo dela, fazendo-a soltar um gritinho, que era uma mistura de surpresa e tesão.

“Não aguento mais Marcos… mete em mim.”, Maya disse ofegante entre seus gemidos.

Com um sorriso de orelha a orelha, Marcos chegou bem perto do ouvido da minha esposa e sussurrou: “Claro, eu dou o que você quer, só precisa falar que o Paulo é um corno.”

Maya arregalou o olho, profundamente ofendida. Ela ficou quieta, encarando Marcos, esperando que ele admitisse que aquilo não passava de uma brincadeira. Ao ver que ela demorava a obedecer, ele afastou seu corpo, deixando claro que só continuaria quando ouvisse aquelas palavras saindo da boca dela.

Quando ele fez menção de tirar a mão do sexo dela, Maya com um movimento rápido segurou a mão dele no lugar. “Eu sou sua Marcos. Faz o que você quiser comigo…”, Maya disse e pausou, incapaz de continuar com a segunda parte do pedido.

“E…”, Marcos respondeu, deixando claro que só continuaria quando sua ordem fosse obedecida.

“O Paulo é um corno.”, ela completou, em um volume tão baixo que era quase inaudível. Em seguida, ela gritou, porque satisfeito com a resposta, Marcos agora usava os seus dedos para satisfazê-la. Ele começou com um dedo, aumentou para dois, e no fim estava com três dedos dentro da minha esposa, preparando-a para receber aquela rola gigantesca.

Os dois seguiram para o quarto para continuar aquela foda, minha esposa deitou na ponta da cama, enquanto Paulo ficou de pé, ainda brincando com seus dedos dentro dela e esfregando seu cacete nela. Maya não se aguentava de tanto tesão, rebolando na mão dele, totalmente preparada para o que viria a seguir.

“Nossa Má, você sempre fica molhada desse jeito ou isso tudo é saudades?”

Maya riu do comentário. “Não Má… isso tudo é só com você mesmo.”, ela disse jogando sua pélvis em direção ao meu agiota.

Marcos com bastante delicadeza ganhou terreno, pouco a pouco, até um pouco mais da metade daquele cacete monstruoso estar dentro da minha mulher. Ele ficou parado, deixando Maya se acostumar.

A iniciativa de sair daquele impasse partiu dela, que com o quadril, jogou seu corpo para frente e para trás, deslizando naquele mastro. Marcos gemia de satisfação, com a visão mais privilegiada da terra que era minha esposa completamente submissa ao prazer. "Assim, Ma... desse jeito," ele incentivava, apertando os quadris dela com força, guiando seus movimentos.

Marcos se inclinou para frente, tomando o controle, e com um movimento mais firme, enfiou o restante do seu pau dentro dela. O grito de Maya cortou o ar, enquanto ela agarrava os lençóis com força.

"Você gosta disso, não gosta?" Marcos provocava, enquanto acelerava o ritmo. O som de seus corpos colidindo preenchia o quarto. Sem usar palavras, Maya respondeu puxando as próprias pernas para cima e prendendo-as ao lado da cabeça, mostrando a Marcos que ela queria mais e estava totalmente aberta para o que ele quisesse.

“Não para! Eu vou gozar”, minha espoca anunciou.

Vendo o jeito que ela gritava, gemia e tremia no pau do seu amante, eu até me questionei. Será que ela nunca teve prazer comigo e todos os gozos que ela teve comigo, falsos? Os sons que saíam de Maya eram diferentes de tudo que eu já tinha ouvido em todos esses anos que a gente esteve junto. Marcos continuou no mesmo ritmo, até minha esposa terminar seu clímax e envolvê-lo com as pernas, implorando por uma pausa.

Ele deu dois tapinhas leve na bunda dela, e Maya se virou, ficando de quatro na cama. O bumbum dela grande e durinho, se oferecia para ele, e eu suei frio pensando na possibilidade daquele cacete enorme comer o cu da minha esposa, que eu mesmo nunca havia brincado. Marcos pensou a mesma coisa que eu, e com a mão, posicionou seu cacete na porta dos fundos da minha mulher.

Maya virou a cabeça para trás, com os olhos arregalados. “Aí não, Marcos, nem meu marido come minha bunda com o pauzinho dele. Esse monstro vai me arregaçar.”

Mesmo sendo negado, Marcos sorriu. Aceitou que teria outras oportunidades para comer o cu da minha esposa.

Não perdendo tempo, Marcos comeu a minha esposa de quatro, investindo com força, arrancando gemidos desesperados dela. A cama balançava sob o ritmo feroz que ele imprimia. Ele aumentou a velocidade, enquanto segurava a cintura dela com força. Completamente envolvida, Maya agarrava os lençóis, o corpo todo tenso de prazer.

Eu gozei assistindo aquilo. Como eu havia deixado as coisas chegarem a esse ponto? Só depois que terminei que o desespero tomou conta de mim. Maya não estava tomando nenhum tipo de anticoncepcional, já que estávamos tentando ter mais um bebê. Eu rezava para que Marcos tivesse pelo menos a consciência de não gozar dentro da minha esposa.

Marcos acelerou, e seus gemidos revelavam que o clímax estava próximo. Maya gemia e arfava, sem perceber o que estava prestes a acontecer. Eu, por outro lado, sabia. Tudo ficou em câmera lenta, meu corpo estava paralisado, o suor escorrendo pelo meu rosto enquanto eu tentava processar a ideia de que o que Marcos iria fazer podia ser irreversível nas nossas vidas.

De repente, Maya gritou: "Vai devagar! Não goza dentro, pelo amor de Deus!" Ela se debateu na cama, tentando escapar, mas Marcos a segurou com firmeza, sem deixar que ela saísse de seu controle.

Ele riu, aquela risada cínica e cheia de poder, e respondeu: "Relaxa, gatinha. Vou te dar mais um presentinho hoje." Pressionando ainda mais seu corpo contra o da minha esposa, e com um gemido alto e gutural, deixou claro que estava gozando dentro dela.

O grito de surpresa e desespero de Maya cortou o ar. Ela tentou se desvencilhar, mas já era tarde demais. Seu corpo tremia enquanto ela tentava processar o que tinha acabado de acontecer. "Não! Marcos, por que você fez isso?!"

Ele a soltou e recuou, satisfeito. "Porque você merecia, Má. Agora, relaxa. É só mais um pouquinho de diversão. O Paulo nem precisa saber."

<Continua>

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Comentários

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Está ficando forçado pra caralho, li o próximo capítulo e digo q por mais trouxa, canalha e endividado q o cara esteja, jamais aceitaria passar por isso, melhor perder a esposa piranha de uma vez, do ser feito de trouxa, corno manso e suportar a chantagem do amigo agiota, e a esposa na verdade não passa de uma piranha mau caráter, afinal está traindo sem um motivo aparente,pois ela não sabe q.o marido está fudido em dividas com o amigo agiota

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