TRAINDO O MARIDO COM UM JOVEM NEGRO VIZINHO DE CHÁCARA

Um conto erótico de Evelyn
Categoria: Heterossexual
Contém 1965 palavras
Data: 04/04/2025 18:41:09
Última revisão: 05/04/2025 10:08:19

TRAINDO O MARIDO COM UM JOVEM NEGRO VIZINHO DE CHÁCARA

Rafael estava no campo, trabalhando na roça, quando viu os carros da cidade, eram os vizinhos chegando. Ele não estava acostumado com visitas, especialmente aquelas vindas de pessoas que ele imaginava serem completamente diferentes de sua realidade. Os forasteiros que passavam por ali geralmente eram apenas curiosos, mas dessa vez, a visita era diferente.

Evelyn, linda, malhada, cabelos maravilhosamente dourados como fios de ouro que esvoaçavam ao vento dançando com a leveza de uma brisa suave, desceu do carro com um sorriso no rosto, parecendo uma figura iluminada, exalava uma beleza que parecia ser tirada dos mais doces sonhos. Ela trajava roupas extremamente curtas, finas, macias e soltas, muito sensuais, modernas e confortáveis naquele corpo esculpido com dedicação e graça, refletia a força da sua alma, mas era seu olhar penetrante que realmente capturava a essência de quem ela é. Seu olhar, com aqueles olhos verdes, tão intensos quanto duas esmeraldas, carregavam mistérios e promessas não ditas, capazes de encantar e prender a atenção de quem ousasse se perder neles, porém estavam cheios de curiosidade sobre o mundo ao seu redor.

Cada movimento seu era uma sinfonia de elegância, poder e sedução, uma combinação rara que faz com que qualquer coração se perca no encanto de sua presença. Todavia, ao contrário das outras pessoas da cidade, ela parecia estar genuinamente interessada pela vida no campo. Sua expressão era de fascínio, como se a calmaria daquele lugar fosse uma novidade que ela mal conseguia compreender. Assim, enquanto os demais seguiram até sua chácara ela optara por contemplar a vista e depois seguir viagem caminhando.

Rafael, que sempre teve um jeito tímido e reservado, embora nutrisse uma enorme tara na vizinha gostosa e casada, se aproximou para oferecer ajuda. Ele percebeu que a Evelyn precisaria de alguma orientação ou apoio, já que o campo não era um lugar fácil para quem não estava acostumado. "Posso te ajudar com alguma coisa, moça?", perguntou com a voz suave, mas firme.

Evelyn, mais uma vez surpreendida pela educação e simplicidade daquele jovem, sorriu e disse: "Eu só estava admirando a paisagem. Nunca vi algo tão bonito, tão tranquilo, deu uma olhada no rapaz de cima até em baixo, pousou seu olhar no membro do rapaz que ao perceber se avolumou ainda mais, e completou dizendo: especialmente com alguém tão interessante me recepcionando e oferecendo seus préstimos." Por fim ela disse: “agradeço e conto com sua ajuda, precisarei de você à minha disposição o tempo todo”.

Rafael assentiu, e todo empolgado, excitado, pelo olhar sensual da visitante com seus olhos verdes e maravilhosos, cortesmente pegou na mão da vizinha para ajudá-la e dar-lhe segurança naquele terreno irregular, afastando-se da estrada, passando a mostrar-lhe os campos de milho e as árvores frutíferas, adentrando-se no pomar propositalmente, vez que naquele local não poderia ser surpreendido apreciando o visual da Evelyn ou talvez até tentar cantar e assediar a vizinha deliciosa e tão cobiçada por ele. A conversa foi pequena no começo, mas algo naquele momento parecia mágico. Ele não sabia, mas naquele dia, algo dentro dele começava a mudar, o volume em sua calça o denunciou ao perceber que o vento levantara a minissaia da Evelyn mostrando que a mesma estava como veio ao mundo, sem calcinha. A Evelyn percebeu que até o vento conspirava a favor deles e nem se importou em evitar seus efeitos de levantar suas vestes novamente, pois ela ficou feliz em mostrar sua nudez àquele gato que, perdendo a timidez, teve coragem de elogiar a beleza da vizinha dizendo que ela era a mulher mais gostosa que ele já vira.

Sua reação mais ousada nas palavras, acompanhada de um monte espetacular sob as calças, o referendou como um potencial bem-dotado na imaginação da Evelyn, fazendo com que ela não perdesse a oportunidade de conferir, pois essa era a sua preferência em macho: ser direto; gostar de sacanagem; ter pau bem grosso, volumoso e viril; que fodesse como a um tarado. Evelyn, por ser muito saída e despachada, aproximou-se do Rafael e o surpreendeu com um abraço onde ela pendurou em seu pescoço, colou seu corpo no dele, olhando-o nos olhos com os lábios entreabertos, momento em que o jovem tomou postura de macho e a beijou com volúpia e tesão, num beijo de língua que ele nunca dera em outra mulher. A Evelyn, mais uma vez, demonstrou-se irresistível ao mundo masculino e aquele jovem sucumbiu-se aos seus encantos.

A vaidade da Evelyn pode refletir diferentes aspectos da sua personalidade e do seu comportamento no dia a dia. Como ela cuida tanto de sua aparência, sempre limpa, perfumada, cabelos bem tratados, físico formidável, bronzeada, muito sexy, sempre depilada e totalmente lisinha, podemos imaginar que ela tem uma certa preocupação com a imagem que transmite aos outros. Isso poderia influenciar a maneira como ela interage socialmente, talvez buscando aprovação ou reconhecimento por seu esforço e cuidado com a sua aparência.

Por outro lado, a dedicação ao autocuidado pode ser uma forma de ela se sentir confiante e empoderada, um jeito de mostrar que se valoriza e se respeita. Ela pode se sentir mais segura e confortável em situações onde sua aparência está alinhada com seus padrões de beleza, e talvez até use isso como uma forma de controle ou equilíbrio em outras áreas de sua vida. Todavia, seu estilo, quando ela quer, e quase sempre quer, é de extrema sensualidade para deixar a libido dos homens à mostra e ela poder escolher um alvo que lhe desperte tesão à flor da pele, justamente o que a ocasião imprimia e, ali, o alvo merecedor de tanta gostosura era o jovem Rafael.

Nos dias seguintes, com anuência do marido às suas escapadas, Evelyn continuou suas visitas em busca de mais e mais prazer, e Rafael começou a acompanhá-la o tempo todo, até na piscina da chácara da Evelyn e à noite na cama da gostosa, isso após o André e as visitas irem embora. Eles conversavam sobre tudo: sobre o campo, a cidade, as diferenças em suas vidas e até sobre os medos e sonhos que tinham. Rafael se sentia cada vez mais atraído e apaixonado pela maneira de Evelyn enxergar o mundo e a vida. Ela não tinha medo de sonhar grande, de buscar o impossível. Ele, por sua vez, admirava a calma e a segurança que ele sentia na vida simples que levava.

No entanto, os desafios começaram a aparecer. A cidade estava distante, e a Evelyn sentia a pressão de retornar ao seu mundo cheio de compromissos e responsabilidades. Rafael, por sua vez, sabia que a vida dela na cidade era muito diferente da sua e que talvez nunca fosse capaz de acompanhá-la nesse ritmo acelerado.

"Eu não sei se posso viver nesse mundo", Evelyn confessou uma noite, enquanto faziam amor sob as estrelas, longe de qualquer agitação. "A cidade me chama, mas... algo me prende aqui. Você me proporcionou coisas que eu nunca esquecerei, de sentir meu fogo totalmente controlado por um macho viril e delicioso, de me sentir tão bem preenchida por esse seu pauzão excepcional que adorei, pois confesso que nunca resisti a um pauzão gigante."

Rafael, em silêncio, olhou para ela cheio de tesão, com aquele pauzão chocolate, veiúdo, cabeçudo, extremamente grosso e rijo apontado para a lua. Ele também sentia a tensão entre o que conhecia e o que poderia ser, mas seu coração dizia que deveria aproveitar ao máximo e tentar manter aquela fêmea sob suas rédeas, o quanto fosse possível. "A vida no campo tem suas limitações, mas tem algo que a cidade não tem... um espaço para respirar e fazer amor sob a luz da lua."

A Evelyn sorriu suavemente, tocando sua mão e beijando aquele pauzão grosso e começando mais uma sessão de sexo selvagem, que ela tanto gosta. "Talvez esse espaço seja o que eu precise para encontrar um ponto de equilíbrio entre os dois mundos."

Com o tempo, a relação entre eles se aprofundou em dias de muito sexo e entrega à paixão mútua, mas o retorno de Evelyn à cidade chegou. Ela estava dividida: a vida no campo, além de muita sensualidade com Rafael, lhe mostrara um novo significado para a paz interior, mas a cidade também representava sua vida cotidiana com seu marido, André, a quem amava muito, além de sua carreira e sonhos. Rafael sabia que o tempo deles juntos seria breve, mas se sentia pronto para lutar por continuar sendo um macho importante na vida daquela gata linda. Eles haviam descoberto uma conexão que ultrapassava as fronteiras físicas: paixão e tesão recíprocos.

Antes de partir, Evelyn disse: "Voltarei para a cidade, mas jamais esquecerei tudo o que aprendi e vivi aqui, com você, o que me fará voltar por mais vezes. E você... você poderia vir comigo e passar uns dias na minha casa? Não só por mim, mas por nós dois, pela nossa paixão."

Rafael hesitou. A cidade era um lugar vasto, desconhecido e, em certo ponto, assustador, principalmente se levasse em conta o fato de Evelyn ser casada. Ele temia perder a simplicidade que tanto amava. "Eu não sei se consigo deixar tudo para trás, Evelyn. Minha vida aqui me define, mas seu corpo fará falta em minha cama."

Ela, com os olhos brilhando, respondeu: "Eu sei, Rafael. E eu nunca te pediria para mudar quem você é, mas talvez possamos encontrar um meio-termo. Eu não vou pedir para você mudar tudo, mas talvez você possa me ensinar a ver a beleza no que é simples, e eu posso te mostrar o que há de bom na cidade além de sexo. Podemos continuar juntos, sermos amantes bem assíduos, com as diferenças ao nosso favor proporcionando-nos mais tesão e prazer."

Evelyn voltou para a cidade, mas Rafael não a deixou ir sem antes fodê-la o mais gostoso possível, seu pau não abaixava, fechando a transa com muito sexo oral e anal, deixando-a em êxtase, prometendo-lhe algo. "Vou pensar sobre isso. Eu não sei o que o futuro nos reserva, mas se nosso tesão continuar tão forte o suficiente, talvez possamos encontrar uma maneira de aproximar os dois mundos."

Os dias se passaram. A saudade apertava, mas os telefonemas e chamadas de vídeo tornaram-se uma ponte entre os dois amantes, inclusive com muito sexo virtual e explícito a ambos. Rafael começou a viajar mais, a entender melhor a vida fora do campo, enquanto Evelyn, por sua vez, sentia-se mais conectada à natureza e à vida simples daquele macho gostoso que lhe ensinara a transar em tão diferentes formas: na rede, na piscina, na relva macia sob a luz das estrelas, etc.

Finalmente, Rafael tomou uma decisão. Ele não descartaria a cidade e nem abandonaria o campo, mas faria o possível para que ambos pudessem viver na intersecção entre esses dois mundos, num ninho de amor e sexo intenso reservado a eles. Afinal, para quem só transava com sua égua e teve a sorte de conhecer o corpo de uma mulher linda, deliciosa, cheirosa, maravilhosa e gata, não conseguiria mais se contentar com sua rotina de outrora.

Com o tempo, Rafael e Evelyn encontraram um equilíbrio perfeito. Eles não precisavam escolher entre os dois mundos, pois aprenderam a viver com as qualidades de ambos. Eles dividiram sua vida amorosa e sexual entre a tranquilidade do campo e a energia da cidade, criando um futuro em que o tesão, sexo e a compreensão eram os alicerces de tudo.

Juntos, eles provaram que a verdadeira sintonia no prazer sexual, entre um macho tesudo e uma fêmea não fugaz, não exige sacrifícios impossíveis, mas sim a vontade de se adaptarem, de crescerem na cumplicidade e de aprenderem a valorizar as diferenças. Porque, no final das contas, as barreiras são apenas pontes esperando para serem cruzadas.

evelyneandre@hotmail.com

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Comentários

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Risos... Com anuência do corno frouxo pagador das contas... Daí a puta se refestelando na pica de outro, e ainda faz planos de manter um amante fixo. Bem capaz do marido otário pagar as contas dos dois... Pra quem gosta, prato cheio de porra pra lamber... Deus me livre kkkk

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