Cheio de marra - o novinho dotado do grindr me fez no pelo parte I

Um conto erótico de Perdido na noite
Categoria: Gay
Contém 943 palavras
Data: 04/04/2025 18:47:47

Os domingos a noite costumam a ser os piores dias da semana.

Você sente o início da semana se reaproximando, ao mesmo tempo em que se lamenta por não ter feito mais nos dois dias de descanso que lhe são dados após uma exaustiva e fatigante semana.

Parece que o sábado e o domingo não são suficientes para comportar tudo o que precisamos fazer: cuidar da casa, estudar, colocar as leituras em dia, se divertir e descansar. Pior ainda quando somos solteiros, pois além de tudo não temos o suficiente para satisfazer as necessidades da carne e alimentar os prazeres que a juventude nos permite.

Esse era mais um daqueles fins de final de semana tão tristes quanto qualquer outro, mas o tempo chuvoso tornava tudo ainda mais melancólico ainda que ao menos a tempestade que caia lá fora servisse para aplacar o calor incessante do centro-oeste.

Um calor, no entanto, ainda se mantinha e, lá no fundo, a vontade de fazer alguma coisa com o resitnho de noite que me sobrava persistia. Fazer algo que valesse a pena.

Não queria só assistir um vídeo e gozar batendo uma sentado no sofá da sala, torcendo para algum vizinho ou vizinha estar vendo e me convidar para transar, como em um daqueles filmes eróticos de baixo orçamento.

Eu queria transar de verdade, sentir o calor do corpo, a respiração ofegante, a eletricidade do toque de descobrir aquela novidade de quando fodemos uma pessoa pela primeira vez.

Havia algum tempo que eu estava com vontade de ser passivo, de sentir um macho me penetrando e me abrindo devagar, sentindo a dor do seu cacete me rasgando e me tornando sua fêmea, enquanto eu gemia devagarinho e pedia mais.

A imagem me surgiu nítida na cabeça: a última vez que eu fora passivo com um completo estranho me penetrando. Senti até um arrepio gostoso.

Costumo ser mais ativo como é mais comum aos dotados, mas ainda assim quando eu conhecia um carinha que me dava tesão, eu não tinha problema nenhum em ser seu, me entregar e sentir seu pênis me rasgando devagar e depois ir aumentando o ritmo até gozar dentro de mim e sentir o vazio deixado quando ele saia me deixando dolorido, mas feliz de estar arrombado.

Lembrando da última vez que havia experimentado uma rola macia e quente o tesão subiu, sabe quando ele vem como um maremoto? Em ondas incontroláveis que faz você não conseguirpensar em mais nada? Pois é, naquele momento eu só conseguia pensar que eu podia dar a sorte de entrar em algum app e dar a sorte de achar alguém para me comer gostoso.

Baixei o grindr e criei um perfil rapidinho (Deus abençou os desenvolvedores que entendem o tesão de um homem no cio e a velocidade com que ele precisa ser satisfeito).

Dei um scroll rápido, recebi algumas mensagens, mandei outras, muitas das quais sem respostas. Muitas pirocas feias, muitos corpos desinteressantes, enfim, o mercado da carne ainda era o mesmo que eu vira quando acessara da última vez. Continuei tentando alguma coisa quando um perfil sem foto e sem nome me manda um "oi".

Respondo rapidamente e começamos a conversar. Papo rápido, como tem de ser, não pergunto seu nome, ele retribui a gentileza, trocamos nudes e descubro que estamos relativamente perto e ele era ativo.

Já imaginando que podia rolar, abro novamente o album que ele me enviou para conferir o material: que espetáculo, a verdadeira definição de um deus de ébano estava ali naquelas fotos. Novinho, 19 anos, negro retinto, cabelos e olhos pretos, cheio de marra, atitude de macho 20 centímetros da rola mais bonita que jamais tinha visto, com uma cabeça rosada de fora, o mastro vergado para cima com uma veia saliente de cima abaixo e as bolas caídas ornando perfeitamente o conjunto, poderia chupar ali por horas e horas, me perder só mamando aquelas bolas e lambendo da base à cabeça antes de tomar aquela porra adocicada e volumosa que ele certamente reservava para os mamadores mais habilidosos.

Perguntei se ele estava afim e depois de alguns torturantes minutos ele me responde que sim, só não poderia demorar muito pois estava esperando um pessoal chegar. Ok, não demoro, respondi, rapidamente troquei de roupa, calcei o primeiro par de sapatos que vi e sai correndo para pegar o carro e ir voando baixo pelo asfalto molhado aproveitar aquela rola deliciosa, afinal uma oportunidade assim não aparece sempre.

Cheguei à casa dele era um conjunto de kitnets dessas para universitários, com 5 ou 6 casas conjugadas em que todo mundo consegue ouvir todo mundo transando. A chuva caia mais pesada agora e tive de estacionar do outro lado da rua: o portão está aberto, disse ele. Sai correndo e atravessei o asfalto e entrei correndo, parei na porta da casa 2 e entrei.

Ele me esperava na sala de toalha amarrada à cintura e chinelo branco nos pés. O peito negro definido e liso rebrilhava à luz da lampada e seu corpo rescendia ao banho recém tomado, os braços musculosos tinham alguma gotas de água e o cheiro de colônia pós banho era sentido à distância: que homem!

O cumprimentei e já cheguei perto para dar um beijo na boca, não conseguia mais conter o tesão. O volume debaixo da toalha dobrou de tamanho e rapidamente a tirei. Um pau grosso e comprido pulou na minha frente e eu aprovetei e coloquei minha mão para começar a lhe masturbar devagarinho, sentindo o calor e a maciez daquela rola gigante enchendo meus dedos e só conseguindo pensar quando ela me desvirginaria de novo.

- Vamos para o quarto, disse-me virando as costas...

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Foto de perfil genéricaPerdido na noiteContos: 4Seguidores: 3Seguindo: 0Mensagem Aspirante a escritor. Através de palavras, compartilho desejos e fantasias molhadas e com cheiro de sexo que, quem sabe, são também a luxúria de meu leitor.

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