Apoiada no guarda-corpo da enorme passarela do 14° andar, que circundava o deque das piscinas, uma linda CDzinha adolescente olhava fascinada a fosforescência das espumas que o navio fazia, na noite do litoral do sudeste brasileiro.
Seu nome era Bruninha e ela queria rola!
No fim de tarde, a viadinha havia gozado praticamente assim que entrara com o namorado na cabine deles, dando gostoso na varanda, para o nadador Artur. Mas ela queria rola!
Depois do primeiro gozo, Bruninha havia tido outro na boca da travesti Leia, sua madrinha. E esse gozo saíra enquanto ela beijava a própria mamãe gostosona, Gilda. Mas ela queria rola!
No primeiro jantar a bordo do navio, Bruninha estreara sua vida social montada, de vestidinho e peruca, sendo muito bem tratada e visivelmente desejada por muitos machos. E todas aquelas gentilezas e expressões de desejo a fizeram querer rola!
De volta à cabine com seu homem, as provocações da primeira noite como CDzinha a levaram a esgotar as forças de Artur na cabine, fazendo seu homem gozar várias vezes e colocando o namorado pra dormir. Mas ela queria rola!
Depois de nocautear Artur, Bruninha vira no celular as fotos daquela noite, enviadas por mamãe Gilda e por dindinha Leia, como combinado entre as três.
Mamãe e Madrinha travesti posaram de quatro, nuas e com plugs anais idênticos ao de Bruninha, em fotos tiradas pelos respectivos machos. E Bruninha retribuíra enviando às duas a própria foto dela de quatro e com o plug anal, e comparara as três bundonas gostosas, ficando com orgulho da sua. E isso também havia excitado ainda mais a CDzinha. E ela queria rola
As duas fêmeas poderosas, mamãe Gilda e trans Leia, haviam sido muito bem comidas e, ou já dormiam ou iriam dormir em breve. Mas Bruninha, não. Bruninha queria rola!
E por mensagem de zap, a travesti Leia a mandara caçar rola:
“- Vai pro crime, minha filha! Tu tá na viagem da tua vida! Vai ficar na cabine pra quê, se teu brinquedinho num quer mais brincar? Vai arrumar uma rola!”
Super estimulada, Bruninha saíra em busca de rola e circulara pelo navio, sempre com uma taça de margarita na mão. E no deque da piscina ela se interessara por dois machos que a haviam devorado com os olhos.
O primeiro era um louro atlético e de lindos cabelos, de uns 23 anos, mas que estava agarrado com a namorada numa rodinha de amigos e até parecia discutir a relação. Já o outro era também bonito, cheinho, uns 25 anos, branquelo de cabelos pretos e acompanhado de um grupo com dois casais de mulheres e algumas bichinhas afetadas.
Bruninha subira para a passarela do 14° andar e ficara no guarda-corpo, de bunda para os grupos, esperando que um dos dois machos, ou um terceiro não visto, aparecesse. E em pouco tempo a CDzinha sentiu alguém chegando, mas manteve a pose até ouvir um “Oi. Tudo bem?”, quando então se virou e deu de cara com o branquelo de cabelos pretos.
- Oooiii! Tudo. E tu?
- Tranquilinho. Aqui é gostoso, né? Achei que tu ia querer companhia.
- Quero sim! Até porque, aqui tá frio! Eu não esperava. Preciso me esquentar. Égua! Espia! Tô toda arrepiada!
- Você não é do Rio, né? Nem de Sampa. Esse sotaque...
- Eu sou de Belém.
- Olha! Que interessante! A “cidade das mangueiras”!
- Tu conhece?
- Não. Já fui a Manaus duas vezes. Mas Belém, ainda não.
- Antão, tem que ir! E ouvir muito a gente falar “égua!”.
Os dois riram e Bruninha continuou
- Quando for a Belém, me procure. Minha madrinha tem uma agência de turismo com passeios ecológicos fantásticos.
- Nossa, que massa! Mas pra te procurar, preciso saber teu nome. Eu sou Iuri e você é...
A CDzinha estendeu a mão de unhas pintadas e o rapaz sentiu a pele acetinada e bem tratada.
- Prazer Iuri. Eu sou Bruninha. Mas só para os “íntimos”.
Ao falar íntimos, Bruninha segurou a mão do rapaz e levou descaradamente para perto da rola dele, mas sem tocar.
- Eu já sou teu “íntimo”?
- Sou facinha. É só me dizer de onde tu é.
- De Ipanema.
- Ótimo! Viu? Já somos íntimos!
- Legal. Você é bonita, sabia? Conheço um monte de menina que pra se montar precisa de um quilo de pancake. Você, é só passar batom e pronto! Fica linda!
- Brigada! Você é bonito, também! Gostei! Peraí!
Bruninha soltou a mão do rapaz para se abaixar e pousar a taça de margarita no chão e depois se ergueu acariciando de leve a rola de Iuri e se chegando pra mais perto.
- Você é rápida...
- Sempre sou... quando quero!
Iuri segurou a mão de Bruninha com a da CDzinha tocando sua caceta e falou com ar sacana, se insinuando para a boca da bichinha.
- Tu tá querendo, é?
- Tô! Muito!
- Mas eu te vi no restaurante, de mãos dadas com um rapaz muito bonito.
- Aquele é Tutu. Meu namoradinho.
- Huuummm... Tutu... de Belém, também?
- É, sim!
O rapaz acariciou o rostinho da CDzinha enquanto a mão de Bruninha patolava a pica escondida na bermuda, com eles de frente e quase se beijando.
- E onde que tá esse teu Tutu, agora?
- Bem... ele...
Bruninha manipulava a pica sobre os tecidos e a sentiu dar sinais de vida.
- Ele gozou umas vezes comigo, e dormiu... me deixou sozinha...
- Sozinha e na mão.
- Mas minha mão achou uma “coisa”.
- Huuummm... ele gozou te comendo, foi?
- Da segunda vez.
- E da primeira? Foi tu que comeu ele?
- Nãããooo... espia... não faço isso, não... foi ele, na minha boquinha! Ainda manchou meu vestidinho de porra... espia... bem aqui...
A viadinha fez cara de queixume dengoso e com a mão livre indicou a grande mancha do esperma de Artur, perto da linha do decote de seu vestido.
- Nooossa! Que tesão, você e esse teu namorado!
- Do jeito que tu fala... não sei se tu tá mais interessado nele ou em mim.
- Nos dois!
- Não acredito!
- Vou te mostrar!
Iuri abaixou a cabeça e lambeu lentamente o vestido da CDzinha, bem em cima da mancha de gala.
- Huuummm... tu gosta, é?
Em lugar de responder, o carioca arriou uma alcinha do vestidinho de Bruninha e deu umas três sugadas rápidas numa das tetinhas pontudas, depois voltando a ajeitar a alça escondendo o mamilo mamado.
- Gosto de tudo! Tem problema?
- Problema nenhum! Acho ótimo!
A viadinha sentiu a rola de Iuri crescendo dentro da roupa e quase beijou o rapaz, sendo interrompida por ele.
- Eu fumo. Isso te incomoda?
- Não! E eu tenho um pauzinho de três centímetros. Isso te incomoda?
Iuri riu bastante e Bruninha também.
- Você é engraçada!
- É verdade! É um minipiruzinho, que nem o do Eduardo Bananinha!
Os dois gargalharam já com Bruninha segurando o que agora parecia ser um caralho grosso mas curto.
- Bruninha, adorei você!
Iuri e a CDzinha se beijaram com fome, com a viada se excitando e em pouco tempo enfiando a mão pela cintura de bermuda e cueca, para pegar diretamente uma pica bastante suada, dura e quente. Ficaram por minutos num amasso gostoso, cada um curtindo um corpo novo, ela com a mão naquilo e ele com aquilo na mão dela, até que o rapaz soltou a boca do beijo para gemer e Bruninha falou em seu ouvido:
- Me faz um super favor?
- O que?
- Tu gosta de comer?
- Com esse rabão que você tem, se eu já não gostasse, passaria a gostar!
- Antão... me come aqui mesmo! Agora! Olhando o mar!
- Caralho. Aqui?
- Por favor! Espia... tua bermuda tem braguilha... eu mesma ajeito...
Com os dois de frente e de pertinho, Bruninha usou as duas mãos e passou a rola pela abertura da braguilha. Perdia uns centímetros de talo de pica, com o elástico da cueca sob os ovos, mas era evidente que dava pra meter. A viada ficou punhetando gostoso e olhava pra caceta quando Iuri falou:
- Vai ter que ser rapidinho!
- Mas eu quero que tu goze dentro... por favor... bora ficar assim... brincando... até tu falar que tá perto de gozar... daí tu mete em mim... agora, me beija...
Os dois voltaram a se beijar gulosamente. Embaixo, o grupinho de onde Iuri saíra assistia de longe o casal se agarrando e conseguia até mesmo ver o cotovelo de Bruninha se mexendo, denunciando a punheta que ela batia no gato.
E a uns vinte metros do grupo de Iuri, o lourão que olhara para a CDzinha com cara de devorador, acompanhou os olhares da outra galera e também passou a ver a cena, embora de ainda mais longe.
Indiferentes aos olhares, Iuri e Bruninha se pegavam com gosto e não demorou muito pra que o carioca tomasse a iniciativa de foder a CDzinha, do jeito que ela queria.
- Fica de frente pro mar. Vou te comer!
- Ái, que bom!
Iuri ficou um tempo mordendo o pescoço da viadinha, roçando a pica no bundão dela e apertando uma tetinha de Bruninha, e logo em seguida a CDzinha se livrou rápida e discretamente da calcinha, enrolando a lingerie num pulso, depois de tirar.
- Tu é muito gostosa... pele lisinha...
- E tu tá duuuro...
O rapaz se colou mais ainda nas costas da CDzinha e deslizou a mão pelo ventre da viada, curtindo o contato com a pele sedosa, em direção ao púbis, esperando achar o pau de Bruninha. Mas Iuri achou foi outra coisa.
- O que é isso aqui?
A femeazinha respondeu rebolando na rola tesa do passageiro.
- Aaahhh... é uma gaiolinha... minha madrinha me deu... pra treinar... ficar com meu luluzinho sempre molinho.
- Tua madrinha que te deu? Como é que é isso?
- Minha dinda... aiiihhh... é mulher trans... e é a melhor amiga da minha mãe... as duas estão aqui... nesse navio.
- Não brinca!
- Sério!
- Que coisa... você é cheia de surpresas!
Sempre se esfregando de costas no novo parceiro e sentindo que Iuri estava “no ponto”, Bruninha pediu, passando a segurar o guarda corpo com as duas mãos.
- Vem. Me come! Aqui mesmo!
- Vou te comer, tua doida!
O rapaz primeiro achou o caminho do cuzinho e afofou com um dedo, rosnando “rrrrrr... putinha gostosa... já veio prontinha!”.
- Isso! Prontinha pra levar pica! Vem!
Iuri arreganhou uma nádega com uma mão e com outra guiou a própria rola até o alvo. E o pau, como era curto, entrou só o bastante para meter pouco mais do que a cabeça e para fazer a felicidade da viada.
- Uh! Gostoso! Me abriu!
- Shiii! Fica paradinha! Vem gente!
Se aproximava um casal com a mulher falando alto e continuamente. Ainda estavam longe e Bruninha teve tempo para arriar a barra do vestidinho de um lado e de outro da pica, fazendo parecer que existia vestido e bermuda entre rola e cu. Qualquer um poderia suspeitar que estavam engatados, mas não teria certeza disso, vendo só o amasso.
- Assim. Não tira de mim, não.
- Shiii. Tá bom! Tá bom!
Iuri apertava a viadinha entre seus braços e mantinha a cabeça do pau no cuzinho quente e cheio de KY, mas ao mesmo tempo escondia o rosto na cabeleira da peruca da CDzinha, com vergonha de ser flagrado no sexo.
Já Bruninha não sentia vergonha nenhuma. A viadinha adorou o momento, apesar de ter consciência de que seu bundão prensado contra o corpo de Iuri, com os dois de pé, limitava a penetração. E muito excitada, na mesma hora Bruninha lembrou de uma piroca grossa e longa o bastante para lhe foder daquele jeito e a fazer se sentir mulher completa. A CDzinha dava para Iuri, mas pensava era no pauzão negro de “Válder Alargador”, que infelizmente só conhecia por fotos.
O incômodo casal passou por Bruninha e Iuri sem quase olhar os fodedores e com a mulher falando incessantemente. Nenhum dos dois passantes deu muita atenção a mais um par de namorados que se pegavam gostoso na noite em alto mar. Quando já estavam a uns dez metros adiante dos engatados, a CDzinha começou a dar bundadinhas engolindo a rola com o cuzinho aberto.
- Agora já pode! Vem! Me fode.
Mas o esfriamento do tesão, provocado pela passagem do casal com mulher tagarela, havia desconcentrado Iuri e lhe dera vergonha.
- Se eu mexer... todo mundo vê.
- E o que é que tem?
- É que...
- Só me segura, antão. Deixa que eu mexo!
Bruninha se inclinou um pouquinho mais pra frente e arqueando um tantinho de nada as pernocas, conseguiu achar posição para fazer o mesmo sobe e desce de bundão na rola que enlouquecia Artur, quando eles fodiam de quatro.
- Caralho! Tu é gostosa!
- Gostoso... aiiihhh... é esse... aiiihhh... teu... pauzão!
Mas a animação da CDzinha não foi suficiente para contagiar o carioca e em pouco tempo a rola de Iuri desencaixou do anel de Bruninha, meio mole.
- Aaahhh... que foi, Iuri?
- Eu... desculpa. Perdi o embalo.
Mas Bruninha tinha sangue de Gilda e alma de Leia e não ia se dar por vencida fácil. Enquanto Iuri guardava a pica na bermuda, a femeazinha segurou na mão dele e o puxou para a ré do navio, até uma parte onde a passarela encontrava uma escada que subia para outra passarela, esta contornando a chaminé.
- Tu conhece o navio, hein, Bruninha?
- Conheço nada! A necessidade é que faz a sapinha saltar! Vem! Senta aqui!
Bruninha sentou Iuri no meio da escada e se alojou uns dois degraus abaixo. Diferente das proteções que contornavam cada varanda e andar com vista pro mar, a escada onde eles agora estavam tinha um guarda-corpo de chapas de aço, ocultando-os de qualquer olhar.
- Deixa eu te chupar, por favor?
- Nossa! Tu tá com vontade...
- Tu me deixou na vontade! Me provocou. Agora, deixa eu me fartar de tu!
O pedido era retórico, porque a viadinha já tinha aberto a bermuda de Iuri e esgarçado a cueca dele até outra vez o elástico ficar sob os ovos do rapaz. E Iuri, com a rola de novo endurecendo, não tinha a menor intenção de se furtar ao boquete.
- Huuummm... huuummm...
- Nooossa! Que boca! Ooohhh...
- Huuummm...
Bruninha mamou o novo pau de sua carreira com uma vontade louca. A putinha gostara muito do carioca e se animara com a situação e o risco. Mas de repente ela lembrou de algo.
- Ooohhh... que foi, Bruninha? Parou por que?
A CDzinha tirou o celular que estivera o tempo todo pendurado em seu pulso esquerdo, colocou no modo foto com flash e o entregou ao boqueteado, pedindo ajuda:
- Tira umas fotos comigo mamando teu pau, por favor?
- Aff! Claro! Que tesão!
Foi uma linda sequência de poses, com Bruninha ora lambendo, ora engolindo a pica, e sempre rindo feliz para as lentes, até que Iuri perguntou:
- Quer que filme, também?
- Não, tesão. Só as fotos, mesmo! Obrigada.
- Vê se ficaram boas!
- Égua! Fiquei linda! Tu é um mágico, tirando fotos! Deixou uma bichinha feia, que nem euzinha, linda de pau na boca!
- Tu que é linda! Agora vem! Me chupa, que tava muito bom!
Bruninha se aplicou no boquete, se concentrando na cabeça da rola e punhetando o curto talo grosso restante, com dois dedos. E na reta final, quando percebeu que Iuri podia estar se aproximando da esporrada, a viadinha fez força para enfiar a outra mão entre saco e cueca e rapidamente fez um fio terra no carioca. Foi a gota ďágua!
- Aaaaaahhhhhh... caralho! Bruninha!!!
- Huuummm... huuummm... huuummm...
Iuri encheu a boca da viadinha de esperma, segurando a cabeça emperucada dela com as duas mãos, como se quisesse evitar uma improbabilíssima fuga da chupeteira. E ainda durante as últimas contrações da próstata, o rapaz pediu:
- Não... úhhh... não engole tudo... não... deixa que quero te beijar!