Frisson 04

Da série Frisson
Um conto erótico de Dan
Categoria: Homossexual
Contém 2883 palavras
Data: 05/04/2025 00:37:02
Última revisão: 05/04/2025 02:11:13

Depois que voltei para casa com o dia já claro naquela manhã de sábado, ouvi o sermão do meu pai calado pois dessa vez não consegui me esconder e o resultado foi que fiquei de castigo naquele sábado, mas justamente nesse dia eu tinha que assistir ao torneio de surf que caio participaria, e eu estava doidinho pra ver, então á tarde eu dei um jeito de fugir: Deixei o rádio do meu quarto ligado, num volume médio, para que meus pais pensassem que eu estava ouvindo música, tranquei a porta do meu quarto á chave, pulei a janela e fui.

A praia estava agitada naquele verão dos anos 80, muita gente jovem reunida aguardando ansiosos pelo torneio de surf, pessoas mergulhando, pessoas se bronzeando e tomando sol, rapazes jogando críquete e azarando as gatinhas, clima de zoeira...avisto Caio ao longe e junto dele mais 5 rapazes competidores de surf, fui cumprimenta-los, no pequeno palanque montado no local, o apresentador se preparava para narrar o torneio, Caio me cumprimenta simpático, com sua voz mansinha e e grossa de tom safado, malandro como era, me dá um beijo no rosto e diz que é pra dar sorte.

Um dos rapazes me chama muita atenção, logo descobri que seu nome era Maurício, eu sabia que ele era amigo do Caio porquê em certa instância na boate Frisson, eu o vi sentado mais afastado, olhando a gente dançar e praticamente me comendo com os olhos. Não posso negar que mesmo estando com o Caio, o Maurício era o tipo de homem que chamava muita atenção: E ele era muito mais forte do que o Caio, tinha uma pele morena clara que dava vontade de lamber, principalmente assim suadinho e brilhando, peitoral definido, uma barriguinha linda porém não tão trincada, braços musculosos, barba fechada, cabelos longos e pretos e um par belíssimo de olhos castanhos, uma boca carnuda linda e absolutamente beijável, poucos pelos no peito, mas muitos pelos nas suas pernas grossas, musculosas, dava pra perceber também que o cara era muito pauzudo pois marcava pra caramba na minúscula sunga preta que ele usava, além é claro de uma bundinha linda e perfeita fazendo contraste com suas costas largas.

Os belos atributos de Maurício o faziam ter todas os brotos da praia aos pés do rapaz, mas ele não tirava os olhos de mim e isso me incomodava um pouco pois eu não podia ficar excitado ali na frente dos outros. Assim como ele, os demais surfistas eles ficavam arrumando desculpas para encostarem-se às minhas nádegas, apertando-me por trás.

Continuei reprimindo-os, dando uma de menino sério, macho, pois não queria que ninguém além de meus amigos soubessem que eu gostava de tudo aquilo. Não queria dar muita bandeira em meu bairro...se hoje a homofobia ainda se faz presente na nossa sociedade, naquela época os gays eram tratados com muito mais preconceito do que hoje.

O torneio começa, os cinco rapazes vão para a água mostras suas habilidades, o júri observa tudo minuciosamente, logo, as eliminatórias começam, fica somente Caio e Maurício para a grande final. Não demorou muito e o campeão foi anunciado e para minha surpresa não foi Caio e sim Maurício, achei estranho pois o cara ganhou literalmente com o pé nas costas este torneio, porém mais surpresa veio logo á seguir, quando fui tentar consolar Caio notei que ele não precisava de nenhum consolo: estava calmo demais, e mais estranho foi o que ele disse logo á seguir:

-"Relaxa gatinho, eu já ganhei mais de dez torneios desse, estava na hora de um novo campeão!"

Na hora não dei muita importância pois pensei que o Caio só havia deixado Maurício ganhar por ser amigo dele. Resolvi não cumprimentar Maurício pois além de ele estar rodeado de garotas querendo parabeniza-lo, de certa forma eu morria de medo dele. Mesmo sem saber porquê...

O resto daquela tarde foi assim, a praia perdeu movimento e ficamos só eu, Caio, Maurício e nossos amigos envolta, a fogueira, contando histórias, fui apresentado naquela mesma tarde ao "baseado" famoso cigarrinho de maconha, mas não havia tido coragem (ainda) Quando todos foram saindo a praia foi ficando deserta até restar um ou outro adolescente bêbado ali, quando eu avisei que iria embora, o Maurício disse:

-não quer ir ali pra esticar as pernas?

- Não, obrigado, tenho um pouco de pressa para voltar pra casa.

- Só um pouquinho, vem, faz companhia pra gente cinco minutos e já saímos daqui.

O cara que disse isso chegou até mim, me estendeu a mão para me ajudar alevantar da areia, achei melhor aceitar, para não criar caso e irmos embora logo. Ele era um homem alto, forte, em vez de ajudar a levantar, me pegou no colo.

- Que é isso, moço, me põe no chão, por favor...

- Psiiiiiiiiiiuuuuuuu princesinha, fica quietinha que o titio vai te levar ver uma paisagem bonita logo ali.

Me apertando com força ele começou a andar rápido em direção a uns arbustos, o Caio veio junto, eu ia me debatendo no colo dele, falando pra me por no chão, se não eu ia gritar.

- Que gata mais brava, mas você fica tão bonitinha assim, querendo escapar dos meus braços, parece uma garotinha levada. Olha que bonito aqui, olha, esses arbustos, essa sombra, um lugar sossegado, vamos brincar um pouquinho depois voltamos pra estrada.

- Eu não vou brincar com ninguém...

- Menino, menino... sabe o que o Maumau devia fazer com você pra te ensinar a ser educado? Bater nesse teu bumbum gostoso... olha teu shortinho como está todo agarrado, marcando tuas rachinhas... e você quer que a gente fique bem comportado? Impossível, meu viadinho.

Nesse instante eu olhei pro Caio como quem pedia alguma instrução, mas ele só olhava e ria se divertindo com a cena

- Põe ele no chão logo, cara, põe no chão que eu não estou me aguentando... - Disse o Caio.

Maurício me pôs de pé e tascou um beijão na minha boca, gemendo igual á um tarado, eu poderia simplesmente empurra-lo para longe mas quando os meus lábios encostaram nos de Maurício, foi como se eu entrasse numa espécie de "transe", nossa... que beijo delicioso, que boca, que macho, os lábios dele eram doces macios, o cheiro de macho dele invadiu minhas narinas, nossos narizes roçavam eu estava me deliciando num beijo doce, gostoso, cheio de vontade de ambas as partes, sim pois a real dos fatos é que tanto eu quanto ele queríamos muito aquele beijo, senti minha ereção e a dele, dos nossos paus se encostando, senti as mãos enormes dele deslizando pro todo o meu corpo, apalpando meu bumbum, foi quando me toquei no quanto ele era abusado: Maurício estava ali me beijando na frente do meu namorado.

Quando parou de me beijar, Maurício me olhou nos olhos e abriu um sorrisão, o sorriso mais lindo que já vi porquê fazia covinhas no seu rosto e acentuava os seus olhinhos levemente puxadinhos. Mas a frase que veio á seguir cortou o clima de romance

-"Teu namorado é muito gostoso Caio, como pensei que fosse, é um ótimo prêmio, obrigado"

-"Como assim prêmio?"

-"Hahaha sabe o que mais, eu e o Maurício apostamos você na competição de surf hoje, caso eu perdesse, ele poderia fazer o que quisesse com você"

Só ai percebi direito o que ia acontecer e comecei a chorar desesperadamente enquanto ele me punha no chão e me segurava por trás, pelos braços.

- Por favor, me deixa ir embora, eu quero ir, minha avó está me esperando...

- Você já vai, princesa, é rápido, uma vez só com cada um e nós voltamos pra estrada. O moreno disse isso enquanto me encoxava por trás

Tentei correr, mas o Caio me agarrou pelo braço com mais força ainda, me machucando. O Maurício me deu um tapa no rosto e falou:

- Agora chega de manha garoto. Ou você se comporta direitinho ou vi se machucar. Eu não parava de chorar, ele fez um carinho no meu rosto e começou a passar a língua para secar minhas lágrimas.

- Você vai ver, meu anjo, como os dois machos aqui são carinhosos.

Levantaram minha blusa...

- Aiiiiiiiiiiii que tetas gostosas. O Mau Mau não via umas tetinhas assim há muito tempo. Vem, dá de mamar pro Maumau, dá... Ele grudou a boca nos meus mamilos e sugava feito nenê, sugava forte, como macho com tesão.

O outro, que me segurava os meus braços, colou o corpo no meu, pude sentir o tamanho do pau dele, me tocando por trás. O moreno ia mamando e descendo a boca pelo meu corpo, enfiou a língua no meu umbigo, ajoelhou e desabotoou meu short, abaixando até os pés, junto com a cueca, me fez tirar os pés e jogou minha roupa de lado. O amigo dele continuava segurando meus braços, com apenas uma mão. Com a outra tirou minha blusa. Eu estava nu.

- Como é seu nome, princeso? - Maurício perguntou debochado.

- Dan (respondi soluçando).

- Dan, que nome bonito. Danizinho, você agora vai ser chupado como todo viadinho merece ser, viu? O Maumau vai mamar teu piruzinho de neném, querido, pra te dar prazer também. Ajoelhado, ele lambeu, chupou, mordeu até me sentir molhado. O Caio me abraçava com os dois braços, sentia sua ereção, seu pau roçando na minha bunda, enfiando a língua na minha orelha, chupando forte meu pescoço.

- Hummmmmmm,o viadinho ta ficando com tesão pelos malandros, olha a bundinha dele como ta melada... O Maurício dizia isso passando o dedo no meu buraquinho e mostrando para o amigo. Os dois riam.

- Agora vem me agradecer a mamada que te dei. Ajoelha e começa logo com isso que meu pau vai estourar.

- Nem morto vou fazer isso. Nem morto.

Acabei de dizer isso e levei outro tapa na cara, com mais força. E depois mais outro. Fiquei apavorado. O Caio que me segurava os braços, puxou forte meu cabelo, me fazendo ajoelhar. O Maurício já estava com o pinto pra fora, na direção da minha boca.

- Se você me morder vai se arrepender. É pra mamar gostoso.

Só aí percebi literalmente o tamanho da enrascada em que estava me metendo, o pau do Maurício era enorme, muito grande, não era monstruoso na espessura mas era grossinho sim e maior que o do Caio e do que o do Weneck juntos, que até aquele momento tinham sido os únicos paus que aguentei, na hora que vi aquele cacete pensei: "Meu Deus eu não vou aguentar" e me bateu um grande desespero. Sem alternativa, comecei o boquete. Ele gemia e fodia minha boca. O cheirão de rola suada invadiu minhas naridas e começou á me deixar com tesão. O Caio me soltou, esfregou minha cara nos pentelhos do Maurício, que riu e foi logo abaixando a calça pra ter a parte dele também. Até que torcaram de posição: Maurício Se ajoelhou atrás de mim encaixou o pau na minha bunda, por trás. Deu uma estocada e encostou a cabeçona na porta do meu cuzinho, eu estava tremendo de medo até que ele começou á forçar eu pedi que pelo amor de Deus ele não fizesse aquilo, que se ele quisesse eu chuparia de novo, ele mandou o amigo dele enfiar o pau na minha boca para eu parar de falar, e o rapaz obedeceu, enfiou tudo na minha boca e ficou segurando minha cabeça para não tirar da boca, nisso o Maumau encostou o pau de novo na minha bunda e foi enfiando a cabeça no meu cu, aquilo parecia que tava me rasgando, eu tava seco e a cabeça do pau dele parecia ter um formato estranho, nunca senti tanta dor na bunda, nem quando dei a primeira vez. Eu tentei me debater, mas o Caio que tava com o pau na minha me segurava e o outro segurava minhas pernas. Eu pedi pelo amor de Deus para tirar, que tava doendo muito, que tava me machucando, ele disse:

- Nunca deu prum macho de verdade? Agora vai sentir um pau de verdade te arrombando

Apesar de apavorado, eu estava com o pau duro úmido de tesão.

- Aiiiiiiiiiiiiiiiiiii, que rabo molhadinho. Se está doendo tanto porquê você táde pau duro e molhado? seu viado ordinário!!! - Essa frease acompanhada de um tapa na bunda me fez ficar com mais tesão ainda.

-Essa vadia tava querendo pica, cara, ela ta toda melada. Dizendo isso, ele deu umas estocadas fortes sempre incentivado pelo Caio

-Hahaha teu namoradinho tava mesmo afim de te ver comigo. Sabia que eu adoro quando eu vejo um marrentinho assim metido á macho que nem você se transformando numa cachorra na minha mão? sua puta...viado!!! - E mais tapas na minha bunda (eu ia a loucura cada vez que ele me chamava de viado)

- Puta tesuda, você me fez gozar muito rápido. Que tesão de rabo você tem, menino. Nisso, o caio tirou o pau da minha boca, fez um carinho no meu cabelo e falou pra mim...

- Dan, fica de 4 pro titio, fica, não quero gozar na sua boca.

- Não, por favor, chega, me deixa ir embora.(eu dizia isso de joelhos, chorando com um puta tesão só pra provocá-los)

- Dan, meu amor, só mais um pouco e já vai acabar. Mas o seu namorado precisa gozar, querido. Faz o que mandei e eu acabo logo, ta? Prometo ser bem carinhoso, não vai doer. Você não vai querer apanhar de novo nesse rostinho tão lindo, vai? Mostra que você é bonzinho e fica de 4. Eu só ouvia a respiração ofegante dele e o riso debochado do Maurício. Fiquei de 4.

- Isso, meu viadinho. Assim. Você esta um tesão desse jeito, feito uma cadelinha loira. Agora empina bem a bunda e rebola um pouco.

- Não, por favor, chega, você prometeu acabar logo com isso, então acaba, não faz isso comigo. Mal acabei de falar e sinto um ardido na bunda. Ele tinha me dado um tapa com toda força. Desequilibrei e caí no chão.

- Viu o que acontece com menioa desobediente, Dan? Fica de 4, empina a bunda e rebola um pouco pra nós, como uma cadela obediente.

Me pus de 4 novamente, empinei a bunda o mais que pude, sentindo a pele do meu cu repuxada, de tão empinado que eu estava. E nessa posição comecei a rebolar.

- Puta merda, que tesão, cara. Esse garoto tá me deixando de cacete duro de novo (disse o Maurício que tinha acabado de gozar). Ele disse isso e me chamou com os dedos, como se chama uma cadela....

- Vem, cadelinha, vem, vem aqui tomar o leitinho do Maumau....

Eu sabia que se não fosse ia apanhar de novo e fui andando, de 4, até chegar perto dele, que me deu o pau ainda mole pra chupar. O moreno se encaixou por trás de mim, segurando minha cintura e encostou o pau no meu rabo. Sentindo que ia me machucar, ele passou a mão na minha bunda, daonde escorria a porra do amigo dele e espalhou um montão no meu cuzinho. Encostou de novo e forçou.

- Aiiiiiiiiiiiiiiiiiiiii, ta doendo seu animal (gritei, com lágrimas nos olhos).

- Calma cara, não machuca o bumbum do viado senão ele morde meu pau

. - Porra, então espera que você já teve o seu. Deixa eu enfiar direito que o rabo dele é muito apertado, depois você dá de mamar de novo pra cabritinha. Devagarinho, devagarinho, ele foi enfiando, enfiando, até que ficou com o pau inteiro na minha bunda.

- Pronto, amor, agora mama esse insaciável aí, que ele vai te dar um leitinho gostoso. Nessa posição, enrabado por um e sendo fodido na boca pelo outro, tive que rebolar do jeito que eles queriam, até que os dois gozaram. Quando vi que eles tinham terminado, deitei na grama, aliviado, até que senti as mãos fortes do Maurício me segurando.

- Antes de ir embora, Dan, nós vamos te agradecer o prazer que você nos deu.

Ele me virou de barriga pra cima, deitado na grama, segurando meus braços. O Maurício sentou nas minhas pernas, entreabertas e começou a me tocar uma punheta. Aquele dedo acariciando meu cuzinho ao mesmo tempo, pressionando, beliscando de leve, foi me enlouquecendo, até que perdi o controle do meu corpo. Comecei a gemer e a rebolar no dedo dele, até que um fogo tomou conta de mim e explodi num orgasmo que parecia não ter mais fim. Sujei minha barriga, peito e até o meu rosto com o meu próprio esperma.

Voltei pra casa, entrei pela janela, desliguei o rádio e ninguém percebeu que eu havia passado á tarde fora, fui pro banheiro do meu quarto e ao sentar no vaso me assustei com meu cuzinho sangrando, os filhos da puta haviam acabado comigo, chorei um pouco, tomei banho e me deitei, mas não conseguia tirar o sorriso do Maurício da cabeça...queria muito mais daquele gostosão de novo.

CONTINUA...

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™Daniel Macena®

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