CAPÍTULO 14
Natália foi indicando o caminho enquanto eu dirigia até pararmos em uma rua estreita ladeada por sobrados. Percebi que ela não tinha dito a verdade, pois estávamos na Vila Olímpia e não no Itaim Bibi como ela havia informado, porém, como isso não fazia a menor diferença, fiquei quieto e a seguimos. Ela pegou um controle na bolsa e abriu o portão de uma casa que ficava no meio do quarteirão. Era uma daquelas construções que não têm quintal em suas laterais, pois são construídos colados uns nos outros. Passamos por um pequeno jardim que ladeava a entrada da garagem, subimos por uma escada e entramos em uma sala espaçosa e bem decorada, Sem olhar para nós, ela falou:
– Se quiserem beber algo peguem no bar. Gelo e cerveja têm na geladeira na cozinha que é ali. – Disse apontando para uma porta e, antes de começar a subir a escada que dava acesso ao piso superior, informou: – Sintam-se à vontade enquanto eu troco de roupa.
Aproveitei estava sozinho com Eudora para questioná-la a respeito do que tinha acontecido no banheiro do restaurante:
– Que porra foi aquela Eudora? Quer dizer que a putinha agora está chupando buceta em locais públicos?
– Eu não chupei na…
– Cale a boca sua vadia. Pode não ter chupado, mas deixou que a outra biscate cortasse sua roupa, O que foi? Por acaso estava com a xoxota pegando fogo e precisou que a Natália agisse como o extintor de incêndio da sua safadeza?
Eudora, como sempre, fixou os olhos em seus pés e falou com voz quase inaudível:
– Desculpe. Eu não queria. Mas a Natália disse que era para te agradar.
– Agradar? A mim? Venha aqui que vou te mostrar como é que você me agrada.
Sem olhar para mim, Eudora se aproximou e quando estava ao alcance da minha mão, desferi um tapa em sua face direita que, se já estava vermelha, ficou rubra. Então perguntei:
– Quem é o seu dono, cadela?
– É você.
O barulho de outro tapa ecoou na sala. Como de costume, sempre dava dois tapas em Eudora, um em cada face, pois não gostava que apenas uma delas ficasse com a marca da minha mão. Ela levantou a cabeça e olhou em meus olhos e a vontade que tive foi de mergulhar na escuridão daqueles olhos pretos que brilhavam revelando todo o tesão que ela sentia, Resolvi agir apenas com palavras. Ela já estava castigada e, além disso, logo eu estaria batendo em sua bunda carnuda e grande. Então falei:
– Você é mesmo uma vagabunda. Devia estar usando a outra coleira para eu prender a guia.
Sem responder, Eudora foi até o sofá onde deixara sua bolsa. Eu já estava pronto para lançar mais humilhação quando a vi tirando a coleira e o guia da bolsa. Em seguida ela veio até mim e entregou os dois sem dizer uma única palavra, Mas eu não resisti e disse, enquanto tirava a coleira que ela usava e a subistituía pela outra:
– Agora sim. Cadela igual você não pode ficar solta por aí que vai querer dar essa buceta viciada para qualquer um. Agora me conte o que aconteceu naquele banheiro.
Em poucas palavras, a Eudora me relatou que, logo que chegaram ao toalete, Natália a agarrou e beijou a sua boca. Ela quis reagir, mas nessa hora levou um tapa na cara e ficou sem reação e, quando se deu conta, a loira já a beijava de novo enquanto enfiava dois dedos em sua buceta através da abertura existente no body. Perguntei se ela tinha gostado e ela confessou que tinha e depois jurou que, além do fato da Natália ter aberto os botões de sua blusa, encurtar a sua saia e cortar o body a deixando nua por baixo daquela saia, não fez mais nada. Acreditei nela, mesmo porque, o tempo que permaneceram longe da mesa não era suficiente para nada além disso.
Assim que Eudora acabou sua narração, Natália entrou na sala e fiquei pasmo. Nua e usando uma coleira com a letra ‘N’ preso a um guia e um rabo de cachorro muito peludo pendurado em sua bunda, indicado que ela estava com um plugue enfiado no rabo. Nas mãos, trazia outro plugue com um rabo idêntico preso a ele.
Sem olhar para mim, se dirigiu à Eudora falando:
– Muito bem, Eudora. Eu estava me perguntando mesmo o que fazer para te prender, já que aquela coleira que você usava não permite prender o guia. Mas, como toda putinha submissa, você já previu que ia precisar dele.
Dizendo isso, Natália começou a despir Eudora, inclusive, retirando o que restara do body que ela tinha destruído e depois pediu para que ficasse de quatro e, ajoelhando-se atrás dela, usou sua língua para lubrificar o cuzinho da morena, uma providência desnecessária, pois dava para perceber que o plugue anal em suas mãos estava coberto com creme para facilitar. Com um carinho que não era comum, Natália foi introduzindo o objeto no cuzinho de Eudora que logo assumiu o seu personagem favorito, o de cadelinha.
Quando completou o trabalho, Natália veio até mim e beijou a minha boca. Foi um beijo curto, pois logo ela estava ocupada em me deixar nu e, quando completou a tarefa, ajoelhou-se na minha frente e começou a chupar o meu pau. Eudora, que até aquele momento permanecia de quatro perto do sofá, se levantou e veio andando em nossa direção com olhares de poucos amigos. Ao notar isso, resolveu provocar:
– O que foi, vadia? Não está gostando de ver a outra cadela chupando meu pau?
– Não… Você é meu dono.
– E quem falou que eu tenho só uma cachorra? Você não sabe que quem cria cães pode ter quantas cadelinhas quiser?
– Mas você é meu do…
O barulho de um tapa ecoou na sala e Eudora se calou ficando a me encarar. Em seu rosto, a mais pura expressão de excitação. Aproveitei para ordenar:
– O que você está esperando? Vai ajudar sua amiga cadela a chupar meu pau.
Sem reclamar, Eudora também ficou de joelhos e começou a dividir o meu pau com Natália. Meu pau pulsou ao ver aquelas duas boquinhas disputando para ver quem chupava melhor.
Mas a disputa, se de um lado era uma delícia, por outro distraía minha atenção e eu não conseguia gozar. Então mandei as duas ficarem paradas e abrirem bem a boca e comecei a revezar entre aquelas duas boquinhas, sempre segurando a que engolia meu pau pelos cabelos. Não resisti e gozei na boca de Eudora que, como sempre, a manteve aberta para que eu visse minha porra lá dentro, o que deu tempo para que eu ordenasse:
– Não engole tudo. Divida um pouco com a outra cadela.
Natália, anos luz mais adiantada que Eudora no que se referia às safadezas, se aproximou dela com a boca aberta e Eudora foi se posicionando para deixar cair parte da porra depositada na sua, mas eu estava doido para ver até onde ela suportava que eu chegasse dei outra ordem:
– Assim não. Divida essa porra com um beijo.
Eudora ficou indecisa, mas não teve muito tempo para pensar, pois Natália segurou a nuca dela, puxou sua cabeça para perto de seu rosto e beijou sua boca. Dessa vez foi um beijo demorado e suas línguas se revezavam em explorar uma a boca da outra até que, quando se deu por satisfeita, Natália se levantou e veio me beijar.
Não que eu tivesse nojo. Eu já tinha beijado a boca de Eudora depois de gozar dentro dela. Isso até se tornara uma rotina depois que eu transei com a Mirtes. Mas entendi que aquela era uma hora de deixar claro para a loira que, se ela queria ser minha cadela, tinha que agir como tal e parar de fazer o que queria. Eu era o macho daquela relação e a coleira com a inicial do meu nome que ela usava, coleira essa usada por iniciativa dela mesma, significava que ela tinha que agir como tal. Ela pareceu não entender assim, pois me provocou:
– O que foi? Vai me dizer que está com nojinho agora?
Não me limitei a dar apenas um tapa naquele rosto lindo. Foram dois, em rápida sucessão e sua cara na hora ficou vermelha como brasa e ela me encarou com os olhos arregalados enquanto apertava uma perna de encontro à outra e seu corpo estremecia. Aquela putinha estava gozando pelo simples fato de ter sido castigada.
“Nossa! O que foi que eu fiz para merecer isso?” – Pensei me sentindo “o fodão” ao ver que tinha duas putinhas que gostavam de apanhar na cara.
Na hora eu não pensei que aquela Natália na minha frente não tinha nada a ver com a que eu vi dominando um casal. Só mais tarde, com o tempo, percebi que a minha Natália era a real e a outra era apenas um personagem que ela era obrigada a interpretar para ganhar dinheiro.
Isso mesmo. Contratada de um sex shop, uma de suas funções era realizar os desejos de seus clientes. A loja era apenas uma fachada para a atividade de prostituição que rolava lá. Inclusive, fiquei sabendo que várias garotas atendiam naquele local ou iam ao encontro de algum cliente quando isso era solicitado. Natália era apenas a mais requisitada e conseguia fazer qualquer coisa que um cliente pedisse. O fato de ela atender na loja, conforme ela me explicou, decorria em virtude de ser ela a que tinha maior capacidade de atrair novos clientes. Inclusive, eu tinha sido um de seus alvos, mas ela mudou de ideia com relação a mim. O motivo de isso ter acontecido ela nunca me revelou e, quando eu perguntava, dizia que era porque tinha gostado do meu jeito, jeito esse que ela definia como um dominador tímido e carinhoso, mas que me transformava quando provocado.
Mas tudo isso eu só vim a saber tempos depois. Naquele momento, eu só pensava em aproveitar o máximo das duas cadelas que estavam ali para me dar prazer. Segurei a guia da coleira de Natália e a puxei rudemente para perto de Eudora. Lá chegando, fiz com que a loira se sentasse no sofá e abri suas pernas, Depois, posicionei a morena no meio das pernas dela e forcei seu corpo para baixo enquanto mandava:
– Agora é hora da vadia aprender a chupar uma buceta.
Já ajoelhada entre as pernas da Natália, Eudora olhou para mim e moveu a cabeça em uma negativa. Sem dar tempo para mais nada, desferi um tapa em sua face e falei:
– Obedece, cachorra. É seu macho que está mandando. Chupa essa buceta.
Já sabia que ia ser obedecido antes mesmo de falar. Os olhos brilhantes de Eudora me encarando mostrava isso e ela, com o corpo todo arrepiado, apoiou sua bunda sobre os pés para ficar mais abaixada, inclinou o tronco e lambeu a buceta de Natália que espumava, revelando tesão que ela sentia. Fiquei prestando atenção na loira e quando notei que ela estava prestes a gozar, puxei com firmeza a guia presa na coleira que envolvia o pescoço de Eudora obrigando-a a parar de chupar a xoxota da outra e mandei:
– Agora deita no chão que a outra cachorra vai chupar você.
Nenhuma das duas reclamou e o olhar que Natália me dirigiu revelava sua felicidade em obedecer àquela ordem.
Meu pau ficou extremamente duro ao ver Eudora contorcendo seu corpo enquanto Natália enfiava a língua em sua buceta e depois a tirava, passando a lamber os grandes lábios e depois sugar o grelinho inchado. Descontrolada pelo tesão, Eudora esticou a mão, segurou a perna de Natália e começou a puxá-la para o seu lado. A loira entendeu o que ela queria e foi se movimentando até que passou sua perna por sobre seu corpo deixando sua buceta sobre a boca dela. Eudora, com os olhos semicerrados e gemendo alto, segurou as nádegas de Natália e forçou para que ela se abaixasse, começando a retribuir com sua língua ávida o prazer que recebia. Extasiado de tesão, estimulei a ela dizendo:
– Isso cadela. Precisou apanhar na cara para começar chupar e agora demonstra que não quer parar. Isso é o que eu sempre digo. Você gosta de apanhar, pois depois de levar uns tapas começa a agir como a biscate que é e não quer mais parar.
Não falei mais nada porque os gritos de Natália gozando e esfregando a buceta na cara de Eudora não permitia que ela ouvisse. Além disso, antes que Natália parasse de gemer e tremer, Eudora ergueu seu quadril forçando sua buceta ao encontro da boca da outra e começou a gemer ainda mais alto, O quadro de ver aquelas duas cadelinhas gozando junto era para mim o mais belo quadro que eu já tinha visto.
Esperei até que as duas voltassem a respirar normalmente e mandei que ficassem de quatro sobre o sofá, com suas bundas viradas para mim e, sem nenhum aviso, enfiei meu pau na buceta de Natália em uma única estocada e comecei a bombar dentro dela que gemia e tentou falar:
– Fode. Enfia tudo…
Dei um tapa em sua bunda e falei com voz de quem estava bravo:
– Cale a boca, vadia. Cadela não fala. Pode ganir se quiser, mas não se atreva a falar.
Acabei a frase dando outro tapa e depois tirei meu pau da buceta dela e enfiei na de Eudora que, sentindo inveja dos tapas que dei na bunda de sua agora parceira, provocou:
– Aiiii… Gostoooosoooo.
– Você também quer apanhar, vagabunda? Mas não vai.
Para não fazer a vontade de Eudora, agarrei seu cabelo com as duas mãos e puxei com força para trás. Ela dobrou o corpo e isso fez com que sua bunda ficasse mais arrebitada, Ao ver aquele cuzinho piscando para mim, perdi o controle, tirei meu pau de sua buceta e enfiei com violência no seu cu fazendo com que ela perdesse o controle e chiasse como uma locomotiva soltando o vapor. Soquei o pau com força enquanto continuava puxando seus cabelos com uma das mãos e usando a outra para espancar sua bunda grande. Mas isso não impediu que ela gozasse ruidosamente e, como eu não tinha gozado e Natália me olhava com um olhar pidão, Deixei Eudora curtir seu orgasmo e fiz a mesma coisa com a loira deixando que ela gozasse com meu pau no seu cu e sua bunda sendo torturada com os tapas que levava.
Para não causar problemas entre elas, tirei o pau daquele cu fervente e gozei nas costas das duas.
Tirei as duas do sofá praticamente as jogando sobre o tapete e me deitei exausto enquanto elas permaneciam imóveis, com seus olhos fixos no teto, só levantando dali quando eu mandei:
– Estou com sede. Tem algo para beber?
Natália se levantou imediatamente, mas eu ordenei:
– Só você não. Nada de privilégio. Vão as duas providenciar uma bebida e algo para comer.
Ouvindo a ordem, Eudora também se levantou e as duas saíram de mãos dadas em direção à cozinha. Fiquei olhando admirado para suas bundas rebolando.
Depois de nos alimentarmos, por ordem minha, fomos para o quarto de Natália onde fodi cada uma delas dando um intervalo para gozar na buceta delas, afinal, elas mereciam um prêmio. Depois, ordenei que as duas deitassem no chão e logo estava dormindo.
Acordei de madrugada ouvindo vozes que, embora não passassem de cochichos, deixava claro que as duas cadelinhas estavam discutindo. Fiquei imóvel para que elas não percebessem que estava acordado, curioso para saber do que se tratava e ouvi a Eudora falando:
– Para. Eu não quero. Nosso dono não falou se a gente podia.
– É só por isso que você não quer? Ou você quer, mas tem medo dele descobrir e ficar bravo. – Provocou Natália.
– Eu não tenho medo dele. Só não quero fazer uma coisa e ele não gostar.
– Então eu devo entender que você quer?
Fiquei atento ao que Eudora ia responder, porém, ela permaneceu calada até que Natália, cansada de esperar por uma resposta, falou:
– Eu não ouvi você dizer que não quer. Então você quer sim, sua safada. Pode ficar tranquila que, se você não contar, eu também não conto.
Ouvi um gemido e já conhecia minhas fêmeas para saber que era a Eudora que estava gemendo. Mas logo depois de gemer, ela falou:
– Mas eu vou saber e acho isso errado. E tira essa mão… daí…
Estava claro que a morena estava a ponto de gozar e os gemidos dela se intensificaram até que eu ouvi movimentos e entreabri os olhos vendo a Eudora se ajoelhando e tentando se afastar de Natália que, inesperadamente, também ficou de joelhos, segurou os cabelos de Eudora e lhe deu uma bofetada cujo estalo ecoou no quarto.
Eu já estava me levantando para fazer com que elas parassem com aquilo quando ouvi outro estalo. Fiquei boquiaberto ao ver que a Eudora tinha reagido à altura e devolveu a bofetada deixando a marca de sua mão na face branca de Natália. Fiquei sentado na cama imóvel assim como elas. Ajoelhadas no chão, uma de frente para a outra se encarando fixamente.
Elas estavam de lado para mim e me intrigava o fato delas não terem percebido que eu estava acordado. Então percebi que, para elas, eu não existia naquele momento e a única coisa que elas viam eram elas mesmas. Prestei atenção em Eudora que eu conhecia melhor e vi em seus olhos aquele brilho característico que ela estava a ponto de gozar sem ser tocada. Era assim que ela reagia quando eu a humilhava e esses eram os momentos em que ela se entregava sem barreiras. Olhei então para Natália e percebi que nos olhos dela existia o mesmo brilho.
Então suas bocas foram se aproximando até se tocarem. A princípio, elas se alternavam em passar a língua nos lábios da outra até que Eudora forçou sua língua para dentro da boca de Natália. Um beijo violento começou e parecia que não ia ter fim, pois elas se deixaram cair no chão e rolavam, pois a cada momento as posições se alternavam e a que estava por cima usava a mão livre para tocar os seios ou a xoxota da outra.
Voltei a me deitar e rolei para a beira da cama para não perdê-las de vista e vi Natália finalmente desfazer o beijo e começar a chupar os seios de Eudora que, contorcendo seu corpo, deu um jeito de ficar em uma posição em que podia chupar os bicos claros do seio da loira. Era uma posição sessenta e nove, porém, com os números deslocados.
Entretanto, logo elas começaram a corrigir esse desnivelamento. Natália, que estava por cima, se movia como uma cobra e ia descendo enquanto lambia a barriga da Eudora, enquanto essa, por baixo, rastejava de costas para poder fazer a mesma coisa. Continuaram esse movimento até que conseguiram ficar com suas bocas na altura da buceta uma da outra e começaram a se chupar.
Não sei dizer se chupar é o termo correto, pois o que via era duas mulheres lindas e tesudas se devorando com suas bocas. O tesão que as dominava era tão grande que logo no primeiro minuto elas gozaram, porém, o gozo não foi o suficiente para satisfazer a tara que sentiam e continuavam a se chuparem, agora, usando seus dedos para explorar a buceta ou o cuzinho da outra.
Meu pau estava tão duro que se fosse forçado se quebraria com facilidade, mas meus olhos insistiam em se fechar, Eu estava exausto de tanto foder aquelas duas cadelas e o corpo reclamava por descanso, contrariando o desejo do meu pau que parecia ter outra intenção. Isso fez com que eu cochilar tendo ao fundo os gemidos e gritinhos das duas putinhas e, quando voltei a abrir os olhos, elas estavam sentadas de frente uma para outra e a mão de Eudora tinha sumido nas profundezas da buceta de Natália que se esforçava para fazer o mesmo com ela.
Gemendo sem parar, Natália foi forçando até conseguir enfiar a mão dentro da buceta de Eudora e o que eu via era seu pulso se movimentando para frente e para trás, até que, em um contorcionismo que me parecia impossível, elas voltaram a se beijar e gozaram ruidosamente e depois caíram de costas no chão do quarto.
Fechei meus olhos para que elas não percebessem que eu assistira a todo aquele espetáculo e só voltei a abri-lo quando já eram dez horas da manhã de domingo. Rolei para o lado e olhei para o chão e lá estavam as duas deitadas e acordadas. Elas estavam esperando que eu permitisse que se levantassem. Dei a ordem e elas se levantaram, indo para o banheiro da suíte em que estávamos, mas eu interferi dizendo.
– Nada disso. Ou vai cada uma para um banheiro diferente ou então uma espera aqui enquanto a outra toma banho. Não quero putaria entre vocês duas.
Natália deixou que Eudora fosse à frente e depois, pegando uma toalha em seu armário, saiu do quarto se dirigindo ao banheiro social. Depois do banho, ambas com enroladas na toalha, vieram até mim trazendo seus plugues para que eu os colocasse em seus rabos, mas eu falei com voz enérgica:
– Nada disso suas putas. Vistam uma roupa normal que vamos almoçar fora.
– Gostei da ideia! – Disse Natália soltando o rabo do plugue e depois informando o que pretendia fazer: – Mas isso não impede que a gente use o plugue, basta tirar o rabo.
Depois disso ela se livrou da toalha e se posicionou de quatro na cama, logo sendo imitada por Eudora. Usando apenas a saliva como lubrificante, enfiei os dois plugues em seus cuzinhos e apenas Natália reclamou:
– Ai, ai. Não tem mais vaselina? Tinha que ser a seco?
– Acho que ainda tem, mas putinha tem que levar no cu a seco.
Eudora deu um risinho debochado e Natália a fuzilou com o olhar.
Fomos para o restaurante e, durante todo o tempo, fiquei admirando aquelas bundinhas arrebitadas. Não tem como negar que o fato de estarem com seus cuzinhos ocupados pelos plugues fazia com que elas rebolassem de uma forma mais sensual. Era tão excitante que eu desisti da ideia de irmos a um cinema depois do almoço e voltamos apressados para o apartamento de Natália onde fudemos até a madrugada de segunda-feira. Quando eu não estava fodendo nenhuma delas, elas se divertiam entre si.
Na manhã de segunda-feira eu acordei mais cedo, me vesti e saí em direção ao meu apartamento, deixando Eudora dormindo em companhia de Natália. Lá chegando, tomei um banho, fiz a barba e me vesti a caráter para o trabalho Não sei o que elas fizeram, mas no meio da tarde, Natália me ligou pedindo permissão para levar a Eudora com ela até o sex shop, garantindo que naquele dia ela não ia fazer nenhum atendimento especial. Lógico que neguei e mandei que ela deixasse a Eudora em frente ao prédio em que eu morava. Lógico que fui obedecido e, quando retornei do trabalho, lá estava ela dentro do seu personagem de cadela putinha, pronta para ser fodida. Lamentei por estar cansado e não fiz a vontade dela.
Aquele foi um dia que transformou a nossa vida, pois a partir dali, passei a ter duas cadelinhas safadas para satisfazer todos os meus desejos.
No próximo capítulo conto sobre a Natália. Quem era ela e como foi inserida no mundo dos adoradores de sexo nada convencionais e depois sobre como ela mudou minha vida. A minha e a de Eudora.