O Desejo incontrolável - parte 3

Um conto erótico de asattarothsgirl
Categoria: Heterossexual
Contém 2836 palavras
Data: 01/04/2025 23:08:49
Última revisão: 01/04/2025 23:31:15

Eu, Cláudia, estava sentada na poltrona da sala, o coração batendo rápido, o corpo ainda quente da excitação que não me abandonava desde aquela manhã. Meu vestido leve de algodão, sem calcinha nem sutiã, roçava minha pele nua a cada movimento, e eu sentia o tecido colado nas coxas úmidas. Do outro lado, no sofá de três lugares, estavam eles: Carlos, meu marido, à esquerda, largado com uma cerveja na mão, os olhos vidrados no jogo na TV, alheio ao fogo que queimava dentro de mim. Paulo, no meio, exalava confiança, o corpo atlético ocupando espaço, as pernas abertas como se desafiasse o mundo — ou talvez só a mim. E Julio, no canto direito, desajeitado, mexendo no celular com dedos nervosos, fingindo desinteresse. Mas eu sabia que ele me observava. Seus olhos castanhos, escondidos atrás dos óculos tortos, escapavam para minhas pernas de vez em quando, e isso me acendia como uma chama.

O tesão que ainda pulsava em mim — resultado da masturbação intensa com o cabo da escova mais cedo — me tornava imprudente. Eu queria brincar, testar os limites, ver até onde podia levar aquele jogo perigoso. Comecei devagar, quase inocente. Cruzei as pernas, deixando o vestido subir um pouco, revelando a pele macia e bronzeada das minhas coxas. Julio percebeu na hora. Seus olhos arregalaram por um milésimo de segundo, e ele desviou o olhar, tentando se concentrar no celular. Mas eu vi o volume nas calças dele crescer, um inchaço delicioso que ele tentou esconder, ajustando-se no sofá com um movimento desajeitado. Sorri para mim mesma, adorando o poder que tinha sobre aquele gordinho tímido. Decidi ir além. Fingi ajeitar o vestido, subindo-o mais um pouco, e abri as pernas por um instante — rápido, mas o suficiente para ele vislumbrar a sombra entre minhas coxas, o vazio tentador onde a calcinha deveria estar. Ele engoliu em seco, o rosto corando, e eu senti minha buceta pulsar, quente e úmida, implorando por atenção.

Meu plano era simples e safado: deixar Julio louco por mim, arrancar aquele nerd tímido da casca dele e ver o que ele faria. Levantei-me da poltrona, esticando o corpo como uma felina, o vestido subindo perigosamente enquanto eu arqueava as costas. Meus mamilos duros marcavam o tecido fino, e eu sabia que, se a luz batesse certo, eles poderiam ver tudo. “Vou pegar um copo d’água,” anunciei, minha voz saindo rouca, carregada de desejo que eu mal disfarçava. Caminhei até a cozinha, balançando os quadris de propósito, sentindo o olhar de Julio cravado em mim como uma carícia. Carlos e Paulo continuavam presos ao jogo, mas eu só tinha olhos para a reação dele.

“Cláudia, amor, pega uma cerveja pra gente?” Carlos chamou, quebrando o clima por um instante, a voz já meio arrastada da bebida.

Olhei para ele por cima do ombro, forçando um sorriso doce que escondia minha impaciência. “Claro, já trago. Mas vai devagar com isso, hein? Não quero você apagado antes do jogo acabar. Seria uma pena.”

Ele riu, despreocupado, balançando a lata quase vazia. “Relaxa, eu aguento. Traz logo, vai!”

Suspirei, revirando os olhos, e segui para a cozinha, o som dos meus pés descalços ecoando no chão. Cada passo fazia o vestido roçar minha buceta, e eu mordi o lábio, sentindo o calor crescer. Cheguei à geladeira e me inclinei para abrir a porta, o tecido subindo até quase expor minha bunda. Foi quando ouvi passos leves atrás de mim. Era Julio. Ele parou na entrada da cozinha, hesitante, coçando a nuca com uma mão trêmula, os óculos escorregando no nariz suado.

“Oi, hum... onde fica o banheiro?” ele perguntou, a voz baixa e tímida, os olhos dançando entre o chão e meu corpo.

Sorri, um sorriso lento e provocador, vendo a chance perfeita. “Está ali no corredor, à direita. Mas antes, pode me ajudar com uma coisa? Tem uma garrafa de cerveja no alto do congelador que eu não alcanço. Você é mais alto, né?” Minha voz era doce, quase um ronronar.

Ele assentiu, ainda sem jeito, e deu um passo à frente. “Tá, eu... eu pego.” Abri a porta da geladeira e me afastei um pouco, deixando ele se posicionar na minha frente. Enquanto Julio esticava o braço, os dedos tremendo ao alcançar a garrafa, eu voltei para perto dele, colando meu corpo ao seu. Minha bunda roçou contra a frente das calças dele, e eu senti o volume duro pulsar contra mim. Dei uma rebolada sutil, fingindo pegar um pacote de amendoim na prateleira inferior, o vestido subindo até o limite, quase mostrando tudo. O calor do corpo dele contra o meu era elétrico, e eu ouvi sua respiração falhar, um gemido abafado escapando dos lábios. Ele estava desconcertado, as mãos quase deixando a garrafa cair, e eu me deliciava com cada segundo daquele jogo.

Virei-me de frente para ele, ficando tão perto que nossos rostos quase se tocaram. Meus mamilos, duros como pedras, pressionavam o tecido do vestido, e eu sabia que ele podia ver os contornos perfeitos dos meus seios. O ar entre nós estava carregado, e eu sentia o cheiro leve de suor dele misturado ao meu próprio tesão. “Que tipo de petisco você gosta, Julio?” perguntei, minha voz baixa e sensual, quase um sussurro, enquanto inclinava a cabeça para o lado, deixando o cabelo cair sobre um ombro.

Ele gaguejou, o rosto vermelho como brasa, os óculos embaçando com o calor. “Eu, hum... gosto de amendoim, sim. É... onde fica o banheiro mesmo?”

“Ali no corredor, à direita,” respondi, apontando com um sorriso sacana, lambendo os lábios devagar enquanto o encarava. Ele saiu apressado, quase tropeçando nos próprios pés, e eu fiquei ali, rindo baixinho, sentindo minha buceta encharcada escorrer pelas coxas, os faróis acesos e o corpo implorando por mais.

Voltei para a sala com as cervejas, o líquido gelado nas mãos contrastando com o calor que me consumia. Entreguei uma para Carlos, que mal me olhou, e outra para Paulo, que me deu um aceno com aquele sorriso confiante que me fazia imaginar o que ele escondia nas calças. Julio ainda não tinha voltado, e eu me sentei na poltrona, cruzando as pernas de novo, o vestido subindo mais uma vez. Minha mente já estava em outro lugar. Enquanto eles gritavam com a TV, eu me imaginava em uma cena que me fez tremer de desejo. Carlos, bêbado como sempre, apagado no sofá, a cabeça tombada e os roncos ecoando. Paulo, aquele moreno forte, sentado no meio, a calça aberta, o pau duro para fora — grande, preto, grosso, com veias pulsantes e uma cabeça brilhante de tão inchada. Eu me sentava nele, minha buceta gulosa engolindo cada centímetro enquanto ele me agarrava pela cintura, as mãos grandes marcando minha pele. E então Julio, voltando do banheiro, se aproximava por trás, o pau duro escapando da cueca, quente e ansioso, empurrando devagar no meu cu. Eu gemia alto na minha fantasia, sentindo os dois me preenchendo em uma dupla penetração que me levava ao êxtase, meus buracos apertados se rendendo ao prazer.

Meu corpo reagiu na hora, um arrepio subindo pela espinha, minha buceta piscando de tesão. Cruzei as pernas com força, tentando controlar o desejo, mas a culpa veio logo depois, como um balde de água fria. Eu era casada. Sempre fui fiel, recatada, a esposa perfeita. Como podia estar pensando essas coisas com os amigos do meu marido na minha sala? Ainda assim, o tesão era mais forte, um animal selvagem que eu não conseguia domar. Julio voltou do banheiro nesse momento, e nossos olhos se encontraram. Havia algo novo ali — uma chama, um desejo cru que ele não conseguia mais esconder. O jogo que eu tinha começado estava acordando um lado dele que eu queria explorar, e meu corpo respondeu com um tremor.

Sabia que Carlos não aguentava muito álcool, e isso me irritava. “Paulo, fala pra ele ir devagar com a cerveja, pelo amor de Deus,” reclamei, olhando para o moreno com um tom que misturava súplica e provocação.

Paulo me lançou um sorriso tranquilo, os dentes brancos brilhando contra a pele escura. “Relaxa, Cláudia. A gente cuida dele. Né, Julio?”

Julio assentiu, os olhos ainda fixos em mim, a voz firme apesar da timidez. “É, a gente cuida.”

Pensei comigo mesma: Queria que vocês cuidassem do meu tesão, isso sim. Meu corpo inteiro gritava por isso, mas eu não disse nada. Levantei-me, o vestido colando na minha pele úmida, e murmurei um “vou pro quarto um pouco” antes de sair, sentindo os olhares deles nas minhas costas — ou pelo menos o de Julio, que parecia me devorar.

Fechei a porta do quarto e me joguei na cama, ainda de vestido, o tecido subindo até as coxas. Minha cabeça girava com pensamentos sujos, o corpo quente e inquieto. Lembrei do cabo da escova que usei mais cedo, como ele deslizou na minha buceta melada e depois no meu cu, me fazendo gozar de um jeito que Carlos nunca conseguiu. Preciso comprar um vibrador urgente, pensei, imaginando como seria ter algo pulsante, grosso, me levando ao limite. Sem nem perceber, minha mão deslizou por baixo do vestido, os dedos encontrando minha buceta encharcada. Comecei a me tocar devagar, esfregando o clitóris com movimentos circulares, enquanto imaginava Paulo me pegando com força, seu pau preto e imenso me abrindo inteira, as veias pulsando enquanto ele me fodia sem piedade. E então Julio, tímido mas safado, enfiando a rola na minha boca. Eu chupava com vontade, a língua dançando na cabeça, deixando-a bem melada, até ele decidir socá-la no meu cu, me preenchendo por trás enquanto Paulo me destruía na frente. Gemia baixinho, os quadris se movendo contra minha mão, o vestido subindo até a cintura, expondo tudo.

O orgasmo estava quase chegando, meu corpo tremendo, mas parei de repente. Algo dentro de mim dizia que não era a hora, que eu precisava guardar aquele prazer para algo maior. Respirei fundo, tentando me controlar, e voltei para a sala, o vestido ainda colado na minha pele quente.

“Carlos, o que você quer almoçar?” perguntei, tentando soar casual, mas minha voz saiu trêmula.

Ele me olhou, os olhos semicerrados, a voz arrastada. “Não se preocupa, amor. Vamos fazer um churrasco na casa do Julio depois do jogo. Fica logo ali.”

Julio sorriu para mim, os olhos brilhando com algo que me fez estremecer. “Você tá convidada também, Cláudia. Vai ser legal.”

Minha mente entrou em um turbilhão, minha buceta piscando só de pensar em estar na casa dele, tão perto do perigo. “Ok, eu vou adorar ir com vocês,” respondi, lambendo os lábios sem nem perceber. Antes de irmos, corri ao quarto e coloquei uma calcinha fio dental preta, leve e sexy, por baixo do vestido — algo que mal cobria, mas que me fazia sentir poderosa, pronta para deixar Paulo e Julio loucos se a chance aparecesse.

Na casa de Julio, o churrasco começou animado. Paulo cuidava da carne na churrasqueira, o cheiro de carvão e gordura enchendo o ar, enquanto Julio trazia cervejas, empurrando uma atrás da outra para Carlos. Meu marido, como eu previa, bebia sem parar, rindo alto e falando besteiras. Eu mexia no celular, sentada em uma cadeira de plástico, trocando olhares com Julio. Ele me observava como um predador, e eu sentia que era a presa, pronta para ser devorada. Depois de várias cervejas, Carlos apagou, caindo no chão da área de churrasco como um saco de batatas, a lata escorregando da mão. Corri para ajudá-lo, irritada, o vestido subindo enquanto eu me abaixava. “Carlos, você bebeu demais! Isso é vergonhoso, caralho!”

Ele resmungou, bêbado, os olhos quase fechados. “Você é uma chata, Cláudia. Me deixa em paz.”

Julio apareceu, a voz calma mas firme. “Calma, gente. Tá tudo bem, estamos entre amigos.” Ele pegou Carlos pelos braços e o levou para um quarto de hóspedes, enquanto Paulo, com um suspiro, disse que ia embora. “Tá tarde, vou pra casa,” ele anunciou, me lançando um olhar que prometia mais do que eu podia ter. Pensei: Que merda. Achei que ia foder com dois e acabei com um bêbado.

Julio voltou, e eu, sem graça, murmurei um pedido de desculpas, o rosto quente. “Desculpa por isso, Julio. Carlos tá fazendo vergonha.”

Ele sentou ao meu lado, tão perto que eu sentia o calor do corpo dele, e colocou a mão na minha coxa nua. “Cláudia, fica tranquila. Tá tudo bem. Estamos entre amigos.” Ele apertou minha coxa com força, os dedos grossos afundando na minha pele por longos segundos, e aquele toque reacendeu o fogo que eu tentava apagar. Minha buceta pulsou, e eu mordi o lábio para não gemer ali mesmo.

“Vamos pra sala?” ele sugeriu, me oferecendo uma cerveja com um sorriso sacana. Aceitei, o líquido gelado descendo pela garganta enquanto nos sentávamos no sofá da sala dele. Conversamos bobagens por um minuto, mas então ele colocou a mão na minha coxa de novo, subindo devagar, os dedos roçando a borda da calcinha quente e úmida. Eu não resisti, inclinei-me para ele, mordendo os lábios enquanto soltava um gemido baixo, quase um ronronar. Ele me pegou no colo com uma força que eu não esperava, me jogando no sofá, e caiu por cima de mim, suas mãos agarrando minha nuca e minha bunda enquanto me beijava com fúria. Sua língua invadiu minha boca, quente e faminta, e eu gemi alto contra ele, as pernas se abrindo instintivamente. Um tapa forte na minha bunda ecoou pela sala, o som cortando o ar, e eu despertei do transe, o coração disparado. “Caralho, meu marido! Eu sou casada, ele vai acordar!”

Julio me olhou nos olhos, os óculos tortos e o rosto vermelho de tesão, e me deu um tapa no rosto, firme o suficiente para me fazer arder. “Calma, putinha. Aquele corno manso não acorda nem com um avião caindo.” Ele me pegou no colo de novo, me jogando no sofá com mais força, e caiu por cima de mim, o peso do corpo dele me prendendo. Eu ainda processava o tapa, surpresa com o lado dominador daquele gordinho tímido, mas meu corpo se rendeu. Ele me beijava com violência, mordendo meus lábios até eu sentir o gosto metálico do sangue, uma mão amassando meu peito com força, os dedos apertando meu mamilo por cima do vestido, a outra descendo até minha buceta encharcada, deslizando por baixo da calcinha e roçando meu clitóris com uma pressão que me fez arquear as costas.

Fui com a mão até a cueca dele, ansiosa, e o que senti me chocou. Era grande, quente, pulsando contra o tecido, muito mais do que eu esperava de alguém como ele. Me molhei ainda mais, a calcinha encharcada escorrendo pelas coxas, mas ele parou de repente, me provocando com um sorriso sacana. “Quer meu pau, é, puta? Então canta, cachorra.” Ele me pegou pelo cabelo, os dedos se enroscando nos fios, me levantou do sofá e me deu outro tapa no rosto, mais forte, o som ecoando enquanto minha bochecha queimava. “Quer meu pau, putinha?”

Levei outro tapa, e por algum motivo, adorei. A mulher recatada que eu sempre fui desmoronou ali, revelando a vadia que eu escondia. “Quero,” gemi, a voz rouca de desejo, e ele mandou eu ajoelhar. Como uma puta obediente, caí de joelhos na frente dele, o chão frio contra minha pele quente. Tirei o short dele com mãos trêmulas, e o pau que saltou me deixou sem ar. Era lindo — uns 18 centímetros, grosso como meu pulso, com veias salientes que pulsavam sob a pele macia, a cabeça rosada brilhando de tão inchada, uma gota de pré-gozo escorrendo da ponta. O cheiro masculino, forte e inebriante, me envolveu, e eu salivei, a boca faminta por ele. Antes que eu pudesse saboreá-lo, ele me puxou pelo cabelo com força, enfiando tudo na minha boca de uma vez.

Engasguei na hora, a garganta apertando enquanto ele forçava até o fundo, meus olhos lacrimejando, a baba escorrendo pelo queixo. Mas eu não parei. Chupei com vontade, a língua dançando na cabeça, lambendo as veias, sentindo ele pulsar contra meu palato enquanto ele me xingava, a voz grave me dominando. “Vai, putinha, mama a rola do teu macho! Chupa essa pica enquanto teu corno tá bêbado, sua vadia!” Ele tirava o pau da minha boca e batia no meu rosto com ele, a cabeça molhada deixando rastros de baba na minha pele, me descabelando enquanto eu gemia como uma cadela no cio. O chão estava encharcado da minha saliva, pingando entre minhas pernas, e eu continuava, perdida no transe, a buceta latejando, o cu piscando de tesão, até que ouvi um barulho que cortou o ar como uma faca.

Era o som de uma porta se abrindo, mas não vinha do quarto de hóspedes onde Carlos dormia. Vinha da entrada da casa, e uma sombra se moveu no corredor, acompanhada de passos firmes e uma risada baixa que eu conhecia bem demais.

Meu coração gelou, mas meu corpo ainda queimava, preso entre o medo e o desejo.

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Comentários

Foto de perfil de Morfeus Negro

Delicia de 3° capítulo, Cláudia cafa vez mais entregue a sua devassidão, ousando, arriscando sua posição de mulher casada, e sua imagem na sociedade. Vamos ver até onde vai seu fetiche de viver aventuras nesse extremo de luxúria.

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