A Namorada do Meu Sobrinho, A Tentação - Parte 6

Um conto erótico de pedrocamargo
Categoria: Heterossexual
Contém 5387 palavras
Data: 02/04/2025 09:35:22

Era segunda-feira, 9h da manhã, e o sol de Florianópolis entrava pelas janelas da agência no décimo andar, iluminando as mesas cheias de laptops e o burburinho da equipe começando a semana. Eu tava na minha sala de vidro, a camisa polo cinza marcando os ombros largos, a mesa de madeira escura coberta de relatórios da campanha da MarcaViva — números que gritavam sucesso, mas que eu mal conseguia focar. Aos 42 anos, careca, malhado e no comando do meu próprio negócio, eu sempre tive o controle, mas agora tava perdido num mar de culpa, tesão e silêncio que Talita tinha deixado pra trás.

A viagem pra São Paulo tinha sido dois dias atrás, mas parecia uma vida inteira — os gemidos dela na minha casa, o biquíni vermelho na piscina, o jeito que me dominou na cama do hotel, tudo gravado na minha pele com os arranhões que ainda ardiam sob a camisa. Eu tinha chegado em casa no sábado, jogado a mala no quarto e passado o domingo tentando me convencer que podia voltar à normalidade. Mas a calcinha preta rasgada, guardada no bolso da calça jeans como um segredo sujo, dizia o contrário.

A porta da minha sala tava aberta, as persianas levantadas, e eu vi ela chegar pelo canto do olho. Talita entrou na agência com o mesmo passo leve de sempre, o cabelo solto caindo nos ombros, os óculos grandes escorregando no nariz. Tava com uma calça jeans justa que abraçava as coxas morenas, uma blusinha branca soltinha que balançava nos seios firmes, e um tênis branco que dava um ar descontraído — mas eu sabia o que tinha por baixo daquele jeito casual. Ela acenou pra Camila na entrada, riu de algo que a gerente disse, e foi pra mesa dela, jogando a mochila na cadeira com um movimento que fez a blusa subir, mostrando um pedaço da barriga lisa e a tatuagem de estrela no quadril que eu conhecia tão bem.

Meu estômago deu um nó, e eu forcei os olhos pro monitor, abrindo um e-mail da Camila com o relatório final da campanha. "Engajamento subiu 300% em 48 horas, #VivaSeuEstilo tá nos trends ainda, cliente quer renovar por mais três meses", dizia a mensagem. Talita tinha arrasado, e eu sabia que parte do sucesso era dela — a ideia, a ousadia, o brilho que ela levou pra reunião. Mas agora, vendo ela ali, a poucos metros da minha sala, o sucesso parecia pequeno perto do que rolou entre a gente.

Ela levantou da cadeira, pegou um copo d’água na copa e passou pela minha sala no caminho de volta, os olhos castanhos me encontrando por um segundo através do vidro. "Bom dia, tio açúcar", disse ela, a voz doce ecoando no corredor, o sorriso sapeca aparecendo por um instante antes de voltar pra mesa. O apelido me acertou como um soco, trazendo de volta o vinho no hotel, o "me fode" na piscina, e eu respondi com um "bom dia, Talita" rouco, girando a cadeira pra disfarçar o calor que subiu pelo pescoço.

A manhã seguiu num ritmo estranho — eu tentando me afundar no trabalho, revisando contratos e marcando reuniões, enquanto meus olhos voltavam pra ela sem permissão. Talita tava concentrada, digitando no laptop, as pernas cruzadas sob a mesa, o pé balançando de leve no tênis. A saia lápis e o biquíni vermelho tinham ficado em São Paulo, mas o jeans justo marcava as coxas do mesmo jeito, e eu me peguei lembrando delas se enroscando nas minhas na água, o corpo pequeno me dominando na espreguiçadeira. "Foco, seu idiota", murmurei pra mim mesmo, esfregando o rosto com as mãos.

Por volta das 11h, Camila bateu na minha porta, entrando com uma pilha de papéis. "Boss, a MarcaViva quer uma apresentação dos resultados amanhã. Você e a Talita podem preparar? Ela foi o cérebro da coisa toda, seria bom ter ela na frente." Eu assenti, o coração acelerando com a ideia de trabalhar perto dela de novo. "Claro, chamo ela pra alinhar agora." Camila saiu, e eu levantei, ajeitando a camisa antes de ir até a mesa dela.

"Talita, vem na minha sala um segundo", chamei, alto o suficiente pra ela ouvir. Ela virou o rosto, os óculos refletindo a luz da janela, e veio na minha direção, o jeans esticando nos quadris enquanto caminhava. "Oi, tio, o que foi?" perguntou, parando na frente da minha mesa, a mochila ainda na cadeira dela, o sorriso sapeca brincando nos lábios. "A MarcaViva quer uma apresentação amanhã. Vamos preparar juntos, você foi a estrela da campanha", falei, apontando pra cadeira à minha frente.

Ela sentou, cruzando as pernas devagar, a blusa subindo um pouco e mostrando a cintura fina. "Beleza, tio açúcar. Vamos arrasar de novo, né?" disse ela, o tom leve, mas os olhos me encarando por cima das lentes com um brilho que não era só profissional. Peguei o relatório na mesa, começando a explicar os pontos principais, mas ela se inclinou pra frente, a blusa abrindo um pouco no decote, o sutiã bege aparecendo nas bordas, e o pé dela roçou na minha canela sob a mesa — sutil, quase acidental, mas o suficiente pra me fazer parar no meio da frase.

"Talita", murmurei, a voz baixa, e ela riu baixo, ajustando os óculos com o mindinho. "Desculpa, tio, foi sem querer", disse ela, mas o sorriso dizia o contrário. "Vamos focar nisso, hein? É trabalho", retruquei, tentando me segurar, mas o calor do toque dela ainda tava na minha pele. Ela assentiu, pegando o relatório da minha mão, os dedos roçando nos meus por um segundo que pareceu eterno. "Claro, tio. Trabalho primeiro, o resto a gente vê depois", sussurrou ela, baixo o suficiente pra ninguém mais ouvir, antes de voltar pros números como se nada tivesse acontecido.

Passamos a próxima hora alinhando a apresentação — ela sugerindo slides, eu ajustando os dados —, mas o ar na sala de vidro tava pesado, o silêncio entre as palavras cheio do que não dizíamos. O Lucas não tava aqui, mas eu sabia que ele ia aparecer na agência em algum momento, e a culpa batia mais forte a cada olhar que Talita me lançava. Quando terminamos, ela se levantou, o jeans marcando a bunda enquanto ajeitava a mochila no ombro. "Tá pronto, tio açúcar. Te vejo amanhã pra apresentar?" perguntou, a voz doce cortando o silêncio.

"Te vejo amanhã", respondi, recostando na cadeira, os braços cruzados no peito enquanto ela saía, o quadril balançando no corredor. Fechei as persianas pela primeira vez em dias, precisando de um respiro, mas a imagem dela — a festa, o hotel, a piscina — não saía da minha cabeça. A volta à agência era um campo minado, e eu sabia que o "resto" que ela mencionou ia me puxar de novo, quer eu quisesse ou não.

Era terça-feira, 10h da manhã, e a sala de reuniões da agência em Florianópolis tava cheia — a equipe da MarcaViva na tela do Zoom, projetada na parede, e eu e Talita de pé na frente da mesa, prontos pra apresentar os resultados da campanha. Eu tava com uma camisa social cinza-escura, as mangas dobradas nos braços malhados, o porte firme de quem comandava o lugar. Talita tava do meu lado, um furacão contido — saia lápis preta abraçando os quadris, blusa branca com o decote sutil mostrando o sutiã bege, o cabelo solto caindo nos ombros, os óculos grandes escorregando no nariz. O salto baixo clicava no chão enquanto ela ajustava o notebook, o sorriso sapeca escondido atrás de uma postura profissional que eu sabia que era fachada.

"Começando", falei, a voz firme ecoando na sala, e cliquei no primeiro slide — gráficos subindo em curva, números que gritavam sucesso. "A campanha #VivaSeuEstilo, liderada pela Talita, triplicou o engajamento em 48 horas. A hashtag tá nos trends há quatro dias, e as vendas subiram 25% só no fim de semana." Os olhos do gerente da MarcaViva, na tela, se arregalaram, e eu passei a palavra pra ela com um aceno. "Talita, mostra o que você fez."

Ela deu um passo à frente, o quadril balançando na saia preta, e tomou a sala como fez em São Paulo. "A ideia foi simples, mas certeira", começou, a voz doce ganhando peso enquanto apontava pros slides. "Desafio de estilo com reels no Instagram, trilha viral, collabs com influencers como @juferreira, e impulsionamento pesado nas primeiras horas. O resultado foi orgânico depois disso — o público abraçou a hashtag, e os acessórios viraram desejo imediato." Ela clicou num vídeo, um montagem dos melhores looks postados, e os diretores na tela assentiram, impressionados.

O gerente cortou o silêncio. "Vocês entregaram mais que o prometido. Queremos renovar por três meses e dobrar o orçamento. Quem é a mente por trás disso?" Talita sorriu, ajustando os óculos com o mindinho, e eu respondi: "Ela. Talita é nossa estagiária, mas já tá provando que é mais que isso." Os elogios vieram em cascata — "genial", "fresca", "exatamente o que precisávamos" —, e a reunião terminou com um contrato assinado virtualmente, a equipe da agência aplaudindo enquanto a tela do Zoom apagava.

"Arrasamos de novo, tio açúcar", disse ela, baixo o suficiente pra só eu ouvir, enquanto guardava o notebook, o pé roçando na minha canela sob a mesa como um eco da provocação de ontem. Eu assenti, o calor subindo pelo pescoço. "Você arrasou, Talita. Parabéns." Ela riu, o sorriso sapeca voltando inteiro, e saiu da sala comigo, o quadril balançando na saia preta enquanto a equipe voltava pro ritmo normal.

A tarde passou num borrão de e-mails e parabéns, mas por volta das 17h, Talita bateu na minha sala de vidro, a mochila no ombro. "Tio, o Lucas me ligou, disse que tá me esperando em casa. Pode me dar uma carona? Meu ônibus demora", perguntou ela, a voz doce cortando o silêncio, os olhos castanhos me encarando por cima das lentes. Meu estômago deu um nó — Lucas, o sobrinho que eu tinha traído em São Paulo, o namorado dela que eu tentava esquecer. Mas o jeito que ela mordeu o canto do lábio me puxou de novo. "Claro, vamos", respondi, pegando as chaves do carro na gaveta, a culpa brigando com o tesão enquanto saíamos juntos.

No estacionamento, abri a porta do meu SUV preto pra ela, e Talita entrou, a saia subindo nas coxas morenas enquanto se sentava no banco do passageiro. Eu dei a volta, entrei no volante, e o motor ronronou enquanto saíamos da agência, o trânsito de Florianópolis começando a engrossar no fim do dia. "Obrigada, tio açúcar", disse ela, reclinando o banco de leve, as pernas cruzadas subindo a saia mais um pouco, o cheiro de baunilha enchendo o carro. "Você merece, depois de hoje", retruquei, os olhos na estrada, mas o canto do olho preso nela.

A casa do Lucas ficava a uns 20 minutos, num bairro residencial tranquilo, mas a tensão no carro crescia a cada quilômetro. Ela descruzou as pernas, a saia subindo até quase mostrar a calcinha, e a mão dela foi pro meu joelho, os dedos traçando círculos lentos que me fizeram apertar o volante. "Talita, porra, eu tô dirigindo", murmurei, a voz rouca, mas ela riu baixo, inclinando o corpo pra mim, a blusa abrindo no decote. "Relaxa, tio, ninguém vê aqui", sussurrou ela, a mão subindo pela minha coxa, os dedos roçando a calça enquanto o semáforo ficava vermelho à frente.

Eu parei o carro, o coração na garganta, e ela não perdeu tempo — abriu o cinto, subiu no meu colo num movimento rápido, as coxas morenas me prendendo enquanto rasgava a saia pra cima, revelando uma calcinha preta minúscula, igual à do hotel. "Me fode rápido, tio açúcar, antes de chegar no Lucas", mandou ela, a voz grossa de tesão, os lábios vermelhos colando nos meus num beijo quente, os dentes mordendo meu lábio enquanto abria minha calça com uma mão, o pau duro pulando pra fora.

O carro tava num cruzamento deserto, o vidro escuro escondendo a gente do mundo, mas o risco me acertava em cheio. "Caralho, Talita", gemi, as mãos agarrando a bunda dela por cima da calcinha, e ela riu no meu ouvido, arrancando a blusa branca num puxão, os seios firmes livres enquanto me cavalgava ali mesmo, o banco do motorista rangendo com o peso. "Vai, tio, rápido e forte", gritou ela, os gemidos saindo altos, roucos, o ritmo insano enquanto o carro balançava de leve, o trânsito ao redor alheio ao que rolava dentro.

Ela tomou o controle de novo — as unhas cravando no meu pescoço, as coxas apertando minha cintura, o calor dela me engolindo enquanto eu grunhia, o tesão explodindo no peito. "Porra, me faz gozar", mandou ela, o corpo pequeno se contorcendo no meu colo, e eu obedeci, empurrando forte enquanto ela gritava, o orgasmo tremendo nas coxas dela antes de eu gozar logo depois, o mundo apagando por um segundo enquanto ela caía em cima de mim, ofegante, o suor escorrendo dos dois.

O semáforo ficou verde, um carro buzinou atrás, e ela riu, ainda no meu colo, ajeitando a saia e a blusa com uma pressa desleixada. "Bora, tio, o Lucas tá esperando", disse ela, voltando pro banco do passageiro, o cabelo bagunçado, os óculos tortos, a calcinha preta molhada marcando a saia. Eu subi a calça, o coração disparado, e acelerei, o silêncio no carro pesado de culpa e adrenalina enquanto dirigia pros últimos minutos até a casa dele.

Chegamos na rua do Lucas, uma casa simples com varanda, e ela abriu a porta, o sorriso sapeca voltando enquanto pegava a mochila. "Valeu a carona, tio açúcar. Te vejo amanhã na agência?" perguntou ela, o tom leve, mas os olhos carregados de tudo que tínhamos feito. "Te vejo amanhã", respondi, a voz rouca, e ela saiu, o quadril balançando enquanto subia os degraus, o Lucas abrindo a porta pra ela com um sorriso que me cortou o peito.

Voltei pra casa, o carro cheirando a ela, o corpo exausto e a mente girando. A apresentação tinha sido um sucesso, mas a carona — a foda insusitada no caminho — era um segredo que eu sabia que ia me afundar mais. Talita era minha perdição, e a agência, o Lucas, a vida inteira tavam virando um jogo que eu não sabia mais jogar.

Era quarta-feira, por volta das 11h, e a agência em Florianópolis seguia o ritmo de sempre — teclados clicando, o cheiro de café fresco vindo da copa, a luz do sol invadindo pelas janelas. Eu tava na minha sala de vidro, as persianas abertas, a camisa polo preta confortável enquanto revisava um novo briefing no monitor. O sucesso da campanha da MarcaViva ainda ecoava nos números, mas minha cabeça tava em outro lugar — a carona de ontem, Talita no meu colo no carro, os gemidos dela me mandando ir mais rápido, tudo pulsando na memória como um filme que eu não conseguia pausar.

Talita tava na mesa dela, a poucos metros, digitando no laptop com os óculos grandes escorregando no nariz. Vestia uma saia jeans curta que subia nas coxas morenas quando sentava, uma blusinha preta soltinha que balançava com qualquer movimento, e o cabelo solto caía em ondas bagunçadas nos ombros. Ela ria de algo no celular, o pé balançando no tênis branco, e de vez em quando me lançava um olhar rápido — sutil, quase imperceptível, mas o suficiente pra me fazer sentir o calor de novo. O "tio açúcar" sussurrado no carro ontem voltava como um eco impossível de ignorar.

Então ouvi a voz dele. "Oi, galera!" ecoou da entrada, e vi Lucas passar pela recepção, o passo descontraído, a mochila jogada no ombro. Meu sobrinho, cabelo bagunçado, camiseta larga, entrou na agência com um sorriso que me apertou o peito. "Tio!" chamou, acenando pra mim através do vidro enquanto ia direto pra mesa da Talita, sem desconfiar de nada. Levantei da cadeira, forcei um sorriso e saí da sala, tentando manter a calma enquanto o coração batia mais rápido.

"E aí, Lucas, tudo bem?" perguntei, parando a uns metros, as mãos nos bolsos. Ele virou pra mim, o sorriso aberto, e assentiu. "Tudo ótimo, tio! Vim pegar a Tali pra almoçar. Ela me contou que arrasou na campanha, você deve tá orgulhoso, né?" A voz dele era leve, cheia de orgulho, e eu assenti, a culpa me sufocando por dentro. "Muito orgulhoso. Ela foi a estrela da parada", respondi, mantendo o tom firme, mas meus olhos escaparam pro rosto dela por um instante.

Talita levantou da cadeira, a saia subindo mais nas coxas enquanto pegava a mochila. "Oi, amor!" disse ela, pulando nos braços dele com um gritinho que parecia genuíno, o corpo pequeno se encaixando no dele enquanto dava um beijo rápido nos lábios. O sorriso sapeca que ela guardava pra mim tava escondido agora, trocado por uma versão doce que o Lucas engolia sem questionar. "Tio açúcar me ajudou muito, né, tio?" acrescentou ela, virando pra mim, os olhos castanhos brilhando com um peso que ele não viu.

"É, a gente trabalhou bem juntos", retruquei, cruzando os braços, o calor subindo pelo pescoço enquanto segurava a fachada. Lucas riu, passando o braço pela cintura dela, completamente alheio. "Vocês dois são um time e tanto. Tio, você tem que vir no churrasco lá em casa sábado, vai ser massa! A Tali disse que quer dançar de novo, como na festa." Ele piscou pra ela, e ela riu, mordendo o canto do lábio de leve — um gesto que pra ele era só charme, mas pra mim era uma facada.

"Churrasco, hein? Vou ver se consigo", falei, a memória dela rebolando na festa voltando misturada com o que rolou no carro. "Claro que dá, tio! Você é da família", insistiu ele, o sorriso me matando devagar. Talita se inclinou pra pegar o celular na mesa, a saia subindo mais, e me deu um olhar rápido — as coxas me prendendo no banco, o "me fode rápido" ainda fresco na mente, e agora ela tava ali, nos braços dele, como se nada.

"Tá na hora do almoço, amor", disse ela, puxando o Lucas pela mão, o quadril balançando enquanto o guiava pra saída. "Tchau, tio açúcar, até mais tarde!" gritou ela, a voz doce ecoando no corredor, o apelido saindo com uma leveza que me acertou em cheio. Lucas acenou pra mim, "Valeu, tio, cuida dela aqui na agência!", e os dois sumiram pela porta, ele rindo de algo que ela disse, ela virando o rosto pra mim uma última vez, o sorriso sapeca piscando antes de desaparecer.

Fiquei parado no meio da agência, o barulho da equipe voltando ao normal enquanto eu tentava respirar. Voltei pra sala de vidro, fechei as persianas e me joguei na cadeira, as mãos esfregando o rosto. Lucas não desconfiava de nada — o jeito que abraçava ela, o orgulho na voz, tudo era puro, enquanto eu carregava o segredo de São Paulo, da piscina, do carro. Talita jogava comigo sob os olhos dele, e eu não sabia quanto tempo ia aguentar antes de tudo desmoronar.

A tarde passou devagar, os relatórios na minha frente virando um borrão enquanto eu tentava me concentrar. Mas cada vez que olhava pra mesa vazia dela, via as coxas morenas, ouvia o gemido rouco, e o sorriso do Lucas me cortava mais fundo. O churrasco sábado tava vindo, e eu sabia que, se fosse, ela ia me puxar de novo — dançando, provocando, tudo enquanto ele assistia sem ver.

Era sábado, o céu de Florianópolis já tingido de laranja quando cheguei na casa do Lucas, por volta das 18h. O quintal pequeno tava lotado — umas 40 pessoas espalhadas entre cadeiras de plástico, a churrasqueira soltando fumaça, latas de cerveja gelada passando de mão em mão enquanto um sertanejo animado saía dos alto-falantes. Eu vestia uma camisa polo cinza escura e uma calça jeans, tentando me misturar na multidão, mas sabia que a noite ia ser um campo minado. Lucas me viu na entrada, a camiseta suada de ficar no fogo, uma cerveja na mão, e veio com um sorriso aberto. "Tio, chegou! Pega uma gelada ali no isopor, a festa tá só começando!" disse ele, me dando um tapa no ombro antes de voltar pra churrasqueira, o jeito descontraído dele me cortando por dentro.

Peguei uma lata, o metal frio na palma da mão, e me encostei num canto, trocando papo com uns conhecidos da agência que tavam por ali. Mas meus olhos já tavam procurando ela, como sempre. Talita apareceu perto da mesa de petiscos, rindo alto com umas amigas, o copo de caipirinha balançando na mão. A saia minúscula — jeans desfiado, tão curta que mal cobria as coxas morenas — subia a cada gesto, a blusinha cropped preta deixando a barriga lisa e a tatuagem de estrela à mostra, os chinelos dando um ar casual que contrastava com o fogo nos olhos dela. Os óculos grandes tavam no rosto, o batom rosa claro brilhando, e quando me viu, levantou o copo num brinde silencioso, o sorriso sapeca me acertando como um tiro.

A festa foi se arrastando, lenta e torturante. O sol caiu, as luzes do quintal acenderam, e o calor deu lugar a uma brisa úmida que não aliviava nada. Lucas ficava na churrasqueira, virando cerveja atrás de cerveja, a voz ficando mais alta e embolada enquanto ria com os amigos. Talita circulava como um predador — conversava com as amigas, enchia o copo na cozinha, dançava sozinha perto da churrasqueira quando um funk começou a tocar. A saia subia a cada rebolado, as coxas morenas brilhando sob as luzes, e eu percebi aos poucos, com uma certeza que me deixou tonto: ela não tava de calcinha. Não tinha contorno, não tinha marca, só a pele nua aparecendo em flashes que ela fazia questão de me mostrar, me olhando de longe enquanto mexia os quadris.

Por volta das 21h, o clima tava pesado — o álcool correndo solto, a galera gritando junto com a música, Lucas tropeçando nas palavras enquanto virava mais uma lata. Eu tava no canto, a cerveja quente na mão, tentando não encarar ela, mas era impossível. "Tio açúcar, vem dançar comigo!" gritou ela, a voz doce cortando o barulho, os braços abertos enquanto girava devagar, a saia subindo tanto que quase mostrou tudo. A galera riu, achando graça, e eu levantei a lata, forçando um sorriso. "Deixa o Lucas dançar, Tali, eu sou ruim nisso", respondi, o coração batendo na garganta enquanto ela me encarava, os olhos castanhos brilhando por cima das lentes.

Lucas cambaleou até ela, rindo alto, e tentou acompanhar o ritmo, os braços desajeitados na cintura dela enquanto ela rebolava contra ele. "Minha mina é foda, tio!" gritou ele, a voz enrolada, e eu assenti, a culpa me sufocando enquanto via os dois. Mas ele não durou — dois minutos depois, tava largado numa cadeira, a cabeça caindo pro lado, a cerveja escorregando da mão enquanto roncava alto, apagado pelo álcool. Talita riu, balançando o cabelo, e voltou pra dança sozinha, me olhando de novo, o copo vazio na mão enquanto a saia subia mais, um convite que eu sabia que não ia resistir.

A noite foi morrendo devagar. Por volta da meia-noite, a galera começou a ir embora, o quintal esvaziando enquanto o som baixava e o fogo da churrasqueira virava brasas. Eu ajudei a apagar tudo, joguei umas latas no lixo, e entrei na casa, o silêncio me envolvendo enquanto Lucas roncava no quarto dele, a porta entreaberta. O sofá da sala — velho, de tecido marrom — era meu plano pra dormir, já que tava tarde pra voltar. Tirei a camisa polo, ficando só com a regata cinza, e me joguei ali, o corpo suado de calor enquanto tentava fechar os olhos.

Talita apareceu minutos depois, o copo vazio balançando na mão, a blusinha cropped fora agora, só um top preto fino cobrindo os seios, a saia minúscula ainda no lugar. "Tio, o Lucas capotou de vez", disse ela, a voz rouca de caipirinha, parando na minha frente enquanto a luz fraca da sala jogava sombras nas coxas dela. "Você vai dormir no sofá, né?" Eu assenti, o peso da noite me puxando pra baixo. "É, ele tá fora de combate. Pega um cobertor pra mim?" perguntei, tentando manter o tom neutro, mas ela sorriu, mordendo o canto do lábio enquanto se aproximava.

Ela jogou o copo na mesinha e subiu no sofá devagar, as coxas morenas se abrindo enquanto sentava no meu colo, a saia subindo inteira e mostrando o que eu já sabia — nada por baixo, só a pele quente e nua contra a minha calça. "Tio açúcar, ele não dá conta de mim hoje", sussurrou ela, o hálito doce me acertando enquanto agarrava meu cabelo, puxando minha cabeça pra trás com uma força que me fez gemer baixo. "Talita, caralho, ele tá ali", murmurei, as mãos indo pra cintura dela por instinto, o coração disparado com o risco a poucos metros.

Ela riu baixo, a boca colando na minha num beijo lento, os dentes mordendo meu lábio enquanto rebolava devagar, o calor dela me queimando através do jeans. "Ele tá apagado, tio, e eu tô louca por você", sussurrou ela, as unhas cravando no meu pescoço enquanto abria minha calça com uma mão, os dedos pequenos me libertando num movimento que me fez grunhir. "Me fode quietinho aqui no sofá", mandou ela, a voz tremendo de tesão, montando em mim com uma lentidão torturante, o corpo pequeno se movendo enquanto eu apertava a bunda dela pra abafar qualquer som.

O risco era insano — Lucas roncando no quarto, a porta entreaberta, o silêncio da casa amplificando cada suspiro dela. "Vai, tio, cuida de mim", sussurrou ela, os gemidos abafados contra meu pescoço, o sofá rangendo de leve enquanto ela girava os quadris, me levando ao limite com uma precisão que eu já conhecia. Eu tentava me segurar, as mãos apertando mais forte, o ronco dele ecoando como um aviso que eu ignorava. "Porra, me faz gozar", pediu ela, os olhos fechados, o ritmo acelerando até o corpo dela tremer no meu colo, o orgasmo silencioso arqueando as costas dela enquanto mordia meu ombro pra não gritar.

Eu gozei logo depois, o mundo girando, o tesão explodindo enquanto ela caía em cima de mim, ofegante, o suor escorrendo dos dois. Ela riu baixo, ainda no meu colo, a saia amassada na cintura enquanto ajeitava os óculos tortos. "Você cuida bem de mim, tio açúcar", sussurrou ela, beijando meu pescoço antes de se levantar devagar, o corpo quente se afastando enquanto pegava o top no chão. "Melhor eu ir pro quarto com o Lucas, né? Ele não pode desconfiar", disse ela, o sorriso sapeca voltando enquanto ajeitava a saia, o quadril balançando quando foi pro quarto dele.

Eu fiquei no sofá, a calça aberta, o peito subindo e descendo, o ronco do Lucas voltando ao normal enquanto ela entrava no quarto e fechava a porta. Peguei o cobertor no chão, me cobri e deitei, o corpo exausto, a mente girando com a culpa e o desejo que não me largavam. Talita tinha me torturado a noite inteira — a saia minúscula, a dança, o sofá —, e agora tava com ele, fingindo que nada aconteceu, enquanto eu tentava dormir com o gosto dela ainda na boca.

O sol mal tinha começado a entrar pelas cortinas da sala do Lucas, uma luz fraca e cinzenta que mal aquecia o ar úmido de Florianópolis. Eu tava largado no sofá, o cobertor jogado de lado, a regata cinza suada colada no peito, a calça jeans ainda meio aberta da noite passada. O sono tinha vindo em pedaços, entrecortado pelo ronco do Lucas no quarto e pela memória de Talita no meu colo, a saia minúscula subindo, o calor dela me queimando enquanto ele dormia a poucos metros. Meu corpo pesava, exausto, mas a cabeça não desligava — cada rebolado dela na festa, cada gemido abafado no sofá, tudo voltava como um looping que eu não conseguia parar.

O relógio na parede marcava 6h30 quando ouvi o som — passos leves no chão de taco, quase silenciosos, vindo do corredor. Levantei a cabeça, o coração já acelerando, e ela apareceu na porta da sala, o cabelo solto bagunçado de sono, os óculos grandes tortos no rosto. Talita vestia só o top preto fino da noite passada, os seios firmes marcando o tecido, e a saia minúscula jeans, ainda sem calcinha, subindo nas coxas morenas enquanto se movia. O batom rosa claro tava apagado, mas o sorriso sapeca brilhava nos lábios, os olhos castanhos me encarando com uma mistura de sono e malícia.

"Bom dia, tio açúcar", sussurrou ela, a voz rouca cortando o silêncio da casa, o ronco do Lucas ainda ecoando pelo corredor enquanto ela se aproximava devagar, os chinelos arrastando no chão. Eu me sentei no sofá, o cobertor caindo no chão, e murmurei, "Talita, ele tá ali, porra", a voz grossa de sono e tensão, mas ela riu baixo, parando na minha frente, as coxas a centímetros do meu rosto enquanto se inclinava pra perto.

"Ele tá apagado, tio, nem acorda antes das 10h com essa ressaca", disse ela, o hálito morno de caipirinha velha me acertando enquanto jogava o cabelo pra trás, os dedos pequenos traçando o contorno do meu pescoço. "Quero te dar um bom dia antes de você ir pra casa." O tom dela era doce, mas carregado, e antes que eu pudesse responder, ela se ajoelhou entre minhas pernas, as mãos indo direto pra minha calça, abrindo o zíper com uma lentidão torturante que me fez prender o fôlego.

"Talita, caralho", gemi baixo, as mãos apertando o tecido do sofá enquanto ela me libertava, o pau já duro só com o olhar dela, os óculos escorregando no nariz enquanto se inclinava mais. "Shh, tio, fica quietinho", sussurrou ela, a boca roçando na pele antes de me engolir devagar, os lábios quentes e macios deslizando com uma precisão que me fez jogar a cabeça pra trás, os olhos fechados enquanto o ronco do Lucas continuava no fundo, um lembrete cruel do risco.

Ela era magistral — a língua traçando círculos lentos, torturantes, as mãos pequenas segurando firme enquanto chupava com uma calma que contrastava com o fogo nos olhos dela. "Porra, você é boa nisso", murmurei, a voz tremendo, uma mão indo pro cabelo dela, os dedos enroscando nas mechas bagunçadas enquanto ela ria baixo, o som abafado contra mim me levando ao limite. Ela acelerou aos poucos, a boca descendo mais fundo, os gemidos dela vibrando na garganta enquanto me olhava por cima das lentes, os óculos embaçando com o calor.

O sofá rangia de leve, o tecido velho gemendo sob meu peso enquanto eu tentava não fazer barulho, o coração disparado com o som do Lucas roncando a poucos metros. "Vai, tio açúcar, goza pra mim", sussurrou ela, tirando a boca por um segundo, a mão trabalhando rápido enquanto lambia os lábios, o sorriso sapeca brilhando antes de voltar, chupando com uma força que me fez ver estrelas. Eu segurei o gemido na garganta, o corpo tremendo enquanto gozava, o mundo apagando por um instante enquanto ela engolia tudo, os olhos castanhos fixos nos meus, o prazer misturado com o risco me destruindo.

Ela se levantou devagar, limpando o canto da boca com o mindinho, a saia subindo mais enquanto ajeitava os óculos. "Bom dia gostoso, hein, tio", disse ela, a voz rouca de satisfação, e se inclinou pra me dar um beijo rápido, os lábios ainda quentes e molhados contra os meus. "Agora vai pra casa, eu volto pro Lucas antes que ele acorde." Ela riu baixo, o quadril balançando enquanto pegava o cobertor no chão e jogava pra mim, voltando pro quarto dele com passos silenciosos, a porta fechando atrás dela como se nada tivesse acontecido.

Eu fiquei no sofá, a calça aberta, o peito subindo e descendo, o ronco do Lucas voltando ao normal enquanto o silêncio da casa me engolia. Levantei devagar, ajeitei a roupa, peguei as chaves no bolso e saí, o ar fresco da manhã me acertando enquanto caminhava pro carro. O boquete tinha sido delicioso, magistral, um "bom dia" que me deixou tonto, mas a culpa batia mais forte agora — Lucas dormindo com ela no quarto, sem desconfiar, enquanto eu dirigia pra casa com o gosto dela na mente e o peso do que não conseguia parar.

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