Mineiridade

Um conto erótico de Cronista_Imoral
Categoria: Heterossexual
Contém 685 palavras
Data: 02/04/2025 14:22:25

A primavera de 2006 foi marcante na minha história, tempos em que eu era um jovem universitário, cheio de sonhos e taras, inclinado ideologicamente a multiplicar o amor livre, do jeitinho que se ensina desde muito cedo aqui em Minas Gerais: “o mineiro come quieto!”. Desta forma, coerente aos meus desejos, mantinha em pensamentos mais íntimos a ideia de viver plenamente todas as possibilidades de uma vida em suas liberdades sexuais. A cotidiana erotização da vida, em sua face pornográfica revelaram os caminhos para uma ruptura com a tradição conservadora, assumindo uma postura mais “moderninha”. Estava decidido, que em meus próximos relacionamentos iria extinguir a falsa ideia de propriedade que criamos em torno da pessoa amada.

Álacres os dias que conquistei uma linda mineirinha, Tainá, deliciosa menina de pele branca cheirando a botão de laranjeira e cabelo castanho girassol, quando a conheci tinha 18 aninhos, baixinha (menos de 1,50 cm), peituda. Ela é do tipo de garota que gosta de ostentar decote bastante atrevido, um estilo realmente provocante, especialmente em seu modo de se vestir. Eu adorava vê-la desfilando sua juvenil mineiridade pelos corredores da universidade, quase sempre vestida com calça legging coladíssima, cujo leve tecido desenhava suas ancas, bem como os contornos da sua buceta rachada.

Na noite que ficamos pela primeira vez, inicialmente demos uns beijos e amassos na festa que rolava vinho barato e violão, após o evento acompanhei a Tainá até onde ela morava. Ao chegarmos em seu prédio recomeçamos nos amassos, pude pegar com mais intensidade aquela novinha deliciosa. Entramos pelo portão e ficamos no hall escuro que dava acesso aos apartamentos, ali chupei seus cobiçados os peitões e pude explorar com as minhas mãos todas as curvas daquele corpinho jovem, de tanto que eu alisei, acabei encontrando a bucetinha da Taína, meladinha! Dei muitas dedadas naquela xoxotinha lisinha.

Sem vergonha nenhuma coloquei meu pau para fora, a safada logo agachou-se e me fez um caprichado boquete, a Tainá mamava minha rola com vontade de dar prazer, notei que a safadinha gostava de chupar pica, pois estava cheia de tesão por deixar meu pau durão usando a boca com habilidade notável, todo babado com sua saliva. Eu estava igual um cavalo inteiro querendo trepar com uma égua no cio. Nessa noite a putinha fez doce e não me deu a buceta, mesmo assim notei que ela seria uma parceira muito fogosa.

Na época, eu morava numa república, então era lá que o pau comia! Passei a levar a Tainá todo final de semana para meu apartamento e arrumava meteção gostosa com aquela delicinha mineira. Nas preliminares observava que ela ficava muito excitada, tinha tara em fazer espanhola de um jeito muito gostoso, pois apertava o pau entre os peitos enquanto lambia a cabeça da pistola. Mesmo sendo uma moça novinha tinha um bucetão grande, com a testa inchada, quase sempre toda carequinha. Ela tinha uma safadeza natural que qualquer estímulo fazia sua xoxota ficar melada ao ponto de escorrer seu mel brilhante pela racha, meladinha assim o pau entra macio e gostoso. A gostosinha tinha extrema facilidade para gozar levando pau na xereca, muitos orgamos múltiplos, inclusive numa situação que comi ela em pé, presenciei o momento que ela teve uma ejaculação feminina, onde seu gozo desceu pelas pernas e esguichou no chão. A mulher era o bicho do sexo, eu largava o pau, metia com tanto tesão que chegava tirar sangue da xoxota da Tainá.

Contou-me que eu era o sétimo homem que já tinha comido sua buceta, mas afirmou-me que era virgem de cú. Eu que sou tarado no inédito, logo comecei a brincar com seu cuzinho rosado sempre que transavamos, até que dia ela cedeu e me deu a bunda, me recordo das apertadas que sua argolinha dava na base do meu pau enquanto eu enterrava fundo a pica grossa no seu cuzinho desvirginado. Ela reclamou, gemeu, rebolou e acabou gostando da rola lambuzada de gel escorrendo para dentro do seu rabinho. A baixinha metia igual uma égua, gemia sem nenhuma classe, nossos vizinhos sabiam quando e como ela gozava, e como gozava!

Contato

Sexlog: cronista_imoral

Siga a Casa dos Contos no Instagram!

Este conto recebeu 0 estrelas.
Incentive Cronista_Imoral a escrever mais dando estrelas.
Cadastre-se gratuitamente ou faça login para prestigiar e incentivar o autor dando estrelas.

Comentários