Educação Sexual - Dia 9: Varinha Mágica

Um conto erótico de Zur
Categoria: Crossdresser
Contém 4265 palavras
Data: 02/04/2025 15:09:11

Terça-feira / Nono Dia

Minhas bolas tremem como se estivessem vivas, pulsando e vibrando doloridas, a pele vermelha, inchada a um ponto surreal. A sensação é tão intensa que parece que elas estão prestes a explodir.

"Bom dia, amor!" Ouço a voz de Lívia, seu tom animado.

Acordo com ela me sacudindo suavemente. Ainda sonolento, percebo que a dor dos meus sonhos continua; não tão estrema quanto lá, mas ainda presente.

Ela me olha com um sorriso doce, mas curioso. "E aí? Suas bolinhas melhoraram?"

Eu não quero preocupar Lívia "Ah... sim, melhoraram..." Forço um sorriso, tentando não demonstrar o desconforto.

Ela suspira aliviada, dando um beijinho na minha testa. "Ai que bom! Então vai se trocar que a gente tem que sair. Eu já deixei o café pronto."

Levanto-me com esforço, sentindo um leve latejar a cada passo. Troco de roupa, tomo seu café. E a chamo para sair.

Na aula, meus olhos estão fixos no quadro, mas minha mente está em outro lugar. A pressão em minhas bolas se tornou algo constante. Mesmo em momentos comuns, como assistir a uma aula chata de economia, ela está lá, como um lembrete suave de que eu tenho muito sêmen acumulado pedindo encarecidamente para sair.

Em minha mente, surge a figura de Srta. Marília. Ela veste uma blusa vermelha com um decote profundo, o suficiente para me fazer engolir em seco. Suas mãos deslizam suavemente pelo meu pênis grande, seus dedos brincando com minha pele sensível.

"Uau..." ela diz, com um tom calmo e provocativo. "Você parece estar com bastante tesão... Está querendo gozar, Sr. Samuel?"

Eu não consigo me conter, minha voz implora em um tom quase desesperado, "Sim! Por favor! Por favor!"

Mas ela apenas sorri de maneira enigmática, inclinando-se um pouco mais perto. "Desculpe, querido," ela diz, com um tom maternal. "Hoje não."

Minha fantasia se dissipa, quando tenho tem esses pensamentos, a dor muda de um lembrete suave para uma sirene de ambulância.

A aula acaba, e sigo para o curso de Educação Sexual.

Assim que entro na sala, cumprimento Lívia com um beijo rápido e nos sentamos. Srta. Marília não demora a chegar, entrando com sua postura sempre confiante e um leve sorriso no rosto. Assim que todos estão acomodados, ela começa a aula, animada.

"Bom dia, turma", ela cumprimenta, a voz firme ecoando pela sala. "Espero que estejam prontos para mais uma aula sobre prazer sexual masculino."

Bruno resmunga, "Já tivemos uma?"

Sem perder a compostura, Srta. Marília responde calmamente, "Depende, Sr. Bruno. É agradável para você sentir a bucetinha da Srta. Isabela esfregando no seu pênis?"

Isabela lança um olhar repreensivo para ele, como quem diz para ele medir as palavras. Bruno hesita, mas logo responde: "Claro que sim..."

"Fico feliz em ouvir isso", diz a Srta. Marília com um sorriso satisfeito. "Seria uma pena se você não estivesse apreciando nossas aulas sobre prazer masculino. Aposto que vai gostar ainda mais da lição de hoje."

Ela faz uma breve pausa, olhando diretamente para Bruno, inclinando ligeiramente a cabeça. "Me diga, Sr. Bruno, a Srta. Isabela já fez um strip-tease para você?"

"Na verdade, não..." Ele responde, tímido.

A Srta. Marília vira-se para o resto da turma. "Srta. Lívia? Srta. Gabriela? Já fizeram um?"

Gabriela responde primeiro. "Hum... Não, nunca fiz."

"Também não." Lívia, ao meu lado, também responde.

Srta. Marília cruza os braços enquanto observa a sala. "Bem, meninas, assim como os rapazes precisam estimular seus desejos, vocês também precisam estimular os deles."

Eu fico pensativo. Lívia sempre usou lingeries sensuais, mas nunca chegou a fazer um strip-tease. A ideia me parece muito interessante.

Gabriela reage com entusiasmo. "Legal! Então é por isso que a senhora pediu para usarmos meia-calça?"

Srta. Marília inclina a cabeça ligeiramente, como se apreciasse a pergunta. "Hmm... Não apenas isso, querida. Mas uma coisa de cada vez."

Isabela, ainda mais empolgada, exclama "Legal! Nunca pensei em fazer um strip-tease!" Ela então olha para Srta. Marília, com os olhos brilhando de antecipação. "Destranca o Bruno, estou ansiosa, Srta. Marília!"

Srta. Marília balança a cabeça suavemente, ainda com o mesmo tom calmo. "Ah, não, querida, os meninos não serão destrancados hoje."

Sempre tem alguma notícia ruim...

Frustrado, Bruno não consegue conter sua reação. "O quê??? Por que não???"

Srta. Marília, sem se abalar, responde com paciência. "Porque nossa aula será novamente sobre provocação e negação, Sr. Bruno. E eu quero mostrar que isso pode ser perfeitamente feito com vocês usando a gaiola de castidade."

"E nós nem vamos ter uma ereção???" Caio pergunta em um tom acima.

"Não," responde Srta. Marília, categoricamente.

Eu me inclino um pouco na cadeira, desesperado para achar algum sentido nisso. "Lívia nem vai tocar no meu pênis???"

Srta. Marília abre um leve sorriso. "De certa forma, sim, querido. Mas ela fará isso por cima da gaiola de castidade."

Eu sinto meu rosto corar, e minha frustração escapa em palavras. "Mas aí eu não vou sentir nada!"

"Ah, vai sentir, Sr. Samuel! Eu garanto que vai!" Srta. Marília balança a cabeça afirmativamente, falando com convicção. "Provocação e negação é muito mais do que ter o pau duro à beira de um orgasmo. Isso pode ser perfeitamente realizado com vocês trancados, você vai se sentir tão excitado quanto solto, talvez até mais."

Gabriela ri animada, cheia de entusiasmo. "Parece interessante! Estou pronta para começar!"

Srta. Marília sorri com satisfação e responde, "Então, vamos lá! Tirem suas roupas, meninos! Eu vou colocar uma música sensual para animar."

Logo, uma batida sedutora começa a tocar, preenchendo a sala com uma energia envolvente.

Enquanto tiro minhas roupas, Lívia se aproxima com um brilho nos olhos e um sorriso animado. "Espere por mim sentado aqui, amor! Já volto."

Ela se afasta, indo para um canto da sala atrás de uma parede, onde não posso vê-la. Eu termino de tirar minhas roupas, ficando apenas com a gaiola, e me sento na cadeira como ela pediu, a excitação rapidamente tomando conta de mim.

Pouco depois, Lívia retorna, e meu coração dispara. Ela já começa adiantada, sem sua blusinha e sua saia, vestida apenas com um conjunto de lingerie de renda preta, meias 7/8, e seus saltos altos. Ela começa a dançar lentamente, sensualizando cada movimento do corpo, deixando-me hipnotizado.

Ela desliza as mãos pelo próprio corpo enquanto seus quadris balançam no ritmo da música. O nylon de suas meias ajuda suas pernas a deslizarem uma na outra, e o som suave amplifica minha excitação. Quando ela vira de costas, mostrando sua traseira apenas coberta pelo pequeno fio dental, sinto a pressão na gaiola aumentar imediatamente. Ela dá um leve tapa em nas bochechas das suas nádegas, e olha por cima do ombro com um sorriso provocante.

Srta. Marília intervém, com sua voz confiante: "Muito bem, meninas! Mostrem seus corpos. Façam os meninos desejarem ver vocês nuas... deixem-nos desesperados..."

Lívia se vira para mim, os olhos brilhando de malícia. e murmura de forma sensual: "Ei, Samy... Devo tirar minha calcinha?"

Minha mente está em chamas, meu corpo lutando contra a dor crescente nos testículos e a pressão da gaiola. Mas, mesmo assim, só consigo responder com uma palavra, quase engasgado pela excitação: "Sim..."

Lívia sorri maliciosamente, inclinando-se ligeiramente para frente enquanto desliza a calcinha com lentidão provocativa. "Ok..." murmura ela, disposta a realizar meu desejo.

Meus olhos estão fixos nela, cada movimento seu me fazendo esquecer o resto da sala. Quando o material da calcinha chega a passar por sua polpa, revelando um vislumbre de seu sexo, ela pausa e, com um sorriso travesso, puxa a calcinha de volta, deixando-a novamente acomodada entre suas curvas.

Ela balança os quadris ligeiramente, como se brincasse comigo. "Mmm... Não. Acho que deveria começar pelo meu sutiã."

Minha voz sai rouca, carregada de desejo. "Ok... Tira o sutiã..."

Lívia ri baixinho, pegando as alças de seu sutiã e puxando-as para baixo lentamente. Ela pega as taças e as desliza para baixo. Por um breve momento, tenho um vislumbre dos seus mamilos, antes dela cobri-los novamente. "Mmm... Não. Rápido demais."

"Ah, caramba..." murmuro baixinho, incapaz de conter minha frustração e desejo. Meu olhar permanece fixo nela, o calor em meu corpo cada vez mais insuportável.

Lívia parece se divertir imensamente com minha reação, mordendo o lábio enquanto volta a brincar com a calcinha. Ela a puxa para baixo apenas o suficiente para revelar parte de seu púbis, antes de girar lentamente de costas para mim. Seu fio dental é novamente o alvo de sua provocação, sendo puxado para baixo para expor mais de sua traseira, antes de ser puxado para cima novamente, mais alto, fincando-se ainda melhor no seu cuzinho.

Meu membro tenta, em vão, crescer dentro da gaiola, enquanto a pressão aumenta dolorosamente. Meu corpo se contorce ligeiramente na cadeira, e cada movimento só torna a situação mais desesperadora.

Lívia continua seus movimentos de vai e vem, desta vez com a parte frontal de sua calcinha, movendo-a para cima e para baixo de forma provocante. Até que ela puxa um pouco mais, o tecido fino afunda-se entre seus lábios, delineando sua intimidade de maneira explícita e hipnotizante.

"Você parece tão excitado, amorzinho..." diz ela com um sorriso sedutor. "Talvez você queira ver um pouco... mais."

Meu corpo treme de antecipação, enquanto ela lentamente começa a abaixar a calcinha, desta vez sem hesitação. O pequeno pedaço de tecido desliza por suas coxas, e depois por suas pernas.

Só quando ela chega aos seus tornozelos, Lívia a solta, deixando o pequeno pedaço de tecido cair graciosamente no chão. Com sensualidade, ela tira um dos pés da entrada, mantendo o outro, e usa-o para chutar a calcinha para longe com um movimento elegante e provocador.

Ela se vira de costas para mim novamente, sua traseira completamente exposta agora, movendo-se em um balançar sutil e hipnotizante.

Apesar de ter começado adiantada. Lívia foi a ultima a tirar a calcinha, seus movimentos continuam morosos e desapressados, sem parecer ter nenhuma ânsia para tirar o sutiã. Isabela e Gabriela já estão provocando seus namorados completamente nuas, exceto pelas meias.

Srta. Marília continua a orientar, sua voz suave ecoa pela sala, "Muito bem, meninas, aproximem-se um pouco mais agora, acariciem o pênis deles. Sintam eles tentando se enrijecer..."

Lívia se aproxima de mim com aquele sorriso provocador que me faz perder o resto da sanidade. Com delicadeza, ela desliza seus dedos pelo buraquinho da gaiola, passando pela pequena abertura onde meu membro tenta, em vão, reagir ao estímulo.

"Olha que safadinho..." ela diz, rindo baixo. "Você tá pingando aquele líquidozinho até em castidade. Deve estar com tanto tesão..."

Sigo o movimento de seus dedos e vejo o líquido viscoso que escapa da ponta da gaiola se esticar. "Ai... Sim..." respondo, com a voz rouca de desejo. "Estou com muito tesão..."

Ela continua, alternando entre leves carícias pelo tubo e toques sutis em minhas bolas, sua mão deslizando pelos meus testículos inchados, apertando-os suavemente, como uma carícia.

Apesar da pressão, tento segurar firme, respirando fundo para não reclamar. Por algum motivo, não quero que ela pare. Cada toque parece despertar algo intenso dentro de mim.

Srta. Marília se aproxima do centro da sala, chamando a atenção de todos. "Agora, meninas, vamos ao real motivo das meias. Provoquem um pouco com os pés."

"Pés?" Isabela pergunta, confusa.

"Confie em mim," responde Srta. Marília, confiante.

Lívia remove os seus saltos com elegância e se posiciona diante de mim. Sua expressão cheia de malícia. Com cuidado, ela desliza o pé sobre meus testículos, tocando-os com suavidade.

O toque sutil e inesperado faz com que um gemido escape dos meus lábios. Nem tanto por dor, mas uma onda intensa de prazer que me toma completamente. A sensação do tecido fino e macio deslizando sobre a pele sensível é deliciosa, me arrancando mais e mais gemidos.

Lívia inclina a cabeça para o lado com uma expressão um pouco preocupada. "Estou apertando forte demais, amor?"

Eu gemo novamente e consigo balbuciar: "N-não... está perfeito..."

Satisfeita por saber que não está me machucando, ela continua. Seu pé começa a fazer pequenos movimentos circulares. O toque alterna entre o leve deslizar do tecido e a pressão suave, me levando ainda mais fundo a um estado de puro desejo.

Cada movimento dela é uma mistura de prazer e frustração. Seria absolutamente perfeito se eu pudesse aproveitar isso com uma ereção plena. Mas a gaiola permanece firme, me mantendo frustrado, e desesperado.

Srta. Marília caminha até sua mesa, e pega de sua bolsa três objetos rosados com formatos de microfone.

"Vou apresentar a vocês um brinquedo novo, meninas, usem-no para provocá-los." ela diz com entusiasmo "Há um botão piscando, basta pressioná-lo e vocês entenderão."

Livia, curiosa, pega o que foi entregue a ela e aperta onde foi indicado. O brinquedo começa a vibrar, emitindo um som baixo, quase imperceptível.

"Parece tão fraquinho..." Gabriela diz, intrigada, experimentando a vibração no dorso da mão.

Srta. Marília sorri com paciência. "Fraquinho para vocês, talvez, mas para o estado em que estão os meninos será muito estimulante, posso-lhes garantir." responde Srta. Marília com confiança. "Usem como uma garota usaria, imaginem que o pintinho deles é um clitóris, e os toquem da mesma maneira."

Lívia acena com a cabeça, e me lança um sorriso malicioso. Sem tirar o pé das minhas bolas, ela aproxima o brinquedo superfície da gaiola de castidade. Assim que a ponta do brinquedo toca as suas paredes, uma vibração fina e deliciosa se espalha por toda a estrutura. Meu corpo reage imediatamente; minha cabeça pende para trás, e um gemido rouco escapa dos meus lábios.

Meu corpo se contorce na cadeira enquanto Lívia explora cada centímetro da gaiola com o brinquedo. É uma sensação enlouquecedora, começo a acreditar que meu pênis conseguiria furar as paredes da minha prisão. Mas a estrutura permanece firme, implacável, mantendo minha ereção totalmente contida.

Srta. Marília observa nossa luta com um sorriso satisfeito. E pergunta, "E então, meninas, os rapazes parecem excitados?"

As três respondem ao mesmo tempo, com empolgação evidente. "Sim!"

"Ótimo," continua Srta. Marília. "E vocês? Por acaso estão excitadas?"

Dessa vez, a resposta é ainda mais animada, acompanhada de risadas e olhares cúmplices entre elas "Sim!!!"

Srta. Marília sorri, claramente satisfeita. "Bem, vocês não estão em castidade... Então, por que não dão um pouco de atenção para vocês mesmas? Já que os meninos estão incapacitados, talvez queiram que vocês compartilhem seus orgasmos com eles..."

Lívia ri animada e tira o brinquedo do meu membro. A sensação de vibração cessa de repente, deixando-me em um estado de frustração ainda maior.

"Ufff... Ah não... Mais..." murmuro, quase inaudível, enquanto ela se afasta, meu corpo tremendo reprimido.

Lívia caminha até uma poltrona ao lado, elegante e confiante. Ela se senta com as pernas abertas, me encarando de uma maneira que faz meu coração disparar. Com um sorriso travesso, ela deixa o brinquedo de lado e começa a brincar com sua bucetinha usando as próprias mãos.

Enquanto seus dedos exploram seus lábios, ela solta um pequeno suspiro e para por um momento, com uma risadinha. "Ah, quase esqueci de uma coisinha..."

Com um movimento suave, Lívia puxa seu sutiã, revelando finalmente os seios que ela vinha provocando desde o começo. Seus mamilos claros se destacam à luz da sala, e ela leva uma mão até eles, tocando-os com um sorriso no rosto.

"Melhor?" ela pergunta, apertando suavemente seus próprios seios enquanto me encara.

"Oh..." Consigo apenas balbuciar, "Uhum..."

Cada movimento dela, cada toque, cada olhar me leva mais fundo em um abismo de tesão desesperado. Enquanto a sala se enche de gemidos e risos provocantes, sinto meu corpo pulsar, Incapaz de buscar alívio, sinto que estou à beira de um colapso, consumido pelo desejo e pela frustração.

Lívia se espalha pela poltrona, seus movimentos lentos e sensuais. Ela molha os dedos com a boca e, os desliza por sua bucetinha, espalhando o brilho de forma provocante.

Lívia volta seus dedos até sua boca, sentindo o sabor que eu aprendi à amar. Ela geme baixinho, um som fino e quase inocente que contrasta com o cenário completamente erótico diante de mim.

Minha dor nos testículos é quase insuportável agora, mas não consigo tirar os olhos de Lívia, de cada movimento fluido de suas mãos, de cada som que ela faz. Minha respiração está pesada, e meu corpo treme com o esforço de conter uma reação que minha gaiola não permitirá.

Seus dedos saem de seus lábios e entram na sua bucetinha, dois de uma vez. Seu olhar fixo em mim é hipnotizante enquanto se toca. Lívia abre a boca levemente, liberando seus gemidos, que ficam cada vez mais altos.

"Minha bucetinha está tão quente, Samy... Está tão gostoso..." ela geme, sua voz carregada de desejo.

Seus movimentos tornam-se mais rápidos e firmes, sua respiração cada vez mais ofegante. Os sons que ela faz, a forma como seu corpo se contorce ligeiramente, tudo é uma dança de puro prazer. Eu mal consigo respirar, completamente dominado pela imagem magnífica diante de mim.

Por um momento, ela cerra os olhos, o corpo enrijecendo à medida que chega ao limite. Mas então, ela os abre novamente, fixando o olhar em mim, compartilhando comigo, todo o prazer que está sentindo.

Quando seus olhos se reviram, e seu corpo se arqueia, sei que ela está tendo um orgasmo. Seus gemidos altos e cheios de prazer ecoam pela sala, me atingindo como uma onda de frustração e desejo. Seus dedos continuam à lhe tocar internamente, apreciando a deliciosa sensação, antes dela se dissipar.

Isabela e Gabriela também alcançam seus orgasmos, gemendo alto, enquanto Bruno e Caio, assim como eu, se contorcem em suas cadeiras, completamente rendidos e frustrados.

Quando as meninas finalmente recuperam o fôlego, Srta. Marília toma a palavra, seu tom calmo e satisfeito.

"Ótimo, meninas, vocês deram um show incrível! Foi uma aula muito produtiva. Com isso, terminamos por hoje."

Antes que Srta. Marília possa sair, Isabela levanta a mão e chama sua atenção. "Srts. Marília! Antes de sairmos, eu gostaria de lhe fazer uma pergunta."

"Pergunte, querida." Srta. Marília inclina e faz um gesto para que ela continue.

"Bem, quando comecei a tocar no Bruno, ele começou a reclamar de dores nas bolas. Na verdade, ele está reclamando desde ontem..."

Lívia intervém, surpresa. "Ooh! Eu tive o mesmo problema com o Samy! Ele também reclamou de dor!"

Srta. Marília dá uma risada despreocupada, balançando a cabeça. "Ah, não se preocupem com isso, meninas. Isso é perfeitamente normal. Na verdade, isso só prova que eles estavam gostando muito do que vocês estavam fazendo."

Gabriela franze a testa, pensativa. "Mas o Caio não reclamou... Você não estava gostando, amor?" Ela olha para ele com uma expressão de curiosidade.

"Não, não! Eu estava gostando, sim! Caio, afirma com convicção. "Na verdade..." Ele hesita, mas então admite. "Eu também senti um pouco de dor... Faz alguns dias, na verdade. Só não disse nada pra não te preocupar..."

Srta. Marília sorri, claramente se divertindo com a situação. "Muito bem, Sr. Caio! Parabéns por não ser um bebê chorão," ela diz, nos provocando.

Bruno rapidamente se defende, levantando a voz. "Eu não sou um bebê chorão!"

Srta. Marília balança a cabeça, ainda sorrindo. "Turma, isso é um fenômeno conhecido como blue balls. É um inchaço que ocorre quando os rapazes ficam sexualmente excitados por um longo período de tempo sem alívio. Só significa que vocês estão fazendo um ótimo trabalho!"

"Mas não é perigoso?" Lívia pergunta preocupada.

"De jeito nenhum!" Srta. Marília balança a cabeça com um sorriso tranquilizador. "É apenas uma forma de o corpo deles reagirem à frustração acumulada. Veja só..." Ela se vira para mim, sua expressão curiosa e divertida. "Sr. Samuel, suas bolinhas estão doendo por causa da aula de hoje?"

Tento minimizar o incômodo real, ajustando-me desconfortavelmente na cadeira. "Sim... um pouco", respondo, minha voz hesitante.

Srta. Marília cruza os braços e me encara com um sorriso astuto. "Mas quando a Srta. Lívia parou de te tocar, você pareceu... desapontado..."

Sinto meu rosto esquentar imediatamente. "Hum... Isso não é verdade," digo, desviando o olhar. "Eu... eu gostei de assistir a Lívia se... bem... se divertindo."

Srta. Marília solta uma risadinha antes de responder. "Tenho certeza de que sim, Sr. Samuel. Mas deixe-me perguntar algo... Se estava doendo tanto, por que pediu por mais?"

Meu coração acelera. Ela me ouviu?

"Hum... Bem..." tento formular uma resposta, mas as palavras simplesmente não vêm.

Ela não me dá tempo para pensar. "Você pediu?"

Sinto todos os olhos novamente em mim. Engulo em seco mais uma vez, minha voz saindo como um murmúrio. "Hum... bem... eu posso ter pedido..."

Srta. Marília inclina a cabeça, seu sorriso ampliando. "E por que pediu?"

"Eu... não sei..." respondo, a vergonha crescendo em mim enquanto olho fixamente para o chão.

Ela dá um passo à frente, sua voz ganhando um tom mais firme e convincente. "Você pediu porque estava adorando essa sensação! Vocês três estavam!"

Lívia olha para mim, rindo baixinho, e com um olhar provocador. "Estava mesmo, amor?"

Minha voz sai hesitante, mas sincera. "Sim... Quer dizer... doeu bastante... Mas você estava tão sensual..." faço uma pausa, meu rosto esquentando ainda mais. "E o seu toque estava tão... bom..."

Lívia sorri amplamente, satisfeita com minha resposta.

"Entenderam, meninas?" Srta. Marília continua. "Um pouco de incômodo faz parte do processo, mas definitivamente vale a pena! Fiquem tranquilas, não é perigoso. Para aliviar essa dor, os rapazes podem tomar um banho de água fria ou usar um pouco de gelo. Mas isso nunca é motivo para vocês pararem de provocar!"

Isabela solta uma risada animada, "Ótimo! Porque eu estou adorando provocar!"

As meninas começam a rir juntas, e Srta. Marília às acompanha. "Então provoque bastante, querida! Isso é ótimo para vocês dois." Ela afirma com convicção.

Depois de mais algumas risadas, Srta. Marília finalmente levanta as mãos, chamando a atenção. "Muito bem, turma. Com isso, encerramos nossa aula de hoje. Vocês fizeram um trabalho excelente. Até amanhã!"

Os outros casais também vão embora, e Lívia se aproxima de mim, seu sorriso alegre estampado no rosto. "Ainda bem que essa dorzinha não é preocupante, né, amor?"

Eu, já me preparando mentalmente para lidar com o incômodo, respiro fundo e respondo, "Sim... Isso é bom."

Ela estreita os olhos, avaliando-me. "Está doendo agora?"

"Sim... um pouco." Admito, tentando parecer natural.

Lívia inclina a cabeça e sorri, seu tom ganhando um toque mais doce. "Ah, tadinho... Chega em casa e põe um gelinho, amor. Vai aliviar."

"Vou sim," respondo, realmente não é má ideia.

Ela dá um passo para mais perto, seu rosto ainda iluminado pelo sorriso. "Agora eu preciso ir. Nos vemos em casa mais tarde, tá?" Lívia se inclina e me dá um beijo suave nos lábios.

Ela pega sua bolsa e sai para o trabalho. Eu também começo a recolher minhas coisas. Meu corpo ainda está tenso, e a pressão no meu baixo ventre continua persistente. Com a sala quase vazia, finalmente saio, dirigindo-me para casa com a esperança de que o gelinho possa me ajudar.

Em casa, sigo o conselho de Lívia e passo um pouco de gelo na região. O alívio vem quase instantaneamente, a sensação refrescante diminuindo a pressão e a dor.

Conforme o tempo vai passando, Inevitavelmente os pensamentos eróticos começam a invadir minha mente novamente. Imagens de Lívia, sua sensualidade provocante, sua voz carregada de desejo... E com isso, não demora muito para que a dor retorne.

Suspiro e decido me distrair. Pego o controle remoto e escolho um filme qualquer para assistir, esperando que isso me ajude a desviar os pensamentos enquanto Lívia não chega.

Horas depois, ouço a porta se abrir e a voz animada de Lívia ecoar pela sala. "Oi, amor! Já cheguei!"

Dou uma pausa no filme e me viro para ela, "Oi, amor."

Ela vem até mim, e coloca a bolsa no sofá e me observa. "E aí, suas bolinhas melhoraram?"

Dou de ombros, soltando um suspiro. "Não muito..."

Lívia sorri, tirando algo da bolsa. "Bom, eu comprei uma pomadinha pra ajudar a melhorar. Dá uma viradinha, deixa eu passar pra você."

Contente por ela ter se preocupado comigo, sorrio de volta. "Obrigado, amor." Abaixo minhas calças, e me viro no sofá para ela aplicar o produto.

Lívia gentilmente puxa minhas bolas para trás para aplicar a pomada. O toque frio do produto na minha pele é imediato, trazendo uma sensação agradável que alivia parte da dor.

"Pronto, amor," ela diz, sua voz suave. "Melhorou?"

Suspiro aliviado e respondo, "Sim... muito melhor. Obrigado."

Lívia me encara com um sorriso sapeca, seus olhos brilhando de travessura. "Já que você está melhor... que tal me dar aquela lambidinha gostosa antes de dormir?"

Surpreso com o pedido repentino, sinto meu rosto esquentar, mas rapidamente respondo, "Ah! Sim... Claro, amor..."

Sem perder tempo, ela me deita no sofá, e sobe em cima de mim, posicionando sua traseira diretamente no meu rosto. Suas mãos descansam em minhas pernas enquanto eu começo a chupá-la, meus lábios explorando sua intimidade com desejo.

Seus gemidos suaves tornam-se mais altos conforme ela se entrega ao prazer. Suas mãos apertam levemente minhas pernas, e seus movimentos tornam-se mais intensos à medida que ela se aproxima do orgasmo. Finalmente, com um gemido longo e satisfeito, ela atinge o ápice.

Ai... O alívio durou pouco... Eu, por outro lado, só consigo sentir a pressão em minhas bolas retornando.

Depois disso, tomamos um lanche rápido, e vamos para a cama. Lívia se aconchega ao meu lado, descansando a cabeça em meu peito, e adormece com um sorriso de puro contentamento no rosto.

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