Casa dos Contos Eróticos

Foi uma coceirinha gostosa que me levou ao doutor Fábio

Categoria: Homossexual
Data: 18/05/2017 00:41:00
Nota 9.29
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Sou o Leandro, tenho 19 anos e sou um estudante universitário comum, como qualquer outro. Venho contar a vocês uma história meio estranha e que começou de um jeito completamente fora do normal. Apesar da idade, sempre fui dedicado aos estudos e quase não tirava tempo pra me divertir, sair com amigos e coisas do tipo, tava sempre com a cara nos livros e , talvez até por isso, nunca tenha namorado. Sempre me considerei um cara normal, com corpo sem grandes atrativos, mas safado como qualquer outro. Isso durou até o dia que conheci meu atual ficante no tinder, que comecei a usar por insistência das colegas. Apesar de nunca ter me envolvido sexualmente com outra pessoa, o clima foi fluindo e ele sempre se mostrou respeitoso e gente fina, me deixando à vontade pra conversar e falar o que penso. O resultado disso é que nos tornamos parceiros de foda, ou seja, foi ele quem tirou minha virgindade. Estávamos mais ou menos na terceira ou quarta semana desse relacionamento quando percebi que havia algo de diferente em mim, fisicamente falando.

Não sei explicar bem como começou, mas sei que foi justamente após ter dado pra ele. Também não sei e nem posso afirmar que foi por causa dele, considerando que eu nunca havia dado antes e que seu pau não era algo absurdo que poderia ter me rasgado. Acontece que, desde então, sentia algo de diferente no cu. Era uma sensação de leve formigamento, quentura, não chegava a ser necessariamente algo ruim, mas me deixou muito preocupado. Eu sabia bem que não podia ser dst, porque só havíamos transado com preservativo e o tempo era curto, mas mesmo assim fiquei intrigado. Pra completar, depois que ia ao banheiro, parecia que só aumentava esse sentimento. Às vezes chegava a parecer uma espécie de vazio ali dentro, e isso começou a fazer o cu piscar. Fui vivendo assim até o dia em que, me raspando no banho, vi um filete de sangue escorrer pela lâmina da gilete, bem na hora em que a passava ao redor do cuzinho. Desesperado e sem sequer cogitar que poderia simplesmente ter me cortado, apenas decidi que precisava urgente de procurar ajuda médica, independente do que se tratava. Não sabia se me sentia mais constrangido ou preocupado, mas sabia que precisava fazer o que julgava ideal. Dispensei o ficante por uns dias sem dar muitas explicações e fui à luta. Liguei pra atendente do plano, procurei o proctologista mais perto possível de casa pra não ter que ir muito longe e agendei uma consulta com um tal Doutor Fábio. Só depois de bater o telefone que fui pensar que poderia ter procurado uma doutora, talvez ficasse menos tímido e mais à vontade. Agora já era.

No dia marcado, cheguei no consultório cedo, fiz meu cadastro com uma loira no balcão e ela mandou que eu esperasse para ser atendido. Sentei numa poltrona e novamente veio a gostosa sensação de calor anal. Virei o corpo pra um lado, virei pro outro, mas nada adiantava. Fiquei nesse jogo uns minutos, até que a porta de um dos consultórios abriu e eis que me apareceu um maluco muito do gostoso. Alto, com um tom de pele entre o moreno claro e o branco, meio russinho. Seu corpo não parecia forte, mas sim rígido, duro, de modo que os braços estavam apertados por dentro do jaleco branco. Os ante-braços, porém, ficavam de fora, com as mangas dobradas até os cotovelos. Eram peludos e com veias sinuosas, que se estendiam pelas mãos firmes. O sujeito tinha um cavanhaque marcado na cara, mas o resto da barba já era visível, como se não a fizesse há alguns dias. Ombros largos e cabelo raspado na máquina 1 ou 2, um jeito meio solto, como se fosse de novinho, aparentando uns 30, quase 40 anos, por aí. Vestia calça jeans clara que marcava o belo par de coxas, culminando num volume inegavelmente perceptível de mala que se acumulava naquele pacotão de piroca.

- Senhor.. Leandro?

Meu transe foi interrompido. Ele desviou o olhar da prancheta e me encarou com aquelas sobrancelhas grossas que lhe davam um olhar de mau, abrindo um sorriso safado e meio amarelado. Meu cu pareceu pegar fogo e eu pisquei nervosamente, tentando não dar a impressão de que não tava me agüentando de tão delicioso que aquele homem de jaleco branco era. Os antebraços meio peludos, braços grossos, uma mala volumosa na calça, eu não sabia o que responder, só caminhei na direção dele enquanto o mesmo sorria, como se visse tudo claramente. Passei pela porta e ele me cumprimentou.

- Bom dia, senhor Leandro.

- Bom dia, doutor.

Entramos, ele fechou a porta e ainda puxou a cadeira pra que eu sentasse. Deu a volta pela mesa, sentou-se e começou a mexer nuns papéis, escrevendo na minha ficha.

- E então, senhor Leandro?

Cruzou as mãos e tornou a me olhar. Foi aí que comecei a reparar nos detalhes ao redor, desde a sala com cheiro de cigarro, algo que nunca pensei em sentir num consultório médico, até à enorme aliança dourada em seu grosso dedo anelar.

- Bom, doutor.. não sei bem como dizer isso.

Fui falando pausadamente. A sensação ainda dominando meu rabo, principalmente estando sentado ali, sob o olhar daquele médico de sorriso largo e meio amarelado, um puta de um gostosão do cacete.

- É a primeira vez que você procura esse tipo de médico?

- É sim.

- Pode ficar relaxado, então.

Deu um sorriso de canto de boca, a barba ralinha no rosto, e isso foi me deixando mais à vontade ainda, porém com maior sensação ainda no cu.

- É que eu comecei a sentir uma coisa de diferente de uns dias pra cá, sabe doutor?

- Entendi. Mas diferente como?

- Bom, parece um formigamento, às vezes sinto quentura.

Ele ouvia e anotava na ficha.

- Formigamento e quentura, entendi. E aonde é?

Dei uma pausa. Não sabia como dizer.

- É no ânus? - perguntou.

- Sim.

Anotou.

- E como começou?

- Foi de repente, doutor. - menti.

Sabia bem que tudo começou depois de ter transado com meu contatinho, mas não era algo que poderia ou queria dizer assim, por mais que fosse o ponto mais importante.

- Certo.

Anotou mais algo e abriu a gaveta, pegando duas luvas descartáveis de uma caixinha.

- Você se importa se eu der uma olhada, senhor Leandro? Eu vou entender se tiver algum problema, mas preciso alertar que isso dificulta o atendimento.

Gelei. Não havia me preparado pra isso, mas não queria ter jogado aquela consulta no lixo. Além do mais, um gostosão pedia pra ver meu cuzinho, não ia negar de jeito nenhum, por mais que estivesse bastante receoso.

- Bom.. acho que não tenho escolha, né..

Ele levantou e foi pro lado de uma maca que ficava num canto da sala, mas até a maneira com a qual fez isso foi estranhamente safada. Ao mesmo tempo que o tal Doutor Fábio tinha formação médica, se comportava como uma espécie de mafioso ou marginal que fora colocado ali de última hora e tentava improvisar. O olhar desconfiado, o cheiro de cigarro no consultório, seus movimentos largados e até o jeito educado de falar entregavam. Pra completar, o malão no jeans sempre me encarando.

- Encosta aqui, por favor.

Me colocou meio que virado pra baixo, de barriga na maca, mas com a cintura pro lado de fora. Vestiu as luvas e me pediu que removesse a calça. Com um pouco de excitação, mas ainda um pouco aflito, fingi hesitar um pouco, mas obedeci, ficando literalmente com o rabo virado na direção do doutor, sentindo só um friozinho correndo do lado de fora e com as roupas arriadas no chão.

Após observar um pouco, ele foi examinando com os dedos e tocando quase que de leve a parte interna da minha bunda, cada vez mais próximo do cuzinho. Comecei a suar com a situação, mas logo fui me acostumando com os leves dedos do doutor analisando minhas pregas. De uma hora pra outra, porém, o toque ficou pesado e quente, mesmo pelo elástico da luva, e eu tive que me controlar muito pra não acabar piscando descaradamente.

- Olha, está tudo normal, Senhor Leandro. Ao menos por fora.

No começo foi menos pior, porque ele só puxava minha pele e parecia observar de longe, mas logo o Doutor Fábio foi se aproximando e tocando mais pertinho das minhas pregas. Eu dei a primeira piscada nervosa, bem intensa, morrendo de vergonha, já esperando qualquer reação inusitada por parte dele ou aquelas velhas desculpas médicas de "acontece, não se preocupe".

- Não vejo nada de anormal, seu Leandro.

Não sabia se ele falava pra não me constranger ou se era real, mas de qualquer forma, suas mãos e dedos ainda circulavam minha pele e carne. Ele pegou uma espécie de lanterninha e chegou mais perto, analisando bem próximo. Pra finalizar o visual de cafajeste disfarçado, ainda colocou um óculos que lhe deu ainda mais um ar de vagabundo gostoso. Foi aí que senti uma mudança completa no clima dentro do consultório, apesar da temperatura estar a mesma. O jeito rápido e meio brusco que o doutor usou pra abrir minha bunda, ou talvez a maneira com a qual ele o fez com apenas uma das mãos para expor minha raba inteira. Algo mudou. Tinha alguma coisa aí.

- Vou fazer um rápido teste e o senhor me avisa se sentir algo, tudo bem?

Pensei rápido e engoli a seco.

- Tudo bem, doutor.

O safado colocou o indicador na portinha do meu cu empapado com pomada e foi deslizando pra dentro, mas com lentidão, parando logo no começo, assim que a primeira parte do dedo passou pelo anel elástico.

- Hmmm.

- Tá doendo?

Caralho, ele me ouviu gemer!

- Não.

Menti.

- Vou continuar, ok?

- Ok.

Voltou a forçar e atolou o dedo quase todo lá dentro, me fazendo piscar ferozmente de tesão.

- HMMM!

Mordi a boca pra tentar não gemer, mas a sensação era surreal, ainda mais pela situação. Se aquele médico safado fosse hétero viciado em cu, não saberia imaginar como ele fazia pra manter o controle, cara a cara com tantos rabos de pacientes ingênuos que entram naquele consultório sem entender que poderia ser uma espécie de abatedouro de novinhos.

- Doeu?

Antes mesmo deu respondeu, ele terminou de atolar o dedo empapado, dando um giro por dentro do meu cu, me fazendo piscar várias vezes seguidas, só imaginando que quem me dedava era um homem de jaleco, maludo e gostoso pra cacete.

- O que é isso, Doutor?

Fiz a pergunta com o pensamento de que ia dar pra ele ali mesmo, mas não era bem o que havia imaginado.

- Tô passando uma pomada que você vai usar durante uma semana, ok?

- Entendi.

Por mais que aquele fosse seu protocolo, não tinha como não estar doido pra foder. Sentir seu dedo entrando e saindo então, não tinha explicações. Jamais imaginaria que o plano de saúde cobria tomar dedada de macho gostoso assim. Doutor Fábio podia não ser o safadão que imaginei, mas no fim das contas isso não significava absolutamente nada, porque eu levei dedada dele e era isso que realmente importava.

- Como faço, doutor?

- Aplica ela antes de dormir e depois de acordar, mas sempre após o banho. Ela vai fazer efeito anestésico pela noite e também de dia.

- Antes de dormir e depois de acordar? Certo.

- Isso. Em cinco dias o senhor pode voltar aqui e aí vemos se melhorou o desconforto, tudo bem?

- Tudo bem.

Até então, eu ainda tava na mesmíssima posição e o Doutor Fábio só falando e com uma das mãos paradas em cima do meu cóccix. Depois da explicação, sentou-se em sua cadeira, anotou rapidamente algumas coisas e, antes deu vestir minhas calças, o pilantra deu uma olhada CHEIA no meu rabo exposto, rindo em seguida. Outra vez eu fiquei sem graça, mas logo lembrei que o cara era coloproctologista, ou seja, aquilo era possivelmente um costume. Se fosse pra rolar algo, com certeza teria acontecido durante a consulta, até porque eu fiquei com o cuzinho virado de cara pra ele. Mais que isso, deixei que o puto me dedasse pra analisar o que eu tinha e ainda passar pomadinha no meu traseiro. Tudo bem. Saí dali e fui direto na farmácia, depois fui pra casa.

Conforme os dias se passaram, a sensação de desconforto parou. Como disse, comprei a pomada na farmácia e já apliquei no primeiro dia, tendo uma melhora efetiva no dia seguinte. Sentir-me normal foi tão bom que no terceiro dia já havia esquecido da consulta, mas ainda tinha o safado do Doutor Fábio na cabeça. Me segurei muito, mas não consegui não chamar o contatinho lá pra casa pra foder, mesmo ciente de que ainda precisava aplicar a pomada receitada pelo médico e que ainda tinha outra consulta mais à frente. Sendo assim, fodemos à beça. Pra completar, no meio da meteção, a minha mente escorregou inevitavelmente ao dia da consulta.

- Relaxa esse cu pra mim, vai!

Meu boy tava por baixo e eu quicando nele. Os pensamentos giravam na cabeça enquanto eu olhava pra cima, só sentindo a vara entrando e saindo de mim, conforme dava leves quicadas em seu colo. Quando tornei a encará-lo, seu rosto havia mudado: aquele que eu via era o mesmo doutor que me dedou dias antes.

- Relaxa pra mim, vai.

- Tô tentando!

O cu só fazia trancar, talvez pela lembrança do dedo do Fábio dentro de mim.

- Se você ficar prendendo eu vou acabar gozando, Leo!

Não teve jeito. O caralho engrossou e encheu a camisinha de leite. Atencioso como sempre, ele ainda tocou uma punheta pra eu poder gozar, só depois foi embora. Dormi como um anjo naquela noite, parecia até que havia dado o rabo pro próprio Doutor Fábio, mas nada era mesmo real.

No dia seguinte à essa foda, sentei no vaso pela manhã e notei que a mesma sensação de desconforto havia voltado. Tomei banho, passei a pomada e ela aliviou um pouco o formigamento, mas ainda sentia a leve quentura assolando o cuzinho. Permaneci assim nos outros dias que se seguiram, mesmo aplicando a pomada, e logo retornei à consulta com o Doutor Fábio. Na sala de espera, a perna já balançava de nervoso, só em saber que em poucos minutos seria outra vez avaliado pelo médico parrudo e gostoso que me atendeu antes. Como sempre, estava perdido em pensamentos quando ele apareceu na porta do consultório e chamou pelo meu nome.

- Senhor Leandro?

Levantei animado e apertei sua mão grossa e firme na porta. Assim que entrei, novamente o cheiro de cigarro de leve dentro da sala. O safado estava vestido de forma parecida com a anterior, com exceção do jeans que agora era escuro, mas ainda assim justo ao corpo e evidenciando ainda mais aquela senhora caralha que eu tanto venerava na minha mente. Diferente da primeira consulta, essa foi pela tarde, e talvez por isso desse pra ver a marca de suor nas axilas do Doutor Fábio. Pensava que de repente ele tivesse ido na rua comer, por isso suou e acabou marcando o tecido da blusa social dobrada nos cotovelos. O jaleco pendurado no canto da sala. Puxou minha cadeira educadamente, com aquele sorriso meio amarelado e cínico, e esperou que eu sentasse.

- E então, Senhor Leandro?

- Então, Doutor Fábio..

Comecei.

- O senhor veio na semana passada e eu receitei uma pomada. Funcionou?

- Mais ou menos, Doutor. Ela é muito boa, mas não passou tudo que eu tava sentindo.

- Entendi.

Educado como sempre, ele falava e anotava na minha ficha.

- O senhor seguiu corretamente a aplicação?

- Fiz tudo certinho, conforme o senhor falou. Antes de dormir e depois de acordar, ..

- Sempre depois do banho. - me completou.

- Isso.

- E não adiantou?

- Não, Doutor.

Ele deu uma bufada, cruzou as mãos e me olhou, tirando o óculos e dando um sorrisinho de canto de boca.

- Vou precisar olhar outra vez, se o senhor não se importar.

- Sem problemas, Doutor.

E lá fui eu todo animado tirando a roupa, ficando com o rabo de fora sobre a maca, deixando que um gostoso daqueles ficasse de cara pro meu cu e o analisasse, detalhe por detalhe. Eu imaginava a cena de um hétero inocente mexendo em mim e não podia me sentir mais animado ainda, talvez até desejado, ainda que falsamente. O que me tirou dos pensamentos safados foi ver que, antes de vir me consultar, o Doutor Fábio saiu rapidamente do consultório e, ao retornar, trancou a porta. Aproximou-se de mim e, sem encostar, foi observando qualquer anormalidade no meu rabo. A surpresa máxima veio quando seu dedo tocou minha bunda e a afastou, da mesma forma que fez na vez anterior, usando apenas uma mão. A diferença, porém, estava no fato de que aquele era seu toque, e não o da luva. O Doutor estava me analisando sem jaleco e sem luvas, tocando e mexendo no meu cu com as próprias mãos.

- Como tá?

- Até agora nada, Doutor.

Lentamente sua mão deslizou pela carne da minha bunda e, sem mais nem menos, a ponta de um de seus dedos começou a cutucar a portinha do meu cu, interagindo com minhas pregas. Alguns segundos e novamente o contato, mas agora aparentemente com pomada. Como eu não fiz nada, o safado foi entrando com total permissão, como se já fosse experiente naquilo, chegando no fundo do meu anel de pele e dando aquele conhecido girozinho, que me fez piscar afoito de nervoso em seu dedo. A sensação foi tão gostosa que nem tive como não ficar sem graça diante daquilo.

- Desculpa, Doutor.

- Relaxa, é normal.

Permaneci um pouco tranquilo e ele continuou com o dedo enfiado dentro de mim, mas sem movimentos.

- Tá sentindo alguma dor?

- Não.

- Tudo bem, vou continuar o teste então.

- Ok.

Ele ficou cutucando um pouquinho, tirou o dedo e tornou a brincar de alargar a porta do cu, agora com dois. Em poucos segundos nessa safadeza, foi enfiando ambos lá dentro e, dando passagem, meu cu dilatou ainda mais de tanto tesão.

- Hmmmmmmmm!!

- Tá doendo?

- Não é bem dor, sabe Doutor?

Intrigado, ele continuou encarando meu rabo e mexendo os dedos pra alargá-lo. Sem mais nem menos, deu uma risadinha e me deixou curioso.

- O que foi?

- O senhor andou colocando alguma coisa aqui dentro?

Aquela pergunta me deixou mega envergonhado, por mais que estivesse levando dedada daquele macho safado. Por conta disso, preferi mentir.

- Não, Doutor!!

- Não precisa ter vergonha. Pode falar a verdade.

E riu outra vez. Meio constrangido, comecei a pensar que deveria sair dali, mas não tive tempo suficiente pra isso.

- Esse cu já levou piroca, né?

- Q-que!?

- Tu andou enfiando alguma coisa nesse cuzinho e eu aposto que foi um piru.

Não sabia o que pensar ou fazer. Por mais que aquele fosse o jeito safado de falar do Fábio, não sabia se ia rolar ou não. Comecei a pensar que deveria falar mesmo a verdade e ralar peito daquele consultório, antes que mais coisas pudessem acontecer.

- Bom, Doutor Fábio, vou falar a verdade. Eu comecei a sentir esse desconforto depois que dei pra um amigo pela primeira vez.

Ele riu, tirou os dedos e falou.

- Eu sabia. E como que ele te comeu?

- De quatro.

- Mas foi gostosinho?

Não estava mais agüentando aquelas perguntas e nem sabia como elas poderiam me ajudar.

- Como assim, Doutor?

- Ele te comeu gostosinho? Tu gemeu enquanto quicava na rola dele?

E antes que eu respondesse, veio o terceiro dedo acompanhando os outros dois pra dentro de mim, me dando a largura ideal pra uma foda safada e gostosa.

- Como isso ajuda, Doutor? - perguntei.

- Eu acho que quem te comeu não preparou teu cu antes, senhor Leandro.

E foi aí que me acostumei com aquele volume de dedos dentro de mim, não sentindo mais quentura alguma no cu. A gente ficou um tempinho nessa posição e logo ele tirou tudo, me dando uma sensação de vazio outra vez.

- Calma aí que vou buscar o instrumento ideal pra esses casos.

- Certo.

Esperei alguns minutos e, em silêncio, senti algo quente e roliço entrando pelo cu.

- Relaxa que vai dar certo.

- Ok, Doutor.

Sem olhar pra trás, me segurei nas laterais da maca e senti aquele instrumento quente e grosso ganhando espaço devagar no meu interior.

- O que é isso, Doutor?

- Calma que eu já te explico.

Quanto mais entrava, mais aquele objeto dava uma parada pra eu me acostumar e logo seguia rumo ao interior do olhinho do meu cu. Eu, por minha vez, ia piscando lentamente pra poder abrigar mais e mais do tal instrumento, mas ainda sem saber do que se tratava. Foi aí que, depois de muito escorregar pra dentro, senti algo morno encostando na minha bunda e por cima das minhas costas, mas ainda não havia olhado pra trás. Fiquei desse jeito por alguns minutos, só me acostumando, até que percebi que estava completamente preenchido, sem qualquer espaço pra desconforto ou queimação, por mais que o rabo estivesse sendo alargado por aquilo.

- Tá passando?

- Acho que sim.

- Vou fazer outro teste então e aí você me diz se melhorou, ok?

- Certo.

Seja lá o que estivesse dentro de mim, começou a mexer devagar pra dentro e pra fora. Depois em movimentos circulares e lentos, dando uma certa completude ao meu cu.

- Tá passando.

Depois de muito esperar, olhei pra trás e quase desmaiei ao perceber o Doutor Fábio montado em cima de mim, ainda de roupa, mas com o caralho todo enfiado dentro do meu cu.

- Doutor!?

- Passou o desconforto?

Antes de eu responder, o puto pôs as mãos em cima das minhas na beira da maca e arrastou todo o peso do seu corpo pra cima, entrando ainda mais com a vara grossa pra dentro de mim.

- SSSSSSSSSSSSS!

Foi a única coisa que consegui responder. De lado, era como se só seu quadril se movesse, carregando e descarregando contra meu traseiro. Só depois que vi que estava sendo comigo pelo médico que o cu voltou a pegar fogo. Pra completar, o pilantra chegou por trás do meu ouvido e começou a falar baixinho, conforme ia acelerando os movimentos.

- Tá passando, tá?

- Ai, tá! Como você adivinhou?

- Eu sabia! Desde quando tu entrou nesse consultório eu desconfiei que teu problema era cuzinho vazio.

- E é assim que cura, Doutor?

- Só com muita pica pra encher ele de leite.

Dito isso, começou a me empurrar piru sem dó, nem aí pro barulho que a maca fazia batendo contra a parede do consultório. Eu gemia baixinho, sentindo a vara grossa tomando meu interior e a respiração do safado atrás da minha orelha, que vira e mexe ele mordia. Parou só pra desabotoar os botões da blusa social e revelar aquele tórax rígido e levemente peludo, de homem feito, maduro e depravado. Encostou os mamilos nas minhas costas e tornou a bombar, praticamente deitado sobre mim, todo curvado, mexendo insistentemente o quadril contra minha bunda.

- SSSSSS! Caralho, seu safado!

- Vai falar que tu não gosta?

Com a mão no meu cóccix, o puto me dobrou pra trás e me deixou cara a cara consigo. Ele queria ver as expressões que eu fazia enquanto agüentava as dimensões daquela rola ereta dentro do meu próprio cu, mas na verdade quem ficava mais extasiado era eu ao observar seu rosto suado e barbudo, de macho rústico, o olhar fixo em mim e mordendo a própria boca pela intensidade daquela sacanagem toda.

- Eu gosto pra caralho, Doutor!

- Não, tu gosta é de caralho mesmo! O problema desse cuzinho é que ele se acostuma rápido com uma pica e depois não sabe ficar mais sem.

Eu sentia uma completa luxúria ao ouvir isso tudo. Quando virava pra frente e via as mãos grossas prendendo as minhas, era o auge. Pra dar o tom, ainda tinha a visão completa daqueles ante-braços veiudos e com pelos em cima, com a aliança dourada refletindo vivamente no dedão anelar. Parecia que eu tinha adivinhado, o puto enfiou esse mesmo dedo na minha boca enquanto fodíamos. Ficamos nessa brincadeira uns cinco minutos e logo ele me colocou de franguinho. Mesmo sendo a primeira vez, estava adorando ser conduzido e dominado pelo Doutor Fábio em seu próprio consultório. Em cima da mesa dele, algumas fotos com a esposa, filhas e na maca ao lado eu sendo currado por ele. Pro meu susto, alguém tentou abrir a porta, mas foi barrado pela tranca.

- Quem é?

- Sou eu, Doutor Fábio. É que tem paciente esperando aqui fora.

- Já vou liberar, dois minutos!

Por conta disso, tentei sair pra poder me arrumar, até porque foi a primeira vez que tive uma aventura assim, num local como esse, mas o safado segurou minhas pernas e impediu que eu o fizesse.

- Calma, calma! Tu não tá gostando? Não tá te fazendo bem?

- Sim, mas é o seu consultório.

- Então, só confia em mim!

Obedeci. O cafajeste tinha um tom de voz baixo e meio arrastado, lhe dando um ar ainda maior de safadeza. Pelo visto estava acostumado a comer seus pacientes no consultório, bem da forma como imaginei que fosse desde o começo. Eu sabia bem que havia algo de anormal em todo aquele contexto, talvez por isso não tivesse tirado aquele homem gostoso da cabeça nem enquanto estava fodendo com o contatinho. E mesmo que tivesse dito que me liberaria em dois minutos, ele não parecia estar nem aí pra nada. Foi tirando a calça só agora e ficou mais à vontade, dobrando a perna sobre a maca na qual transávamos. Isso lhe deu mais segurança e equilíbrio pra socar fundo, enquanto ficava de frente pra mim e continuava me encarando fixamente, mordendo a boca e enfiando os dedos na minha.

- Essa pomadinha que eu vou aplicar é pra tu deixar um bom tempo aí dentro, ok?

- Com certeza, Doutor!

Segurou minhas coxas por de baixo, suspendeu meu corpo e ficou livre pra foder na maior velocidade. Como se fosse possível, senti sua piroca inchando ainda mais no meu cu, alargando o que faltava das minhas pregas e tomando um espaço que eu ainda nem sabia que tinha. Trouxe meu corpo todo pra si e, num espasmo físico maravilhoso sobre mim, largou foi leite lá dentro.

- Hmmmmmmmm!! Caralho!!

- SSSSSSSSSS!

Depois de gozar vários jatos quentinhos de leite de homem, o safado ainda meteu mais um pouco e foi empapando toda a porra.

- Calma aí que tem mais.

Saiu de dentro de mim, pegou uma espécie de tampa descartável na gaveta e colocou na porta melada do meu cu, fazendo um tipo de tampão que selou seu leite em meu interior.

- Agora vamos dar uma batidinha.

Sem mais nem menos, começou a me masturbar enquanto lambia meus mamilos, ao mesmo tempo em que sentia sua porra quente escorrendo pelas minhas entranhas.

- Assim eu também vou gozar, Doutor!

Cheguei ao orgasmo e pareci explodir de tesão, sujando as mãos dele com o meu esperma. Ele limpou tudo numa piazinha, se vestiu e sentou-se na própria mesa.

- Você vai ficar com esse tampão até amanhã.

- Não posso tirar nem pra dormir?

- Não! Seu cu foi feito pra ficar lotado de leite, se não o desconforto vai voltar.

- Tem certeza, Doutor?

- Bom, se você tirar, o desconforto vai voltar e aí você vai ter que voltar aqui outra vez.

E deu uma risadinha. Comecei a me vestir, obedecendo à ordem de não remover a tampa, e me assustei quando o vi anotar algumas coisas na minha ficha.

- O Doutor não vai anotar isso tudo, né?

Ele riu.

- Relaxa.

Nos despedimos como se nada tivesse acontecido, ambos ainda suados, e saí do consultório. Do lado de fora, tive certeza absoluta que o outro paciente que o esperava era viado, só pelo jeito de sentar e de me olhar, como se soubesse o que eu aprontava do lado de dentro.

Voltei pra casa e obedeci todas as ordens impostas pelo Doutor Fábio. Pra minha surpresa, a sensação anormal não apareceu por vários dias seguidos e isso me impressionou. Não comentei nada com meu contatinho, mas ele com certeza deve ter percebido que dei pra alguém mais pirocudo que ele, uma vez que o cu deu uma leve alargada. Dormi várias noites feito um anjo, até o dia em que novamente o desconforto apareceu. Eram umas 18h da noite quando eu tive a ideia de mandar mensagem diretamente pro whatsapp do Doutor Fábio, que foi o que fiz.

- Doutor, desculpa ser chato, mas estou com problemas novamente. Posso ir ao consultório amanhã?

Após alguns minutos, a resposta.

- Não.

Fiquei sem graça, mas logo veio outra.

- Mas pode vir aqui em casa se quiser, não tem problemas, eu também atendo aqui.

Sem mais nem menos, troquei de roupa e me dirigi à residência do Doutor Fábio, que ficava há uns 20 minutos de onde eu morava. Nervoso e cheio de medo, não imaginei que o safado fizesse tal convite aos pacientes, ainda mais sendo casado e com filhas. A surpresa maior foi chegar lá e ver que estavam todos à mesa do jantar. Essa cena me deu a certeza de que fiz a coisa errada ao ir lá, mas o próprio Fábio veio me receber e me acalmou quanto a isso.

- Fica tranqüilo. Minha esposa sabe que tudo que nós temos foi graças à essa profissão, então ela entende e respeita.

- Então ela não sabe, né?

- Claro que não, nem precisa saber. Vem!

Nós passamos direto ao seu escritório e, conforme ele mesmo descreveu, ninguém parece ter desconfiado. Como era de se esperar, o puto trancou a porta e logo se posicionou sobre mim, mandando novamente caralho pra dentro do meu cu. Me sentia como num sonho erótico, dando pra um médico casado debaixo da própria casa dele, com a esposa num outro cômodo. Até mesmo os sustos estavam virando usuais, porque uma das filhas bateu na porta do escritório e nos interrompeu.

- Deixei o notebook aí?

- Deixou, calma aí que vou levar.

Ele só fechou o jaleco, pra não mostrar que estava sem blusa, e subiu a calça com a piroca dura e toda melada do meu cu. Pegou o computador da garota e a entregou pela porta, voltando normalmente pra cima de mim. Não demoramos mais de dez minutos na meteção, por mais gostosa que estivesse. Voltei pra casa com outro tampão e o cu lotado de porra. Dormi como um anjo que nem da outra vez.

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Saudades?

Este é apenas um continho, não o levem a sério.

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Comentários

05/10/2017 15:39:22
Muito excitantr
06/06/2017 22:32:28
Amo seus contos. O melhor.
25/05/2017 15:46:27
que divertido hahahaha
21/05/2017 19:55:26
Muito bom
19/05/2017 06:51:10
Adorei Perfect❤
18/05/2017 21:12:29
Deveria escrever seus contos No whattpad
18/05/2017 21:09:56
Ótimo como sempre
18/05/2017 13:53:36
Perfeito muito shoow ,bem excitante
18/05/2017 07:37:43
Muito bom seu conto, bem excitante! Me escreva: taradomorenobi@gmail.com
18/05/2017 05:35:02
Muito bom

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