Oi, puta leitora! Se quiser me seguir/entrar em contato, tem insta (@dominador_lucas), twitter (@dominador_lucas) e/ou email (lucasfr31ts@gmail.com). Vem libertar essa vagabunda suja que existe em você. Sigilo sempre! Bora pro conto, minha vagabunda submissa. Toca nessa buceta e só goza quando eu mandar, vadia do dono!
Hoje, vou contar a história de Lívia, a vadia novinha filha de uma namorada minha. Lívia era uma novinha de dezoito anos muito gostosa e ela sabia disso. Andava sempre provocante e muitos moleques e até homens mais velhos da vizinhança viravam a cabeça quando ela passava. Ela gostava de receber essa atenção toda, mas, apesar de ser uma vadia bem provocante, Lívia ainda era praticamente virgem, descobri depois, claro, que ela só havia dado a buceta duas vezes. Sua bucetinha fechada não a impedia de se tocar todas as noites gozando como uma vagabunda no cio. E, como ela deve ter muita assim aqui lendo as putarias que escrevo e se acabando.
Lívia herdou sua beleza da própria mãe, Marcela. Marcela era realmente linda, até mais que a filha e também chamava muito a atenção de muitos homens e moleques pela rua. Marcela gostava de se exibir, mas era relativamente mais discreta que a filha, mas, putaria, ela nem se comparava. Marcela era uma vagabunda e praticamente sem limites. Na noite em que nos conhecemos, comi a vagabunda no banheiro do bar e nem precisei insistir nada para que isso acontecesse, porque a ideia foi instantânea e de ambos. Isso é só para ilustrar o quanto a minha namorada é vagabunda, ou seja, a filha dela tem muito a quem puxar.
Com o tempo fui frequentando mais a casa de Marcela e, consequentemente, convivendo mais com Lívia, que sempre foi educada comigo, mas tínhamos pouca interação no início. Lívia namorava um garoto que, às vezes, também frequentava a casa delas.
Era uma quarta-feira à noite quando tudo mudou de uma forma que eu não imaginava que pudesse acontecer. Marcela estava tomando banho e Lívia e eu estávamos no sofá de três lugares. Cada um de nós mexia em seu telefone quando Lívia derrubou o celular dela. Ele caiu no chão com a tela virada para cima e com um vídeo pornô sendo reproduzido. O vídeo era de um cara comendo o cú de uma putinha novinha como ela. Eu não acreditei quando vi aquilo e ela ficou bastante envergonhada, mas também travada por uns segundos. Depois desse tempo, Lívia se movimentou rápido e pegou o telefone.
─ Des... desculpa... é... eu não sei como isso foi parar aí!! ─ Disse Lívia antes de sair de forma apressada e se trancar em seu quarto.
─ É um segredo nosso. ─ Falei baixinho.
Fiquei bastante surpreso com aquilo e muito excitado, porque aquela vadia novinha estava vendo putaria do meu lado e deveria estar com a buceta escorrendo. Minha vontade era de meter o pau forte naquela putinha e dar o que ela queria. Marcela saiu do banho e veio para a sala.
─ Cadê a Lívia? Ela não iria ver filme com a gente? ─ Questionou Marcela.
─ Eu acho que ela vai. Ela saiu daqui há pouco dizendo que já voltava. Acho que está no quarto.
Marcela foi até o quarto e as duas voltaram. Vimos o filme, era uma comédia romântica qualquer. Lívia ficou tranquila ao decorrer do filme quando percebeu que eu segui agindo normalmente e, por mais incrível que isso possa parecer, começamos a ficar mais próximos a partir daquele dia.
Começamos a conversar sobre filmes, música e outras coisas, Conversávamos até no whatsapp e Marcela sabia disso. Em um certo dia, Lívia me chamou no whats.
─ Oi, Lucas, podemos conversar?
─ Oi, Lívia, podemos sim. Sobre o que quer falar?
─ Bom, vou direto ao assunto. É sobre aquele dia que eu meu celular caiu e ficou passando aquele vídeo.
─ Ah, sim, mas o que quer falar?
─ Olha, aquilo abriu do nada, eu juro. As meninas mandaram no grupo e eu nem sabia o que era. Me assustei e acabei derrubando o telefone.
─ Rs. Lívia, eu não julguei você um só segundo na minha mente por você estar vendo aquele vídeo, mas, por favor, sejamos honestos. Você queria ver e estava curiosa sim. Talvez até se divertindo com o conteúdo. Eu não sou o ser mais inteligente da face da Terra, mas também não sou o mais idiota. Praticamente todo mundo assiste esse tipo de coisa.
Ela visualizou e demorou uns minutos para responder.
─ Você e minha mãe também assistem?
─ Claro! A gente normalmente assiste algum enquanto transa.
─ Por quê?
─ Porque é gostoso! Mesmo tendo a pessoa ali, é gostoso ter uma putaria passando na TV.
─ Entendi. E o que vocês assistem?
─ Quer que eu mande pra você? Rs. Brincadeira.
─ Quero!
─ Sério?! Eu falei brincando.
─ Eu gostaria de ver, mas só se você quiser.
Pensei por uns minutos.
─ Isso ficaria só entre nós dois como aquela história do vídeo que você estava vendo, né?!
─ Sim, Lucas, é só curiosidade minha.
Havia um vídeo que Marcela e eu sempre víamos que era de duas putas dando para um cara. Marcela gostava dessa putaria bem safada assim como eu. No vídeo, uma das putas terminava chupando a xota da outra depois de o cara gozar fundo na buceta de uma delas. O vídeo finalizava com as duas alternando entre um beijo lésbico com porra e lamber o pau do cara.
─ Nossa!! Que putaria!
─ Gostou?
─ Sei lá.
─ Confessa!!
─ Hahaha tá, eu gostei.
─ Aposto que se molhou toda haha.
─ Lucas!!
─ Ué!! Molhou ou não?
─ Um pouco, né?! Mas aquela hora que elas dão o cú, deve doer.
─ Nunca deu?
─ Não! Mal dei a buceta kkkk.
─ Quantas vezes?
─ Dei duas só, mas confesso que gozo quase todos os dias.
─ Eu também gozo. Rsrs.
─ Eu sei, já ouvi minha mãe gemendo igual essas putas do vídeo.
─ Ela geme mesmo. Adoro mulher assim bem gemedeira.
─ Gosta que finjam?
─ Não! Gosto das putas que gemem naturalmente.
─ Eu preciso me controlar quando gozo, porque gemo forte. Rsrs.
─ Então, você é das putas que eu gosto.
─ Eu não sou puta! Rsrs.
─ Foi um elogio!! Uma puta de respeito!! Haha.
─ Aham!! Cafajeste! Rsrs.
─ Obrigado! Juntando puta e cafajeste, a coisa fica boa.
─ Lucas, você é muito safado!! Hahaha. Vou falar pra minha mãe.
─ Fala que eu te entrego também.
Eu estava excitado demais e, pelas mensagens, aquela vadia novinha também. Confesso que bati uma pensando naquela gostosinha encaixada de buceta no meu pau e leitei muito antes de dormir.
Seguimos conversando mais e mais nos próximos dias e Marcela estava feliz com nossa aproximação cada vez maior. Eu sentia muito tesão em Lívia e nossas conversas ficavam cada vez com mais putaria. Trocávamos vídeos pornô o tempo todo que falávamos até que as coisas ficaram explícitas totalmente e partiram de mim enquanto Marcela tomava banho mais uma vez.
─ Eu comeria você com vontade se pudesse.
─ Seu cafajeste!! Rsrs. Mas, foda-se, eu também daria pra você.
─ A gente pode meter escondido.
─ Não seria justo com minha mãe.
─ Então, ao menos me paga um boquete. Você falou que adora chupar.
─ Mas quando a gente faria isso?
─ Agora!! ─ Falei tirando meu pau duro, que já babava, pra fora. ─ Chupa vai, putinha!
Ela olhou para a porta do banheiro, pensou por uns segundos ao meu lado no sofá e caiu de boca no meu pau.
─ Aaahh!! Isso, vagabunda!!! Chupa com vontade vai. ─ Falei segurando a cabeça da puta e fazendo ela engasgar com força.
Eu estava tão excitado com aquilo, mas Lívia também estava louca de tesão, porque colocou a mão dentro do shortinho que usava e começou a se tocar com vontade.
─ Aahhhh!! Vai, vadia!! Tô quase, caralho!!!
Ela engasgava mais e sem aguentar anunciei.
─ Toma leite e goza comigo, minha puta!! Aaahhhh!! ─ Gemi gozando na garganta da puta
─ Huuuummm!! ─ Gemeu Lívia tremendo e gozando enquanto sentia meu leite quente e grosso na garganta. ─ Cof! Cof! Aaii!! Afog... cof! Afoguei! ─ Disse a puta saindo limpando com a mão a porra que saiu até pelo nariz dela.
Marcela desligou o chuveiro e eu guardei o pau. Estava acabado, porque queria gozar com aquela vadia há muito tempo. Fiquei sentado no sofá esperando por Marcela.
Ela saiu do banheiro.
─ Amor, a Lívia estava tossindo?
─ Sim, minha gostosa, ela tomando água e conversando comigo quando se afogou, mas ela está bem, apenas foi para o quarto.
─ Tadinha da minha bebê. Vou lá ver com ela está.
Marcela foi até o quarto de Lívia e conversaram por um tempo.
Mais tarde naquele dia, Lívia e eu conversamos por whats.
─ Caralho, Lucas! Você goza muito! Quase me afoguei. Teria que fazer respiração boca a boca rs.
─ Jamais! Rs. Nunca vou meter minha boca em boca de puta com porra.
─ Credo! Rs. Mas era a sua porra ali.
─ Foda-se! Eu não faria não. Chamaria a Marcela. Aliás, seria lindo ver as dividindo minha porra num beijo quente.
─ Você é muito cafajeste sujo mesmo!! Rsrs.
─ Aposto que você iria gostar. Já chupou buceta mesmo e a Marcela é muito delícia e também pega mulher.
─ Você quer um incesto entre mãe e filha, né, seu canalha?!
─ Eu quero e vou ter! Vocês duas ainda vão se pegar na minha frente.
─ Safado!! Rs.
Lívia não negou e eu sabia o quanto ela era vagabunda.
─ Vem aqui na minha casa amanhã à tardinha.
─ Por quê?
─ Porque quero comer você!
No dia seguinte, Lívia foi até meu apartamento. Ao chegar, estava de shortinho e uma blusinha justa. Sem esperar, puxei a puta pela cintura e beijei aquela boca com vontade. Fechei a porta e tirei a blusa da vadia caindo de boca naquelas tetas gostosas.
─ Aaaiiii, Lucas!! Que tesão, caralho!!!
Apertei o rosto da vagabunda.
─ Agora sou teu dono, vadia!! Vai me chamar assim, vagabunda!! Entendeu?!
─ Aaaii!! Sim, meu donooo!!!
Comecei a masturbar a puta, que já estava totalmente molhada.
─ Molhadinha, né, vadia do dono?!
─ Sempre, meu donooo!! Aaahh!!! Aaahhhh!!!
Tirei totalmente o shortinho dela e tirei minha roupa também. Parei de tocar na puta.
─ Engasga no meu pau de novo, vagabunda!
Ela se abaixou ali mesmo e engasgou. Tirei o pau algumas vezes e bati com ele na cara da vadia. Ela estava cheia de baba misturada com pré-gozo na cara.
─ Vem, vamos foder aqui na sala mesmo. ─ Falei levando a puta pro sofá. ─ Fica de quatro!
Ela fez o que mandei e comecei a meter com força batendo na bunda dela. Plaft! Plaft!
─ Aaaiii, donoooo!! Batee na sua putaa!! Me marca como suaaa!!! Aaaiiieee!! ─ Gemia a puta rebolando.
─ Minha cadela vagabunda!! Vou encher essa buceta de leite!!
─ Donoo!! Dentro não!! Eu não tomo anticoncepcional!!
─ Quero engravidar mesmo, cadela!!! Engravidar minha própria filhinha ─ Falei sentindo a buceta da puta pulsar de tanto tesão quando ouviu aquilo.
─ Aaaiii!! Donooo, você é muito cafajeste!!
─ Quer me chamar de papai, né, puta?!
─ Aaaiiii!!!
─ Responde, putaaa imundaaa!!
─ Aaaiieee!! Eu querooooo!!!! Me engravida, papai!!! Aaaahhhh!!!
─ Quer o papai engravidando você. Então, grita mais alto!!
─ Aaaaaiiiiiiiiii!!! Me engravida, papai!!!! Engravida sua filhinha putaaaaa!!! Aaaahhhhhh!!!
─ Toma leite e goza comigo, filhinha putaaaaaaaa!!!!
Enfiei fundo com tudo e jorrei forte dentro daquela bucetinha novinha e apertada.
─ AAAAAHHHHH!!!! TÔ GOZANDO, PAPAIIIII!!!! ─ Gritou a puta se acabando no meu pau com vontade.
Ainda com o pau dentro, olhei para o canto da sala, onde havia um corredor.
─ Gostou de ver eu comendo sua filhinha, minha gostosa? ─ Questionei olhando para Marcela.
─ Nossa, meu dono gostoso!! Eu sabia que ela iria dar muito gostoso pra você. Gozei vendo vocês fodendo. Ela é puta igual à mãe. ─ Disse Marcela ainda ofegante de ter gozado se tocando vendo eu comer a filhinha dela.
─ Mãe!! Você sempre soube!! ─ Falou Lívia surpresa.
─ Sim, minha filha deliciosa. Mamãe sempre soube. A enganada aqui foi você e, agora, eu quero provar essa buceta cheia de mel e leite. ─ Falou Marcela se aproximando e beijando a boca da própria filha, que correspondeu.
Marcela fez Lívia deitar no sofá e caiu de boca naquela xotinha vermelha e inchada de tanto eu meter.
─ Aaaiii, mãe!!!
─ Goza na boca da mamãe!! Vai, minha filhinha puta!!
Sem aguentar ver aquela putaria toda, fui para trás de Marcela e comecei a meter em sua buceta encharcada. Lívia não aguentou muito.
─ Aaaahhhh, mãe!!! Vou gozar!!!
─ Vai gozar quando eu mandar, puta!!! ─ Falei metendo forte em Marcela, que gemia chupando a xota da filha.
─ Aaaiii, donooo!! Posso??
─ Goza comigo,vadiaa!! Aliás, as duas gozem agoraaaaaaa!! ─ Falei metendo com força na buceta de Marcela e gozando fundo mais uma vez. ─ Vou engravidar mãe e filha hoje!! Aaahhhh!!! Toma leite, vadia do donoooooo!!!
Marcela gemeu na buceta de Lívia enquanto gozava forte no meu pau e Lívia gozou na boca da mãe. Ficamos os três acabados, tomamos banho e pedimos pizza. Nossa relação ficou sempre maravilhosa e, às vezes, transávamos a três de novo.
Gostou, né, puta?! Eu sei que está aí se tocando e querendo gozar pensando em putaria imunda que você tem em mente. Eu sei que você é suja e não consegue não pensar naquele seu fetiche mais imundo. Pensa nele agora. Seja o que for: incesto, traição, humilhação ou qualquer outra coisa que queira imaginar. Imaginar é livre! Apenas pensa e goza pro dono. Pronta? Goza, vagabunda!! Agoraaaaaa!! issooo!! Vadia suja do dono!! Gosto de você gozando livre assim, puta! Beijos e até o próximo conto, minha vagabunda leitora safada. E não se esqueça nunca: aqui, você é MINHA!